Padre Leonardo Holtz em entrevista exclusiva ao Fratres in Unum.

Primeiramente, padre Leonardo, muito obrigado por ter aceitado o nosso convite. Por favor, apresente-se aos nossos leitores.

Padre Leonardo Holtz

Padre Leonardo Holtz

Bem, eu me chamo Padre Leonardo Holtz Peixoto. Nasci no Rio de Janeiro, na Rua do Bispo, aos 11 dias do mês de fevereiro de 1980. Fui criado no subúrbio do Rio, no bairro de Inhaúma e freqüentei a Paróquia de São Tiago. Lá recebi os sacramentos da iniciação cristã e também comecei a descobrir a minha vocação.

Conte-nos como o senhor discerniu a sua vocação e como foi a sua entrada no seminário.

Eu devia ter uns 13 anos de idade e fui com minha família participar de um retiro de carnaval da RCC – Renovação Carismática Católica – pregado pelo Mons. Jonas Abib no Maracanãzinho. Contudo, o início do meu chamado vocacional NADA teve a ver nem com a RCC nem com a pregação do Mons. Jonas Abib, mas com uma solene bênção do Santíssimo Sacramento que houve por lá. Lembro-me que eu estava nas arquibancadas do ginásio, quando o Santíssimo Sacramento passou em procissão, sob o pálio, acompanhado de carrilhões, velas, muito incenso e um magnífico cortejo. Quando dei por mim, estava já chorando e de joelhos. Digo sempre que minha vocação começou pela EUCARISTIA.

Como era o ambiente do seu seminário diocesano?

O ambiente do seminário era bem diversificado, como já se podia esperar de um lugar com tantos candidatos de lugares e formação diferentes. Havia seminaristas mais e menos piedosos. A disciplina do seminário não era de todo má. Contudo, o comportamento de alguns era inaceitável para um cristão, especialmente se esse cristão almejava algo tão sublime como o sacerdócio. Algumas vezes surgiam algumas conversas e atitudes impróprias por parte dos seminaristas, mas nenhuma medida mais enérgica era tomada. Por diversas vezes eu era tido como “anti-social” por ficar recluso na minha cela e não querer participar de tais momentos.

A semana de oração pela unidade dos cristãos era algo que me revoltava dentro do seminário. Não entendia como se podia chamar os hereges protestantes para pregar dentro de um seminário católico.

E o interesse pela Tradição da Igreja, como surgiu?

Surgiu na biblioteca do seminário. Descobri uma sessão de livros antigos na biblioteca que me causaram interesse. Um em particular: um livro vermelho e grande, com o título “Missale Romanum” na lombada. Havia também breviários e rituais romanos. Infelizmente, quando alguém percebeu esse interesse pelos livros antigos, fui proibido de retirá-los da biblioteca. Mas eu ainda poderia consultá-los na própria biblioteca. Foi aí que um dia, quando cheguei à biblioteca, toda a estante havia desaparecido sob o “pretexto” de um vazamento que, curiosamente, apareceu exatamente sobre a estante dos livros tradicionais.

Havia outros dois colegas de seminário que se interessavam pela tradição. Nós três rezávamos, às vezes, escondidos, o ofício de completas no rito de S. Pio V à noite. Um desses colegas era o Padre Fábio Calixto da FSSPX. O outro, pouco tempo depois, escandalizado, saiu do seminário.

Quando o senhor assistiu pela primeira vez a Santa Missa Tradicional? Conte-nos também quando foi a primeira vez que o senhor a celebrou.

A primeiríssima Missa de Sempre que assisti, foi na igreja do Outeiro da Glória, no aniversário de Sua Alteza imperial e Real, o príncipe Dom Luis de Orleans e Bragança, celebrada pelo Reverendo e finado Padre Hélio Buck Júnior. A primeira Missa Tradicional que celebrei foi 4 dias depois de minha Ordenação Sacerdotal, na casa dos irmãos da Toca de Assis em Madureira. Eu já vinha treinando como diácono sozinho em casa.

O senhor teve contato com outros institutos tradicionais, tendo ainda como seminarista procurado a recém erigida Administração Apostólica. Como foi esta experiência?

Sim, tive contato com a Administração Apostólica e também com o IBP (Institut du Bon Pasteur). Quando diácono, em 2002, estive presente à Sagração de Dom Rifan. Logo após, fui visitá-lo e pedi ingresso na Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney. Dom Rifan na ocasião me disse que era melhor eu continuar na Arquidiocese do Rio, pois eu podia fazer um bom apostolado por lá e ser uma influência tradicional em meio ao clero carioca. Francamente, não entendi como ele podia ter rejeitado um futuro padre tradicional, já que havia tão poucos, e que era tão difícil conservar a tradição em meio ao modernismo.

Quanto ao IBP, foi no ano de 2007 que eu implantei a Missa de Sempre na paróquia onde eu era pároco – São Judas Tadeu – no bairro de Senador Vasconcellos. É claro que é uma ilusão achar que a Missa de Sempre pode conviver pacificamente com a missa nova; chega uma hora que os abusos da missa nova se contrastam com o esplendor da Missa de Sempre. Foi nesse momento que, sob muita pressão, resolvi pedir ao Cardeal Dom Eusébio para deixar a paróquia e ir para o IBP. O Cardeal concedeu e, então, viajei para São Paulo.

Outra decepção…?

Sim, outra decepção! E não podia ser diferente do jeito como o IBP nasceu. O IBP é fruto do êxodo de alguns padres da FSSPX. Às vezes, de dentro, eu percebia no IBP uma preocupação maior em criticar a FSSPX do que promover a Missa de Sempre. Outra relação delicada em São Paulo era a relação Montfort-IBP. Em parte deixei São Paulo por não concordar com a demasiada influência da Montfort na casa onde o IBP residia. Também notava que a função do sacerdote ali era ser “máquina” de sacramentos.

Como era a sua vida de padre diocesano, tendo já conhecido os tesouros da Igreja mas ainda obrigado a celebrar o Novus Ordo Missae?

Esse era um verdadeiro dilema! Por um lado havia a consciência de que eu era um pároco de uma diocese progressista, numa paróquia progressista e com pensamentos que iam contra tudo o que se pensava na diocese. Era uma verdadeira “ginástica” para ensinar a tradição, num meio modernista sem ser demasiado modernista. Algumas vezes eu tive que fazer concessões (como, por exemplo, o Cerco de Jericó), afinal, se quisermos fazer a tradição ser amada e conhecida, não a podemos impor, mas sim anunciá-la paulatinamente.

O senhor chegou a expressar suas convicções e perplexidades aos seus superiores, pedindo esclarecimentos e atitudes? E como elas foram recebidas?

Sim. Escrevi cartas tanto a Dom Eusébio como a Dom Orani, e também tivemos colóquios pessoais. Dom Eusébio não recebeu muito bem, mas já Dom Orani, foi muito paternal e acolheu muitíssimo bem. Na verdade, nada me faz mudar de idéia de que Dom Orani SEMPRE esteve muito bem intencionado, contudo, cercado das pessoas erradas.

E o que especificamente o levou a optar pela Fraternidade de São Pio X?

Primeiramente pela minha veneração desde os tempos de seminarista à pessoa de Mons. Marcel Lefébvre. Inclusive, alguns colegas de turma me apelidaram de “Lefébvre” no seminário. Mas, o real motivo foi que ao analisar as posturas da Administração Apostólica, do IBP, do Instituto Cristo Rei e da FSSP (Fraternidade Sacerdotal São Pedro), percebi que não há como manter a tradição da Igreja hoje, a não ser na FSSPX. A grande realidade é que não há como dialogar com o modernismo. Todos os que tentaram ficar na dita “legalidade” foram amordaçados e não preservaram a fé e a doutrina. Afinal, não celebramos a Missa de Sempre apenas por uma questão estética ou como uma das muitas opções válidas, mas porque cremos firmemente que a Missa Tradicional é uma autêntica profissão da fé católica.

Quem mais o auxiliou nesse itinerário de pedido de ingresso na Fraternidade?

Capela de São Sebastião em Arraial Novo.

Capela de São Sebastião em Arraial Novo.

Primeiramente, aquele meu amigo de seminário que foi para a FSSPX, o Padre Calixto, sempre que vinha de férias na casa da família, no Rio, ia me visitar. Certa vez ele me convidou a ir conhecer a capela de Dom Lourenço, em Niterói e eu fui. Mas efetivamente, todo esse movimento em direção à FSSPX começou incrivelmente pelo meu finado Orkut. Ali eu postava minhas fotos e meus pensamentos tradicionais. E não hesitava em dizer o que era preciso e não o que as pessoas gostam de ouvir. Atraía diariamente muitos ‘scraps’, alguns de crítica e outros de incentivo. Um jovem de Rondônia certa vez me deixou o seguinte recado: “Padre, acho que encontrei uns primos seus e são todos da Tradição. Vou verificar e falo para o senhor depois”. Ele verificou e era verdade. Eu fiquei encantado! São os fiéis de Arraial Novo, em Bom Jesus do Itabapoana, estado do Rio. Essa comunidade é atendida pelos padres da FSSPX de São Paulo e pelos Monges do Mosteiro da Santa Cruz, em Nova Friburgo.

Quando Dom Tomás de Aquino, prior do mosteiro, ficou sabendo de um padre que desejava ser tradicional no Rio de Janeiro, apareceu na minha casa no Rio para uma visita. E assim, continuamos em contato. Uma semana antes da visita de Dom Tomás, recebi com alegria o telefonema do Padre Rodolfo Eccard, da FSSPX, que desejava ir conversar comigo. Ele foi até minha paróquia, onde conversamos e, depois, almoçamos juntos.

Depois disso estive uma vez em Niterói, onde conversei e almocei com o padre Rodolfo e com Dom Lourenço. Na semana seguinte, recebi em casa a visita do padre Daniel Maret, que estava impressionado com minha história e me convidou para a FSSPX. Em julho do ano passado, passei uma semana no Mosteiro da Santa Cruz, onde fiz um retiro espiritual.

O senhor esteve em La Reja. Conte-nos mais sobre o ambiente que o senhor encontrou por lá.

Bem, encontrei o seminário que eu imaginara nos meus sonhos – uma capela digníssima e jardins celestiais. Um ambiente alegre e descontraído e, ao mesmo tempo, sério e piedoso. Infelizmente, muita gente pensa que para ser “tradicionalista” a gente tem que ficar de cara séria e andar duro feito um robô. Queremos conservar a tradição, não ser Arautos do Evangelho!

Os padres possuem uma serenidade – a serenidade de quem tem a consciência tranqüila diante de Nosso Senhor, por estar transmitindo a VERDADE que Ele nos ensinou. Os bispos, Dom Tissier e Dom Galarreta são uma simpatia. A simplicidade e a firmeza de Dom Tissier encanta; a elegância, a nobreza e a humildade de Dom Galarreta é o que todos esperam ver num prelado da Igreja. É ele quem serve os padres à mesa de refeição!

Qual foi a reação dos seus paroquianos e irmãos sacerdotes quando o senhor anunciou que deixaria a paróquia e até mesmo a diocese para procurar a  FSSPX?

Os paroquianos ficaram tristes. Pelo menos foi o que a maioria me disse (risos). O que me foi dito de forma quase unânime foi: “sentiremos falta dos seus sermões e dos seus ensinamentos (catecismo)”. Quanto aos padres, nem se aperceberam, pois como eu tratei direto com Dom Orani, creio que eles tenham sabido por agora.

Após o anúncio, o senhor teve um longo encontro com Dom Orani, que lhe fez uma proposta “tentadora”. Em que ela consistia?

Consistia em permanecer no Rio de Janeiro e conservar a liturgia e a doutrina tradicionais. Eu estaria desobrigado a celebrar a missa nova ou concelebrá-la; mesmo nas cerimônias da Catedral ou dos retiros do clero. Estaria desobrigado de ministrar qualquer sacramento conforme os novos rituais; poderia rezar o Breviarium Romanum no lugar da Liturgia Horarum; teria uma capelania EXCLUSIVA para executar o meu apostolado tradicional no Rio de Janeiro e não estaria obrigado a aceitar a Campanha da Fraternidade ou qualquer outra iniciativa comunista, marxista etc.

Todavia, tudo não passou de palavras e o senhor não conseguiu colocar em prática aquilo que lhe fora assegurado. Conte-nos como isso ocorreu.

Como já disse aqui anteriormente, não creio que Dom Orani agiu de má fé. Ele é um homem bom, de princípios. Ele teve realmente intenção de ajudar. Inúmeras vezes me enviava mensagens de SMS para o celular, preocupado com a minha situação, o que era coisa inédita para mim. Sempre os bispos se colocavam em “pedestais” e eram quase intocáveis. De repente, aparece um bispo que tem o meu celular e eu o dele e que nos comunicamos facilmente por SMS! Infelizmente, não sei que conversas surgiram “ao pé do ouvido”. A impressão que eu tive é que tinham medo de que se eu, com meu pensamento tradicional, ficasse sozinho numa igreja própria, pudesse “abrir os olhos” de muitos fiéis para a verdade e isso causaria um grande “barulho” não só na diocese do Rio, mas no Brasil. Então, para me “moderar”, fui enviado a uma igreja onde já havia uma missa nova e uma celebração da palavra com um diácono permanente diariamente. Sobre o convívio do Novus Ordo com a Missa de S. Pio V, já manifestei minha opinião acima.

A igreja só funcionava de segunda à sexta-feira e fechava às 15h todo dia. O horário que me foi dado para celebrar era às 10 da manhã, impossível para quem trabalha ou estuda. Esse arranjo pareceu-me uma coisa matematicamente feita para desestimular paulatinamente.

Alguns acusaram-lhe de “abandonar a primeira paróquia pessoal do Brasil” — embora ela nunca tenha existido, sendo apenas um projeto — e de tomar decisões abruptas, como sua partida do Instituto do Bom Pastor, em São Paulo… Como o senhor responde a essas afirmações?

Foi bom você mencionar isso. Tal acusação infundada foi feita no sítio da Associação Cultural Montfort. Pessoalmente enviei uma réplica ao seu novo presidente, o Sr. Alberto Zucchi, mas, infelizmente, não foi, até o presente momento, postado meu comentário.

Primeiramente, a paróquia pessoal, como você bem disse, NUNCA existiu. E, na verdade, não havia um projeto de paróquia pessoal. Pelo menos, não num primeiro momento, mas de uma capelania ou reitoria exclusiva. Essa “paróquia pessoal”, no meu entender viria com o tempo de acordo com o crescimento da comunidade tradicional carioca.

Em segundo lugar, por “abrupto” eu entendo “de repente”, e isso é uma inverdade! Em nenhuma das duas ocasiões, como já mencionei aqui, deixei a arquidiocese abruptamente: na primeira, tive o pleno aval do Sr. Cardeal e desta última, já expus acima que escrevi uma longa carta e, posteriormente, tive uma longa conversa com Dom Orani. O que há de “abrupto” nisso? Quanto à minha saída dita “repentina” de São Paulo, para regressar ao Rio, isso também é, não só uma inverdade como uma injustiça, visto que eu conversei sobre esse assunto com o Prof. Orlando Fedeli. Eu não tinha condições psicológicas de continuar naquele lugar. Não concordava com suas posições, dependia deles materialmente e não tinha com quem desabafar. Fiquei numa angústia tão grande que tive uma paralisia no braço e na mão direita, por causa do sistema nervoso. Foi graças à generosidade do Sr. Stacciarini, que me levou ao hospital e pagou os meus medicamentos, que fui melhorando.

Muitos católicos esperam por tempos melhores, em que padres diocesanos efetivamente amem a Tradição e façam de suas paróquias núcleos fervorosos da verdadeira Fé. Alguns fiéis tradicionais do Rio lamentam o fato do senhor não ter oferecido a Missa Tradicional em sua paróquia ao menos aos domingos e dias de guarda, ainda que uma decisão posterior viesse a ser tomada em favor da opção exclusiva pelo rito antigo. Na qualidade de pároco, quais os maiores obstáculos que o impediram de transformar sua paróquia em uma referência nesse sentido?

Já mencionei aqui a minha experiência na Paróquia de São Judas Tadeu, na Zona Oeste do Rio, onde, como pároco, implantei a Missa Tradicional todos os Domingos. Foi justamente o choque que entre os dois ritos que me fez deixar a paróquia. Não quis repetir o mesmo fato na Paróquia Bom Pastor. Alguns poderão dizer que foi por respeito humano ou qualquer coisa similar, mas “quem estiver sem pecado, atire a primeira pedra” (Jo 8,7)

Muitos padres diocesanos hoje em dia reclamam da clericalização dos leigos e dizem até que eles mandam na paróquia. O padre seria apenas um dispensador de sacramentos enquanto os movimentos e pastorais seriam administrados por seus próprios coordenadores. O senhor sentiu isso na pele?

Sim e não! Tudo depende de como o padre se posiciona frente aos seus fiéis. Se o padre adotar a postura de um leigo e não fizer o que precisa ser feito, aí sim os leigos dominam. Sempre deixei claro isso em minhas duas paróquias. Várias vezes eu disse nas reuniões de conselho paroquial: “A Igreja não é, não foi e, no que depender de mim, jamais será democrática. Ela é hierárquica!”

Chegando agora à Fraternidade, como o senhor encara as discussões teológicas em andamento? É possível ter esperanças de um bom termo?

Com relação a isso, meu pensamento é o mesmo com relação ao Ecumenismo: só entendo o ecumenismo se for com a intenção de converter os hereges e chamá-los à verdadeira fé, assim, só aceito o “diálogo”, se for para abrir os olhos do progressismo e chamá-los à verdadeira doutrina. Caso contrário, tal diálogo não passa de um “chá das cinco”.

Enfim, Padre, antes de ser formalmente aceito como membro da FSSPX, o senhor passará por algum período de experiência? Quais são os planos para o futuro?

Bem, francamente, ainda não pensei muito sobre isso (risos). Estou num momento tão bom que nem pensei nisso. Todos estão dizendo que fiquei notoriamente mais “feliz”. De fato, parece que um pesado fardo me foi retirado das costas. Com relação ao futuro, prefiro não planejar, mas deixar nas mãos de Nosso Senhor. Afinal, foi Ele que me conduziu até aqui; Ele sabe o que faz.

Que mensagem final o senhor daria aos leitores do Fratres in Unum?

Aprendi na Teologia que há uma ignorância vencível e uma ignorância invencível. Aos leitores do Fratres eu diria, que quando permanecemos na ignorância vencível, isto é, quando temos condições de ver a luz e segui-la, mas por comodismo ou qualquer outro motivo não a seguimos, somos culpáveis em juízo. Portanto, busquem a verdade e, encontrando-a, amem-na. “Buscai o Senhor, enquanto ele se deixa encontrar” (Is 55,6) Deus abençoe!

60 Comentários to “Padre Leonardo Holtz em entrevista exclusiva ao Fratres in Unum.”

  1. Este é o Padre Holtz!
    Tive a graça desta entrevista ter sido escrita em minha casa.
    Louvado seja Deus, e obrigado Padre, pela coragem!
    Deo Gratias!

    “Por fim, meu Imaculado Coração Triunfará!”

    TE DEUM
    Te Deum laudamus: te Dominum confitemur.
    Te æternum Patrem omnis terra veneratur.
    Tibi omnes Angeli, tibi Cæli, et universæ Potestates: Tibi Cherubim et Seraphim incessabili voce proclamant: Sanctus, Sanctus, Sanctus Dominus Deus Sabaoth.
    Pleni sunt cæli et terra majestatis gloriæ tuæ.
    Te gloriosus Apostolorum chorus, Te Prophetarum laudabilis numerus, Te Martyrum candidatus laudat exercitus.
    Te per orbem terrarum sancta confitetur Ecclesia, Patrem immensæ majestatis: Venerandum tuum verum et unicum Filium: Sanctum quoque Paraclitum Spiritum. Tu Rex gloriæ, Christe.
    Tu Patris sempiternus es Filius, Tu, ad liberandum suscepturus hominem, non horruisti Virginis uterum.
    Tu, devicto mortis aculeo, aperuisti credentibus regna cælorum. Tu ad dexteram, Dei sedes, in gloria Patris. Iudex crederis esse venturus.
    (Ao versículo seguinte, todos se inclinam) Te ergo quæsumus, tuis famulis subveni, quos pretioso sanguine redemisti.
    Æterna fac cum Sanctis tuis in gloria munerari.
    Salvum fac populum tuum, Domine, et benedic hereditati tuæ.
    Et rege eos, et extolle illos usque in æternum.
    Per singulos dies benedicimus te; Et laudamus Nomen tuum in sæculum, et in sæculum sæculi.
    Dignare, Domine, die isto sine peccato nos custodire.
    Miserere nostri domine, miserere nostri.
    Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te.
    In te, Domine, speravi: non confundar in æternum.
    V. Benedicamus Patrem, et Filium, cum Sancto Spiritu.
    R. Laudemus, et superexaltemus eum in sæcula.
    V. Benedictus es, Domine, in firmamento cæli.
    R. Et laudabilis, et gloriosus, et superexaltatus in sæcula.
    V. Domine, exaudis orationem meam.
    R. Et clamor meus ad te veniat.
    V. Dominus vobiscum.
    R. Et cum spiritu tuo.
    Oremus.
    Deus, cujus misericordiæ non est numerus, et bonitatis infinitus est thesaurus: + piissimæ maiestati tuæ pro collatis donis gratias agimus, tuam semper clementiam exorantes; * ut, qui petentibus postulata concedis, eosdem non deserens, ad præmia futura disponas. Per Christum Dominum nostrum.
    R. Amen.

  2. Parabéns novamente ao Pe. Leonardo por sua decisão. Parabéns ao Fratres in Unum pela cobertura jornalística prestada a esse fato de tão grande importância. O Céu deve estar em festa por isso, e muitos católicos também se rejubilam com o Pe. Leonardo graças a informação séria, clara e objetiva do Fratres.

  3. E isso põe fim a possíveis “leituras de pensamento” que foram semelhantes àquelas entre o Galvão Bueno e o Ayrton Senna: uma temeridade…

  4. Bravíssimo!
    Não só dá nomes aos bois como também sinteza a situação da tradição no Brasil.

  5. sintetiza

  6. Parabéns ao Padre Leonardo Holtz!

    Ferreti, você é um gênio!

    Deus os abençoe!

    Abraço

  7. Padre, Deus tudo vê, e também vê o seu sofrimento para guardar a fé e o seu amor e zêlo pela Santa Igreja. O senhor tem minhas pobres orações e meu apoio! Vá com Deus para La Reja, Padre Leonardo Holtz!

  8. Grande Pe. Holtz, que o Espírito Santo ilumine teu caminho. Gostei desta tua frase: “Todos os que tentaram ficar na dita ‘legalidade’ foram amordaçados e não preservaram a fé e a doutrina.” Lembra-me do Apocalipse (3, 16): “sed quia tepidus es, et nec frigidus, nec calidus, incipiam te evomere ex ore meo”. “Preservar” a Tradição e aceitar o pós-concílio é ser morno. Ou um, ou outro.

  9. Agora sim tudo foi devidamdente explicado e até mesmo as minhas opiniões sobre o Padre Leonardo foram devidamente esclarecidas, pois não entendia a sua ambiguidade. Mais uma vez meus efusivos parabéns a sua atitude e que sirva de modelo aos Seminaristas, Diáconos e Sacerdotes que querem realmente lutar pelo estabelecimento da Sagrada Tradição. Só há um caminho a seguir: A FSSPX. Decidam-se por serem guerreiros, deêm testemunho público da fé genuína. Chega de sofrer no meio do modernismo que grassa nas instituições religiosas, chega de ser Dom Quixote. Vistam a armadura da Tradição de uma vez por todas!

  10. Caro amigo Ferreti, foi uma forma que encontrei, para elogiar o trabalho e a imparcialidade do Fratres, que está de parabéns.

  11. Fique com Deus

    Abraço

  12. Infelizmente, muita gente pensa que para ser “tradicionalista” a gente tem que ficar de cara séria e andar duro feito um robô. Queremos conservar a tradição, não ser Arautos do Evangelho! ri muito com isso…ahuhauahuaa

  13. Muito boa entrevista. Peço ao Padre Leonardo que reze pelos fiéis brasileiros que amam a Tradição e a Igreja fundada por N.S. Jesus Cristo.

    Sua bênção, padre!

  14. Permitam-me, com o devido respeito, discordar de um ponto. Já cantei em coral, missas em Latim, portanto, tradicionais.
    Mas, a velha perlenga entre a Missa de Sempre e a Missa Moderna não tem razão de ser.
    Nunca o sacerdote irá ficar “de costas” para Deus, já que o Pai Eterno está em todos os lugares ao mesmo tempo, é ubíquo, e logo, não pode ficar, antropomorfo,parado, atrás do sacerdote “moderno”, preso no altar.

  15. Parabéns ao Fratres pela bela emtrevista!
    Padre Leonardo Holtz, que Deus te abençõe muito na sua caminhada!

  16. [3]“Queremos conservar a tradição, não ser Arautos do Evangelho…”

  17. Padre Leonardo, Salve Maria!

    Vejo que o senhor teve uma vida sempre cercada pela RCC. Com isto, o senhor pode ser o padre da Tradição para fazer um apostolado especifico com esta gente…
    Eu também estive em ambientes da RCC no passado e como é dificil falar com essa gente!

    (Eu e essa minha mania de ficar “indicando” e dando trabalho aos padres hehehe…)

    Que Nossa Senhora o abençoe agora no lugar onde o senhor pode tranquilamente bater no peito e ser um padre PADRE como o senhor disse!

    Um abraço,

    Vladimir

  18. Parabéns ao Fratres pela clareza na exposição dos fatos…

  19. Marcus Pimenta, você disse “leituras de pensamentos entre Galvão Bueno e Ayrton Senna”!?!?! Tá parecendo a troca de cartas entre um Padre metido a galã de telenovela e um deputado canalha que apoiou a Dilma e ainda apresenta na TV da famigerada Canção Nova.

  20. “Todos os que tentaram ficar na dita “legalidade” foram amordaçados e não preservaram a fé e a doutrina.”

    Sei não… É sempre o mesmo ranço sedevacantista de que só a FSSPX mantêm a Fé a Doutrina. Sei não…

  21. No mesmo dia que sai essa entrevista é publicado um artigo no site Montfort sobre o Pe. Leonardo. Eu desisti da Montfort há bastante tempo. A forma como eles reduzem e simplificam os acontecimentos, manipulando-os e colocando-os em um artigo sempre de modo a ‘vencer’ um debate, é impressionante. Eles vão acabar minguando tamanho é sentimento de grandeza que eles nutriam em relação a si devido a milhares de visitas do site, que os motivaram e iniciar dez milhões de projetos ao mesmo tempo, imaginando que as doações cairiam em suas contas como uma chuva torrencial…

  22. SUA BENÇAO PADRE LEONARDO!!

    Deus, o conduza cada vez mais ao encontro das AGUAS CRISTALINAS!!

    Sou de MINAS GERAIS e acompanho todos os fatos relacionados a TRADIÇAO, mesmo a distancia!!

    E fiquei muito feliz, com sua atitude!!

    Pax !!

  23. Parabéns ao Padre Leonardo Holtz e ao Fratres pela entrevista.

    “Todos os que tentaram ficar na dita “legalidade” foram amordaçados e não preservaram a fé e a doutrina.”

    Concordo plenamente com o Padre Leonardo, pois com a abertura da Igreja para o mundo moderno e ateu a mesma Igreja foi invadida pelo pensamento mundano e relativista e hoje é quase impossível a um sacerdote viver plenamente a fé católica e a doutrina de sempre.

    Que Jesus e Maria te abençoe Padre Leonardo

  24. Caro Ferreti,

    um off-toppic. O instituto civitas da França, esta promovendo um abaixo assinado, para manifestar indignação a profanação de um crucifixo em Avignon. Veja:

    “A Avignon, une exposition appelée “je croix pas aux miracles” est organisée autour de la photo d’un Christ plongé dans l’urine. Des affiches de cette photo blasphématoire, appelée « Piss Christ », sont exposées publiquement dans les rues de la ville”.

    http://www.defendonslecrucifix.org/

  25. Todas as vezes que a MONTFORT apareceu na vida desse padre foi para atrapalhar!!! Como pode acharem ainda que essa associação ou seus princípios são católicos!?

  26. José Malheiros,

    Com certeza Deus esta em todo lugar, mas de forma especial, o Verbo Encarnado, Seu Filho, Nosso Salvador, está presente fisicamente no Sacrário.

    Um padre quando acaba a Missa ele pode se dirigir até fim da Igreja e ficar de costas para o sacrário.

    Se ele estiver por exemplo, limpando o chao da Igreja, ele ficará de costas para o sacrário.

    Se ele estiver mesmo conversando com um fiel, ele pode acabar ficando de costas para o sacrário.

    Sem problemas ficar de costas para o sacrário.

    O problema é ficar de costas para o sacrário, quando ocorre a Santa Missa. Cristo está morrendo…e o sacerdote vira as costas?

    Imagine se os apostolos e a Virgem Maria, com medo de deixarem o povo chateado, virassem as costas para a Cruz quando Cristo estava crucificado agonizando?
    Que perlenga não é?

  27. Carlos,

    O que tem a ver relacionar o sedevacantismo com o Padre ter falado que hoje a FSSPX seria o único lugar a se encontrar a prática da Fé e ensino da Doutrina?

    Sedevacantismo significa outra coisa bem distante de, justamente, conservar a Fé e a Doutrina.

    A frase do padre é muito clara, no contexto, refere-se claramente ao fato de ser a FSSPX a única que pode se colocar contra os abusos modernistas, sem correr o risco de continuar a existir (ou de fazer o que deve fazer de forma íntegra), justamente porque não está submissa às autoridades modernistas. É isso, aliás, que justifica o estado de necessidade, muito bem justificadinho.

    Agora a pergunta:
    Na FSSP, no IBP, em Campos, existe esta liberdade? Pode-se encontrar aquilo a que o padre Leonardo se referiu?

    Não significa dizer que estes outros não promovam a Tradição. O ponto é estão amordaçados e a FSSPX não. Não precisa nem de muito raciocínio, é um fato. Apenas isso que o padre quis dizer.

  28. Pedro,

    Sobre a Montfort, não há como não concordar.

    Veja o que o sr Alberto Zucchi escreve em seu texto:

    “pois há pouco tempo a intenção do Padre Leonardo era outra. Veja-se o texto a seguir postado em 26/08/2010, ou seja, apenas seis meses atrás:

    Veja que interessante, eles sempre fazem a mesma coisa: Pegam um contexto pessoal diferente de uma pessoa para acusá-la de algo. No caso, quiseram insinuar que o padre Leonardo se contradiz, como se não fosse possível ele estudar e mudar de idéia. E olha, este texto tem 6 meses!!! Um dia é o suficiente para que uma pessoa mude de idéia e aprenda algo…

    Enfim, a entrevista do Padre Leonardo irá mostrar que foi uma insinuação precipitada por parte do pessoal da Montfort (novamente!!!)

    Ferretti,

    Não sei se você viu, mas um comentário na Montfort acussa o FiU de tirar um link do ar:

    “Engraçado que, instantaneamente, o penúltimo link citado acima
    sumiu do Fratres in Unum. Estranho, não?”

    Um abraço,

  29. Caro José Wilson Malheiros,

    A Santa Missa é a renovação do sacrifício que Jesus Cristo fez no Calvário. Entretanto, o sacrifício do Calvário foi feito por Jesus Cristo de forma cruenta, isto é, com derramamento de sangue, ao passo que na Santa Missa esse mesmo sacrifício é renovado por Jesus Cristo de forma incruenta, isto é, sem derramamento de sangue. Na Santa Missa Nosso Senhor Jesus Cristo se imola novamente para nossa salvação, como Ele fizera no Calvário, embora na Santa Missa seja sem sofrimento físico.

    Então como disse o sr. Vladimir Sesar “o problema é ficar de costas para o sacrário, quando ocorre a Santa Missa. Cristo está morrendo…e o sacerdote vira as costas?” Absurdo não ?

    O que aconteceu foi que traduziram o Et cum spiritu tuo por “Ele está no meio de nós” Essa tradução absurda foi feita, ao que se diz, pelo Bispo Dom Isnard, e ela insinua que Deus está no povo. Essa idéia errada de que Deus está no povo se harmoniza com a doutrina herética adotada pelos liturgistas modernistas de que a presença de Deus está no povo e não na hóstia consagrada, pela nova doutrina herética o eu coletivo seria Deus. Por isso eles dizem ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.. mas no meio de que forma? Como uma centelha de divindade? Seria em todos ou somente nos batizados na fé católica??

    Que perlenga não é?

  30. Dias atrás comentei este caso. Então, disse que compreendia perfeitamente o Padre Leonardo por toda a sequência do seu caso dentro da Arquidiocese, mas lamentava seriamente que ele tivesse abandonado o seu “barco” quando viu que as promessas feitas eram vãs.
    Ele não podia abandonar as suas sagradas obrigações apenas porque julgava estar dentro de um processo de traiçãoes em que as solenes promessas não se cumpriam.
    Agora, a situação ficou esclarecida. Ele não abandonou; comunicou ao seu Bispo que, como a conversa havida, não se realizava, estava em pleno a sua posição anterior e, portanto, ir sair da diocese.
    E aplaudo-o. Com o coração dorido, com a mente cheia de apreensões, muito triste pelo que se tem passado na diocese; mas não posso deixar de aplaudir, porque o Padre Leonardo acabou por compreender que a salvação de sua alma está antes de todas as obediências que foi tomando ao longo da vida. Se se nota que essas obediências que nos devia ajudar a “subir” nos puxam para o térreo, há que por termo às obediências.
    Eu só teria dito a todos os Padres da diocese, porque ia embora.

  31. Entendi! Pensei que fosse uma terrível conspiração do Fratres contra a Montfort! :-)

  32. Deixemos a Montfort de lado. É apenas uma associação civil, composta de católicos, mas leigos. E só. Ela tem todo o direito de não possuir um diretor espiritual, mas, dirigir sacerdotes, dar conselhos?! Loucura!

    De longe, posso avaliar a angústia do padre nestes anos. Primeiramente, atendendo à Vocação de Nosso Senhor indo para o seminário da sua Diocese. Mais tarde, tendo acesso aos livros tradicionais, mas não à formação tradicional. Formou-se, digamos, do seu jeito. Sabendo da fundação de um instituto tradicional “oficial” vai até ele, mas lá encontra o tal instituto “dirigido” (ou influenciado) por leigos (sic!). – Depois, o prórpio instituto vai embora do país -. Retorna, e supõe que, com o Motu SP, pode incluir um horário para a Missa tradicional na sua Paróquia. Em pouco tempo, é “motivado” pelo bispo a não faze-los mais. Quando se decide unica e exclusivamente para a Missa tradicional o bispo lhe acena para uma solução que, num primeiro momento, é a ideal. Mas, aíe le já conhece o Mosteiro da Santa Cruz, Dom Lourenço, P. Rodolfo, Arraial Novo, P. Murucci.
    Em seguida, vê que o que lhe oferecem é apenas ser o “diarista” de uma igreja de aluguel no centro do Rio de Janeiro.

    É muito. Espero que o P. Leonardo tenha a serenidade necessária para esta nova fase de estudos e, posteriormente, de apostolado sacerdotal.

  33. Prezados amigos e irmãos na fé, sinceramente o fedor do ranço que existe entre os grupos tradicionais fica insuportável quando deixamos o foco da questão e passamos para os ataques. Se posso me dizer esclarecido nos assuntos da fé, isso se deve ao trabalho do professor Orlando que me colocou em contato com todos os documentos tradicionais da Igreja, e que em muitos momentos me recebeu de braços abertos em sua casa, contudo, saliento que isso de modo algum justifica certos excessos ou descuidos cometidos sobre o caso do padre Leonardo.

    Também fica latente o ranço de alguns contra a FSSPX e sua situação “cismática”. Será!?.

    Que haja na FSSPX sacerdotes que se lambuzam na teoria sedevacantista, ou mesmo na gnose, ou etc, etc, e etc, isso não desmerece em nada o trabalho da FSSPX e nem sua catolicidade, pois sua finalidade é preservar aquilo que sempre foi ensinado. Além do mais, se assim fossemos julgar as coisas, a partir apenas de um membro, o que diríamos de nossos bispos e do atual estado da Igreja?

    Todos falhamos, e todos prestaremos contas a Deus por nossas falhas, principalmente quando elas são propositais. Não podemos afirmar que o caso em questão seja proposital.

    Mas o centro da questão não é esse, e sim a corajosa posição desse padre que agora fará parte dos quadros da FSSPX, mas mais do que isso, será um sacerdote da Mãe Igreja, Imaculada, Santa e Santificadora.

