A situação da fé na presença real da Eucaristia é bastante preocupante. Não quero dizer que todos tenham perdido a fé. Contudo, nós da Congregação para o Culto Divino fizemos recentemente uma sondagem sobre a Adoração Eucarística, que será o tema de nossa próxima reunião plenária. Dos informes das diversas conferências episcopais, no que diz respeito aos aspectos negativos, surge a constatação de que no clero influenciado por certas tendências teológicas não existe mais uma fé clara na presença real de Cristo. Em alguns seminários se ensina que Cristo está presente apenas no momento da Consagração e da Comunhão, depois não. Se trata de uma posição mais protestante que, depois, abre caminho para abusos e até mesmo sacrilégios das espécies eucarísticas. Uma situação lamentável.
É necessário aquele sentido de reverência, fruto da consciência que temos em relação com o Corpo do Senhor, Jesus vivo em sua forma eucarística, que nós comemos, que nós adoramos. Para tanto ,se necessitará ver urgentemente como dar uma formação teológica e sacramental que assegure aos jovens seminaristas, aos sacerdotes e também aos religiosos e religiosas, um reforço deste sentido da real e contínua presença de Cristo nas espécies eucarísticas. Se não, as conseqüências só poderão ser dramáticas para a Igreja e causa de inumeráveis problemas.
Mons. Albert M. Ranjith Patabendige, Secretário da Cong. para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, à Revista Radici Cristiane – Fonte: Secretum Meum Mihi
PS.: Não é a primeira referência que Mons. Ranjith faz à perda da fé por parte do clero. Veja aqui.








A situação da fé na presença real da Eucaristia é bastante preocupante. Não quero dizer que todos tenham perdido a fé. Contudo, nós da Congregação para o Culto Divino fizemos recentemente uma sondagem sobre a Adoração Eucarística, que será o tema de nossa próxima reunião plenária. Dos informes das diversas conferências episcopais, no que diz respeito aos aspectos negativos, surge a constatação de que no clero influenciado por certas tendências teológicas não existe mais uma fé clara na presença real de Cristo. Em alguns seminários se ensina que Cristo está presente apenas no momento da Consagração e da Comunhão, depois não. Se trata de uma posição mais protestante que, depois, abre caminho para abusos e até mesmo sacrilégios das espécies eucarísticas. Uma situação lamentável.
"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey