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	<title>Comentários sobre: Carta do Papa aos Bispos de todo o mundo acerca do levantamento das excomunhões dos Bispos da FSSPX.</title>
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	<description>“Quam bonum est et quam jucundum, habitare fratres in unum”</description>
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		<title>Por: Jesuan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jesuan]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 15:09:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Independente do que o Papa falar ou escrever, rezo ao Bom Deus e sua Santíssima Mãe a graça de sempre me manter fiel a Nosso Senhor, Maria Santíssima, a Santa Igreja Católica e ao Santo Padre (o Doce Cristo na Terra), com um único objetivo, o de obter a minha salvação eterna.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Independente do que o Papa falar ou escrever, rezo ao Bom Deus e sua Santíssima Mãe a graça de sempre me manter fiel a Nosso Senhor, Maria Santíssima, a Santa Igreja Católica e ao Santo Padre (o Doce Cristo na Terra), com um único objetivo, o de obter a minha salvação eterna.</p>
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		<title>Por: Pedro Pelogia</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/03/12/carta-do-papa-aos-bispos-de-todo-o-mundo-acerca-do-levantamento-das-excomunhoes-dos-bispos-da-fsspx/#comment-1642</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Pelogia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 23:02:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Esta Carta é o primeiro escrito do pontificado de Bento XVI com entrelinhas de queixa e desabafo. É o primeiro pronunciamento papal oficial desde João XXIII, em que um Romano Pontífice suspira angustiado e se queixa de oposição, abrindo-se em sinceridades e deixando de lado a linguagem formal burocrática.

O Papa que fala tristonhamente nesta Carta faz lembrar a brutal sinceridade e a boca solta dos velhos papas. Faz lembrar vagamente o corajoso Papa Gregório XVI, que em 1832 lamuriava-se na encíclica &quot;Mirari Vos&quot; de que os homens de imprensa - a já terrível imprensa! - confundiam liberdade com libertinagem; faz lembrar a fala incisiva e objetiva do Papa Pio IX, que discriminava miséria por miséria do liberalismo em seu &quot;Syllabus&quot;; faz lembrar São Pio X e Pio XI, homens taludos, que diziam o que pensavam e assim fizeram respectivamente em suas &quot;Pascendi&quot; e &quot;Mortalium Animos&quot;; e as diziam em palavras CLARAS e OBJETIVAS, sem ambiguidades nem rodeios, num tempo EM QUE UM PAPA PODIA DIZER O QUE PENSAVA na Igreja...

Rezemos pelo Papa! [1000]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta Carta é o primeiro escrito do pontificado de Bento XVI com entrelinhas de queixa e desabafo. É o primeiro pronunciamento papal oficial desde João XXIII, em que um Romano Pontífice suspira angustiado e se queixa de oposição, abrindo-se em sinceridades e deixando de lado a linguagem formal burocrática.</p>
<p>O Papa que fala tristonhamente nesta Carta faz lembrar a brutal sinceridade e a boca solta dos velhos papas. Faz lembrar vagamente o corajoso Papa Gregório XVI, que em 1832 lamuriava-se na encíclica &#8220;Mirari Vos&#8221; de que os homens de imprensa &#8211; a já terrível imprensa! &#8211; confundiam liberdade com libertinagem; faz lembrar a fala incisiva e objetiva do Papa Pio IX, que discriminava miséria por miséria do liberalismo em seu &#8220;Syllabus&#8221;; faz lembrar São Pio X e Pio XI, homens taludos, que diziam o que pensavam e assim fizeram respectivamente em suas &#8220;Pascendi&#8221; e &#8220;Mortalium Animos&#8221;; e as diziam em palavras CLARAS e OBJETIVAS, sem ambiguidades nem rodeios, num tempo EM QUE UM PAPA PODIA DIZER O QUE PENSAVA na Igreja&#8230;</p>
<p>Rezemos pelo Papa! [1000]</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Natália Prado</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/03/12/carta-do-papa-aos-bispos-de-todo-o-mundo-acerca-do-levantamento-das-excomunhoes-dos-bispos-da-fsspx/#comment-1635</link>
		<dc:creator><![CDATA[Natália Prado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 19:08:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Prezados amigos na fé,
Se querem se espantar ainda mais, leiam o comunicado de D. Fellay em Rorate Caeli.
É impossível não pensar que não haja um entendimento prévio entre a Fraternidade e Roma (não um acordo no mau sentido, não é isso que estou dizendo).
Certamente o dono deste excelente blog deve estar providenciando a tradução do comunicado, mas para os apressados como eu, está em Rorate Caeli.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados amigos na fé,<br />
Se querem se espantar ainda mais, leiam o comunicado de D. Fellay em Rorate Caeli.<br />
É impossível não pensar que não haja um entendimento prévio entre a Fraternidade e Roma (não um acordo no mau sentido, não é isso que estou dizendo).<br />
Certamente o dono deste excelente blog deve estar providenciando a tradução do comunicado, mas para os apressados como eu, está em Rorate Caeli.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bruno Santana</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/03/12/carta-do-papa-aos-bispos-de-todo-o-mundo-acerca-do-levantamento-das-excomunhoes-dos-bispos-da-fsspx/#comment-1634</link>
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 18:57:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://fratresinunum.com/?p=3255#comment-1634</guid>
		<description><![CDATA[Bem, estamos vivendo no exato momento em que as coisas acontecem. Não poderemos ver com clareza o que está acontecendo agora, talvez possamos julgar melhor os fatos apenas em uma ou duas décadas.
O que sei é que, sabendo que o Santo Padre é assistido pelo Espírito Santo, mas também é humano, está por enquanto, em que pese suas maneiras tímidas e taciturnas, corrigindo devagar e sempre, mas corrigindo...
Está tentando corrigir um Concílio cuja letra eu particularmente gostaria de ver substituida, mas enfim, está tentando oferecer algo que é melhor do que foi concebido.
Ele liberalizou a Missa aos olhos do mundo. Isso é incontestavelmente um sinal positivo. E, à sua maneira, ele evitou que a FSSPX se consolidasse num afastamento jurídico que poderia culminar em consequências trágicas. D. Fellay sabe que não é bom acostumar-se a viver como se Roma não existisse, e por isso, ao contrário do desejo de sedevacantistas e radicais de todas as tendências, não reagiu de forma malcriada, mas entendeu como um gesto de boa vontade o levantamento das Excomunhões.
Enfim, um gesto que trouxe um eco favorável. Enfim, uma concordância mútua, que não implicou em prejuizo para nenhuma consciência.

Nunca poderemos dizer o que se passa na cabeça do Romano Pontífice. Mas se não confiamos plenamente nele, confiemos na Providência Divina, pois tudo acontecesse ao final exatamente como Deus quer. Que venham novos males, que venham novas traições, que venham decepções. Se estamos imersos em confusão, por acaso os nossos pecados não nos fizeram merecedores disso e de muito mais?
Só que Deus usa circunstâncias terríveis para extrair bons frutos. Nosso tempo neste sentido é incrivelmente abençoado.
E se a Providência reservar um caminho mais suave, e o pontificado de Bento XVI for realmente um retorno? Bem, ganharemos mais do que é de nosso merecimento.

Façamos como Jó.

O Senhor deu, o Senhor tirou. Bendito seja o nome do Senhor.
Rezemos. Rezemos por nós. Rezemos por nosso papa.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, estamos vivendo no exato momento em que as coisas acontecem. Não poderemos ver com clareza o que está acontecendo agora, talvez possamos julgar melhor os fatos apenas em uma ou duas décadas.<br />
O que sei é que, sabendo que o Santo Padre é assistido pelo Espírito Santo, mas também é humano, está por enquanto, em que pese suas maneiras tímidas e taciturnas, corrigindo devagar e sempre, mas corrigindo&#8230;<br />
Está tentando corrigir um Concílio cuja letra eu particularmente gostaria de ver substituida, mas enfim, está tentando oferecer algo que é melhor do que foi concebido.<br />
Ele liberalizou a Missa aos olhos do mundo. Isso é incontestavelmente um sinal positivo. E, à sua maneira, ele evitou que a FSSPX se consolidasse num afastamento jurídico que poderia culminar em consequências trágicas. D. Fellay sabe que não é bom acostumar-se a viver como se Roma não existisse, e por isso, ao contrário do desejo de sedevacantistas e radicais de todas as tendências, não reagiu de forma malcriada, mas entendeu como um gesto de boa vontade o levantamento das Excomunhões.<br />
Enfim, um gesto que trouxe um eco favorável. Enfim, uma concordância mútua, que não implicou em prejuizo para nenhuma consciência.</p>
<p>Nunca poderemos dizer o que se passa na cabeça do Romano Pontífice. Mas se não confiamos plenamente nele, confiemos na Providência Divina, pois tudo acontecesse ao final exatamente como Deus quer. Que venham novos males, que venham novas traições, que venham decepções. Se estamos imersos em confusão, por acaso os nossos pecados não nos fizeram merecedores disso e de muito mais?<br />
Só que Deus usa circunstâncias terríveis para extrair bons frutos. Nosso tempo neste sentido é incrivelmente abençoado.<br />
E se a Providência reservar um caminho mais suave, e o pontificado de Bento XVI for realmente um retorno? Bem, ganharemos mais do que é de nosso merecimento.</p>
<p>Façamos como Jó.</p>
<p>O Senhor deu, o Senhor tirou. Bendito seja o nome do Senhor.<br />
Rezemos. Rezemos por nós. Rezemos por nosso papa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Antonio</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/03/12/carta-do-papa-aos-bispos-de-todo-o-mundo-acerca-do-levantamento-das-excomunhoes-dos-bispos-da-fsspx/#comment-1633</link>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 18:25:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caros, 

Salve Maria! 

Algumas coisas gostaria de destacar nessa carta. 

Reafirmando ter prioridade máxima em seu governo o ecumenismo e o diálogo inter-religioso, e dizendo que o levantamento das excomunhões seria menos importante que esses temas, o papa deixa claro, portanto, que tal ato não foi ecumênico, e sim, naquela classe de atos que ele definiu por &quot;pequenas ou médias reconciliações&quot;. Quanto ao grau de importância dessas prioridades, lamentável essa comparação, porque, observando o quotidiano de muitos católicos liberais, paróquias e dioceses, lendo ainda muitos artigos, livros e panfletos de padres e bispos modernistas, a muitos fiéis resta óbvio que a Igreja precisaria primeiro (re)conhecer inteiramente sua identidade doutrinária, dogmática e de costumes, antes de querer avançar ainda mais nessas tão infrutíferas (quando não mal-frutíferas) e inovadoras relações ecumênicas e inter-religiosas, que já são tão agravadas pelo estado de confusão doutrinária que gira em torno desses termos nos dias de hoje. Dessa comparação, resta pelo menos o proveito de que ninguém mais pode agora dizer que os bispos da fraternidade teriam sido beneficiados pelo mesmo espírito ecumenista-conciliar que tanto criticam e nele apontam ruptura com o magistério anterior -- tese a partir da qual alguns modernistas chegaram tecer uma bem maliciosa e injusta comparação com o levantamento das excomunhões dos &quot;ortodoxos&quot; de Paulo VI.

Outra coisa que me chamou a atenção foi o papa ter reconhecido que sagrações episcopais sem mandato pontíficio não deflagram, a priori, cisma, mas apenas um perigo de cisma. E ter reconhecido ainda que, embora não tenha havido arrependimento, levantava mesmo assim a pena de excomunhão. Ora, se os seis bispos teriam incorrido em uma justa e automática pena pelas sagrações episcopais nas quais se envolveram, e se pelo menos quatro deles não se arrependeram do ato do qual foram acusados, não haveria sentido algum no recente decreto de levantamento das excomunhões, porque ao decreto de 1988 atribui-se apenas a declaração daquelas mesmas e supostas excomunhões automáticas. Só caberia, então, levantar as penas oriundas de um julgamento (o que não aconteceu e nem se alega ter acontecido) ou...  daquilo que nunca existiu! O papa, ao menos implicitamente, dá mais indícios de que aquelas sagrações episcopais, embora aos seus olhos ainda reprováveis, não eram mesmo censuráveis com penas de excomunhão, o que faria das excomunhões inválidas desde o prinpício. 

Finalmente, uma sutil mas importante informação que se pode extrair desta carta é o reconhecimento do papa de que certas &quot;reservas em matéria de obediência ao Concílio&quot; não foram dificuldades intransponíveis ao levantamento daquelas excomunhões. Ora, se todo e qualquer ensinamento do concílio fosse objeto de adesão de fé, o papa jamais poderia levantar excomunhões de bispos que declaradamente afirmam existir ambigüidades e erros (e as demonstram) nos documentos desse mesmo concílio. Um golpe derradeiro em quem sempre apostou, por ignorância ou hipocrisia, na infabilidade do CVII. Ao final, o papa ainda tacha de &quot;qualquer dissonância&quot; aquelas entre a fraternidade e Roma. Sem desmerecer a gravidade dessas dissonâncias, essa afirmação faz-nos lembrar quantas outras dissonâncias, não pastorais, mas de fé mesmo, existem no seio do colégio cardinalício e episcopal (ao ponto de essas entre a FSSPX e Roma serem entendidas relativamente como menores!) sem que ninguém demonstre qualquer pudor ou temor em ser censurado ou ter suas excomunhão declarada.

Cordialmente, em Jesus e Maria,

Antonio]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros, </p>
<p>Salve Maria! </p>
<p>Algumas coisas gostaria de destacar nessa carta. </p>
<p>Reafirmando ter prioridade máxima em seu governo o ecumenismo e o diálogo inter-religioso, e dizendo que o levantamento das excomunhões seria menos importante que esses temas, o papa deixa claro, portanto, que tal ato não foi ecumênico, e sim, naquela classe de atos que ele definiu por &#8220;pequenas ou médias reconciliações&#8221;. Quanto ao grau de importância dessas prioridades, lamentável essa comparação, porque, observando o quotidiano de muitos católicos liberais, paróquias e dioceses, lendo ainda muitos artigos, livros e panfletos de padres e bispos modernistas, a muitos fiéis resta óbvio que a Igreja precisaria primeiro (re)conhecer inteiramente sua identidade doutrinária, dogmática e de costumes, antes de querer avançar ainda mais nessas tão infrutíferas (quando não mal-frutíferas) e inovadoras relações ecumênicas e inter-religiosas, que já são tão agravadas pelo estado de confusão doutrinária que gira em torno desses termos nos dias de hoje. Dessa comparação, resta pelo menos o proveito de que ninguém mais pode agora dizer que os bispos da fraternidade teriam sido beneficiados pelo mesmo espírito ecumenista-conciliar que tanto criticam e nele apontam ruptura com o magistério anterior &#8212; tese a partir da qual alguns modernistas chegaram tecer uma bem maliciosa e injusta comparação com o levantamento das excomunhões dos &#8220;ortodoxos&#8221; de Paulo VI.</p>
<p>Outra coisa que me chamou a atenção foi o papa ter reconhecido que sagrações episcopais sem mandato pontíficio não deflagram, a priori, cisma, mas apenas um perigo de cisma. E ter reconhecido ainda que, embora não tenha havido arrependimento, levantava mesmo assim a pena de excomunhão. Ora, se os seis bispos teriam incorrido em uma justa e automática pena pelas sagrações episcopais nas quais se envolveram, e se pelo menos quatro deles não se arrependeram do ato do qual foram acusados, não haveria sentido algum no recente decreto de levantamento das excomunhões, porque ao decreto de 1988 atribui-se apenas a declaração daquelas mesmas e supostas excomunhões automáticas. Só caberia, então, levantar as penas oriundas de um julgamento (o que não aconteceu e nem se alega ter acontecido) ou&#8230;  daquilo que nunca existiu! O papa, ao menos implicitamente, dá mais indícios de que aquelas sagrações episcopais, embora aos seus olhos ainda reprováveis, não eram mesmo censuráveis com penas de excomunhão, o que faria das excomunhões inválidas desde o prinpício. </p>
<p>Finalmente, uma sutil mas importante informação que se pode extrair desta carta é o reconhecimento do papa de que certas &#8220;reservas em matéria de obediência ao Concílio&#8221; não foram dificuldades intransponíveis ao levantamento daquelas excomunhões. Ora, se todo e qualquer ensinamento do concílio fosse objeto de adesão de fé, o papa jamais poderia levantar excomunhões de bispos que declaradamente afirmam existir ambigüidades e erros (e as demonstram) nos documentos desse mesmo concílio. Um golpe derradeiro em quem sempre apostou, por ignorância ou hipocrisia, na infabilidade do CVII. Ao final, o papa ainda tacha de &#8220;qualquer dissonância&#8221; aquelas entre a fraternidade e Roma. Sem desmerecer a gravidade dessas dissonâncias, essa afirmação faz-nos lembrar quantas outras dissonâncias, não pastorais, mas de fé mesmo, existem no seio do colégio cardinalício e episcopal (ao ponto de essas entre a FSSPX e Roma serem entendidas relativamente como menores!) sem que ninguém demonstre qualquer pudor ou temor em ser censurado ou ter suas excomunhão declarada.</p>
<p>Cordialmente, em Jesus e Maria,</p>
<p>Antonio</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: DFLD</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/03/12/carta-do-papa-aos-bispos-de-todo-o-mundo-acerca-do-levantamento-das-excomunhoes-dos-bispos-da-fsspx/#comment-1632</link>
		<dc:creator><![CDATA[DFLD]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 18:17:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Corrijam-me se estou a interpretar errado:

A FSSPX é representante de um grupo marginal radical?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Corrijam-me se estou a interpretar errado:</p>
<p>A FSSPX é representante de um grupo marginal radical?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Emmanuel Maria</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/03/12/carta-do-papa-aos-bispos-de-todo-o-mundo-acerca-do-levantamento-das-excomunhoes-dos-bispos-da-fsspx/#comment-1631</link>
		<dc:creator><![CDATA[Emmanuel Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 17:08:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caros Amigos,

Não é novidade, não é surpresa...
Embora raro, um papa escrever de proprio punho uma carta circular aos bispos do mundo todo, mais raro ainda é termos um papa como este.

Engana-se quem o julga.

Ele é formidável !!!
Não há adjetivos suficientes para descrever Bento XVI
como o maior papa deste novo milênio.

Santidade, estamos convosco!
Abraços.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Amigos,</p>
<p>Não é novidade, não é surpresa&#8230;<br />
Embora raro, um papa escrever de proprio punho uma carta circular aos bispos do mundo todo, mais raro ainda é termos um papa como este.</p>
<p>Engana-se quem o julga.</p>
<p>Ele é formidável !!!<br />
Não há adjetivos suficientes para descrever Bento XVI<br />
como o maior papa deste novo milênio.</p>
<p>Santidade, estamos convosco!<br />
Abraços.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/03/12/carta-do-papa-aos-bispos-de-todo-o-mundo-acerca-do-levantamento-das-excomunhoes-dos-bispos-da-fsspx/#comment-1630</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 16:07:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Deixa apenas eu me corrigir, na verdade, não quero dizer que o Ricardo 2 tem toda a razão. Creio que naõ devemos nos abater pela a tristeza e desesperança, embora foi triste sim constatar que mesmo aparentemente, segundo a presente carta, a posição do Papa é a mesma.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Deixa apenas eu me corrigir, na verdade, não quero dizer que o Ricardo 2 tem toda a razão. Creio que naõ devemos nos abater pela a tristeza e desesperança, embora foi triste sim constatar que mesmo aparentemente, segundo a presente carta, a posição do Papa é a mesma.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Márcio</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/03/12/carta-do-papa-aos-bispos-de-todo-o-mundo-acerca-do-levantamento-das-excomunhoes-dos-bispos-da-fsspx/#comment-1629</link>
		<dc:creator><![CDATA[Márcio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 15:42:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://fratresinunum.com/?p=3255#comment-1629</guid>
		<description><![CDATA[Também partilho da desilusão do Ricardo 2, e das preocupações do Osmar Maria.

Enfim, rezemos]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também partilho da desilusão do Ricardo 2, e das preocupações do Osmar Maria.</p>
<p>Enfim, rezemos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/03/12/carta-do-papa-aos-bispos-de-todo-o-mundo-acerca-do-levantamento-das-excomunhoes-dos-bispos-da-fsspx/#comment-1628</link>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 15:42:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://fratresinunum.com/?p=3255#comment-1628</guid>
		<description><![CDATA[Após a leitura dessa carta fiquei imaginando se São Pio X escreveria tal coisa...

Como foi dito acima, aos tradicionalistas, a lei! Aos modernistas e liberais, compreensão e desculpas inadmissíveis por conta da colegialidade episcopal, um dos grandes erros do Vaticano II!

E nos quedamos sem saber que espírito orienta os gestos de Bento XVI em relação à Tradição: se a restauração da Igreja ou o ecumenismo do concilio, esse outro deplorável erro do Vaticano II!

O fato que Roma se afastou do verdadeiro espírito católico. Um pontífice deve sim confirmar seus irmãos na Fé Católica, restabelecer a paz e exigir disciplina na Igreja, mas jamais ceder diante dos falsos católicos, que a todo custo, intentam destruir a Igreja de Cristo!

Lembrei-me de uma frase célebre de autor que não me recordo: “Quem ainda é católico na Igreja Católica”? Ousaria formular assim: Quem ainda é bispo católico na hierarquia pós Vaticano II?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Após a leitura dessa carta fiquei imaginando se São Pio X escreveria tal coisa&#8230;</p>
<p>Como foi dito acima, aos tradicionalistas, a lei! Aos modernistas e liberais, compreensão e desculpas inadmissíveis por conta da colegialidade episcopal, um dos grandes erros do Vaticano II!</p>
<p>E nos quedamos sem saber que espírito orienta os gestos de Bento XVI em relação à Tradição: se a restauração da Igreja ou o ecumenismo do concilio, esse outro deplorável erro do Vaticano II!</p>
<p>O fato que Roma se afastou do verdadeiro espírito católico. Um pontífice deve sim confirmar seus irmãos na Fé Católica, restabelecer a paz e exigir disciplina na Igreja, mas jamais ceder diante dos falsos católicos, que a todo custo, intentam destruir a Igreja de Cristo!</p>
<p>Lembrei-me de uma frase célebre de autor que não me recordo: “Quem ainda é católico na Igreja Católica”? Ousaria formular assim: Quem ainda é bispo católico na hierarquia pós Vaticano II?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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