    Por isso, parabéns ao padre Leonardo, que Deus lhe abençoe e lhe dê o dom da perseverança, e parabéns à aqueles que não se levam pelas fofoquinhas e futricas da Internet, que ao invés de unirem, só dividem.

    Que Deus tenha piedade de nós.

  34. Prezado Padre Leonardo:

    A sua bênção!

    Quando o senhor virá a Campo Grande? Quanto tempo ficará? Onde celebrará missa? Em que horário?

    Desde já, agradeço as informações. Precisamos de padres para salvarem as nossas almas.

    Marcelo

  35. Nada justifica o cisma…
    (vamos ver se esse comentário, ao menos, postam..)

  36. “Nada justifica o cisma…”

    Concordo inteiramente Thiago!

    Veja como muitos se tornam cismáticos somente para ter um carimbo de “Plena Comunhão”!

    De fato, nada justifica o cisma.

  37. Aonde está o cisma?

  38. Padre, parabéns pela sua coragem de mudar de rumo e tomar a leme da barca!
    No próximo final de semana teremos Sta. Missa com o Revmo. Padre Fabio Calixto, seu amigo aqui em Florianópolis.
    Grande abraço, boa sorte no novo caminho e conte sempre com nossas orações.

  39. Aos que tiveram seus comentários barrados: quem quiser comentar, divergir, lamentar, etc, fique à vontade.

    Agora, os que pretendem espezinhar, ironizar, humilhar, lançar sentenças que a Igreja ainda não lançou, fiquem à vontade para fazê-lo… no boteco de sua preferência. AQUI NÃO!

  40. Parabéns ao Pe. Leonardo!
    Que Nossa Senhora esteja sempre contigo!

  41. Salve Maria!

    Talvez tenha sido impressão minha, mas ontem à noite ao tentar ver a nota de esclarecimento do Pe. Leonardo Holtz, havia uma mensagem dizendo que o conteúdo tinha sido removido a pedido dele. Hoje vejo que a página continua do jeito que está, o que é bom para que não se ponha em dúvida o caráter do padre.

    Quanto à Montfort, peço aos que não gostam dela que rezem pelos seus membros. Avisarei a eles a respeito da quebra do link.

    Leonardo Brum

    • Prezado sr. Leonardo Brum,

      Recebemos ontem o pedido do Pe. Leonardo Holtz de que retirássemos o artigo do ar, principalmente porque o pedido de doações poderia comprometer o novo pároco e levar a um mal entendido.

      Em um primeiro momento, concordamos em fazê-lo, considerando como ultrapassadas as circunstâncias que o motivaram. Por algumas poucas horas o artigo foi excluído, com a seguinte mensagem: “Conteúdo excluído a pedido do Pe. Leonardo Holtz”.

      No entanto, ao vê-lo citado por outro site (Montfort) por um motivo totalmente diverso, ficamos numa situação incômoda e impossibilitados de simplesmente sumir com um artigo que desde sua publicação permaneceu visível a quem quisesse fazer uma simples pesquisa em nosso blog.

      Isso nos faria perder a credibilidade e a imparcialidade que procuramos manter em nossos trabalhos, respeitando ao máximo os nossos leitores.

  42. Caro Pe. Holtz e demais simpatizantes do pensamento do mesmo, pediria com todo respeito, que acessassem também o artigo do Sr. Nilton Fortes a respeito desse assunto tão polemizante…http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/10207/Resposta-do-amigo-Nilton-Fontes-sobre-a-carta-desabafo-do-Padre-Leonardo-Holtz
    Já me manifestei apoiando Pe. Holtz, embora com algumas ressalvas, mas sem sombra de dúvidas esse link acima complementa e muito meu pensamento e creio de muitos também…

  43. Eu penso que o Fratres não deve se deixar moldar pelo que diz a Montfort. Como bem foi dito, são circunstâncias já ultrapassadas. Mas isso a Montfort não levou em conta, bem como os motivos internos que motivaram todo o ocorrido. A única preocupação é deixar o outro mal, maniuplando todo o ocorrido com a visão própria daquele grupo. São verdadeiros caçadores de contradições.

  44. Não considero que seria uma perda de credibilidade retirar o artigo do ar. Eles que pensem o que quiserem.

  45. Vladimir Sesar,
    Se foi só isso o que o Padre quis dizer, está muito bem.
    Mas a comparação que eu fiz tem sentido porque ninguém desconhece que a FSSPX abriga muitos sedevacantistas.
    E dizer que quem não pertence à FSSPX não tem Fé nem Doutrina verdadeira revela o ranço cismático e/ou sedevacantista.

  46. Pessoal,

    A declaração do pe. Holtz é de estarrecer, apesar de ser um assunto menor na carta é de capital importância para compreendermos de fato o que ocorreu no IBP no Brasil:

    “Quanto à minha saída dita “repentina” de São Paulo, para regressar ao Rio, isso também é, não só uma inverdade como uma injustiça, visto que eu conversei sobre esse assunto com o Prof. Orlando Fedeli”

    Ora, para todos que frequentavam o IBP foi dito mais de uma vez que o pe. Holtz era louco e tomou uma atitude destrabelhada e sem consultar ningúem. Vale lembrar que o mesmo foi dito do pe. Navas. O Fedeli dizia que ele tinha um diagnóstico errado de parkinson e com isso tomava remédios que afetavam o juízo dele, taxando-o também de louco. Do pe. Renato diziam que era um traidor e outras coisitas poucos pias a respeito de um padre.

    Com o ataque do atual presidente contra o pe. Holtz eles queriam ratificar a mentira feita no passado. No mesmo sentido atuaram os membros da dita associação ao dizer que a FSSPX “aliciou” o padre Holtz e com o auxílio do Sidney Silveira (o que também se mostrou uma grande mentira, ver em http://contraimpugnantes.blogspot.com/2011/03/culpa-e-do-caluniado-i.html).

    Agora a verdade foi revelada e sabemos qual é o verdadeiro legado da dita associação. Vade retro!!!!!

    Thiago

  47. Caro Carlos,

    Talvez Deus tenha “esquecido” de dar suas graças para além do âmbito tradicional da FSSPX.

    E isso, comparado ao dizer tradicional de Dom Tissier (Só na FSSPX existe a fé pura e os sacramentos não bastardos), equivale a dizer: “Fora da FSSPX não há salvação”.

    Para bons entendedores, poucas palavras bastam.

    Robsosn

  48. sinceramente o fedor do ranço que existe entre os grupos tradicionais fica insuportável quando deixamos o foco da questão e passamos para os ataques.

    Isso tem sido pedra de tropeço e de queda para muitos. Eu entendo os motivos de querer achar em contradição em tudo: soberba.

    Lição de moral? Sim, é!

    Grupos tradicionais servem como verdadeiros policiais de internet. Aí daquele que escrever “algozinho”, uma virgulazinha que seja colocada no lugar errado (na cabeça deles, policiais doutrinários), será atacado abertamente. Se vigia tudo e todos. Isso também há entre modernistas, que vigiam, vigiam e vigiam os tradicionalistas. Essa Babel, esse escândalo.

    Se entra na consciência das pessoas com tamanha facilidade, como se estivessem entrando numa sala qualquer de suas casas. Puxe a maçanete e… todo íntimo da pessoa está ali para ser exposto na internet, sem piedade. Traficantes da intimidade, mercadores do direito ao sagrado foro íntimo.

    Francamente, há grupos “tradicionalistas” que não sobrevivem sem uma polêmica. Há grupos de católicos “não tradicionais” que precisam de uma “guerrazinha” para ter seu IBOPE, para serem lidos, para chamar a atenção. Demonizam tudo e todos e dizem com a cara mais falsa: “amo a Igreja”. Amam a si mesmos, amam o som de suas vozes, amam seus sites e blogs, amam suas ideias. Amam o que fazem e não as almas: “quem não é meu amigo, não concorda com tudo que digo e escrevo, esse é meu inimigo”.

    Fique em paz Pe. Leonardo, só Deus é juiz, aqui em baixo somos apenas metidos à bestas. Sua coragem de assumir posição é um exemplo.

  49. Cara Lilian,

    Li a carta. Veja se as considerações que eu faço se aproveitam de alguma forma:

    (O que o Nilton Fontes diz estará entre <>)

    >>Parece que o desejo do Pe. Holtz é que o Papa excomungue todo mundo<<
    É muito estranho dizer qual é o desejo de uma pessoa. E este desejo em especifico, o da excomunhão de todos, é uma extensão de interpretação absurda.

    >>Ele chega a criticar a atuação do Papa Bento XVI…. e isto é inaceitável para um cristão. <<
    Com isso eu espero que o senhor Nilton Fontes então concorde que nenhuma outra Igreja é cristã, nem os ortodoxos nem ninguém. Aliás, nem meu bispo aqui da diocese de Santo André é, DOm Nelson Westrupp, pois este criticou a atuação do Papa. Aliás, parece que vários bispos pelo mundo criticam a atuação do Papa. Alias(3), parece que até cardeais “cornetam” a atuação do Papa. Parece-me que a questão então é pelo que se critica, e não a quem.

    >>Quanto à sua opção por abandonar a Igreja e seguir um grupo que apostatou da Igreja, não podemos aprovar.<<
    Vou ser bem palpiteiro: Não sei se alguem pode apostatar da Igreja, creio que somente possa se apostatar da Fé. De qualquer forma, a Fé e Moral, a Doutrina, justamente são mantidas na Igreja, desde que Nosso Senhor tudo deixou para a Igreja. Compare-se o que sempre foi Fé, Doutrina e Moral. Se hoje é igual ao que sempre foi, ótimo, se não é, temos um problema. Seja corajosa Lilian, pense, e responda à pergunta: Quem apostatou? Quem continua seguindo a fé de sempre não pode ter apostatado, muito menos a Igreja, pois Esta é a que guarda a fé. Portanto, não o quê, mas sim, quem apostatou? Esta é a grande pergunta que incomoda os meios tradicionais de hoje…

    O senhor Niton Fontes diz ainda que tudo foi feito para que a FSSPX voltasse à comunhão. O Motu Proprio, o levantamento das excomunhões e muitas outros gestos, e mesmo assim a FSSPX continuaria em sua posição soberba. A vaidade falou mais alto. >>Até mesmo um espaço exclusivo para eles o Papa autorizou, a fim que não se sentissem constrangidos no meio dos \”impuros\”… veja o Instituto Bom Pastor, a Administração Apostólica Pessoal S. João Maria Vianney, etc … <<

    Não entendi que espaço exclusivo é este, mas se o sr Fontes quis dizer que o Papa criou grupos para que a FSSPX não se sentisse sozinha, nem preciso dizer que isso é um absurdo, é nítida a diferença de atuação entre estes grupos. Tudo enfim foi feito, mas o principal, que é a doutrina, está sendo discutido entre as comissões montadas especialmente para tal fim. Parece que as conversas não vão nada bem…

    >> Acho que é a soberba que fala mais alto aos membros da FSPX que rejeitam submeter-se à autoridade do sucessor de Pedro. <<
    A FSSPX é que rejeita? O Sucessor de Pedro guarda o tesouro doutrinal da Igreja e ele se submete a este tesouro, toda a Igreja se subemete a Cristo que é o cabeça da Igreja, toda a Igreja se submete ao depósito da Fé e Moral feito por Cristo através de Sua Igreja. O próprio Papa se submete a Cristo. Agora eu pergunto, cara Lilian, e seja sincera consigo mesma: A FSSPX que rejeita a autoridade papal, ou pessoas da Igreja, muito antes, rejeitaram submissão ao depósito da Fé e Moral de dois milênios, invertendo coisas essenciam que haviam sido ensinadas? Há uma clara inversão da realidade neste comentário do sr Nilton.

    >
    >
    O exagero campeão foi quando o sr Nilton diz que o padre Leonardo quis emitir juízo sobre os ensinamentos de Cristo, pois ele disse que Cristo estava “absolutamente certo quando disse…”,e para o senhor Nilton isso significa que padre disse que em outros momentos Cristo não estaria tão certo assim. É mais do que óbvio para qualquer pessoa que o que padre Leonardo quis era enaltecer, acima de todas as outras palavras de cristo igualmente verdadeiras, aquela que ele estava citando NO CONTEXTO ATUAL. Isto não só foi um erro de interpretação do contexto, como me pareceu malicioso. E que me perdoe o sr Nilton se eu estiver errado.

    Um abraço Lilian,

    Vladimir

  50. Caro thiago,
    Também ouvi muito isso aí.
    Uma saída honrosa para aquele pessoal seria um debandar geral, um encerramento ou a liquidação total da dita associação.
    Deveria haver um êxodo das boas almas que ainda lá existem para a FSSPX.
    Claro, teria que se jogar fora a raia miúda.
    Assim como a TFP morreu com Plínio, a Montfort morreu com o professor Fedeli, só ficaram os adoradores e os moneymakers.

  51. Caro Padre Leonardo.
    Meus parabéns pela sua entrevista. Gostei muito.
    Deus o ajude a adaptar-se bem ao seu novo ambiente, que é muito bom mas muito diferente. Que não haja choques! São duas realidades tão diferentes, para não dizer duas religiões diversas: arquidiocese do Rio de Janeiro e Fraternidade São Pio X.
    Nossa Senhora o conduza sempre como seu filho querido.
    Desejo-lhe toda a felicidade e santidade possíveis aqui na terra e no céu, depois!
    Luis

  52. José Wilson Malheiros, são ambiguidades com a sua afirmação de que “Nunca o sacerdote irá ficar “de costas” para Deus, já que o Pai Eterno está em todos os lugares ao mesmo tempo, é ubíquo, e logo, não pode ficar, antropomorfo,parado, atrás do sacerdote “moderno”, preso no altar.”, que faz com que os modernistas deturpem a doutrina católica.
    Você até pode tentar expressar a doutrina católica com essa afirmação, mas não pode negar que:
    1º Ao afirmar que Deus está em todo lugar, você pode cair na heresia panteísta expressa na resposta “Ele está no meio de nós” dada à imperativa “O senhor esteja convosco”, na Missa nova. Note que na Missa antiga a resposta é “E com o teu espírito também” (tradução correta de “et cum spiritu tuo”)
    2º A presença de Deus é física, material no Santíssimo Sacramento, que é Nosso Senhor Jesus Cristo, Príncipe da Paz, portanto, negar que ele esteja “preso antropomofo” está a um passo de negar a presença de Cristo na Santa Missa.
    E não adianta discordar, porque é fato, que essas afirmações ambíguas fez a Fé de milhões de fiéis naufragarem.

  53. Caro amigo Vladimir,

    Enviei uma resposta ao site Rainha Maria, sobre o artigo do sr. Nilton Fontes. Envio abaixo.

    Fique com Deus

    Abraço

    ______________________________

    Caro Dilson,
    Viva Cristo Rey! Salve Maria!

    A resposta do sr. Nilton Fontes, carece de fundamentação. O Padre Leonardo Holtz esta certíssimo, veja, por que:

    1- O Motu Proprio Summorum Pontificum apenas reconheceu que a Missa Tridentina nunca havia sido proibida. Óbviamente ao prestar este reconhecimento, nenhum Padre necessitaria de pedir autorização ao Bispo ou a quem quer que fosse, para celebrar uma Missa que nunca foi proibida (mesmo antes da promulgação do documento). Cito a declaração do Motu Proprio:

    “Por isso é licito celebrar o Sacrifício da Missa segundo a edição típica do Missal Romano promulgado pelo beato João XXIII em 1962, que não foi ab-rogado nunca, como forma extraordinária da Liturgia da Igreja”. Motu Proprio Summorum Pontificum

    2 – A informação do sr. Nilton Fontes, só pode se basear no “Motu Proprio Quattuor Ab hinc Annos”, que é um indulto do Papa João Paulo II, para a celebração da Missa Tridentina. Mas para haver um indulto, é necessário haver uma lei de proibição, como está não existia, fica a pergunta: como um Papa fornece um indulto, para uma Missa que nunca foi proibida (afirmação consta no Motu Proprio Summorum Pontificum) ? Cito observação de alguém próximo a Bento XVI, Dom Nicola Bux:

    “O Indulto Quattuor Abhinc Annos do Papa João Paulo II (1984)
    Em 3 de outubro de 1984, o Papa João Paulo II promulgou o Indulto Quattuor abhinc annos, no qual permitia aos bispos conceder a celebração da Missa antiga aos fiéis que a pedissem. Um indulto é uma medida que a autoridade da Igreja pode conceder a fim de favorecer a salvação das almas (que é o fim da lei canônica, diante da qual todas as normas devem revocar), uma exceção à lei (revogação); é semelhante à dispensa, mas com um fim mais amplo.
    Um indulto, portanto, pressupõe a existência de uma lei que necessita ser atenuada, no nosso caso uma lei que tinha proibido ou abolida a Missa antiga. Como vimos, tal lei não existia, e por isso, em tal caso, estreitamente falando, é uma denominação imprópria, já que o fiel ainda hoje tem direito à Missa antiga com base no uso imemorável jamais abolido”. Dossier: O Motu Proprio do Papa Bento XVI – Dom Nicola Bux

    3 – O levantamento das excomunhões, não foi nenhum ato de benevolência ou de boa vontade da Santa Sé, para com a FSSPX. Benevolência teria sido, o julgamento do estado de necessidade que levou Dom Lefebvre a sagrar os Bispos.

    Você e os leitores conhecem o filme, o “Conde de Montecristo”. Onde pode se ver a estória de Edmond Dante, que foi condenado sem julgamento a viver enjaulado em uma cela. No filme sabemos que ele fugiu. Mas imaginem o contrário: o juiz que o condenou morre, outro lhe sucede e vendo o que seu predecessor fez, resolve soltá-lo. Contudo não julga o seu caso e nem o declara inocente, liberta-o por um ato de “benevolência”. Isto, é justo? É benevolência?

    4 – Em situação análoga aos Bispos sagrados por Dom Lefebvre, estava o Cardeal Husar da Igreja Católica Greco Ucraniana. Vejam o que foi noticiado pelo Fratres in Unum:

    “O Santo Padre aceitou, hoje, a renúncia do arcebispo maior de Kyiv-Halyč (da Igreja Greco-Católica Ucraniana), o senhor Cardeal Lubomyr Husar, por motivos de saúde. O purpurado foi sagrado bispo em 1977, em Castel Gandolfo (!!), sem mandato apostólico e em explícita oposição à vontade de Paulo VI, pelo Cardeal Arcebispo Josyf Slipyj.

    Tempos de ecumenismo: Tal ato causou furor em Roma, mas, apesar do decreto do Santo Ofício, sob Pio XII, de 1951, excomungando ipso facto quem conferisse ou recebesse o episcopado sem mandato apostólico, e procurando promover o “ut unum sint” com as Igrejas orientais, não houve declaração de excomunhão. Em 1996, Husar foi reconhecido e posteriormente nomeado Arcebispo e Cardeal.

    Outro lado da moeda: Em 1988, um dia após a sagração episcopal conferida por Dom Marcel Lefebvre, acompanhado por Dom Antônio de Castro Mayer, a Congregação para os Bispos, na pessoa do Cardeal Bernardin Gantin, seu prefeito, procurando solucionar logo o problema dos “subversivos” que se entrincheiravam contra o ecumenismo, não perdeu tempo e declarou a excomunhão dos bispos envolvidos. A renúncia do Cardeal Husar

    Até bem pouco tempo, o episcopado chinês cismático (obediente ao governo chinês comunista), tinha situação totalmente regularizada na Igreja.

    5 – A FSSPX e o Padre Leonardo Holtz, nunca rejeitaram o Papa atual. Isto não quer dizer, por exemplo, que se deva concordar, com a proibição informal da Santa Missa Tridentina, que só veio a ser reconhecida livre, em 2007. Portanto, mais de 40 anos após o encerramento do Concílio Vaticano II. Ora, quem via a FSSPX celebrando a Missa Tridentina e não sabia de sua proibição informal, por ausência de um pronunciamento Papal, não poderia também pensar que, ela o rejeitava? A Fraternidade Sacerdotal São Pio X não é herética, nem sedevacantista e nem cismática!

    Por fim, peço que publique está resposta, como uma resposta a carta do Sr. Nilton Fontes.

    Fique com Deus.

    Abraço

    Gederson Falcometa Zagnoli Pinheiro de Faria

  54. Explicar como uma vírgula, vai parar no meio de um link vai para o Fratres, é coisa para o Mister M. Além de não conferir as informações antes da publicação, também não conferem os links!

  55. O Pe. Leonardo Holtz é um sacerdote extremamente piedoso. Seus sermões são maravilhosos e creio que ele fará muito bem aos fiéis da FSSPX. Contudo, é importante respeitarmos a opção de outros sacerdotes tradicionais que optaram pela vida diocesana ou até mesmo ingressaram em outro instituto tradicional. Ele agora terá desafios diferentes e, certamente, também encontrará dificuldades, mas ao menos terá um ambiente católico.

    Pessoalmente, penso que os padres diocesanos tradicionais (raríssimos, por sinal) são ainda mais dignos de nossa admiração, pois não têm a estrutura a seu favor. Estão sós dentre seus pares e hierarquia. Ainda que tenham que tolerar muita coisa anti-Tradição nas dioceses, são fermento na massa. Quem sabe um dia não tenhamos aqui no Brasil um sacerdote diocesano tradicional que chegue ao episcopado e possa efetivamente promover alguma mudança em prol da Tradição? Para isso o coitado terá que sofrer muito, até mesmo a incompreensão de padres e fiéis da Tradição, mas não podemos descartar esse sonho.

    A FSSPX é uma força motriz para toda a Tradição. Todos de alguma forma devemos ter gratidão e reconhecimento por ela, especialmente, por seu augusto fundador, Monsenhor Lefebvre, mas não podemos crer que é a única opção aceitável e válida, e que todos os demais padres e fiéis da Tradição estão no erro por não a frequentarem. A esse respeito até mesmo Dom Fellay disse recentemente em um encontro reservado com padres diocesanos que não esperava que eles deixassem suas dioceses e ingressassem na FSSPX.