Abertura à Tradição causa preocupação.
“Podemos, desde o Concílio do Vaticano [II], nos relacionar com a Igreja Católica e seus Papas em termos de igual dignidade e respeito recíproco. São as abertura do Concílio que tornam possível este relacionamento; se elas viessem a ser colocadas em discussão, não haveria mais possibilidade de diálogo”. Palavras do rabino chefe de Roma, Riccardo Di Segni, referindo-se veladamente às discussões doutrinais entre a Santa Sé e a Fraternidade São Pio X.
Acalento pontifício.
“Os ensinamentos do Concílio Vaticano Segundo representaram para os católicos um claro marco ao qual é feito constante referência em nossa atitude e em nossas relações com o povo judeu, marcando um novo e significante estágio. O Concílio deu um forte impeto a nosso irrevogável empenho em seguir o caminho do diálogo, da fraternidade e da amizade, uma jornada que foi aprofundada e desenvolvida nos últimos quarenta anos, através de passos importantes e gestos significativos”. Do discurso do Papa Bento XVI em visita à Sinanoga Romana, em 17 de janeiro de 2010.
Uma sutil defesa de Pio XII.
Ainda em seu discurso, disse o Papa: “infelizmente, muitos permaneceram indiferentes, mas muitos, inclusive católicos italianos, sustentados por sua fé e pelos ensinamentos cristãos, reagiram com coragem, muitas vezes sob risco de suas vidas, abrindo seus braços para assistir os fugitivos judeus que estavam sendo perseguidos, e obtendo perene gratidão. A própria Sé Apostólica forneceu assistência, muitas vezes de uma maneira oculta e discreta”.







"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey