Rei Juan Carlos
Em conclusão, que pensar da nobreza hoje, que dizer do rei da Espanha? Se, por um lado, a atitude que tiveram há uns vinte anos o rei da Bélgica e mais recentemente o grão-duque do Luxemburgo recusando-se a sancionar a lei do aborto nos encheu de alegria e nos edificou ao ver que em nossos dias ainda há alguns príncipes católicos que honram suas tradições e fazem jus à fidelidade de seus súditos católicos, por outro lado, o rei Juan Carlos se despojou de toda sua nobreza, envileceu-se, tornou-se um rei desprezível como Herodes. Por medo de perder um trono já combalido pelo republicanismo do nosso triste tempo, desonrou a memória do seu avô o rei Afonso XIII, que consagrou a Espanha ao Sagrado Coração de Jesus e não se submeteu à intimidação da maçonaria para filiar-se à seita secreta. Juan Carlos de Bourbon é antípoda da nobreza cristã: covarde, sanguinário, oportunista, pérfido. Que os espanhóis providenciem outra dinastia!
Padre João Batista de Almeida P. Ferraz Costa, em “A nobreza, a revolução e o rei da Espanha”, disponível no site da Associação Civil Santa Maria das Vitórias.









"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey