Cardeal Levada no Brasil.

Cardeal Levada celebra rito ordinário versão norte-americana.

Cardeal Levada celebra rito ordinário versão norte-americana.

O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal William Joseph Levada, estará, entre 21 e 23 de novembro, em Belo Horizonte, para o Simpósio Nacional “O Dom do Celibato”, promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

O simpósio, segundo a própria CNBB, objetiva “retomar, à luz da tradição e em diálogo com a sociedade contemporânea, a centralidade do tema celibato, no desejo de alcançar novas perspectivas quanto à compreensão de seu valor, bem como conscientizar sobre a necessidade da descoberta de novos horizontes, que possibilitem a formação progressiva para a vivência madura, plena e frutuosa do dom do celibato na vida e na missão da Igreja”.

Discursarão também, entre outros: Dom Paulo César Costa , Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro; Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, Bispo Auxiliar de Belo Horizonte; Dom Leonardo Ulrich Steiner, Secretário Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e anfitrião sorridente de inimigos declarados da Igreja; Dom Sérgio da Rocha, Arcebispo de Brasília; e Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte.

Seguramente, o Prefeito do antigo Santo Ofício teria muito trabalho se, em sua visita, se dispusesse a avaliar a ortodoxia de seus confrades no episcopado. Talvez tivesse mesmo que transferir sua Congregação do Palazzo del Sant’Uffizio para Brasília. Mas faria já um grande serviço se não celebrasse o “rito ordinário brasileiro”, aquele “produto banal do instante” em sua versão tupiniquim, como definiu seu antecessor. Rezemos!

14 Comentários to “Cardeal Levada no Brasil.”

  1. Não sei o por quê desta discussão sem fim sobre o celibato. O sonho destes padres é terem esposas. No budismo, que é uma religião pagã, ninguém vê esta celeuma. E percebam que eles nem contam com a ajuda de Deus para se manterem castos. Estes pagãos estão se saindo melhor do que os sacerdotes de Deus.

  2. “o “rito ordinário brasileiro”, aquele “produto banal do instante” em sua versão tupiniquim,”
    Dá medo só de ouvir falar…
    Por que o cardeal não faz como o Papa, que está tentando expurgar o Rito Ordinário de toda baboseira, asquerosa e horripilante , que foram introduzidas em nome da tão famigerada e degradante inculturação?
    Mas, só em olhar essa foto com esses jarros e cálice de vidro, já nos tiram a esperança de que alguma coisa ele fará, senão se dobrar aos caprichos “litúrgicos” macumbíferos em voga aqui do Brasil, tudo em nome do Vaticano II………

    “Os fiéis têm direito a que a autoridade eclesiástica regule a sagrada Liturgia de forma plena e eficaz, para que nunca seja considerada a liturgia como «propriedade privada, nem do celebrante, nem da comunidade em que se celebram os Mistérios».”

    “Todas as normas referentes à liturgia, que a Conferência de Bispos determine para seu território, conforme às normas do direito, se devem submeter ao reconhecimento da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, sem a qual, não têm valor legal.”

    “As Conferências de Bispos tenham capacidade de decidir, com a aprovação da Sé apostólica, se é oportuno que os vasos sagrados também sejam elaborados com outros materiais sólidos. Sem dúvida, requer-se estritamente que este material, de acordo com a comum valorização de cada região, seja verdadeiramente nobre,de maneira que, com seu uso, tribute-se honra ao Senhor e se evite absolutamente o perigo de enfraquecer, aos olhos dos fiéis, a doutrina da presença real de Cristo nas espécies eucarísticas.”

    Tudo letra morta da “Sacramentum Caritatis”… Alguém aqui no Brasil, com exceção de pouquíssimos, raríssimos Bispos e padres, colocaram em prática esse documento?
    É só olhar e ver a maior parte de nossas celebrações…
    Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!

  3. Meu Deus! Será que Sua Eminência sabe que estará metido no meio de uma camarilha de arrepiar os cabelos? Dom Walmor e dom Steiner são de lascar o cano. Se o cardeal tivesse as percepções sobrenaturais de Santo Afonso de Ligorio ou São Pio de Pietrelcina, ali cairia estatelado no chão, sondando o fétido lodaçal das almas destes senhores.

    Mamãe ainda é meio supersticiosa e recomendaria que ele procurasse uma benzedeira em Roma antes de se aventurar no meio de tanto olho gordo, falsidade, inveja e praga.

  4. RITO “ORDINÁRIO” MESMO… OLHEM SÓ ONDE COLOCAM O PRECIOSÍSSIMO SANGUE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO: EM CALICES DE VIDRO!!! ABSURDO…

  5. Caríssimos, na minha humildade, peço um esclarecimento. Perdoem minha ignorância, mas o que seria exatamente o “rito ordinário versão norte-americana”?

    Mais uma vez, perdoem minha estultice. Agradeço a ajuda.

  6. Concordo com o Osires, falou tudo!

  7. Este evento para mim é uma grande surpresa. No entanto, acredito sinceramente nos bons frutos. Todos estes bispos modernistas ficam pianinhos quando veem alguma autoridade vaticana.

  8. Eu desejaria mesmo que os ‘nossos’… ‘dirigentes religiosos’ cometessem a ‘gafe’ de fazer uma celebração bem brasileira – sabe qdo vc faz uma feijoada para um amigo estrangeiro como intercâmbio gastronômico cultural? – então! Mas tinha que ser bem brasileira mesmo, ou melhor afro-brasileira!!!

    Quem sabe assim, Roma ENTENDA o que está havendo pelo mundo afora.

    Geralmente, qdo vêm as ‘otoridades’, se limpa a casa, se usa a melhor roupa e se gasta um pouco de ‘latim’ para impressionar!!! Sobretudo qdo a visita é ‘anunciada’!!! Se fosse surpresa…

    Certamente – verão – estarão todos de clergyman ou até quem sabe de batina. Pura ostentação.

    Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós.

  9. Uma mesa de cozinha, sobre esta três garrafões, um copo de vinho e quatro padres celebrando uma ceia. Essa é uma das muitas versões do rito “ordinário” da “missa” de Paulo VI em todo mundo. Aqui com a nossa versão “tupiniquim” o “tempero é mais apimentado” pois temos um pouco de umbanda e candomblé, garotas dançando com malhas finas e justas usando expressões sensuais enquanto se canta um tipo de “glória”, rapazes na mesma “coreografia” com o mesmo tipo de manha e sem camisa só com um pano a tiracolo para exibirem seus músculos “bem trabalhados”, “Coroas” cinquentonas não muito recatadas dançando na nave central levando nas mãos um “evangeliário”, uma “banda infernal” com suas guitarras e bateria e um grupo de jovens se balançando e “berrando uma “música” brega, (Tipo missa do Marcelo Rossi) a assembléia num “entusiasmo” frenético batendo palmas e tentando acompanhar todo esse “furdunço” que alguns querem chamar de missa. Pois é Sr. Fernando já vi tudo isso na “nossa” versão “tupiniquim” do rito “ORDINÁRIO” da missinha nova do Vat ll. “Durma-se com um barulho desses!”

  10. “Errata”? Eu quis escrever: “com o mesmo tipo de malha” e escrevi: “com o mesmo tipo de manha” que também se encaixa perfeitamente. Para mim as duas palavras servem.

  11. Caríssimo Ferretti, agradeço penhorado a resposta. Mas, ignorância minha, continuo com dúvidas… Difere ele do brasileiro? Em que pontos? Possui características próprias? E o mais importante: pode isso?

  12. Osires, bem lembrado.

    Celibato, aborto e ovo de tartaruga tem tudo a ver: celibato dos ‘dalais lamas’ é lindooooo, dos padres Católicos é contra a natureza.

    Aborto de crianças é saúde pública, defender ovo da tarturuga é preservar a espécie humana, com risco de desequilibrar o ecosistema caso n seja feito …

  13. Complementou muito bem, ANA.