A serviço da Igreja.

Os contactos entre a FSSPX e as dioceses estão se multiplicando.

Fonte: Le Salon Beige – 24/08/2011
Tradução: Pale Ideas (os links permanecem em francês).

O padre Daniel Couture, Superior do Distrito da Ásia da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, indica que, para além dos contatos formais entre as instâncias da FSSPX e Roma, existem contactos entre o seu distrito e a Igreja local:

“Há cada vez mais contatos com os sacerdotes. Dou um exemplo: em um país, o bispo enviou dois de seus sacerdotes para uma semana Una Voce, para aprender a Missa Tradicional. Foi na Inglaterra. Mas eu não sei por que, provavelmente, eu acho que havia muitos sacerdotes e eles não tiveram a atenção pessoal que esperavam. Depois de passar esta semana na Inglaterra para aprender a Missa tradicional, eles vieram até nós para começar do zero: “Ensinem-nos a Missa. Podem fazer uma sessão só para ler o latim do missal?”. Portanto, houve isso, há também bispos em alguns países… especialmente nas Filipinas. Não é absolutamente efeito do Motu Proprio, mas certamente está relacionado. Nas Filipinas, onde estamos fazendo uma luta pró-vida com o Padre Onoda que está liderando o combate. Ele lançou uma Cruzada do Rosário e os bispos ficaram impressionados. Alguns bispos vieram almoçar no Priorado e aceitaram mesmo fazer cartas para nós para obter vistos para os nossos filipinos que vão para os conventos, os seminários. Portanto, é muito positivo.

Em outra diocese — foi no ano passado, durante o ano sacerdotal que o Papa dedicou ao sacerdócio – então, foi no final de 2010, um bispo aceitou que um dos nossos sacerdotes fizesse uma conferência para 45 sacerdotes diocesanos sobre o sacerdócio. Haverá certamente resultados dessa conferência, pois foi muito apreciada… Esse arcebispo disse-me recentemente: “Fale a meus sacerdotes sobre o breviário, fale com eles sobre a importância do breviário, a importância da hora santa”. Há uma terrível falta de oração… E, então, o que foi interessante é que esse arcebispo vira-se para nós: “Ensine meus padres a dizer o breviário!” ou “Fale com eles sobre a importância do breviário!” Nós estamos a serviço da Igreja e, portanto, a serviço, aqui e ali – que começa agora e certamente vai crescer -, dos bispos que não sabem onde ir para ajudar os seus sacerdotes… Nós até estamos ensinando os padres a rezar a missa tradicional em chinês”.

Também em França, vemos alguns contato (aqui, aqui e aqui).

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33 Comentários para “A serviço da Igreja.”

  1. Belas notícias!
    Espero (e acredito) que, em comunhão visível, sob o Papa, os frutos sejam ainda maiores!

    Ad majorem gloriam Dei!

  2. “Plena Comunhão” e agora “Comunhão Visível”. Sempre inventam termos para a Fraternidade. Agora ela dá bons frutos e os bons católicos de hoje que dizem palavras doces para a FSSPX, eram, até ontem aqueles que lhe davam pauladas na cabeça.

    Lutar a luta dela durante 50 anos ninguém quis, agora que enxergam os frutos da mesma, todos são afáveis e querem abraçá-la. Esse tipo de atitude tem nome e está dicionarizado nos verbetes com a letra “h”!

    Agora é fácil senhores!

  3. E pensar que ditas associações de católicos leigos, desejosos de se tornarem referência na internet do catolicismo tradicional com a construção do maior site de apologética do mundo, fica a toda hora lançando ataques contra a Fraternidade. A Fraternidade que é a maior barreira contra o rpogressismo e o modernismo na Igreja. Fico imaginando se Monsenhor Marcel Lefebvre não tivesse se levantado contra essa onda progressista que se instalou na Igreja.

    Tenho para mim que ainda receberei em minha residência algum tipo de correspondência solicitando doações para essa associação de leigos, visto que eles iniciaram o tradicionalismo neo-pentecostal, tamanha a insistência em pedir dinheiro aos outros e pelas altas somas requeridas.

  4. Os frutos serão maiores com a verdadeira plena comunhão.

  5. Como dizemos, ” ensinando Padre Nosso a vigário…”
    Muito boas notícias, sem dúvida.
    Glória a Deus !

  6. Nisso eu creio, e confio nos padres desta fraternidade. Isso é ser “sal da terra e luz do mundo” É por caminhos assim que tudo muda. LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!

  7. Deus abençoe a Fraternidade, única esperança dos desvalidos pós CVII.

  8. Caro Eduardo Gregoriano,

    e a aceitação da FSSPX por aqueles que antes lhe davam “pauladas na cabeça” não deveria ser celebrada? Não é motivo de júbilo, sendo ela tão positiva?

  9. Rezemos para que esse contato com as dioceses se torne algo comum a todos os sacerdotes da FSSPX. Atualmente, essas são raras exceções. Infelizmente.

    Robson

  10. Os cães ladram e a caravana passa.

    O melhor de tudo isso é que, sempre que distribuem alfinetadas na direção da FSSPX, são desmentidos pelos fatos.

    Não faz muito tempo, patrocinaram um ataque que, dentre outros arroubos, chamava de cismáticos os padres que deixavam o meio modernista para solicitar ingresso na FSSPX.
    Lembram disso?
    Pois o que houve na semana passada? Uma irmã dominicana solicitou à Santa Sé entrar num convento “cismático” das Dominicanas de Wanganui. A Santa Sé PERMITIU.
    kkk, Como se pode defender o cisma de quem deixa as paróquias e se filia à FSSPX, quando Roma autoriza freiras migrarem para o mesmo ambiente?
    Sobre a notícia acima, o que fica patente é exatamente isso: em todos os casos, há uma iniciativa dos padres e bispos modernizados em bater às portas da FSSPX, pedindo auxílio. E vejam que interessante: no primeiro caso, dois padres foram lá aprender a rezar a Missa de Sempre (aliás, a própria FSSPX há poucos anos atrás, antes do Motu Proprio, produziu e distribuiu milhares de CDs ensinando a rezar segundo o rito tridentino). Por causa disso, a FSSPX deve sentir-se coagida a indicá-los como referência?
    Não pode. É um bom indício de boa vontade, mas quem põe a mão no fogo por esses padres? É como diz o ditado, “gato escaldado tem medo de água fria”. Se os padres que nasceram sob o regime tradicional, se formaram nos seminários nos áureos tempos antes do Concílio e rezavam a Santa Missa todos os dias foram exatamente os que mais apunhalaram a Igreja, quem seria insano o suficiente para pregar que todos recorram aos padres modernos, somente porque manifestaram o desejo de aprender a Missa?
    Enfim, é muito bom que as dioceses convidem padres da FSSPX para assim redescobrirem o que é a Missa, o que é um breviário, o que é uma palestra católica, como um padre católico se porte… Agora resta esperar que esses ambientes se recristianizem novamente, até o dia em que não faça mais diferença estar ou não na FSSPX. É a melhor coisa que poderá acontecer.

  11. Caro Eduardo Gregoriano,

    “e a aceitação da FSSPX por aqueles que antes lhe davam “pauladas na cabeça” não deveria ser celebrada?”

    Claro que sim! Mas celebrar a FSSPX e não aqueles que lhe davam na cabeça. Considero muito oportunismo de agora em diante dizer: “Viva a Fraternidade pelos seus bons frutos!”. Comunhão visível, é o que querem? O que é comunhão visível para vocês? Respondo eu mesmo: assinar um papel onde se diz “eu obedeço o Papa” como assinaram tipos que presidem a CNBB, só pra dizer: olhem, eu estou em comunhão visível com o Papa, mas no frigir dos ovos, destroem a Igreja “mesmo que no papel assinado, esteja escrito, a cláusula de “obediência”.

    Um mero papelete assinado, é o que querem.

    É incrível como um pedaço de qualquer coisa faz mágica: – Fellay, ponha sua assinatura aqui neste papel e você e todos estarão em comunhão visível. Daí meu caro Fellay, todos os escrúpulos de consciência contra a Fraternidade cairão!

  12. Caro Machado,

    Imagine! Por que tanto alarde por uma simples, insignificante, secundária e desprezível “plena comunhão com Roma”. Embora Dom Galarreta tenha dito que “somos romanos”, em oposição ao Ex-anglicano Dom Williamson, embora ele tenha proclamado que a solução virá de Roma, que temos que ir a Roma, essa coisa de comunhão visível com Pedro não tem tanto valor assim. Talvez seja facultativo. Quem quiser ter comunhão que tenha, quem não quiser… Ou seja, cada um siga seu gostinho provado.

    Roma? Pedro? Comunhão?

    O que importa é a FSSPX.

    Fiquemos com Dom Fellay, e desprezemos os leigos ousados que pretendem dirigir a FSSPX para rumos autocéfalo.

    Viva Dom Fellay! Viva o Papa!

    Robson

  13. Vou escandalizar muitos, mas se por acaso não ficou claro em meus comentários anteriores, clarificá-los-ei: Não é um pedaço de papel que trará a FSSPX para a “plena comunhão visível”. Ela é, como sempre foi, amiga da Igreja. Essa papeleta com a claúsula de obediência também foi assinada por tipos como Dom Odilo, Dom Vitti, Cardeal Patriarca Policarpo, Dom Raimundo Damasceno, Dom Walmor etc. E a moral da história é: eles em plena comunhão visível em suas Sés e destruindo a Igreja; e a fora da plena comunhão visível, a FSSPX, espalhada pelo mundo e edificando a Igreja.

    Quem são os inimigos? Ah sim, e a diferença é que os lobos destroem a Igreja estando em plena comunhão visível com o Papa.

  14. É claro, o que vale uma certidão de nascimento? Não é o papel que faz do filho a prole legítima do pai. Mas, o ato oficial de reconhecimento não é desprezível, e, a autoridade constituída reconhece oficialmente – conforme a lei – e publicamente, um direito que é natural e legítimo. O “papel” (digo o que nele consta por escrito) trás benefícios. Assim como a certidão também trás. O Acordo é o reconhecimento oficial e público de que o Vaticano II tem erros e que pode ser criticado. E além do mais, retirará o respaldo dos modernistas, que continuam prejudicar a FSSPX por causa da ausência da “comunhão plena”. Portanto, um texto em um papel é sim importantíssimo! Atos oficiais devem ser registrados!

    E como a FSSPX é fiel a Verdade e a Tradição, não vai se deixar corromper por causa de um papel. Afinal, se é insignificante, porque temer?

    A lógica as vezes se perde pelo desespero…

    Robson

  15. Clarifiquei e não ficou claro. Vou desenhar então: Não critico o pedaço de papel, mas a necessidade quase que fisiológica do pedaço de papel. Que venha o acordo ou que não venha, ele vindo muito ou não, a história irá se consumar.

    A lógica as vezes se perde pelo “ler o que não está escrito”.

  16. O que mais me incomoda em debates como esse é que sempre aparece um pai da lógica que, ao ler o argumento contrário, redige a sábia sentença: “ele é um leigo que quer dirigir a Fraternidade para rumos autocéfalos”.

    Ainda estou procurando nos meus comentários as minhas afirmações de que o acordo (que nem se sabe nada sobre) é desprezível ou que desejo ao autocefalia da Fraternidade. Miopia?

    Cuidadp Fellay, se tu assinar a papeleta o Eduardo Gregoriano assume o poder na FSSPX. Afinal, o que seria de mim sem a lógica velasquiana que desmascarou meu plano desesperado de assumir o poder.

  17. Prezado Eduardo, não sei se o “velasquiana” foi uma referência ao leitor Robson Velasco, mas, caso tenha sido, informo que não são os mesmos Robsons (ao menos os e-mails informados nos comentários não são os mesmos).

  18. Pax et Bonum.

    Caros irmãos, tenho caminhado pelos caminhos da Tradição a tão somente 3 anos, e lógico, que tenho me apaixonado pela santa Tradição a cada dia mais. Tenho acompanhado principalmente a FSSPX e suas conversas com Roma, mas os discursos tem me parecidos que estão na contra-mão. Existe uma tao de “fidelidade” a FSSPX como caso da religiosa que conseguiu de Roma a transferencia para um instituto amigo da FSSPX onde as religosas se alegraram mais deixaram bem claro que permanecem fieis a Fraternidade – http://fratresinunum.com/2011/08/23/religiosa-ingressa-em-uma-comunidade-amiga-da-fsspx-com-o-aval-de-roma/ . Pois bem bem reconheço o benificio que a Fraternidade tem feito para a Igreja, mas não podemos esquecer que Nosso Senhor fundou a Igreja sobre Pedro e não sobre Dom Lefebvre (com todo respeito). Sem falar que antes o problema era o Novo Ordo agora a Missa Tradicional só pode se for com os padres da FSSPX – http://www.montfort.org.br/index.php/category/blog/ – Acho que Nosso Senhor revelou mais alguma coisa que nos não sabemos.

    Ave Maria Immaculata

  19. Ferreti,

    Então minhas desculpas ao Velasco e desculpas pelos erros de digitação, porque acesso o Fratres via celular e o teclado virtual às vezes me pega de surpresa.

  20. Como seminarista ouço sempre as conversas dos “PLENA COMUNHÃO” e sempre são coisas do tipo: Dom Fulano de Tal está arrancando os cabelos com o clero dele, vários padres estão de mal de Dom Beltrano e não querem obedecê-lo. Por bem ou por mal os modernistas haverão de reconhecer que nestes tempos funestos Deus Nosso Senhor está usando a FSSPX como arrimo das pobres almas sem alento e já o estão fazendo se vendo “obrigados” a recorrer a ela.

  21. Quanto falatório negativo quando a notícia é ótima, mesmo que as circunstâncias em que ela se deu sejam ruins.

    Seja com a Fraternidade em “Plena Comunhão” (venhamos e convenhamos, a FSSPX está unida à Santa Igreja, só não se faz ver àqueles que não conhecem todo o decorrer de sua luta ou àqueles – geralmente o clero e as gerentes de sacristia “mais” informadas) ou não, a Igreja com Sua Santidade está, meio cambaleante, a “voltar aos trilhos”. E, obviamente, Sua Santidade tem um fortíssimo aliado (diria até um braço direito, por assim dizer) nessa batalha: a Fraternidade.
    Concordo com o Gregoriano, não é o “papel”, nem o que ele quer dizer, dá-se mais importância à letra que ao espírito, ou mesmo à própria essência do que a letra diz.

    Todavia, é uma maravilha ver que em meio a tantos desesperos a Fraternidade, ad Majorem Dei Gloriam, ajuda aos que necessitam.
    Um pena somente sejam alguns contratempos que vemos aqui e acolá dentro e fora da FSSPX.

    São Pio X, ora pro nobis.
    Pio XII, ora pro nobis.

    A.M.D.G.,
    Higor R. da Costa, P.

    P.S.: Minha opinião, a “papelada” só é necessária para “passar em rosto” nesse ‘neo-clero’ que a FSSPX sempre esteve dentro da Igreja, e que são eles que precisam de conversão, já que são cismáticos, ó não pelo papel… E para dar uma maior autonomia, obviamente.

  22. Caros debatedores,

    Não percam tempo com “Robson”. Ele é membro de um grupo da Montfort em Campo Grande – MS e seu nome verdadeiro é outro. Por isso, essas posições sobre a FSSPX. Não existe nenhuma divisão real no clero da FSSPX para que se possa encontrar alas de um lado ou outro. Isso é intriga insuflada pela Montfort. O que há é diferença de linguagem entre os Bispos. Um mais assertivos outros mais diplomáticos. Na mesma entrevista em que Dom Tissier diz que Bento XVI é pior do que Lutero, ele responde que não é sedevacantista. Dom Williamsom também o fez em recente comentários Eleison. Todo padre quando ordenado na FSSPX assina um compromisso de reconhecer Bento XVI como Papa da Igreja Católica e de nunca celebrar a missa nova.

    E mais, se esses “Robson” se escandalizam com a linguagem de D. Williamsom deveriam se escandalizar também com a Carta Magna da FSSPX que é a Declaração de 1974, na qual Dom Lefebvre chama a Roma atual ocupada, de “Roma Neomodernista”. Deveria se escandalizar também com as Sagrações de 1988, em cujo sermão Dom Lefebvre diz que a Sé Romana está ocupada por anticristos.

    O que é pior: chamar de “romanos” ou de anticristos ?

    E, por fim, deveria se escandalizar e acusar de suspeita de cisma Nossa Senhora de La Salette que falou o seguinte em 1800 e poucos: “Roma perderá a fé” ( o que pode ser interpretado como o que a hierarquia age hoje em Roma, salvo engano). Deveria se escandalizar com o pequeno exorcismo de Leão XIII quando fala que botaram a abominação na Cátedra de Pedro ou algo parecido.

    A FSSPX está em plena comunhão com a Igreja Católica, senão ela não teria nenhum tipo de jurisdição, que emana de Cristo, através do Direito da Igreja, que é aceito pelo Papa. O que os modernistas não aceitam é que incida o princípio que dê a jurisdição de suplência para os sacramentos e as sagrações ( questão de fato), não a questão de existir essa jurisdição em tese no direito da Igreja.

    Agora me diga: Como alguém pode condenar a FSSPX de hoje como não plenamente em comunhão e ao mesmo tempo defender a validade das confissões e matrimônios lá celebrados E MUITO PIOR, defender a LICITUDE das Sagrações Episcopais ? Reflitam: Será que há má-fé ou somente inteligência curta nessa posição ? Essa é em linhas gerais a posição da Montfort e de seus defensores aqui no blog de Comentários.

  23. Após ter publicado o artigo em meu blog, recebi três comentários de uma mesma pessoa que ainda estou analisando, mas publicarei em breve, sobretudo porque ele cumpriu com uma de minhas exigências, que é sobre o anonimado. Post anônimo eu não publico, de cara, porque não sabendo quem é não sei averiguar a veracidade do que diz.

    Bom, voltando ao assunto, o que este leitor diz me chamou a atenção e me fez refletir: sim, estão procurando mais a FSSPX para “aprender” a rezar a Missa em latim, mas a Missa dos modernistas, mesmo aqueles que celebram em latim é, segundo o “meu” leitor, doutrinariamente vazia. Pois não celebravam Missa em latim antes do CVII os mesmos modernistas que acabaram com a Missa em latim? Celebravam, sim. E segundo o leitor, eram Missas doutrinariamente vazias.

    Espero ter tempo hoje para ler com mais cuidado os comentários dele, para poder publicá-los e compartilhar esta reflexão.

    De fato, essa súbita paixão por certos modernistas pela Missa em latim pode ser apenas para não perder o bonde da história!!! Mas o coração humano é um território que somente Deus conhece!

  24. “Guardai-vos dos falsos profetas…”

    Não arrisco definir a verdadeira identidade do Sr. Manoel. Tampouco pretendo vaticinar sua localização geográfica. Deixo essas proezas “sobrenaturais” para os pretensos profetas virtuais.

    Seria apenas chute ou convicção inexpugnável de um preclaro profeta?

    A absoluta certeza na sentença ilude o profeta virtual.

    Quem sou eu, ilustre Manoel? E quem seria você?

    Pouco importa!

    Existe um princípio medieval que declara: “Atente ao que diz, e se diz com razão, e não a quem diz”.

    Isso não é profecia. É ensino medieval.

    Mas, quem eu sou afinal? Importa? Claro que não.

    O senhor erra duas vezes.

    Erra chutando a suposta falsidade do meu nome e definindo a minha real localização. E faz muito mal fazendo isso sem apresentar os fundamentos de sua convicta afirmação.

    Vou lhe dar uma chance.

    Chute de novo.

    Prometo-lhe um bombom, caso venha a acertar meus dados pessoais.

    Mas não se empolgue. E seja menos categórico, pois o chute é produto da ausência de conhecimento, e por isso jamais deve ser proferido como se fosse uma irrefutável proposição.

    Sobre a divisão, sua negação é fruto das rédeas que a cavalaria tradicional lhe impôs, impedindo seus olhos e sua inteligência de constatar o evidente. Em outras palavras, basta ser da “Tradição” que toda reflexão é dispensada. É a “Tradição” quem diz, portanto, ponto final! E nesse atrofiamento intelectual o cristalino se torna obscuro.

    Não adianta tapar o sol com a peneira, Sr. Manoel. E nem adianta profetizar em favor da “Tradição”! Deixemos os chutes proféticos para as pitonisas.

    Então, com intrépida confiança, você me garante que não existe divisão real entre os clérigos da FSSPX. Caro Manoel, qualquer pessoa com mínimo de lucidez, mandaria o senhor plantar batata.

    Diferenças de linguagem? Ora, ora, não seja tão ignorante! Afinal, não fique bem para um profeta cometer erro tão grosseiro.

    Saiba que toda linguagem revela um pensamento. E não se trata apenas de “assertivos ou diplomacias”. Trata-se de posições claramente opostas em relação ao acordo com Roma. E isso se percebe nos clérigos e nos fiéis da “Tradição”. Dom Williamson se manifesta com linguagem explicitamente anti-acordo. Segundo ele, “não podemos cair na rede desses romanos”. Afinal, como ressaltou Padre Mérel, os romanos são traidores. E não se pode ter comunhão plena com traidores, tampouco com um Papa traidor.

    Mas, mas… Dom Fellay despreza o pessimismo e os alertas insistentes e imprudentes do ex-bispo anglicano. E saiba que Dom Williamson também quis posar de profeta. E se deu mal! Em seu presságio, dizia que a resposta da FSSPX a Carta do Cardeal Hoyos seria negativa. E eis que o profeta errou…! A resposta foi positiva! Recorda-se disso, pretenso profeta Manoel?

    Haveria outros muitos fatos para destruir sua cega convicção. Mas esse pequeno dado é bem revelador. E como diz o ditado: “para bom entendedor, uma evidencia basta”.

    E você me diz que Dom Tissier afirma não ser sedevacantista. E quem disse, pretenso profeta, que o sedevacantismo começa negando que o Papa é Papa? Pobrezinho do profeta Manoel, tão ingênuo quanto imprudente.

    O sedevacantismo começa negando certos direitos do Papa, como por exemplo, negar que apenas ele pode declarar em ultima instância, que um matrimônio foi nulo. É um direito exclusivo do papa, quando negado, leva para o sedevacantismo, como demonstraram alguns estudiosos, inclusive padres de grande competência.

    Mas, mas… como é a “Tradição” quem diz, ponto final! Não é preciso pensar. Não é preciso refletir. A “Tradição” garante! Temos o tribunal! É lícito! É suplência! Temos o volante! É preciso! Temos a super suplência! E nessa suplência descontrolada, fala-se até em paróquias analógicas…

    E assim nasce o sedevacantismo, sem precisar confessá-lo.

    Esta entendendo, profeta Manoel?

    E lá vem o profeta com paralelismo para salvar a unidade na FSSPX.

    Conheço as declarações de Dom Lefebvre. Conheço as tenebrosas palavras de Nossa Senhora de La Salette.

    Ora, que os modernistas infiltrados em Roma agem contra Cristo, perpetrando uma destruição de tudo o que é Sagrado, afirmamos sem hesitar. Do mesmo modo, o Papa vacilante, vez ou outra, procura conciliar o inconciliável. Faz atos e profere discursos deploráveis. Mas, são romanos. É o Papa. É o vigário de Nosso Senhor. E é Cristo que sustenta sua Jurisdição universal. Ainda que Roma seja ocupada por modernistas, por anti-Cristos, somos e sempre seremos romanos. O que nos estranha é o modo pejorativo que o ex-bispo anglicano aplica o termo romano, como se, por fidelidade a Cristo, ele foi obrigado a renunciar sua condição de romano, porque, seguindo o padre Mérel, não se pode ter qualquer vínculo com os romanos…

    E como assim pior? Ser romano é católico. Não é pior coisa nenhuma! São os hereges que renunciam e tratam pejorativamente o título “romano”. E se os romanos são modernistas, continuamos romanos do mesmo modo, porque a religião Católica é Apostólica e Romana.

    Respondendo a Dom Williamson, bem lembrou Dom Galarreta: “Somos romanos”.

    E romanos sempre seremos!

    Sobre a validade dos matrimônios e confissões na FSSPX, são discutíveis. E acrescentaria também o Sacramento da Crisma.

    Ora, as Sagrações ocorreram num outro contexto. A Missa estava em jogo. Era o destino das almas que envolvia.

    Hoje, temos padres em estado regular que celebram a Missa antiga e ministram os Sacramentos (batismo, confissão, etc.) na forma antiga. No entanto, a “Tradição” continua acuada. Isolada em seu gueto. Mesmo com a situação mudada. E agora vem a pergunta. A FSSPX alega o estado de necessidade das almas. Em vista disso, a Igreja supre a jurisdição. É uma situação extraordinária que deve ser suprida. Mas quanto ao Crisma, isso não se aplica, pois, conforme ensina a doutrina, não é necessário para a Salvação. Então, quanto a este Sacramento, não haveria o risco de perda das almas. Conseqüentemente, não existe a situação extraordinária. Logo, não haveria suplência e a Crisma seria inválida.

    Além do mais, com relação a confissão e outros Sacramentos, a “Tradição” pode ter acesso a Padres em situação regular, inclusive de clara boa intenção e reta doutrina. Nesse caso, não haveria mais o estado de necessidade, pelo qual os fiéis buscam Sacramentos apenas com os sacerdotes da “Tradição”.

    E o pior de tudo, é que se privam da Missa com desculpas subjetivas, desenhando o Preceito dominical.

    Agora, qual seria o perigo maior: a Comunhão plena ou o pleno isolamento? Do pleno isolamento vislumbramos os danos terríveis na “Tradição”. O espírito autocéfalo. A criação de Tribunais. A usurpação do Volante. Desprezo ao Papado, espírito auto-suficiente e de completa ruptura. Notamos os frutos podres na dúvida de todas as missas e sacramentos realizados por padres ordenados segundo o novo rito. No incentivo ao cisma, por parte do Padre Mérel.

    Assim como a “Plena comunhão” pode ser perigosa, como crêem alguns (esse não é meu pensamento) o afastamento e isolamento é perigoso, e sem dúvida criou alas na FSSPX.

    Ora, se o acordo não obrigará a FSSPX a aceitar o Vaticano II e a Nova Missa, não há motivos razoáveis para evitá-lo. Se Roma tem má intenção, a fidelidade a Verdade é suficiente. E isso a FSSPX tem. Repito, se a excomunhão não tivesse acontecido, bem como a suspensão a divinis, a FSSPX estaria até hoje na situação que estará, caso haja o acordo. E nem por isso seria acusava de modernista, e, assim creio, não teria sido tragada pelos erros do clero modernista.
    Recusando qualquer profetismo, despeço-me

    Robson

  25. Apenas um reparo: no caso das sagrações não se deve falar em jurisdição propriamente, pq D.Lefebvre só transmitiu o poder de ordem; mas na incidência do instituto canonico do estado de necessidade – aceito por todos em tese . Se este existiu na ordem dos fatos, houve licitude e não foi rompida a comunhão com a Igreja.

    Ora, penso, me corrijam os que sabem teologia, que a comunhão é EM ALGUMA COISA. É comunhão numa MESMA Fé. Como pode alguém QUE SE DEU CONTA DA CRISE rejeitar PUBLICAMENTE a missa nova, as CANONIZAÇÕES PÓS-CONCILIARES, textos do Concílio pastoral e depois reclamar que o outro não está em comunhão visível com este Papa ? A Montfort só não tem esse problema pq são leigos todos.

    Há a trágica necessidade de escolher: o estar em comunhão com ele nos erros ou estar em comunhão com os Papas antigos nos dogmas…

    Um papel que preservasse o direito da FSSPX de continuar com essa posição, enquanto o Papa continua a propagar esses erros (de boa fé ou não, não interessa) traria comunhão visível com este atual Papa ? Ou apenas seria uma adesão a um “consenso plurânime” ? Não tenho uma resposta absoluta porque não sou teólogo; mas o bom senso basta para saber que não se deve fazer um acordo antes de resolver a doutrina.

    E por fim é ILUSÓRIO que alguém ofereça um acordo para a FSSPX dizendo assim: “Olha, eu preciso muito que vc tenha todo o poder do mundo para desmoralizar o que eu faço, criticar-me como errôneo na doutrina e gritar para que os fiéis católicos se afastem do que eu ensino” !!! Bom senso !!!

    Enquanto o Papa tem outra doutrina (sabendo ou não que não é católica, não interessa), é ilusório pensar que o acordo canonico não signifique uma castração da pregação da FSSPX ou uma forma de destrui-la, mudando seu Superior Geral, como foi feito em 2000 com a FSSP em Rocca di Papa.

  26. É justamente o que não admitem os sedevacantistas, isto é, o binômio “submissão-combate”. Para os juízes tupiniquins, não é possível ser contra a Missa Nova, ao Vaticano II e, ao mesmo tempo, estar em comunhão com Roma. Para esses é preciso romper plenamente, pois não existe mais cabeça visível que, por heresia formal, perdeu o cargo.

    Enquanto o bispo de uma diocese se mantém no cargo, devemos submissão a sua autoridade, cumprir o que manda conforme a Fé, resistindo ao que esina contra a Fé. Enquanto ele não é deposto pelo Papa, continua legitimamente no governo da diocese, e deve ser acatado em suas ordens como epíscopo. E, se ele defende heresias, mas continua no cargo, continuamos ovelhas de seu aprisco, de seu governo, de sua jurisdição. E o que seria romper visivelmente? Declarar: “vós não sois mais bispo”, ou, negar-lhe qualquer submissão, até mesmo nas ordens doutrinariamente corretas? E se porventura somos injustamente excomungados, por nossa fidelidade a Tradição, e, posteriormente, nos é oferecida a reintegração visível, sem necessidade de negar a verdade, devemos negar porque a autoridade ainda não se converteu? Ora, se a autoridade continua sendo a autoridade, devemos reconhecê-la e prestar a devida submissão.

    Um filho está submetido ao Pai. Se este se desvia em seus pecados, o filho não precisa renunciar sua submissão filial ao pai para manter-se na verdade. Deve-se resistir aos erros e, na medida do possível, buscar a conversão do desviado. É a misericórdia como expôs Dom Galarreta. Assim, ainda que meu progenitor seja um ateu, não sou cúmplice por me manter filialmente submisso a sua autoridade, ainda que rejeite seu ateísmo. É meu pai, e, na medida que o reconheço como tal, sou obrigado a me submeter, sem renunciar os princípios da religião.

    Ao pedido do Pai: “Volte a ser plenamente meu filho” (não só no direito mas também na submissão). O iflho responde: “Converta-se! Depois conversamos, seu modernista”!

    Um atrevimento!

    O Sr., Manoel, defende a posição do Padre Mérel, que resulta numa absurda ruptura visível com Roma, sob pretexto de fidelidade.

    Na medida em que se reconhece o Papa como Papa, há a necessidade de comunhão com Ele. Porque, reconhecendo-o como cabeça, os membros estão unidos a ela.
    Seguindo sua conclusão, isto é, de que comunhão resulta em traição, ou seja, adesão aos erros do superior, dever-se-ia romper definitivamente, deixando de ser membro da Igreja, pois, sendo membro, a união com sua Cabeça é inevitável.

    Rezemos pelo acordo, pois assim os frutos podres se desligam definitivamente da FSSPX. Deste modo, a boa árvore plantada por Dom Lefebvre será podada para florescer frutos verdadeiramente bons, e plenamente ligados a tronco da Igreja, de onde emana a seiva das graças necessárias para a salvação.
    Robson

    Ora, penso, me corrijam os que sabem teologia, que a comunhão é EM ALGUMA COISA. É comunhão numa MESMA Fé. Como pode alguém QUE SE DEU CONTA DA CRISE rejeitar PUBLICAMENTE a missa nova, as CANONIZAÇÕES PÓS-CONCILIARES, textos do Concílio pastoral e depois reclamar que o outro não está em comunhão visível com este Papa ? A Montfort só não tem esse problema pq são leigos todos.
    Há a trágica necessidade de escolher: o estar em comunhão com ele nos erros ou estar em comunhão com os Papas antigos nos dogmas…
    Um papel que preservasse o direito da FSSPX de continuar com essa posição, enquanto o Papa continua a propagar esses erros (de boa fé ou não, não interessa) traria comunhão visível com este atual Papa ? Ou apenas seria uma adesão a um “consenso plurânime” ? Não tenho uma resposta absoluta porque não sou teólogo; mas o bom senso basta para saber que não se deve fazer um acordo antes de resolver a doutrina.
    E por fim é ILUSÓRIO que alguém ofereça um acordo para a FSSPX dizendo assim: “Olha, eu preciso muito que vc tenha todo o poder do mundo para desmoralizar o que eu faço, criticar-me como errôneo na doutrina e gritar para que os fiéis católicos se afastem do que eu ensino” !!! Bom senso !!!
    Enquanto o Papa tem outra doutrina (sabendo ou não que não é católica, não interessa), é ilusório pensar que o acordo canonico não signifique uma castração da pregação da FSSPX ou uma forma de destrui-la, mudando seu Superior Geral, como foi feito em 2000 com a FSSP em Rocca di Papa

  27. Que “Robson” é da Montfort está patente pela sua resposta.

    Bem, vc prova mais uma vez sua contradição, porque a necessidade de dar a Crisma aos fiéis foi um dos argumentos de Dom Lefebvre para as Sagrações.

    Então, Dom Lefebvre era cismático ?

    A Crisma não é absolutamente necessária para a salvação, nem o sacramento da Ordem… Mas sempre se reconheceu que o estado de necessidade se aplica à recepção de qualquer sacramento. Já ouviu falar em “grave incômodo” no direito canônico ?

    Não vou perder mais meu tempo com vc. Quem dá seu aval para uma associação que publica um e-mail falso contra um padre piedoso, não merece crédito.
    Quem botou a rédea na sua cabeça foi um casal de leigos e um professor vaidoso, que sentencia cisma sem ter autoridade para isso. Nem quando são desmentidos pelos fatos, param de difamar como loucos. Deus tenha piedade de vc, “Robson”.

  28. Que chamem minha posição do que quiserem, percorram o dicionário e me imputem qualquer adjetivo maledicente que emcontrarem, mas a sensação que tive ao ler o extenso comentário do Robson era de estar lendo o próprio Prof. Orlando Fedeli (que descanse em paz). Ora, o mesmo estilo, a mesma tonalidade irônica, o mesmo recurso de perguntas retóricas, a mesma tentativa de destruir num só texto, tanto o argumento como o argumentador pelo recurso da desmoralização.

  29. Observação: No final da minha última postagem, por acidente, aparece uma parte da resposta do Sr. Manoel. Portanto, destaco que a parte que se inicia nos seguintes termos:

    “Ora, penso, me corrijam os que sabem teologia, que a comunhão é EM ALGUMA COISA. É comunhão numa MESMA Fé. Como pode alguém QUE SE DEU CONTA DA CRISE rejeitar PUBLICAMENTE a missa nova, as CANONIZAÇÕES PÓS-CONCILIARES,…”. são palavras do Manoel.

    Grato
    Robson

  30. Eduardo, é característica típica de membros de grupos fechados (vc sabe como isso se chama…) ser todo absorvido por seu espírito que a subjetividade do indivíduo é aniquilada, e em seu lugar toma posse a figura do fundador. Daí o estilo, os jargões, os argumentos, etc,, para ficarmos apenas no campo argumentativo, serem quase uma cópia daqueles do “mestre”.

  31. E profeta insiste no seu profetismo…

    Se você acredita ser profeta, azar o seu. Pelo menos você não vai ficar desempregado.

    Sobre o Sacramento da Ordem, o Catecismo Romano ensina que ele é necessário para a manutenção dos Sacramentos, ele é essencial para a Igreja como um todo.

    Dom Lefebvre não foi cismático. Ele queria apenas manter a Missa e a Tradição. Mas isso não significa, necessariamente, que o Crisma é válido, mesmo sem a invocada grave situação.

    Encerro aqui minhas palavras.

    Contra as rédeas, não há argumento que convença.

    Robson.

  32. O estado de necessidade também está nos fiéis. Quem precisa de sacramentos, para onde correr? Quem precisa de alimento sólido, onde comer? Quem precisa de um padre, onde buscar?

    Histórias heróicas da FSSPX eu tenho aos montes para contar, ainda que eu tenha autorização do meu diretor espiritual que é padre da Fraternidade, nunca as contei em fóruns de debate. Não pelo fórum, mas porque não quero que essas imaculadas memóriasacabem por parar no domínio de quem aniquilou ou se deixou aniquilar no seu “eu” cedendo lugar ao domínio de outra personalidade fundante.

    Não vivo de ilusões, sei ver cada pecado meu e do próximo, e penso que a Fraternidade ganhou o espaço que muitos desejavam para si: – o espaço que muitos expoentes da internet, em lados opostos, mas ambos autoproclamados defendores da “ortodoxia”, queriam para si. Enquanto esse ou aquele grupo se mata na internet via redes sociais, a Fraternidade segue se matando para salvar almas.

  33. Senhores, acuso a existência entre nós de um médium que psicografou uma mensagem direta do além, de “todo-mundo-sabe-quem”…

    Rsssss….Mais do mesmo? Não obrigado.

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