Jornada Summorum Pontificum de MANDAS 9-11 AGOSTO 2009
COMUNICADO DA PARTE DO COMITÊ ORGANIZADOR
Comunica-se que S. Exa. Rev.ma Dom Giuseppe Mani, Arcebispo de Cagliari, “proibiu formalmente” [por escrito] a realização em Mandas das jornadas de estudo e de aprofundamento sobre o Motu proprio Summorum Pontificum.
Com tristeza informamos que não poderemos refletir sobre o Magistério pontifício do Santo Padre, sobre a beleza da liturgia e sobre o melhor meio de fazer coabitar as duas formas do único rito.
A esperança de nós todos é que dentro de não muito tempo possamos nos reencontrar a fim de que Sacerdotes e fiéis tenham a possibilidade de conhecer a Santa Missa na forma extraordinária, aprendendo a celebrá-la e a dela participar frutuosamente.
O COMITÊ ORGANIZADOR
Comentário do blog Oblatvs:
Foi com um misto de surpresa e indignação que li a nota acima publicada no Blog Messa in latino. Surpreende-me que um bispo se preste a tal papel, o de proibir uma jornada de estudos. Que razões pode ter um bispo para proibi-la? Seria o objeto de estudo ilícito ou imoral? O arcebispo de Cagliari precisa apresentar suas razões, no caso de as ter!
A autoridade de um bispo chega tão longe? Já sabemos que certos prelados não perdem a oportunidade de impor limites à autoridade papal, em nome da decantada colegialidade. Quanto mais procuram diminuir a autoridade do Papa, tanto mais elevam sua própria autoridade a dimensões quase absolutas.
Alguns diriam que seu autoritarismo é consequência dos anos que serviu como ordinário militar. Eu creio que, tivesse realmente sido bom militar, teria aprendido antes o respeito e a obediência aos superiores, no seu caso ao Papa. Fosse ele ainda militar e fossem observadas as rígidas leis da caserna, passaria ele um bom tempo na prisão ou seria mandado para a reserva.
Fonte: Oblatvs








"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey