Damian Thompson, em seu excelente blog Holy Smoke, diz que o Papa estaria irritado com o boicote dos bispos ingleses à missa do Cardeal Castrillon Hoyos em Westminster, no sábado passado.
E habilmente Thompson compara a visita do Cardeal Castrillon Hoyos à do hiper-modernista Arcebispo Piero Marini, antigo Mestre de Ce
rimônias do Papa. Quando Marini veio lançar seu livro que é um Código de Ataques às Reformas de Bento XVI, o Cardeal Murphy-O’Connor abriu simplesmente seu Palácio Episcopal, com direito à presença daquilo que Thompson chama de “círculo mágico” de Bispos, Monsenhores e Tabletistas (em referência ao jornal progressista Inglês The Tablet). Todos em completa histeria diante do ídolo…
Entretanto, quando o presidente da Comissão Ecclesia Dei e antigo Prefeito da Congregação para o Clero — ou seja, com um currículo de longe superior ao do Marini — vem rezar missa Pontifical na Catedral, nenhum bispo esteve presente no santuário. Acrescentaria ainda que tenho lá minhas dúvidas de que algum deles tenha permanecido em Londres enquanto a missa era rezada: muito provavelmente eles desejariam atar uma pedra ao pescoço e jogar-se ao mar.
O próprio site da Catedral sequer noticiou o evento histórico. A imprensa também boicotou o notável acontecimento. Thompson termina dizendo que gostaria de ter filmado em seu celular a editora do The Tablet, Elena Curti, na entrevista coletiva do Cardeal: “ela praticamente realizou uma dança (litúrgica) de raiva.”
Graças a Deus o Cardeal O’Connor está prestes a se aposentar.








"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey