Deus o ajude no combate pela vida, contra todos os inimigos da Igreja — especialmente aqueles que estão dentro dela (ao menos aparentemente).

Mons. Fisichella, até agora bispo auxiliar de Roma e reitor da Lateranense, recentemente condenou em palestra pública o preconceito contra padres que usavam batina na universidade.
Em fevereiro de 2006, logo após o cruel assassinato de dois padres católicos na Turquia e na Nigéria, Mons. Fisichella afirmou:
“Vamos acabar com esse silêncio diplomático. Nós devemos pôr pressão sobre as organizações internacionais para fazer com que as sociedades e estados, em maioria países muçulmanos, arcar com suas responsabilidades”
Já numa entrevista à agência Catholic News Agency, dom Fisichella tratou de dois documentos importantes de Pio XII:
“[...] A carta datada de 20 de novembro de 1947 [Mediator Dei], foi escrita sobre a liturgia e a natureza sacrifical da Missa, e a distinção entre o sacerdócio dos leigos e a ordenação sacerdotal. Bispo Fisichella disse que a Humani Generis, publicada em 22 de agosto de 1950, abordou o relativismo teológico e em retrospecto foi um documento profético tendo em vista o que aconteceu na Igreja após o Vaticano II”
Entretanto, as companhias nem sempre são das melhores…:









"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey