A humilhação do Papado de Bento XVI – Padre Gerhard Wagner oferece resignação. Papa teria aceitado.

Despertai, Senhor! Por que aparentais dormir? Despertai e não nos rechaceis para sempre…” (Intróito da missa de hoje, Domingo de Sexagésima)

Padre Wagner

Dadas as ferozes críticas, estive em oração e depois de consultar o bispo diocesano cheguei à conclusão de pedir ao Santo Padre, em Roma, que retirasse minha nomeação como Bispo de Linz.”  Assim comunicou Pe. Gerhard Wagner, o “ultra-conservador” recentemente nomeado bispo auxiliar para a “ultra-modernista” diocese de Linz, na Áustria. O Papa parece ter aceitado.

A humilhação do Sumo Pontifice

A foto à esquerda expõe o nível de humilhação a que o episcopado Austríaco é capaz de chegar para impor ao Santo Padre seu “catolicismo” excêntrico e herético. É o mesmo que vemos em todas as viagens feitas pelo Papa: igrejas de determinados países prontas a mostrar ao Sucessor de Pedro, através do que julgam ser “carismas” particulares (que na realidade não passam de aberrações sem nenhuma relação com a Fé Católica), que aqui mandamos nós e Sua Santidade, como disse o Cardeal Vingt Trois, vem demonstrar sua comunhão conosco.

Essa resignação de Pe. Wagner nos demonstra, caríssimos amigos, o tamanho da oposição que o Papa encontra para implementar sua simples  “hermêutica da reforma”, combatendo assim aqueles que têm o Vaticano II como uma nova constituinte. Imaginem, amigos, se ele fosse ainda mais duro! E há aqueles que imaginam um Papa resolvendo tudo numa simples canetada. Irmãos, rezemos pelo Papa. Nenhum de nós sabe o que ele deve estar passando. Dom Fellay afirmou outrora que o Papa encontra hoje uma Igreja impossível de se governar. Os reiterados pedidos de oração mostram, caríssimos, o quanto o Papa precisa de nossos clamores aos céus:

O Papa pediu orações para que o Senhor «continue velando por este pequeno Estado», especialmente por «quem está dirigindo a Barca, o Sucessor de Pedro, para que possa desenvolver com fidelidade e eficazmente seu ministério a favor da unidade da Igreja Católica, que tem no Vaticano seu centro visível e se expande até os confins do mundo». (Zenit, 13 de fevereiro de 2009)

O Santo Padre pede o acompanhamento das orações de todos os fiéis a fim de que o Senhor ilumine o caminho da Igreja. Cresça o empenho dos Pastores e de todos os fiéis no sustento da delicada e difícil tarefa do Sucessor do Apóstolo Pedro como o “guardião da unidade” na Igreja. (Nota da Secretaria de Estado de 4 de fevereiro de 2009).

Sabemos que enquanto teólogo Joseph Ratzinger era um dos grandes propulsores da colegialidade. Seus atos como Papa nos mostram como a graça de estado do Sucessor de Pedro age fortalecendo-o na luta contra idéias que certamente lhe eram caras; que a humildade do Papa, que repetidas vezes reconheceu sua timidez — de quem gostaria de se aposentar para se dedicar aos livros — seja agradável a Deus Nosso Senhor e lhe dê forças para suportar tantas dificuldades. Esse “agir contra si mesmo” nos mostra a grandeza de alma de Bento XVI.

Neste momento de humilhação estejamos juntos do Sumo Pontífice, pedindo a Deus Nosso Senhor que o guie e fortaleça para não se render aos inimigos da Santa Igreja.

℣. Oremus pro Pontifice nostro Benedicto.
℟. Dominus conservet eum, et vivificet eum,

et beatum faciat eum in terra,
et non tradat eum in animam inimicorum eius.℣. Tu es Petrus,
℟. Et super hanc petram aedificabo Ecclesiam meam.

Oremus.
Deus, omnium fidelium pastor et rector, famulum tuum Benedictum, quem pastorem Ecclesiae tuae praeesse voluisti, propitius respice: da ei, quaesumus, verbo et exemplo, quibus praeest, proficere: ut ad vitam, una cum grege sibi credito, perveniat sempiternam.
Per Christum, Dominum nostrum.
℟. Amen.

18 Responses to “A humilhação do Papado de Bento XVI – Padre Gerhard Wagner oferece resignação. Papa teria aceitado.”

  1. Ferretti, suas palavras são as nossas palavras. Isso tudo que está acontecendo é revoltante. Temos que rezar incessantemente pelo Papa e pela Igreja.

    Fico imaginando como esses católicos austríacos foram pouco a pouco tendo a sua fé minada pelos clérigos liberais a ponto de pensar que estão reclamando com razão, ao passo que estão contribuindo para a revolução.

    Gostaria de saber um pequeno detalhe. Na Alemanha paga-se, compulsoriamente o imposto religião (Católica ou Luterana), já descontado no contra-chegue. Será que na Áustria ocorre o mesmo? Isso explicaria “alguma” parte desse drama.

    Dai-nos Senhor, santos pastores e dignos ministros!

  2. Um comentário de um leitor encontrado no Rorate-Caeli:

    “O Papa deveria agora indicar Richard Williamson como novo bispo auxiliar de Linz. Ele é católico, ao contrário do clero de lá, está disponível e seu nome também começa com W”.

  3. Eis algumas notícias que traduzi do Cathcon:

    VATICANO ACEITA A OFERTA DE RESIGNAÇÃO

    Segundo a Agência Católica de notícias Kathpress.

    TÁTICAS DE INTIMIDAÇÃO EM LINZ
    De: Notícas da Áustria Superior, antes do anúncio.

    Sacerdotes da Áustria Superior a prevenir a sagração do Bispo-designado de Linz Gergard Maria Wagner, e, para isso, iniciam uma espécie de referendo.

    De acordo com relatos no “Tiroler Tageszeitung” e no “Rundschau am Sonntag” uma carta circular sera enviada para todos os padres. Além disso, ondas de católicos se convertendo ao protestantismo é relatada. A idéia vem de um grupo de padres liberais, os quais têm como objetivo, pelo referendo, coletar tantas assinaturas o quanto for possivel e, através disso, convencer o bispo a não assumir o cargo. Querem também convencer o Bispo Ludwig Schwarz a não sagrar Wagner.

    Se em 22 de março, apesar desta resistância, um sagração episcopal for realizada, alguns reitores, como reportam os jornais, intencionam tomar a palavra na sagração e expressar sua desaprovação pela nomeação de Wagner. Ainda mais, as funções mais importantes na Missa devem ser dadas a mulheres acólitos. Então, é possível vingar-se de Wagner, uma vez que ele não permite mulheres acólitos na sua paróquia de Windischgarsten.

    Converções à Igreja Protestante?

    Segundo o “Rundschau am Sonntag”, a discussão sobre Wagner e a excomunhão do negador do holocausto Richard Williamson iniciou uma onda de converções de Católicos às igrejas protestantes. “Muitos membros decepcionados da Igreja Católica voltam-se agora à rede de capelanias Protestante com a questão e o que eles precisam para se tornarem protestantes”, disse o Administrador Senior da Igreja, da Igreja protestante na Áustria, Hannelore Reiner.

    NOVO BISPO AUXILIAR DE LINS OFERECE RESIGNAÇÃO
    Bispo desgnado de Lins recua

    O controverso clerigo pediu ao Vaticano que remova sua nomeação, o que corresponde ao pedido – nenhum comentário do Bispo Diocesano Shwarz.

    Maria Gerhard Wagner, Bispo Desgnado de Linz, recua e pede a remoção de sua nomeação.

    Linz – Nesta tarde de Domingo, referente à controversa indicação do Vigário de Windischgarsten na Àustria Superior, Maria Gerhard Wagner, para Bispo Auxiliar de Linz, houve uma mudança inesperada. Wagner deu um passo atrás e pediu à Santa Sé que sua nomeação deveria ser retirada.

    Wagner pediu ao Bispo Diocesano Ludwig Schwarz que envie à mídia uma curta declaração, onde se lê: “Dada a feroz crítica, eu estive em oração e, após consultar o Bispo Diocesano, cheguei à conclusão de pedir ao Santo Padre em Roma para retirar minha nomeação como Bispo de Linz”.

    Nenhum comentário
    A declaração foi disponibilizada ao Escritório de Comunicação da Diocese de Linz na tarde de Domingo. Quando questionado, o diretor do Escritório, disse que não haveriam comentários do Bispo Schwarz. Da mesma forma, de momento, não estão previstos maiores comentários. Ele destacou a reunião especial da Conferência Austríaca de Bispos marcada para segunda em Viena.

    Táticas de intimidação em Linz:

    Um dia de infâmia na história eclesiástica austríaca, atrás somente da aceitação episcopal da Anschluss (quando Hitler invadiu). O Vaticano aceitou, o que significa que as decições do Papa sofrerão coações através do mundo católico.

    Diocese de Linz em revolta aberta

    Que excelente padre, dizem os paroquianos

    Reunião de crise dos Bispos austríacos foi marcada para as 10:00h de amanhã.

    Os bispos e leigos da Áustria não podem aceitar que a SSPX se submeta imediatamente ao Concílio Vaticano II, enquanto eles próprios continuam em revolta aberta cobtra as decisões do Papa, que é o Vigário de Cristo.

    Logo, mais notícias no Cathcon.

  4. Santo Deus tenha Misericórdia de nós.

    E olha que a Áustria nunca fora tida como ninho de liberais (pelo menos não tanto quanto a França e Portugal – pós-concilares).

    Cada vez mais me parece que essa crise da Igreja não se resolverá com amenidades no trato. Seria um momento glorioso para a Santa Igreja se o Santo Padre insistisse na Sagração do Padre Wagner, e ainda que tivesse alguma ação complementar incisiva (talvez deixasse o Padre Wagner como Bispo titular de Linz e não auxiliar, ou chamasse publicamente a atenção dos Bispos da Áustria e mesmo do Cardeal Schoenborn).

    Por isso que os Papas proximamente anteriores a João XXIII (principalmente Pio X e Pio XI)não usavam meias palavras na condenação do modernismo e nem se exprimiam nos documentos dando margem a uma “super-valorização” da colegialidade, ou do ecumenismo, ou da liberdade religiosa… o tom era outro… e visava evitar esse desastre, eles compreendiam o quão grande e monstruoso era o modernismo, contra o qual não se deveria usar de “panos quentes”, mas da firmeza do Báculo de um verdadeiro Pastor.

    Rezemos para que o Santo Padre use de seu báculo, mesmo que seja para expulsar lobos em pele de ovelha, ou em “peles” episcopais.

  5. É… Trata-se do início do Cisma contra o Santo Padre! Nossa Senhora previu isto: sofrimento e revolta aberta ao Santo Padre! O Modernismo e o CVII estagnaram a alma de muitos que se diziam católicos, mas não são, pois se fossem, obedeceriam ao Santo Padre.
    Aqui em Salvador/BA, espero que venha um bispo bom e não como este que aqui está – cuja vida mundana nos estarrece dia após dia… Que ele se vá e que o Papa nos envie alguém digno para pastorear este rebanho que tanto precisa! Salvador é terra de missão…
    Rezemos pelo Santo Padre, que sofre tanto (e que ainda sofrerá muito por amor à Igreja de seu Senhor)…
    Mas o Coração Imaculado de Maria triunfará! A Igreja triunfará! O Doce Vigário de Cristo triunfará! Aguardemos e oremos…

  6. Aí estão os frutos da colegialidade. Segundo ela, o Papa, é mero “primus inter pares”, e não possui poder para disciplinar seus “pares”. Isso não é verdade, o Papa tem poder e dever de punir.Ora, em Roma, como em qualquer parte do mundo, o poder que não é usado pelo seu legítimo titular é usurpado por aproveitadores. Era caso de, pelo menos, suspender os rebeldes. Rezemos pelo Papa.

  7. Ué!!!
    Cadê o “religioso obséquio de obediência” dos defensores do “indispensável” CV II ???

  8. a desobediencia ao santo padre já é antiga , entretento agora ela esta aberta e não camuflada como antes,acredito que a nossa Igreja passa por um momento decisivo na sua História, como diz o dito popular aqui no Brasil, Ta na hora de a onça beber agua. Agora é que veremos quem é católico de verdade, quem for estara com Bento XVI e quem não for ira com os desobedientes e hereges.O espirito santo atraves de Bento XVI esta separando o joio do trigo estamos conhecendo os inimigos da Igreja realmente, devemos ter fé e estar firmes pois é possivel que tentem até mesmo um golpe mortal contra o santo padre.

  9. Amigos, outro comentário interessante de um leitor no Rorate-Caeli:

    Strategy

    There is another interpretation possible here for this disaster in Austria. It might be a faked victory to placate and distract the left. The idea with the faked victory strategy is to grant a loser a supposed victory in order to soften the blow from what’s coming.

    Old liberal hacks in the hierarchy are tired and most of them don’t care about much any more, especially now that their failure is total. They only want to retire without losing face, by blaming the collapse on other factors. But they still have a fawning constituency to satisfy. These are lay liberals, mostly aged between 50 and 70. Some are older. These are the people who, to be fair, remained loyal to the Church hierarchy when its most asinine orders were issued in the 1960s and 1970s.

    Now this firestorm we are seeing has come from just one source: the withdrawal of the censures of excommunication. It has made the libbies furious. They are foaming at the mouth in outrage and hatred, hate being one of the qualities which they all share. It is as if the Pope has sanctioned everything they have fought against for the last forty years. And the reason for this reversal–even more painful to contemplate–is the utter failure of their pathetic revolution, now revealed as truly an act of brainless clowns.

    So they’re a little testy. But no sooner has the Pope lifted the excommunications when he moves forward to regularise the S.S.P.X. Really, he has to do this while he still has the opportunity. The Brave New Church has no future, so he needs at least to restore a means to ensure the survival of the Traditional Catholic Church which will never die. From the Pope’s point of view, that must at least be an option for the future.

    But two blows in a row like this, and NewChurch will rebel. He’ll have a revolt on his hands. So he needs to create some fake victories for them. The capitulation or expulsion of Williamson will be the first. He had to go anyway because he’s wildly imprudent.

    Next, he appoints an archconservative as an auxiliary bishop right in the most liberal Diocese in Austria, at Linz. It was a provocation designed to distract the liberals’ attention away from the S.S.P.X. Really, not much is at stake here, since this is only an powerless *auxiliary* bishop anyway; it is only a threat against their futures, not their present rule. He can now lift Fr. Wagner out of that spiritual desert and put him in Rome, where he can be part of the counter-revolution.

    So let them have their party. While they’re still inflating balloons (a good symbol of their reforms: full of hot air), bang!, the Pope can regularise the Society.

    Is this what’s up? I don’t know. I claim no secret knowledge. But it’s one possible explanation. Remember one thing: unlike the deans of Linz, this Pope is no fool.

    P.K.T.P.

  10. Vejamos e esperemos em Deus o desenrolar da história.
    Vou dizer algo que é um mero palpite meu, e infelizmente não chegará aos ouvidos do Santo Padre. E ainda que chegasse, seria só uma sugestão questionável…
    Mas deveria-se revogar os novos costumes de se nomear cardeais entre os bispos, como se fosse obrigatório dispensar cardeais de determinadas Sés. Salvador, São Paulo, por exemplo, caso não se encontrassem arcebispos dignos de participar no Sacro Colégio, não deveriam jamais receber o chapéu escarlate.
    O mesmo para leigos. Deveria-se voltar ao costume de conceder a determinados leigos o cardinalato. Para ser cardeal não é necessário ser nem diácono, quanto mais padre ou bispo. O cardinalato não tem nada a ver com o sacerdócio.
    Não entendi se o “ultraconservador” em questão chegou a ser sagrado bispo. Mas ele deveria ser chamado a Roma, e recebido o cardinalato, junto com figuras mais proeminentes. O episcopado deveria ser vetado nos consistórios, na grande maioria. E deveria-se também “caçar” o cardinalato dos recalcitrantes, para que eles fiquem impedidos de votar na eleição do novo papa.

  11. Sinto falta dos antigos tempos em que os papas governavam o Patrimônio de São Pedro… Imaginem… O Santo Padre deveria exigir a presença de todo o episcopado austríaco. Quando eles chegassem ao Vaticano, a guarda suiça deveria prendê-los todos e encarcerá-los no Castelo de Sant’Angelo. Então o papa destituiria todos de seus cargos e nomearia um episcopado (ou vigários apostólicos) para governar todo o país. Com certeza isso faria com que o Santo Padre, que já não é amado pelos maus, ao menos fosse temido por estes.
    Às vezes só pensamentos fora da realidade como estes, para não nos deixar perder a sanidade diante dessa realidade tão dramática. Sonhar um pouquinho é bom, desde que isso não vire idealização ou romantismo…

  12. Eu penso que o Santo Padre sabia dessa manifestação cheia de rebeldia e malicia dos bispos da Áustria e não vai retroceder do seu plano através do Padre Wagner.

    Penso que foi uma tática para cutucar os lobos assim uivarem. Foi uma preparação do campo.

    Acho mais isso como sinal de futuras sagrações episcopais, tendo características de padres com o austríaco, onde as conferencias de bispos (inventadas para dar visibilidade democrática da colegialidade na Igreja) possam perceberem que está em pleno vapor à hermenêutica da continuidade lançada neste pontificado. Quem não gostar pode ir a uma “igreja” protestante, hoje não há mais católico de fato…

    Embora o interesse dessa sagração do padre foi levada mais a um estado grave que atravessam as igrejas da Europa, eu gostaria também de saber também de um padre tradicionalista fosse chamado pela Santa Sé para ser bispo em alguma diocese brasileira, cuja C.N.B.B. comporta-se que está “indiferente” ou “pouca interessada” com os acontecimentos pós-decreto de levantamento das “excomunhões” do dia 24 de janeiro, a ficar no mundinho dela voltada somente a área política e social…

  13. Não creio que o Santo Padre tenha feito isso para “cutucar” ninguém, e muito menos para desviar o foco. Essas táticas maliciosas são mais comuns entre os perversos, que articulam golpes assim para causar revolução. Mas acredito também que, após a saida do cardeal Ré da Congregação para os bispos, a nomeação de candidatos considerados ultraconservadores será ainda mais comum.
    Lembremos que, em um dos seus artigos, o site Golias revelou que o episcopado da França já estava muito com um caráter muito mais conservador que no passado, isso incluindo um que eles chamaram de ultraconservador “que até usava batina”.

  14. “o mesmo que vemos em todas as viagens feitas pelo Papa: igrejas de determinados países prontas a mostrar ao Sucessor de Pedro, através do que julgam ser “carismas” particulares”

    Não foi o que vimos na visita de Sua Santidade ao BRASIL, onde a inacreditável CNBB se fantasiou de “ortodoxa”, numa atitude odiosamente hipócrita que dava até vontade de gritar para que os lobos tirassem as peles de ovelha da carcaça: os bispos todos bonitinhos, de batina e solidéu; as missas-shows e as missas-comícios (pelo menos as da TV) silenciadas naquela semana.
    A CNBB até imprimiu um “mini-catecismo” com perguntas e respostas católicas e o distribuiu aos fiéis para que soubessem “defender a sua fé” frente aos protestantes e outros acatólicos. Por que não fez isso sempre, ao invés de defender o ecumenismo e o socialismo em seus absurdos folhetos de campanhas, mutirões e etc?
    Se o episcopado brasileiro tanto se orgulha do seu “jeito de ser Igreja”, por que então não deu ao Papa uma mostra legítima da maneira como “fazem” a Igreja aqui?

  15. Caro Pedro,

    pode prestar atenção. As indicações de novos bispos para o Brasil são da grande maioria mesmo, de padres ligados a T.L., simpatizantes ou simplesmente tolerantes a mesma. Parece que é proposital para manter a triste C.N.B.B. que já nasceu, cresceu e futuramente não morrer, ou seja, continuar “imortal” com seu socialismo comunista.

    Creio que haja algo secreto para tal coisa…

    O senhor ou alguém pode confirmar esse ponto de vista meu acima ou não?

    Em todo caso, eu acho melhor aprofundar sobre isso.

  16. Só temo agora uma nova horda de modernistas na Santa Igreja. Porque felizmente esses bispos e padres modernistas, heresiarcas, cismáticos são, na sua maioria, estéreis ou muito pouco férteis e não geram muitos filhos como o fez Dom Marcel Lefèbvre. É reconhecido que os meios tradicionais recebem muito mais vocações e os melhores vocacionados, assim como é patente que os seminários modernos estão vazios. Talvez tenhamos que esperar alguns anos para ver uma maioria “conservadora” no clero. Esperemos rezando e esperando no onipotente patrocínio da Santíssima Virgem Nossa Senhora e confiando que as portas dos infernos não prevalecerão.

  17. Deus ajude o Santo padre neste duro caminho.

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