Recebemos a seguinte informação do Rev. Pe. João Batista:
Prezado Senhor.
O bispo de São José do Rio Preto, referindo-se a meu artigo, publicou uma nota em que diz ser contra a união civil homossexual, retificando assim o que havia dito anteriormente.
Cordialmente,
In Christo Rege,
Pe. João Batista de Almeida Prado Ferraz Costa
No site da Diocese de São José do Rio Preto encontramos a referida nota:
O Perigo das Palavras - Dom Paulo Mendes Peixoto
À repercussão de uma entrevista veiculada na imprensa (22/06/08), na qual eu expressava o meu pensamento sobre o homossexualismo, que gerou considerações por parte do Padre João Batista de Almeida Prado Ferraz Costa, vejo-me no direito e dever de tornar público o meu pensamento sobre este tema de acordo com a doutrina da Igreja.
A ciência psicológica até hoje não tem uma posição definitiva sobre as causas, as origens, tendências e dimensões da homossexualidade.
A teologia da Igreja Católica tem uma posição, a mesma de Jesus: acolher a todos, rejeitando o pecado; acolher o que erra e rejeitar o erro. Com isto não quero dizer que a pessoa homossexual seja, por si, pecadora, mas que deve ser acolhida como pessoa digna de respeito que, muitas vezes sofre com sua realidade.
Uma coisa é rejeitar e não aceitar a homossexualidade; outra, bem diferente, mais evangélica, é acolher a pessoa homossexual. Da mesma forma, uma coisa é rejeitar a prostituição; outra, também mais evangélica, é acolher a prostituta.
Quando Jesus chama atenção dos escribas e fariseus, dizendo que “os cobradores de impostos e prostitutas vos precederão no reino dos céus” (Mt 21, 31), não estava aprovando a prostituição e nem o comércio de mulheres.
Assim, diante do projeto que tramita no Congresso Nacional, quero apresentar, com clareza, meu pensamento: 1 – legalizar uma união homossexual como união estável não é pertinente. Nem a ciência psicológica, nem psiquiátrica e nem médica garantem que tal união possa ser estável; 2 – a Bíblia nos diz o que Deus quis: é no casamento que o homem e a mulher se completam – “no princípio Deus os criou homem e mulher” (Mt 19,4 ; Gn 2,24); 3 – a teologia católica será sempre contrária à união estável entre pessoas do mesmo sexo.
Em qualquer circunstância concreta, a nossa missão de Pastor será de fidelidade ao Evangelho de Jesus Cristo, de acolher a todos em qualquer realidade, com misericórdia e amor. Dessa forma, deixo claro o meu real pensamento sobre o tema.








"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey