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A CNB da Alemanha alerta: não à mudança no sinal da paz

Após a Assembléia Plenária da Conferência dos Bispos da Alemanha, seu presidente, Sua Excelência Reverendíssima Dom Robert Zollitsch, afirmou:

Questão sobre a mudança do sinal da Paz dentro da Santa Missa

A Congregação Romana para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos pediu a todas as Conferências nacionais de Bispos que dessem suas posições sobre uma possível mudança do sinal da paz dentro da Santa Missa. Hoje os fiéis trocam o sinal da paz antes da Comunhão. Uma mudança para entre a oração dos fiéis e a preparação dos dons foi colocada em discussão. A assembléia plenária considera uma mudança não proveitosa por razões teológicas, litúrgicas e pastorais e recomenda portanto privar-se desta mudança. Em vez, esforços devem continuar sendo feitos para salvaguardar uma forma digna do sinal da paz na prática litúrgica. (Fonte: The New Liturgical Movement)

Tal pronunciamento confirma o que já foi noticiado anteriormente. Ver a Conferência dos Bispos da Alemanha se opor aos projetos do Papa não é novidade.  Vê-la divulgar assuntos sigilosos em entrevistas coletivas (boicote?) também não é novo. Mas ao afirmar que “em vez [da mudança], esforços devem continuar sendo feitos para salvaguardar uma forma digna do sinal da paz na prática litúrgica“, a CNB da Alemanha implicitamente divulga o motivo que pôs o assunto em discussão: uma suposta falta de dignidade no tal sinal da paz que levou o Papa a desejar tal mudança. Evidentemente, repudiada pela CNB Alemã por motivos teológicos, litúrgicos e pastorais.

Escrito por G. M. Ferretti

Setembro 26, 2008 às 11:35 am

2 Respostas

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  1. [...] Nosso comentário: Que decreto o Senhor Arcebispo leu? Nem o documento da Congregação para os Bispos (o que realmente importa) e nem o Comunicado da Sala de Imprensa (absolutamente sem valor) sequer insinuam,  quanto mais não “deixar nenhuma dúvida” , que “as decisões Concílio Vaticano II constituem um fundamento indispensável para a vida da Igreja”. Já tratamos desta Arcebispo aqui. [...]

  2. [...] Nosso comentário: Que decreto o Senhor Arcebispo leu? Nem o documento da Congregação para os Bispos (o que realmente importa) e nem o Comunicado da Sala de Imprensa (absolutamente sem valor) sequer insinuam,  quanto mais não “deixar nenhuma dúvida” , que “as decisões Concílio Vaticano II constituem um fundamento indispensável para a vida da Igreja”. Já nos referimos a esse Arcebispo aqui. [...]


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