A versão inglesa do artigo “Franciscanos, Dominicanos e Lefebvrianos” foi publicada em The Remnant tanto em sua versão online como em sua versão impressa. Agradecemos a dois colaboradores do blog pela tradução e revisão, a Michael J. Matt pela gentileza em publicar o artigo e ao Reverendíssimo Padre João Batista pela autorização concedida.
Franciscans, Dominicans and Lefebvrists, An Open Letter to Progressivists and Modernists – Pe. João Batista
3 Comentários para “Franciscans, Dominicans and Lefebvrists, An Open Letter to Progressivists and Modernists – Pe. João Batista”
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Que bom, aos poucos a Igreja no Brasil vai ganhando uma projeção bem discreta, bem pequena, mas ao menos se mostra aos olhos do mundo como presente e válida. Que bom termos um artigo saido de um padre que nem sequer é subordinado a algum grupo tradicionalista, mas usa apenas de bom senso e honestidade intelectual.
O site The Remant tem um texto ótimo, emitido por luteranos.
http://www.logia.org/index.php?option=com_content&view=article&id=79&catid=39:web-forum&Itemid=18
Em que tempos vivemos: os hereges e os cismáticos estão precedendo a muitos de nossos irmãos. A Igreja Cismática Russa também reagiu de forma positiva e encorajadora à decisão do Santo Padre de se aproximar da FSSPX. E no link acima, também esses luteranos…
Imaginem! Os próprios heterodoxos tem mais boa vontade com a FSSPX do que episcopados inteiros! -
Fico muito feliz que o artigo tenha sido traduzido para o Inglês e publicado. O Pe João Batista pelo que é e representa, merece nossa admiração, respeito e carinho. Os artigos dele são sempre excelentes e este concerteza será o primeiro de muitos.
Parabéns Padre João Batista! Deus o abençoe hoje e sempre, que nossa Senhora lhe proteja de todos os males.
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Estou feliz com a notícia! Tenho uma grande admiração pelo Padre João Batista. Deus o abençoe Padre e que nossa Senhora lhe proteja. Obrigado por tudo.
Cordial abraço
Frederico de Castro









"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey