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	<title>Comentários sobre: Motu proprio &#8220;Ecclesiae Unitatem&#8221;, a propósito da Comissão Ecclesia Dei [Tradução não-oficial].</title>
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	<description>“Quam bonum est et quam jucundum, habitare fratres in unum”</description>
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		<title>Por: Joelson Ribeiro Ramos.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joelson Ribeiro Ramos.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 02:30:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nestas horas de crise na Igreja, onde a fé foi toda abalada, as pessoas estão perdendo a fé católica em todo o mundo. Basta ver as estatísticas atuais. É doloroso ver um Padre Jonas dos Santos Lisboa, defender com tanta garra as idéias modernistas.Padre que teve a graça de viver, e &quot;beber&quot; da doutrina cristalina que Dom Mayer trasmitiu com tanto afinco da doutrina infalível do Magistério Vivo da Santa Igreja. Agora, ficar querendo tapar o sol com a peneira. Pobre padre! Até que ponto vai a sua ignorância? Volta para o caminho da tradição católica. Este é infalível, carrega um volume de vinte séculos de cristianismo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nestas horas de crise na Igreja, onde a fé foi toda abalada, as pessoas estão perdendo a fé católica em todo o mundo. Basta ver as estatísticas atuais. É doloroso ver um Padre Jonas dos Santos Lisboa, defender com tanta garra as idéias modernistas.Padre que teve a graça de viver, e &#8220;beber&#8221; da doutrina cristalina que Dom Mayer trasmitiu com tanto afinco da doutrina infalível do Magistério Vivo da Santa Igreja. Agora, ficar querendo tapar o sol com a peneira. Pobre padre! Até que ponto vai a sua ignorância? Volta para o caminho da tradição católica. Este é infalível, carrega um volume de vinte séculos de cristianismo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lucas</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/07/08/motu-proprio-ecclesiae-unitatem-a-proposito-da-comissao-ecclesia-dei-traducao-em-andamento/#comment-3448</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 00:59:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;... Que Deus nos livre da seitas dos modernistas e de suas idéias.
Que Deus nos livres de padres como Fábio de Melo e Jonas.Contudo o jargão – Estou com o Papa...&quot; Luciano Padrão

Resta saber qual Papa ?? De certo não é o Santo Padre Bento XVI. O magistério paralelo da FSSPX teria eleito um novo Papa ? Que Deus nos livre dos sedevacantistas. Que Deus nos livre de seitas &quot;tradicionalistas&quot; que não estão em plena comunhão com a Igreja. Deus me livre do &quot;anti-intelectualismo&quot; segundo L.Padrão,se estes foram seus argumentos prefiro os &quot;grotões de São Fidelis&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;&#8230; Que Deus nos livre da seitas dos modernistas e de suas idéias.<br />
Que Deus nos livres de padres como Fábio de Melo e Jonas.Contudo o jargão – Estou com o Papa&#8230;&#8221; Luciano Padrão</p>
<p>Resta saber qual Papa ?? De certo não é o Santo Padre Bento XVI. O magistério paralelo da FSSPX teria eleito um novo Papa ? Que Deus nos livre dos sedevacantistas. Que Deus nos livre de seitas &#8220;tradicionalistas&#8221; que não estão em plena comunhão com a Igreja. Deus me livre do &#8220;anti-intelectualismo&#8221; segundo L.Padrão,se estes foram seus argumentos prefiro os &#8220;grotões de São Fidelis&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luciano Padrão</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/07/08/motu-proprio-ecclesiae-unitatem-a-proposito-da-comissao-ecclesia-dei-traducao-em-andamento/#comment-3436</link>
		<dc:creator><![CDATA[Luciano Padrão]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 18:33:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quanto ao último sofisma:
O magistério se é perene não pode ser interrompido ! É uma pérola a inteligência desse padre.
O magisério não foi interrompido, padre, a não ser que o Sr. seja o magistério.
Mas não é qualquer espirro que faz parte do magistério !
Durma-se com uma asneira desse quilate !
Que curso de teologia esse padre fez.
Meserere nobis, Domine.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto ao último sofisma:<br />
O magistério se é perene não pode ser interrompido ! É uma pérola a inteligência desse padre.<br />
O magisério não foi interrompido, padre, a não ser que o Sr. seja o magistério.<br />
Mas não é qualquer espirro que faz parte do magistério !<br />
Durma-se com uma asneira desse quilate !<br />
Que curso de teologia esse padre fez.<br />
Meserere nobis, Domine.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luciano Padrão</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/07/08/motu-proprio-ecclesiae-unitatem-a-proposito-da-comissao-ecclesia-dei-traducao-em-andamento/#comment-3435</link>
		<dc:creator><![CDATA[Luciano Padrão]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 18:28:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://fratresinunum.com/?p=4482#comment-3435</guid>
		<description><![CDATA[Prezados leitores,
Quando Sua Ex.ª Revm.º D. Carlos Alberto Navarro - que Deus Nosso Senhor o tenha em sua glória - tomou posse da diocese de Campos, fazia questão de repetir duas frases: &quot; Estou com o Papa !&quot; Prefiro ir para o inferno com o Papa a me separar dele !&quot; Eu, e inúmeras pessoas, ouvimos de seus santos lábios essa frase. 
Hoje, procura-se dar a essa frase absurda um embasamento doutrinal. É um esforçco hercúleo, mas sem sucesso !
Há espécies de católicos que querem expandir os limites da infalibilidade pontifícia para além dos contornos do dogma católico. 
Pretendem impor que qualquer manifestação ou discurso do Papa constitua uma obrigação e uma submissão, sob pena de perda eterna da alma. Hoje invoca-se uma magistério vivo infalível, que muda a todo instante, ao sabor dos ventos. 
Quem teve oportunidade de ler e reler o livro do Arnaldo Vidigal Xavier da Silveira - Considerações sobre o Ordo Missae de Paulo VI -, que segundo muitos o autor intelectual teria sido D. Antonio de Castro Mayer - pode constatar que não é bem assim que banda toca.
A infalibilidade e o magistério Vivo, como defende o Sr. Pe. Jonas, lastreado no bispo de Cedamusa, pode até enganar até o pessoal da favela da Baleeira, mas não resiste a uma crítica séria e pontual. Nisto repito, o livro do Arnaldo é irrefutável. Estudo sério e bem fundamentado que merece ser imperesso. Se alguém quiser posso enviar cópia para fins privados. Gratuitamente.
Acresça-se os trabalhos publicados de renomados teólogos, e mais recentemente no site Disputationes Teologicae, cukjo link é acessivel por essa página do Fratre onde a matéria é muito bem posta. Com seriedade e sem paixões.
De igual modo, dentre tantos e tantos, o Livro do Pe. Calderon é sumamente esclarecedor.
O Revm.º Pe. Jonas invoca o fato do Papa celebrar segundo o Nobus Ordo.
Também João Paulo II, recebeu na sua testa o tilak, dos indus, e escandalizou o mundo com o encontro de Assis.
Se o Revm.º Pe. Jonas entende que esses atos do magistério vivo merecem acatamento, Ele é que convide uma mãe-de-santo para rezarem juntamente no Mosteiro de São Bento, em São Paulo. Mas dizer que se deve acatamento a tal postura, é estória pra boi dormir.
Alguém escreveu, em seus comentários nesse blog, que depois de estudar tem dificuldades de ir a Missa Nova.
Se Deus, na sua Bondade infinita permitir não pretendo assistir a tal celebração segundo o Novus Ordo. Nem mesmo se for celebrada pelo infalível Pe. Jonas.
A Canção Nova, segundo consta, teve seus estatutos aprovados, ad experimentum, pela Santa Sé. Eu tenho plena convicção de que esses movimentos carísmaticos não são católicos. Mas não é fundada em minha opinião. Um cardeal africano, recentemente proibiu esse tipo de manifestação. Contrariando o magistério vivo !
O que o Pe. Jonas quer ignorar, como a avestruz, é a de que a Igreja é uma cidadela sitiada e mesmo que o Papa que confessa as deficiências do Novus Ordo, ele pouco pode fazer. Que ele e alguns padres da APSJMV não vejam nada de mais nos shows do Pe. Fábio de Melo, e até recomedem ... isso é problema deles. Mas dizer que tal padre é católico vá plantar batatas.
A guisa de exemplo, observe-se o que sucedeu com o levantamento das excomunhões dos bispos da FSSPX. Se ouviu um clamor nos episcopados francês, alemâo, suiço e austríaco et caterva, demonstrando a posição orquestrada dos modernistas. A posição orquestrada vem do fato de que a seita dos modernistas tem um único comando.
O Pe. Calderon demonstrou que o conceito de Povo de Deus, como expresso no Vaticano II vem do modernista Yves Congar. E dá os fundamentos. Quem quiser adotar tal conceito que adote, mas não se arvore de católico.
Que os casamentos celebrados entre 1981 e 2002 pelos chamados padres de Campos eram completamente nulos, como proclamou D. Fernando, que aproximandamente 3.500 casais tenham vivido amaziados, etc. etc, isso é opinião, mas não me venha com infalibilidade por que não há.
A teologia do Pe. Jonas pode ser útil para domesticar 
pessoas que não sabem distinguir um turíbulo de uma naveta, e seu anti-inlectualismo casa muito bem nos grotões de São Fidelis. 
Querer dar diploma de otário, ele pode até dar, mas que dê a Maria e ao Magno, mas não quem tem um mínimo de noção do que é ser católico.
Quanto a questão de Varre-Sai, convido o moderador do blog que venha a Campos, às minhas expensas, (pois quem convida põe a mesa), e faça longa matéria sobre o assunto.
Uma coisa é certa: debater questões de teologia nos estreitos limites é impossível.
Que Deus nos livre da seitas dos modernistas e de suas idéias.
Que Deus nos livres de padres como Fábio de Melo e Jonas.


Contudo o jargão - Estou com o Papa]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados leitores,<br />
Quando Sua Ex.ª Revm.º D. Carlos Alberto Navarro &#8211; que Deus Nosso Senhor o tenha em sua glória &#8211; tomou posse da diocese de Campos, fazia questão de repetir duas frases: &#8221; Estou com o Papa !&#8221; Prefiro ir para o inferno com o Papa a me separar dele !&#8221; Eu, e inúmeras pessoas, ouvimos de seus santos lábios essa frase.<br />
Hoje, procura-se dar a essa frase absurda um embasamento doutrinal. É um esforçco hercúleo, mas sem sucesso !<br />
Há espécies de católicos que querem expandir os limites da infalibilidade pontifícia para além dos contornos do dogma católico.<br />
Pretendem impor que qualquer manifestação ou discurso do Papa constitua uma obrigação e uma submissão, sob pena de perda eterna da alma. Hoje invoca-se uma magistério vivo infalível, que muda a todo instante, ao sabor dos ventos.<br />
Quem teve oportunidade de ler e reler o livro do Arnaldo Vidigal Xavier da Silveira &#8211; Considerações sobre o Ordo Missae de Paulo VI -, que segundo muitos o autor intelectual teria sido D. Antonio de Castro Mayer &#8211; pode constatar que não é bem assim que banda toca.<br />
A infalibilidade e o magistério Vivo, como defende o Sr. Pe. Jonas, lastreado no bispo de Cedamusa, pode até enganar até o pessoal da favela da Baleeira, mas não resiste a uma crítica séria e pontual. Nisto repito, o livro do Arnaldo é irrefutável. Estudo sério e bem fundamentado que merece ser imperesso. Se alguém quiser posso enviar cópia para fins privados. Gratuitamente.<br />
Acresça-se os trabalhos publicados de renomados teólogos, e mais recentemente no site Disputationes Teologicae, cukjo link é acessivel por essa página do Fratre onde a matéria é muito bem posta. Com seriedade e sem paixões.<br />
De igual modo, dentre tantos e tantos, o Livro do Pe. Calderon é sumamente esclarecedor.<br />
O Revm.º Pe. Jonas invoca o fato do Papa celebrar segundo o Nobus Ordo.<br />
Também João Paulo II, recebeu na sua testa o tilak, dos indus, e escandalizou o mundo com o encontro de Assis.<br />
Se o Revm.º Pe. Jonas entende que esses atos do magistério vivo merecem acatamento, Ele é que convide uma mãe-de-santo para rezarem juntamente no Mosteiro de São Bento, em São Paulo. Mas dizer que se deve acatamento a tal postura, é estória pra boi dormir.<br />
Alguém escreveu, em seus comentários nesse blog, que depois de estudar tem dificuldades de ir a Missa Nova.<br />
Se Deus, na sua Bondade infinita permitir não pretendo assistir a tal celebração segundo o Novus Ordo. Nem mesmo se for celebrada pelo infalível Pe. Jonas.<br />
A Canção Nova, segundo consta, teve seus estatutos aprovados, ad experimentum, pela Santa Sé. Eu tenho plena convicção de que esses movimentos carísmaticos não são católicos. Mas não é fundada em minha opinião. Um cardeal africano, recentemente proibiu esse tipo de manifestação. Contrariando o magistério vivo !<br />
O que o Pe. Jonas quer ignorar, como a avestruz, é a de que a Igreja é uma cidadela sitiada e mesmo que o Papa que confessa as deficiências do Novus Ordo, ele pouco pode fazer. Que ele e alguns padres da APSJMV não vejam nada de mais nos shows do Pe. Fábio de Melo, e até recomedem &#8230; isso é problema deles. Mas dizer que tal padre é católico vá plantar batatas.<br />
A guisa de exemplo, observe-se o que sucedeu com o levantamento das excomunhões dos bispos da FSSPX. Se ouviu um clamor nos episcopados francês, alemâo, suiço e austríaco et caterva, demonstrando a posição orquestrada dos modernistas. A posição orquestrada vem do fato de que a seita dos modernistas tem um único comando.<br />
O Pe. Calderon demonstrou que o conceito de Povo de Deus, como expresso no Vaticano II vem do modernista Yves Congar. E dá os fundamentos. Quem quiser adotar tal conceito que adote, mas não se arvore de católico.<br />
Que os casamentos celebrados entre 1981 e 2002 pelos chamados padres de Campos eram completamente nulos, como proclamou D. Fernando, que aproximandamente 3.500 casais tenham vivido amaziados, etc. etc, isso é opinião, mas não me venha com infalibilidade por que não há.<br />
A teologia do Pe. Jonas pode ser útil para domesticar<br />
pessoas que não sabem distinguir um turíbulo de uma naveta, e seu anti-inlectualismo casa muito bem nos grotões de São Fidelis.<br />
Querer dar diploma de otário, ele pode até dar, mas que dê a Maria e ao Magno, mas não quem tem um mínimo de noção do que é ser católico.<br />
Quanto a questão de Varre-Sai, convido o moderador do blog que venha a Campos, às minhas expensas, (pois quem convida põe a mesa), e faça longa matéria sobre o assunto.<br />
Uma coisa é certa: debater questões de teologia nos estreitos limites é impossível.<br />
Que Deus nos livre da seitas dos modernistas e de suas idéias.<br />
Que Deus nos livres de padres como Fábio de Melo e Jonas.</p>
<p>Contudo o jargão &#8211; Estou com o Papa</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Augusto Rômulo</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/07/08/motu-proprio-ecclesiae-unitatem-a-proposito-da-comissao-ecclesia-dei-traducao-em-andamento/#comment-3425</link>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Rômulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 15:09:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Adilson, dê nome aos bois... quem são as &quot;raríssimas exceções&quot;?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adilson, dê nome aos bois&#8230; quem são as &#8220;raríssimas exceções&#8221;?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Adilson</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/07/08/motu-proprio-ecclesiae-unitatem-a-proposito-da-comissao-ecclesia-dei-traducao-em-andamento/#comment-3424</link>
		<dc:creator><![CDATA[Adilson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 15:00:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“O Pároco em Varre-Sai, barrado na porta da igreja ouviu do invasor: -‘Você não é mais o pároco desta igreja’.”

Outra versão do ocorrido:

A Associação detentora da propriedade e da posse (de forma lícita, legítima, válida e legal) da igreja de São Sebastião em Arraial Novo, município de Varre-Sai, comunicou ao bispo e ao padre da Adm. Apostólica que não mais precisariam de prestar assistência aos fiéis daquela localidade, pois não se sentiam mais seguros com a formação e a orientação dadas pelos padres.

DE COMUM ACORDO, o padre da Adm. Apostólica combinou com os fiéis de retirar o Santíssimo no sábado (naquela ocasião) às 12 horas. Porém, deu 12, deu 13, 14 15 h... e nada de padre chegar. O Pe. da FSSPX, que se encontrava na capela, estava prestes a começar a atender confissões e celebrar a Santa Missa, quando eis que surgiu o Pe. da Ad. Ap., acompanhado de alguns fiéis de outra redondeza. O Pe. da FSSPX disse que o combinado foi retirada do Santíssimo às 12 horas e que naquele momento não teria como, porque já iria celebrar a Santa Missa.
É bom lembrar que tanto esta como outras capelas foram construídas pelos fiéis (com a ajuda dos chamados “Padres de Campos”), os quais arcaram com o custeio e, muitas vezes, com a própria mão de obra. Aliás, diga-se de passagem, comentava-se nas reuniões que parte do dinheiro aplicado na construção da Igreja Principal em Campos, foi doado pela FSSPX.

Os fiéis de toda a diocese, na época das expulsões, mobilizaram-se na construção de inúmeras igrejas e capelas (inclusive a de São Fidelis), justamente por não serem forçados a assistir à missa nova e não terem que receber nos púlpitos e confessionários a nova formação/orientação, coisa que agora vem sendo gradativamente introduzida nas igrejas e capelas que estão sob o domínio da Ad. Ap. (com raríssimas exceções).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“O Pároco em Varre-Sai, barrado na porta da igreja ouviu do invasor: -‘Você não é mais o pároco desta igreja’.”</p>
<p>Outra versão do ocorrido:</p>
<p>A Associação detentora da propriedade e da posse (de forma lícita, legítima, válida e legal) da igreja de São Sebastião em Arraial Novo, município de Varre-Sai, comunicou ao bispo e ao padre da Adm. Apostólica que não mais precisariam de prestar assistência aos fiéis daquela localidade, pois não se sentiam mais seguros com a formação e a orientação dadas pelos padres.</p>
<p>DE COMUM ACORDO, o padre da Adm. Apostólica combinou com os fiéis de retirar o Santíssimo no sábado (naquela ocasião) às 12 horas. Porém, deu 12, deu 13, 14 15 h&#8230; e nada de padre chegar. O Pe. da FSSPX, que se encontrava na capela, estava prestes a começar a atender confissões e celebrar a Santa Missa, quando eis que surgiu o Pe. da Ad. Ap., acompanhado de alguns fiéis de outra redondeza. O Pe. da FSSPX disse que o combinado foi retirada do Santíssimo às 12 horas e que naquele momento não teria como, porque já iria celebrar a Santa Missa.<br />
É bom lembrar que tanto esta como outras capelas foram construídas pelos fiéis (com a ajuda dos chamados “Padres de Campos”), os quais arcaram com o custeio e, muitas vezes, com a própria mão de obra. Aliás, diga-se de passagem, comentava-se nas reuniões que parte do dinheiro aplicado na construção da Igreja Principal em Campos, foi doado pela FSSPX.</p>
<p>Os fiéis de toda a diocese, na época das expulsões, mobilizaram-se na construção de inúmeras igrejas e capelas (inclusive a de São Fidelis), justamente por não serem forçados a assistir à missa nova e não terem que receber nos púlpitos e confessionários a nova formação/orientação, coisa que agora vem sendo gradativamente introduzida nas igrejas e capelas que estão sob o domínio da Ad. Ap. (com raríssimas exceções).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pe. Jonas dos Santos Lisboa</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/07/08/motu-proprio-ecclesiae-unitatem-a-proposito-da-comissao-ecclesia-dei-traducao-em-andamento/#comment-3420</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pe. Jonas dos Santos Lisboa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 09:59:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em tempo:
Nenhum site, muito menos de beneditinos independentes tem valor para refutar o magistério. 

Nem todo bispo excomungado &quot;vira&quot; S. Atanásio. 

Nem toda minoria necessariamente está com a verdade.

Magistério &quot;perene&quot; significa que não tem interrupção. Se foi interrompido então não é perene. Portanto dizer que o &quot;magistério vivo tem que estar de acordo com o magistério perene&quot; é uma &quot;contradictio in terminis&quot; (contradição nos termos). 
Ponto final...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempo:<br />
Nenhum site, muito menos de beneditinos independentes tem valor para refutar o magistério. </p>
<p>Nem todo bispo excomungado &#8220;vira&#8221; S. Atanásio. </p>
<p>Nem toda minoria necessariamente está com a verdade.</p>
<p>Magistério &#8220;perene&#8221; significa que não tem interrupção. Se foi interrompido então não é perene. Portanto dizer que o &#8220;magistério vivo tem que estar de acordo com o magistério perene&#8221; é uma &#8220;contradictio in terminis&#8221; (contradição nos termos).<br />
Ponto final&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pe. Jonas dos Santos Lisboa</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/07/08/motu-proprio-ecclesiae-unitatem-a-proposito-da-comissao-ecclesia-dei-traducao-em-andamento/#comment-3412</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pe. Jonas dos Santos Lisboa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 20:58:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://fratresinunum.com/?p=4482#comment-3412</guid>
		<description><![CDATA[Peço aos leitores perdão pela minha indelicadeza da resposta acima. Vou justificar-me:
Quando falamos linguagem diferente, ninguém se entende. Eu estou falando a linguagem do magistério da Igreja. Falando a linguagem do Papa. Estou citando palavras textuais do Papa. Vou por exemplo, citar as palavras textuais de um documento oficial do Papa, portanto da Igreja, chamado Motu Proprio, que tem uma força especial por ser da sua lavra, chamado ECCLESIAE UNITATEM: &quot;A Fraternidade não dispõe de um estatuto canônico na Igreja e os seus ministros não podem exercer de modo legítimo qualquer ministério&quot;. Minha pergunta é: Há alguem mais capacitado que o Papa para desautorizá-lo? Quando alguém &quot;protesta&quot; (daí vem a palavra protestante. Me lembra Lutero rasgando a Bula da Condenação)desmentindo descaradamente o Papa  dizendo que o ministério da Fraternidade é legítimo, baseado na autoridade de quem ele fala? Eu me apoiei no Magistério vivo da Igreja. É o Papa julgando “aqui e agora” com a sabedoria e graça que tem. Os que protestam contra ele, se baseiam em qual autoridade? De qual magistério?  Só se for do magistério paralelo.  Acho melhor me calar, repito, porque eu falo a linguagem do magistério da Igreja e outros falam em nome do magistério paralelo, ou magistério próprio. O mesmo acontece quando conversamos com os protestantes.  Assim não chegaremos a lugar nenhum. Encerrarei hoje este debate para não corrermos o risco de uma nova torre de Babel, que infelizmente já está em vias de arremate, usando  idiomas diferentes.
Queria ressaltar também que as iras destes zelosos da lei, devem recair não sobre a ADMINISTRAÇÃO APOSTÓLICA, mas sobre o Papa que declarou a ilegitimidade do ministério destes padres e bispos.  Até agora não vi ninguem reclamando do Papa dizendo:- &quot;Este Papa está errado ao dizer estas coisas. -Eu sei mais que o Papa. -Este Papa só celebra a missa nova!&quot;  Não! as iras recaem sobre a ADMINISTRAÇÃO. Acharia bom que este tais  mostrassem fotos e videos do Papa celebrando a Missa Nova para mostrar como ele favorece assim a heresia! Bem que por ai talvez se configure um caso de necessidade, e então se deva eleger um novo Papa, não maculado pelo VaT.II e pela Missa Nova. O argumento é o mesmo: se se sagram bispos e se nomeiam párocos ilegítimos alegando caso de necessidade, porque não coroar um novo papa que é ainda muito mais necessario à Igreja? 
As capelas de Varre-Sai foram construidas pelos nossos Padres com ajuda do povo católico. Como ainda não havia uma organização jurídica, foram criadas associações que deveriam depois entregá-las à autoridade legítima competente, no nosso caso, à Admistração assim que foi constituida. Assim como a Igreja no passado perdeu templos que lhe eram próprios para grupos  que se arvoravam em proprietários das mesmas – lembra-me o caso de D. Vital que sofreu muito com as Igrejas em poder da maçonaria - assim a Administração perdeu e poderá perder ainda outros templos que se recusam obstinadamente a lhe repassar o que lhe é próprio. No papel o bem pode estar em nome da associação, mas no foro da justiça divina, pertence à Administração. Portanto, a exemplo do que aconteceu em Paris, com a igreja de S. Nicolau (o histórico é bem antigo)capelas são literalmente invadidas. O Pároco em Varre-Sai, barrado na porta da igreja ouviu do invasor: -“Você não é mais o pároco desta igreja”. Foi nomeado (por quem?) outro pároco com poderes papais, jurisdição ilimitada. O pároco legítimo foi inclusive impedido de tirar o Santíssimo Sacramento.  Isto sabe muito a protestantismo, ou seja,  cada um faz o que quer e interpreta como quer, e não dá a mínima para o que a Igreja  fala, revoltando-se contra as autoridades “legitimamente” constituídas. Terra sem lei e de ninguém. Cada qual faz o que quer.
Vejo o zelo inflamado de alguns que “protestam” contra Dom Fernando por ter participado de algumas missas do rito latino em sua forma ordinária (para usar a nomenclatura do Papa). Mas nunca rasgaram as vestes quando Dom Mayer  nomeou ministros da comunhão para a missa nova do convento dos padres redentoristas e para a TFP. Nunca protestaram contra Dom Mayer quando nomeou párocos, que celebravam a missa de Paulo VI , para paróquias importantes da diocese de Campos. Dois pesos e duas medidas?  Porque não protestaram contra Dom Mayer por ter assinado todas as atas do Concílio Vaticano II, e que até escreveu carta pastoral sobre sua aplicação na diocese?  São estas incoerências que me enchem de indignação e me levam às vezes a usar palavras mais duras.  Quem agora dirige a diocese de Campos é Dom Roberto. Dom Fernando é agora responsável por outra realidade, a  Administração Apostólica. E  é ao Papa que ele deve prestar contas e a obedecer. Ele sabe muito bem que é ao tribunal divino que um dia vai ter que comparecer. Não importam os “tribunais” humanos constituídos por novos fariseus que são os únicos detentores da verdade e da legitimidade que o julgam e condenam sumariamente até papas e Bispos. Tem até Santos da Igreja que foram descanonizados por estes tribunais. .. O papa liga, eles desligam...
Se a Administração está assim tão contaminada, porque aqueles que a atacam recorrem ao ministério dos seus sacerdotes e freqüentam as  suas igrejas? Um pouco mais de coerência não faz mal a ninguém. Há uma forma popular de dizer ,que não resisto em usá-la neste momento:  “Vá então procurar a sua turma”.
Por motivo acima citado, encerro aqui a minha participação pelo fato de os meus oponentes não  usarem a linguagem do magistério da igreja. Tempo perdido, muito desgaste. Continuarei com o Papa e seus documentos.  
Terminarei repetindo palavras de  Sua Santidade o Papa Bento XVI: “a FSSPX  não tem estatuto canônico na Igreja e seus ministros não podem exercer de modo legítimo QUALQUER  (“repito, qualquer”)ministério”.
Roma locuta, causa finita. Extra Ecclesiam, nulla salus. Cum Petro et sub Petro. NIHIL sine epíscopo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Peço aos leitores perdão pela minha indelicadeza da resposta acima. Vou justificar-me:<br />
Quando falamos linguagem diferente, ninguém se entende. Eu estou falando a linguagem do magistério da Igreja. Falando a linguagem do Papa. Estou citando palavras textuais do Papa. Vou por exemplo, citar as palavras textuais de um documento oficial do Papa, portanto da Igreja, chamado Motu Proprio, que tem uma força especial por ser da sua lavra, chamado ECCLESIAE UNITATEM: &#8220;A Fraternidade não dispõe de um estatuto canônico na Igreja e os seus ministros não podem exercer de modo legítimo qualquer ministério&#8221;. Minha pergunta é: Há alguem mais capacitado que o Papa para desautorizá-lo? Quando alguém &#8220;protesta&#8221; (daí vem a palavra protestante. Me lembra Lutero rasgando a Bula da Condenação)desmentindo descaradamente o Papa  dizendo que o ministério da Fraternidade é legítimo, baseado na autoridade de quem ele fala? Eu me apoiei no Magistério vivo da Igreja. É o Papa julgando “aqui e agora” com a sabedoria e graça que tem. Os que protestam contra ele, se baseiam em qual autoridade? De qual magistério?  Só se for do magistério paralelo.  Acho melhor me calar, repito, porque eu falo a linguagem do magistério da Igreja e outros falam em nome do magistério paralelo, ou magistério próprio. O mesmo acontece quando conversamos com os protestantes.  Assim não chegaremos a lugar nenhum. Encerrarei hoje este debate para não corrermos o risco de uma nova torre de Babel, que infelizmente já está em vias de arremate, usando  idiomas diferentes.<br />
Queria ressaltar também que as iras destes zelosos da lei, devem recair não sobre a ADMINISTRAÇÃO APOSTÓLICA, mas sobre o Papa que declarou a ilegitimidade do ministério destes padres e bispos.  Até agora não vi ninguem reclamando do Papa dizendo:- &#8220;Este Papa está errado ao dizer estas coisas. -Eu sei mais que o Papa. -Este Papa só celebra a missa nova!&#8221;  Não! as iras recaem sobre a ADMINISTRAÇÃO. Acharia bom que este tais  mostrassem fotos e videos do Papa celebrando a Missa Nova para mostrar como ele favorece assim a heresia! Bem que por ai talvez se configure um caso de necessidade, e então se deva eleger um novo Papa, não maculado pelo VaT.II e pela Missa Nova. O argumento é o mesmo: se se sagram bispos e se nomeiam párocos ilegítimos alegando caso de necessidade, porque não coroar um novo papa que é ainda muito mais necessario à Igreja?<br />
As capelas de Varre-Sai foram construidas pelos nossos Padres com ajuda do povo católico. Como ainda não havia uma organização jurídica, foram criadas associações que deveriam depois entregá-las à autoridade legítima competente, no nosso caso, à Admistração assim que foi constituida. Assim como a Igreja no passado perdeu templos que lhe eram próprios para grupos  que se arvoravam em proprietários das mesmas – lembra-me o caso de D. Vital que sofreu muito com as Igrejas em poder da maçonaria &#8211; assim a Administração perdeu e poderá perder ainda outros templos que se recusam obstinadamente a lhe repassar o que lhe é próprio. No papel o bem pode estar em nome da associação, mas no foro da justiça divina, pertence à Administração. Portanto, a exemplo do que aconteceu em Paris, com a igreja de S. Nicolau (o histórico é bem antigo)capelas são literalmente invadidas. O Pároco em Varre-Sai, barrado na porta da igreja ouviu do invasor: -“Você não é mais o pároco desta igreja”. Foi nomeado (por quem?) outro pároco com poderes papais, jurisdição ilimitada. O pároco legítimo foi inclusive impedido de tirar o Santíssimo Sacramento.  Isto sabe muito a protestantismo, ou seja,  cada um faz o que quer e interpreta como quer, e não dá a mínima para o que a Igreja  fala, revoltando-se contra as autoridades “legitimamente” constituídas. Terra sem lei e de ninguém. Cada qual faz o que quer.<br />
Vejo o zelo inflamado de alguns que “protestam” contra Dom Fernando por ter participado de algumas missas do rito latino em sua forma ordinária (para usar a nomenclatura do Papa). Mas nunca rasgaram as vestes quando Dom Mayer  nomeou ministros da comunhão para a missa nova do convento dos padres redentoristas e para a TFP. Nunca protestaram contra Dom Mayer quando nomeou párocos, que celebravam a missa de Paulo VI , para paróquias importantes da diocese de Campos. Dois pesos e duas medidas?  Porque não protestaram contra Dom Mayer por ter assinado todas as atas do Concílio Vaticano II, e que até escreveu carta pastoral sobre sua aplicação na diocese?  São estas incoerências que me enchem de indignação e me levam às vezes a usar palavras mais duras.  Quem agora dirige a diocese de Campos é Dom Roberto. Dom Fernando é agora responsável por outra realidade, a  Administração Apostólica. E  é ao Papa que ele deve prestar contas e a obedecer. Ele sabe muito bem que é ao tribunal divino que um dia vai ter que comparecer. Não importam os “tribunais” humanos constituídos por novos fariseus que são os únicos detentores da verdade e da legitimidade que o julgam e condenam sumariamente até papas e Bispos. Tem até Santos da Igreja que foram descanonizados por estes tribunais. .. O papa liga, eles desligam&#8230;<br />
Se a Administração está assim tão contaminada, porque aqueles que a atacam recorrem ao ministério dos seus sacerdotes e freqüentam as  suas igrejas? Um pouco mais de coerência não faz mal a ninguém. Há uma forma popular de dizer ,que não resisto em usá-la neste momento:  “Vá então procurar a sua turma”.<br />
Por motivo acima citado, encerro aqui a minha participação pelo fato de os meus oponentes não  usarem a linguagem do magistério da igreja. Tempo perdido, muito desgaste. Continuarei com o Papa e seus documentos.<br />
Terminarei repetindo palavras de  Sua Santidade o Papa Bento XVI: “a FSSPX  não tem estatuto canônico na Igreja e seus ministros não podem exercer de modo legítimo QUALQUER  (“repito, qualquer”)ministério”.<br />
Roma locuta, causa finita. Extra Ecclesiam, nulla salus. Cum Petro et sub Petro. NIHIL sine epíscopo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Adilson</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/07/08/motu-proprio-ecclesiae-unitatem-a-proposito-da-comissao-ecclesia-dei-traducao-em-andamento/#comment-3410</link>
		<dc:creator><![CDATA[Adilson]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 19:58:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://fratresinunum.com/?p=4482#comment-3410</guid>
		<description><![CDATA[Bruno, vamos tentar montar um. Eis um pequeno fato:

Em 1981, há 28 anos, os então Pe. Possidente e Pe. Fernando, em reunião com os fiéis da Igreja N. Sra. Rosário do Saco em Campos, anunciaram a proposta de D. Navarro: permanecerem nas respectivas igrejas celebrando a missa tridentina e se calarem quanto à missa nova e ao CVII. E, sob os auspícios do grandioso D. Mayer, foi REJEITADO o resvaladio acordo. Os Padres de Campos não titubearam em não acolher o acordo. Preferiram o exílio.

Roma não abriu as portas. Ela sempre esteve ali com suas largas e modernistas portas abertas. Estavam abertas quando D. Augustin entrou por elas; estavam abertas quando (mesmo com os insistentes conselhos do então Pe. Fernando) D. Gérard entrou por elas, etc.

Assim estavam escancaradas em 2001. E o acordo foi novamente proposto: permanecerem nas respectivas igrejas celebrando a missa tridentina e se calarem quanto à missa nova e ao CVII. Só que dessa vez o preço subiu: terão que de vez em quando celebrar e/ou concelebrar a missa nova. Infelizmente, os Padres de Campos já estavam órfãos. Acordo feito, acordo aceito...

Luciano, vc sabe dizer se a Adm. Apostólica já devolveu à Mitra Diocesana a capela de Rio Preto usurpada na época das expulsões?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bruno, vamos tentar montar um. Eis um pequeno fato:</p>
<p>Em 1981, há 28 anos, os então Pe. Possidente e Pe. Fernando, em reunião com os fiéis da Igreja N. Sra. Rosário do Saco em Campos, anunciaram a proposta de D. Navarro: permanecerem nas respectivas igrejas celebrando a missa tridentina e se calarem quanto à missa nova e ao CVII. E, sob os auspícios do grandioso D. Mayer, foi REJEITADO o resvaladio acordo. Os Padres de Campos não titubearam em não acolher o acordo. Preferiram o exílio.</p>
<p>Roma não abriu as portas. Ela sempre esteve ali com suas largas e modernistas portas abertas. Estavam abertas quando D. Augustin entrou por elas; estavam abertas quando (mesmo com os insistentes conselhos do então Pe. Fernando) D. Gérard entrou por elas, etc.</p>
<p>Assim estavam escancaradas em 2001. E o acordo foi novamente proposto: permanecerem nas respectivas igrejas celebrando a missa tridentina e se calarem quanto à missa nova e ao CVII. Só que dessa vez o preço subiu: terão que de vez em quando celebrar e/ou concelebrar a missa nova. Infelizmente, os Padres de Campos já estavam órfãos. Acordo feito, acordo aceito&#8230;</p>
<p>Luciano, vc sabe dizer se a Adm. Apostólica já devolveu à Mitra Diocesana a capela de Rio Preto usurpada na época das expulsões?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Sérgio</title>
		<link>http://fratresinunum.com/2009/07/08/motu-proprio-ecclesiae-unitatem-a-proposito-da-comissao-ecclesia-dei-traducao-em-andamento/#comment-3406</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sérgio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 18:45:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://fratresinunum.com/?p=4482#comment-3406</guid>
		<description><![CDATA[O magistério vivo da Igreja tem que estar de acordo com o magistério perene (que vem desde os apóstolos) como muito bem alerta São Paulo :&quot;Ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anunciasse um evangelho diferente daquele que recebestes, seja execrado&quot; (Gál. 1;8). Por isso não se pode ter por correto o magistério vivo se este não está de acordo com o magistério perene. Além disto, maioria nunca foi critério de verdade como na luta de Santo Atnásio contra os os hereges: http://www.beneditinos.org.br/atualidades/documentos/atanasio.htm .]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O magistério vivo da Igreja tem que estar de acordo com o magistério perene (que vem desde os apóstolos) como muito bem alerta São Paulo :&#8221;Ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anunciasse um evangelho diferente daquele que recebestes, seja execrado&#8221; (Gál. 1;8). Por isso não se pode ter por correto o magistério vivo se este não está de acordo com o magistério perene. Além disto, maioria nunca foi critério de verdade como na luta de Santo Atnásio contra os os hereges: <a href="http://www.beneditinos.org.br/atualidades/documentos/atanasio.htm" rel="nofollow">http://www.beneditinos.org.br/atualidades/documentos/atanasio.htm</a> .</p>
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