Rorate-Caeli nos informa que o Papa pretende mudar o Ordo de Paulo VI, fazendo com que nas missas em vernáculo as palavras da consagração sejam ditas em latim. O mesmo ocorreria nas fórmulas do batismo, confirmação, confissão e outros sacramentos. Mais, a própria troca do gesto fraterno – a famosa “Paz de Cristo” – seria transferida do local em que se encontra atualmente, isto é, antes do Agnus Dei, para o momento do ofertório. Atualmente, qualquer católico que vê como se dá esse gesto, com beijos, abraços, etc., fica indignado ao saber que no mesmo momento Nosso Senhor encontra-se no Altar e que em alguns instantes as pessoas comungarão como se fosse algo ordinário e rotineiro.
Ignazio Ingrao, do Panomama, informa que essas mudanças foram pedidas por Bento XVI à Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos e que faz parte de uma série de mudanças que visam mostrar a continuidade e o desenvolvimento orgânico na liturgia – algo esquecido nos últimos 40 anos.
É evidente que tal mudança visa também assegurar a validade dos sacramentos administrados com o Novus Ordo, exatamente após as medidas da Congregação para a Doutrina da Fé que condenaram fórmulas de batismo absurdas utilizadas nos EUA.
Como afirmou Mons. Klaus Gamber (autor admirado pelo Cardeal Joseph Ratzinger), não se pode dizer que os sacramentos administrados com os novos livros litúrgicos são inválidos. Entretanto, é inegável que com a reforma litúrgica advinda do Concílio Vaticano II aumentou-se, e muito, o número de missas – e sacramentos, em geral – inválidas.








"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey