- O Papa Bento XVI fez uma mudança de baixo perfil mas significante em direção à reforma litúrgica ao renovar completamente o plantel de seus conselheiros litúrgicos ontem.
Uma breve nota pouco reparada da Sala de Imprensa do Vaticano anunciou a indicação de novos consultores para o Departamento de Celebrações Litúrgicas do Supremo Pontífice. Ela não menciona, entretanto, a importância dos novos indicados.
Os novos consultores incluem Monsenhor Nicola Bux, professor na Faculdade de Teologia de Puglia (Sul da Itália), e autor de vários livros sobre liturgia, especialmente sobre a Eucaristia. Bux recentemente terminou um novo livro “A Reforma do Papa Bento”, publicado pela editora italiana Piemme, previsto para chegar às prateleiras em Dezembro.
A lista dos novos consultores inclue Pe. Mauro Gagliard, especialista em teologia dogmática e professor no Athenaeum Pontificium ‘Regina Apostolorum’, dos Legionários de Cristo; O Padre espanhol do Opus Dei Juan José Silvestre Valor, professor na pontíficia universidade de Santa Croce, em Roma; Padre Uwe Michael Lang, C.O., um oficial da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos e autor do livro “Voltados para o Senhor” — sobre a importância de voltar-se ‘ad orientem’ durante a Missa; e Pe. Paul C.F. Gunter, um professor Beneditino no Athenaeum Pontificium Santo Anselmo, em Roma, e membro do corpo editorial do vindouro “Usus Antiquior”, um jornal dedicado à liturgia sob os auspícios da Sociedade de Santa Catarina de Siena. A Sociedade, que tem uma associação com a Província inglesa da Ordem dos Pregadores (Dominicanos), promove a renovação intelectual e litúrgica da Igreja.
Também relevante é o fato de que todos os antigos consultores, indicados quando o Arcebispo Piero Marini liderava o Departamento de Celebrações Litúrgicas, foram dispensados ao não serem renovadas suas indicações.








"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey