O culto litúrgico é a expressão suprema da vida sacerdotal e episcopal, como também do ensino catequético. O vosso ofício de santificação do povo dos fiéis, caros Irmãos, é indispensável ao crescimento da Igreja. Fui levado a precisar, no Motu proprio Summorum Pontificum, as condições de exercício deste cargo, no que diz respeito à possibilidade de utilizar igualmente o missal do Beato João XXIII (1962) e o do Papa Paulo VI (1970). Frutos destas novas disposições já têm visto o dia, e espero que a indispensável pacificação dos espíritos esteja, graças a Deus, a caminho de se fazer. Meço as dificuldades que são as vossas, mas não duvido que se possa chegar, em tempo razoável, a soluções satisfatórias para todos, para que a túnica sem costura de Cristo não se rasgue mais. Ninguém é excesso na Igreja. Cada um, sem exceção, deve poder sentir-se em casa nela, e jamais rejeitado. Deus que ama a todos os homens e não quer perder nenhum confia-nos esta missão de Pastores, fazendo de nós os Pastores das suas ovelhas. Não podemos senão dar-Lhe graças pela honra e pela confiança que nos dá. Esforcemo-nos, portanto, em sermos sempre servidores da unidade!
Discurso aos Bispos franceses – Hemicycle Sainte-Bernadette, Lourdes, 14 de setembro de 2008








"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey