Confissão comunitária, “Forma Extraordinária do Sacramento da Reconciliação”. Ao menos esta não está liberada.

No Domingo de Ramos de 2009, Mons. Pierre Pican, bispo de Bayeux e Lisieux, enviava a todos os curas de sua diocese o seguinte correio (extrato):

Cardeal Cañizares“Esta prática [absolvição coletiva] é retida em algumas paróquias. Alguns curas me pediram que os autorizasse a viver esta expressão extraordinária do Sacramento da Reconciliação. Eu os autorizo a presidir esta celebração para a Páscoa de 2009, 15 de agosto de 2009 na medida do necessário, e para o Natal de 2009. Aplico o comentário do cânon 961 estabelecido pela Conferência dos Bispos da França em 1987”.

Um cura da diocese comunicou este correio a Roma. Em 10 de julho, Mons. Pican enviava esta nova carta a seus curas [extrato]:

“As disposições determinadas no documento apresentado aos padres por ocasião da Páscoa e relativas à celebração da absolvição coletiva vieram a ser proibidas pelo Prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos”.

Fonte: Le Salon Beige

2 Comentários para “Confissão comunitária, “Forma Extraordinária do Sacramento da Reconciliação”. Ao menos esta não está liberada.”

  1. Como diriam os basqueteiros: Toco!!

  2. Por favor, mudando de assunto.

    Alguém sabe alguma coisa sobre o genocidio de Ustasha?

    Estou querendo responder a um protestante que sitou este acontecimento; e eu sei que vindo de um protestante é pura artimanha!

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