O fórum AngelQueen nos informa sobre o sermão do Pe. Gerard Beck, da FSSPX, sobre o ultimatum de Roma:
Algumas informações interessantes do sermão de Domingo do Pe. Gerard Beck a respeito do Ultimatum Romano:
1) Sobre a resposta de Dom Fellay (o Padre disse que a resposta não foi feita pública, mas que Dom Fellay contou ao Reitor do Seminário St. Thomas Aquinas, Pe. Laroux, que por sua vez contou aos outros padres): O Bispo respondeu o ultimatum, mas sem uma aceitação ou negação. O Bispo afirmou que “nós somos a voz da Igreja que sofre, e como tal não podemos nos calar”.
2) Sobre o que provavelmente acontecerá em seguida: Padre Beck afirmo que Dom Fellay disse que “qualquer coisa é possível”. Talvez Roma levantará as “excomunhões” de toda forma; talvez virá uma declaração formal de cisma e excomunhão; talvez Roma não faça nada.
3) Questões de um Padre da SSPX a Dom Fellay: “O que Roma realmente quer?” Resposta de Dom Fellay: “Eles querem que sejamos como a Fraternidade São Pedro. Eles irão concordar em nos permitir fazer nossas coisas católicas tradicionais, mas nós devemos ficar quietos”
4) Pe. BecK (parafraseando): Aconteça o que acontecer, nada mudou em nós ou nos mudará. Nós devemos continuar a manter firmemente e publicamente nossa Fé Católica tradicional, venha o que vier.
Já Pe. Zuhlsdorf, em seu sempre bem informado blog, conta uma informação recebida de uma fonte, segundo ele mesmo, bem informada:
Eu ouvi de uma fonte que tem informações de primeira-mão que o Cardeal Castrillon está feliz com a resposta de Dom Fellay e lhe enviou uma curta nota em resposta.
Eu também ouvi que o Cardeal passará a carta à Sua Santidade.
Detrás da cena, tudo realmente parece muito mais claro que a impressão dada pela imprensa liberal ou por alguns dos… bispos da SSPX.







"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey