Através do blog Summorum Pontificum Observatus, que por sua vez remete ao programa da Radio Courtoisie que reuniu os padres Grégoire Celier, da Fraternidade São Pio X; Guillaume de Tanoüarn, do Instituto do Bom Pastor; Claude Barthe, já conhecido de nossos leitores; e o padre diocesano Christian-Philippe Chanut; chegam-nos algumas curiosidades sobre como se desenvolvem as discussões doutrinais entre os oficiais da Fraternidade e da Congregação para a Doutrina da Fé.
O Padre Celier explicou que os membros da comissão de peritos da FSSPX poderão mudar, conforme suas especialidades. Também acrescentou que há um outro agrupamento de experts da própria Fraternidade que dá apoio à comissão oficial, o que mostra o grau de seriedade com que Ecône trata a questão.
As conversações não se desenvolvem em latim, e embora todos compreendam o francês e o italiano, há tradução simultânea.
Como já havíamos informado anteriormente, a comissão da Fraternidade se hospeda na Domus Santa Marta, local que tradicionalmente hospeda os Cardeais nos conclaves e que acaba de abrigar os Bispos participantes do Sínodo para a Igreja da África.
Suas missas foram celebradas na basílica de São Pedro, fato que demonstra que se trata de um problema eclesial interno aos olhos das autoridades de Roma.
Por sua vez, o Padre Claude Barthe acrescentou que as reuniões são filmadas, presume-se, para que o Papa possa assisti-las.
Enquanto as discussões doutrinais trarão certamente resultados para toda a Igreja, o Distrito da França da Fraternidade acaba de anunciar a produção de um filme sobre a vida de Dom Lefebvre. “Monseigneur Lefebvre, un Évêque pour L’Église” se baseará na biografia de autoria de Dom Bernard Tissier de Mallerais sobre o “«bispo rebelde » e que ao mesmo tempo foi delegado apostólico do grande Papa Pio XII, arcebispo de Dacar, Superior Geral dos Padres do Santo Espírito e participante ativo do Concílio Vaticano II”. Abaixo, o vídeo de divulgação do filme:








"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey