Vídeos da Missa Pontifical celebrada ontem, no Rio de Janeiro, por Dom Fernando Arêas Rifan.

24 Comentários to “Vídeos da Missa Pontifical celebrada ontem, no Rio de Janeiro, por Dom Fernando Arêas Rifan.”

  1. Caríssimos,

    uma pergunta aparentemente tola: antes da celebração que, a partir de ontem, será realizada todo domingo na Antiga Sé do RJ, haverá sacerdotes disponíveis para atender confissôes? Lembro que uma vez, numa missa tridentina do Outeiro em que fui, havia o Monsenhor Costa Couto disponível para atendimento, mas não sei se a prática é comum no rito de Trento.

    Grande abraço a todos e parabéns aos católicos do Rio!

  2. Monsenhor José de Matos, que a celebrará, costumava atender confissões meia hora antes da missa quando celebrava em São Paulo. Creio que manterá o costume.

  3. O padre José Edilson anunciou no dia 14 de setembro que haverá sempre padre disponível para confissões antes da missa.

    Dom Rifan avisou que a missa poderá ser celebrada alternativamente na igreja Santa Cruz dos Militares(quase em frente à Antiga Sé).Assim, se os fiéis forem a Antiga Sé e não virem “movimentação de missa” na Antiga Sé, basta atravessar a rua.

    Doravante o celebrante será o padre José de Matos.

  4. Aconselho-lhes, depois d eler o post em questão, a leitura dos textos presentes nos seguintes links:

    http://www.fsspx.com.br/exe2/falsas-solucoes.php

    http://www.fsspx.com.br/exe2/campos-acordos-com-roma.php

    E também dos e-books presentes nesse link:

    http://www.fsspx.com.br/exe2/campos-escritos-ortodoxos.php

    Não adianta somente a Missa; mais importante é a verdadeira Doutrina Católica, sem compromissos com o erro modernista. Bonum ex integra causa.

    http://www.sspx.org/SSPX_FAQs/q10_motu_proprio.htm

    http://www.sspx.org/SSPX_FAQs/q9_jurisdiction.htm

    Roma condiciona o recebimento de jurisdição territiorial ordinária à adesão ao Modernismo:

    http://www.vatican.va/roman_curia/secretariat_state/2009/documents/rc_seg-st_20090204_note-decree-cbishops_po.html

  5. Parabems a D.Rifan e a D.Orani por tão grande iniciativa o RJ merecia este presente.

  6. O Motu Proprio Summorum Pontificum completou três anos.
    O documento permite que coexitam duas formas (Ordinária e Extraordinária) dentro de um mesmo rito, sendo que o fiel não é obrigado a escolher um em particular, seria uma questão de gosto pessoal.
    Eu,particularmente, quando o Motu Próprio foi publicado, embarquei com todo o gás.Conversas com padres, bispos, compra de material,etc.
    Depois de três anos montado no carrossel chamado de Summorum Pontificum, que gira, gira e não vai a lugar algum, enquanto o imenso parque de diversões pós-conciliar continua aberto a pleno vapor noite a dentro.
    A grande esperança do católico tradicional com o Motu Proprio seria também, trazer o fiel para Missa de Sempre, esse já tomou o trem fantasma e desapareceu no parque do Novus Ordo.
    Somos forçados a humilhar mais ainda Nosso Senhor Jesus Cristo num círculo vicioso , essa “liberação” de missa, amarra nossas mãos, cala nossa boca, tira toda nossa capacidade de combate.
    Temos que escutar coisas do tipo: “rito extraordinário”, “grupo tridentino”, “missal do beato João XXIII” e pasmem, “E aí, deu pra matar a saudade?”… sim, escutei isso de um padre.
    Uma missa “de favor”, uma missa “o bispo me pediu”, uma missa “o que é isso?”
    Uma missa amarrada!
    Uma missa negociada!
    Uma missa dolosa!
    Sem verdades, sem doutrina, sem história, sem teologia, sem liberdade.
    Uma liturgia de mais de 1500 anos deixada ao capricho da vaidade, da preguiça, da incopetência, do orgulho, do desprezo e da ignorância de bispos, padres e leigos.
    E nesse carrossel de muita vaidade e intolerância, o primeiro que se atrever a abrir o bico será expelido de imediato.
    A verdade liberta mas liberta um de cada vez e ela nos impõe uma obrigação.
    Qualquer católico sob a luz da tradição saberá que não pode haver coexistência de duas missas completamente diferentes, saberá que um mesmo padre não pode rezar o Santo Sacrifício e meia hora depois cuspir e dar um tapa na cara de Deus como se estivesse trocando de camisa.
    A aceitação, em pé de igualdade da Santa Missa e a assembléia protestante de Paulo VI como quer o SM é a liberdade de escolha condenada pela Sã Doutrina.
    O Vaticano depois de excomungar os bispos da Fraternidade, lançou seu segundo ataque à tradição, criando a Fraternidade São Pedro.A tradição, por sua vez, ganhou um poderoso aliado, que foi a internet.Logo no início do século XXI, surgiu um movimento tradicional bem informado, o Vaticano lança seu terceiro ataque que seria a criação do IBP atraindo jovens seminaristas sedentos por doutrina, usando uma isca, dizendo que a crítica ao CVII e a Missa Nova seria liberada.
    Isso não foi suficiente para freiar o aumento de ordenações pela FSSPX e cada vez mais fiéis começavam a procurar as capelas da Fraternidade.Mais um ataque teria que ser feito, Summorum Pontificum, só que desta vez, quem iria empunhar a arma contra a tradição, seriam os bispos e padres do Novus Ordo,
    orquestrando e manipulando a implementação do documento.

  7. Salve Maria!
    Caríssimo Roberto F Santana, fiquei pasmada com a capacidade que o senhor teve de sintetizar TUDO que realmente acontece em relação ao Summorum Pontificum e a realidade de seus “frutos”.
    Bravíssimo!

    Fique com Deus!

    Giovana.

  8. Quando o Papa autorizou a volta da Missa de sempre através deste documento acreditavamos que era para a volta da Igreja de onde nunca devia ter saído que é a Tradição, a Missa Tridentina “De Sempre”, porém analizando oque está acontecendo hoje vemos que não satisfeitos em profanar Nosso senhor Jesus Cristo na Missa Nova, estão agora maneira mais GRAVE querendo a profanção na Missa Tridentina, temos como Católicos Apostólicos Romanos dar um basta nisso tudo, temos um pequeno Grupo da Tradição em Pouso Alegre e aqui estamos lutando para ter a Missa Tridentina correta, está sendo uma luta, pois não tem Padre que quer rezar no Rito Tridentino e um que reza já está adotando essas mudanças Hereticas, mas com muita fé em Deus temos certeza que conseguiremos um Padre para rezar a Missa para nós, a MISSA TRIDENTINA CORRETA NO RITO DE SÃO PIO V.
    SALVE MARIA!!!!

  9. A análise do Roberto é, na substância, muito válida.

    Não sei se a intenção foi um ataque doloso contra a FSSPX, por parte do Papa. Por parte de alguns elementos da Cúria como Mons. Perl e pelos Bispos a implementação é para bloquear o crescimento da FSSPX na região de suas dioceses,talvez com raras exceções que confirmam a regra, fomentando o escrúpulo nos fiéis.
    Afinal, d
    e tanto dizerem que você se encontra numa situação ilícita, a alma num momento de fraqueza, sem analisar os argumentos racionais, pode começar a duvidar de que luta um bom combate.

    De todo modo, a missa tridentina oferecida pelo Motu Proprio pode ser ocasião (não causa) de que um fiel totalmente desinformado tome consciência da Crise na Igreja e dos problemas doutrinais.

    O Motu Proprio teve uma vantagem: deu razão à FSSPX contra quase 40 anos de “certeza moral” de ob-rogação ou ab-rogação da Missa tradicional.

    Agora dizem que seu apostolado é ilícito. Isso também vai ser negado um dia.

    Podemos confiar no parecer de uma autoridade que está engajada em propagar erros manifestos como o ecumenismo e a colegialidade ?

    Eles estão como pais possuídos pela loucura, na melhor hipótese. Oremos para que Deus abrevie estes tempos.

  10. Creio na Igreja Católica e na ação do Espírito Santo. Por isso estamos com Dom Fernando e com a Administração Apostólica. Isso mostra nossa humildade e confiança na Igreja de NOsso Senhor! Deus sabe a hora de tudo acontecer e não homens orgulhosos é que consertarão as coisas. Assim pensou e agiu Lutero. Esse negócio de ficar lutando, só está também girando, girando e não chega a lugar algum. A Fraternidade nem sabe porque mais esta do contra… Eu creio na Igreja de Jesus Cristo.

  11. Homens e grupos humildes não se autointitulam como humildes. É um contrassenso ser humilde e ficar se autoeleogiando de humilde.

    Só Deus poderia dizer de si mesmo que é humilde, sem risco de orgulho.

  12. Pois, como de costume.

    As duas atitudes erradas. Quem está fora da FSSPX não é da Tradição; e quem está dentro, é excomungado e está fora da Igreja.

    Fanatismo para os dois lados. Atitudes exclusivistas e sectárias. Como sempre. Vira o disco e toca o mesmo.

    Por isso vou ficando cada vez com menos amigos: porque não aceito que quem luta ao lado de Roma seja modernista; e também não aceito que o combate da FSSPX não tenha valor, colocando-se a Fraternidade infamemente no grupo dos excomungados que estão fora da Igreja.

    Se estudassem seriamente o direito canónico (principalmente este novo, que tem muitas brechas) e a sã Teologia católica, saberiam que o estado de necessidade justifica plenamente a luta da FSSPX. Haveria que sair-se desta discussãozinha inútil de estão fora ou estão dentro, para se discutir seriamente o que seja o estado de necessidade e se ele de facto se justificaria hoje ou não.

    Mas isto já era pedir muito!

  13. Coloco mais dois links de interesse sobre as questões levantadas pelos que postaram até agora:

    http://www.fsspx.com.br/exe2/?p=896 (Carta aberta de 2002 de Dom Lourenço Fleichmann OSB)

    http://www.fsspx.com.br/exe2/?p=474 ( Estado de Necessidade)

    Torço para que esses links sirvam de ajuda para alguém que esteja lendo o blog com o intuito de procurar a verdade e entender o que se passa na Igreja hoje em dia.

  14. Rezo para que um dia a missa tridentina volte a ser o rito latino ordinário pois embora missa nova não possua erros em si possui deficiencias ; a missa antiga é mais perfeita e o mais perfeito deve sobrepor-se.

    Ademais a missa nova não nasceu da Sacrosanctum Concilium mas da ação de Bugnini e de Paulo VI que no afã da reforma aprovou um novo missal que poderia ser bem melhor do que é , que poderia expressar melhor a evolução orgânica da liturgia.

    Também concordo com o Sr Roberto : não adianta apenas a missa tridentina se não frisarmos que sua liberação não é apenas para atender gostos mas por que é mais sacral que a nova.No entanto Dom Rifan deixou isso claro ao dizer que a missa tridentina expressa melhor o mistério da redenção.

  15. Sobre as leis litúrgicas na Igreja e seu grau de autoridade

    http://www.fsspx.com.br/exe2/?p=992

    Sobre a reforma litúrgica indico o seguinte trabalho:

    http://www.fsspx-sudamerica.org/fraternidad/piesus1256.php

  16. Concordo em muita coisa com o Roberto, porém em alguns pontos devo discordar e explico o porque: Da mesma forma como devemos saber da luta da FSSPX pela defesa da fé e de sua grande importância para que alcançasse-mos os sutis avanços (repito: AVANÇOS) no caminhar da Igreja nos últimos 30 anos… Porém como bem disse a Teresa também não podemos crer que “fora da Fraternidade não há tradição”. Por maior que seja a contribuição da FSSPX (que em minha opinião é a responsável por ter mantido viva a Tradição Católica fazendo com que haja atualmente um novo interesse pelo seu restabelecimento), não devemos ter os outros institutos e grupos tradicionais como “ataques” do Vaticano à Tradição, como algo “ruim, uma ameaça”, etc… Como podemos pensar assim? Quer dizer que a situação estava melhor antes da existência de Institutos como a Fraternidade Sacerdotal São Pedro, Instituto do Bom Pastor, Instituto Cristo Rei e Sumo Sacerdote, ou antes do Motu Proprio Summorum Pontificum quando praticamente 100% da Igreja já não tinha relação com o Catolicismo Tradicional??
    Está claro pra mim que aos poucos estamos obtendo muitas vitórias (pois a 15 anos atrás jamais imaginaria ver o que já vejo hoje: Na FSSPX as vocações sacerdotais continuam crescendo, diversos Institutos Tradicionais surgindo ou em crescimento, Motu Proprio Summorum Pontificum, várias Missas de Sempre sendo celebradas ao redor do mundo!
    Por fim, vemos que as vocações sacerdotais a cada ano diminuem nos seminários modernistas enquanto na FSSPX e nestes institutos (Bom Pastor, Fraternidade Sacerdotal São Pedro, etc.) aumentam a cada ano, portanto rezo a Deus e creio que futuramente o clero comece a ser formado por padres dessas Instituições e a Tradição aos poucos vá retornando ao seu devido lugar!

  17. Prezado amigo José Lima

    Suas colocações são muito boas. Só advirto que pela linha conservadora-otimista-da-continuidade-e-do-magistério-vivo-do-infalível-vaticano II-e-da plena ocomunhão, não existe catolicismo tradicional, nunca houve perigo para a Fé com as ambiguidades nos documentos do Concílio Vaticano II (até porque eles tem o sinete da infalibilidade). Fora disso o senhor estaria se aproximando daqueles que por suas preferências pessoais passam a querer julgar a veneranda hierarquia, aqui incluindo o sr. arcebispo de Paris, de Évreux, cardeais Tetamanzi, Martini, Danells, entre outros.

    Estou sendo irônico.

  18. O mais interessante foi ouvir D. Rifan dizendo “para que todos os ritos tenham sua cidadania”

    O que ele quis dizer com isso?

  19. Concordo com o prezado José Lima em tudo.

    Mas realmente Dom Fernando não deve ser incluído entre os tradicionais. O caso dele é bem grave!

    Ele já conheceu a doutrina verdadeira, era um grande combatente!

    E hoje fala em magistério vivo, aceita o Vaticano II todo, aceita a missa nova como boa e santificadora. Bá!

    É difícil descer tão baixo.

    A missa nova é válida, ok que alguns a assistam para cumprimento do preceito (eu não. Com ou sem Missa de sempre, n ponho os pés na missa de Bugnini), mas santificadora e santificante??

    Isto já é demasiado!

    Um rito bastardo (perdoem-me os mais moderados, mas a missa nova foi promulgada ilegitimamente e sem obedecer à lei), um rito fabricado, todo reformulado, revolucionário de raiz, nunca pode ser um rito santificante/santificador. É equívoca, deficiente, ambígua, obscurece os dogmas católicos e, por isso mesmo, é perigosa para a fé.

    Claro que se for celebrada com fervor e piedade, é menos má, mas jamais será perfeita como a verdadeira Missa Católica, o Sol da Igreja.

  20. Respeito a FSSPX mas francamente o fanatismo de alguns de seus menbros é intoleravel,o Santo Padre Bento XVI fez tudo por eles e mesmo assim não reconhecem , falta-lhes caridade falta-lhes o verdadeiro Cristianismo se inflam de arrogancia e se acham os donos da verdade acima do proprio Papa,a virtude da humildade e da obediencia é Cristã mas eles não lembram disso,SEM MAIS COMENTÀRIOS .

  21. Duas coisas são absolutamente incomodas e ridículas : a atitude daqueles que fazem de tudo para supervalorizar o Concílio afirmando até que os textos são dogmáticos mesmo as declarações e os que fazem de tudo para tentar provar que tudo no concílio é herético.

    Ridículos também os que chamam a FSSPX de “grupelho” exaltando a AASJMV esquecendo que a segunda já foi também um “grupelho” há 8 anos atrás.

    Não sou da FSSPX mas creio que figuras como Lefbvre mrecem respeito independente dos erros cometidos , pois não se pode negar que tenha sido movido por autêntica fé e não por uma má vontade.

    E por fim não sou ds que creem que a FSSPX é um grupelho nem que a AASJMV era um.Tal acusação parte de quem aderiu a ideia de uma nova Igreja nascida do CV II.

  22. Teresa, concordo com seu ponto de vista.
    Sem excluir de maneira alguma a possibilidade de que os grupos Ecclesia Dei vieram para desmotivar os católicos a lutar, e separa-los ainda mais da FSSPX, o que ocorre, no final, e´ que de alguma maneira o tiro sai pela culatra, porque a Missa Tridentina, rezada pelos sacerdotes que a amam, termina por eleva-los, despertando nos mesmos uma necessidade maior de amar o passado glorioso da igreja, tanto em seus detalhes estéticos, quanto em sua doutrina imutável, sua disciplina e mesmo a vontade de que a Igreja torne a assumir uma posição respeitosa dentro da vida publica.
    E a liberação da Missa por Bento XVI acaba por aprofundar isso, dando aos padres do mundo inteiro a opção de fazer a experiência da Tradição (nesse caso somente a missa tridentina) sem precisarem recorrer necessariamente a um grupo tradicionalista. Foi o que o próprio D. Fellay constatou, baseado no depoimento de sacerdotes pos-conciliares, que depois do motu próprio, tem rezado cada vez mais freqüentemente o rito de sempre, e tem enveredado para uma busca cada vez mais constante de informações católicas tradicionais, tanto no direito canônico, como no catecismo, como nos clássicos de filosofia e teologia.
    Paulo VI tinha razão em boicotar o rito: ele por si so já arrasta quem o reza de bom grado e com honestidade de alma a galgar as riquezas da Igreja, e isso conseqüentemente esvazia o Vaticano II, que e´ o resultado de um espírito anti-catolico.
    Claro que a missa somente não basta, mas faz-se necessária a cooperação com a Graça. Por isso e´ importante rezar pelos sacerdotes.
    Quanto ao que se refere a D. Rifan, também não consigo encontrar uma desculpa que justifique um padre nascido e criado na Tradição, que conhece a fundo o abismo que separa a Igreja do pensamento moderno, a ponto de ter contribuído com argumentos irrefutáveis para se mostrar o porque não se aceitar a Missa Nova, ter caído tão baixo…
    D. Fernando para mim e´ um escandalo ambulante. Acho importante o “apoio” que ele da rezando aqui e ali a Missa, mas ao mesmo tempo e´ simplesmente exasperador vê-lo se aproveitar de cada Missa para justificar a feitiçaria de Bugnini…
    Quando lembro do que disse D. Pestana, sobre a carta que Bugnini entregou `a maçonaria informando que fez o possível em relação `a Missa Nova, e vejo D. Rifan chama-la de católica e santificante, me da´ vertigem. E´ colocar o rito do Espírito Santo lado a lado com o genérico que Satanás insinuou…

  23. Mas por outro lado, o que o Roberto analisou tambem nao deixa de me levar a pensar, pois em tempos de grande confusao, nao e seguro ficar saltando aqui e acola, flertando com grupos nascidos para calar a boca de catolicos “refratarios”… Nao e prudente para quem deseja manter a alma a salvo. Nao se deve tentar a Deus.
    D. Rifan mesmo mostra abertamente o que quero dizer: ele aproveita as missas que reza para dissuadir os catolicos de qualquer reaçao contra os erros doutrinarios, faz lobby contra os “cismaticos” e horror dos horrores, promove a missa nova!

    E quantos padres dessas comunidades ecclesia dei afora sao totalmente indiferentes? Ja li aqui e ali padres mesmo da Fraternidade Sao Pedro que rezam missa nova! Esses grupos neo-conservadores entao, sao os piores de todos, pois se entre os tradicionalistas “juramentados” da Ecclesia Dei, rezar missa nova ou fazer propaganda do Vaticano II e seus desdobramentos e uma exceçao, tal nao ocorre entre os promotores de missas novas bem celebradas e bi-ritualismo, que fazem a nivel de leigos o que D. Rifan faz como bispo: ensinam que e tudo valido, que so ha equivocos e ma vontade, e no maximo um foco menor das doutrinas catolicas nos servicos protestantizantes de Paulo VI… Bem, os mornos serao vomitados…

  24. Magnífica a Santa Missa celebrada no último domingo: “Sursum corda”!

    Que tal se preocuparmos mais com a salvação de nossas almas do que ficar de conversa mole, de CTRL+C e CTRL+V de textos… Por que não deixem para Deus o julgamento de coisas que não agradam a todos…

    Ele mesmo já nos disse que “as Portas do Inferno não prevalecerão contra a Ela (Igreja)”.

    Um ato de confiança em Deus, confiança na ação do Espírito Santo sobre toda a Sua Igreja é muito mais digno de um Católico do que esse toma e leva que não chega e nem chegará à lugar algum.