Fratres in Unum.com – Em 6 ou 7 meses terminarão os trabalhos da comissão que desde 2010 investiga, sob os cuidados do Cardeal Camilo Ruini, o “fenômeno Medjugorje”. É o que informa o vaticanista Andrea Tornielli. Os resultados das investigações serão submetidos à Congregação para a Doutrina da Fé e, posteriormente, ao Papa Bento XVI, para que se dê a última palavra sobre as supostas aparições que causam controvérsia desde 1981.

Fiéis rezam em Medjugorje.
Até o momento, os bispos de Mostar, diocese a que pertence Medjugorje, continuamente desautorizaram as ditas aparições. Em 1991, a Conferência Episcopal da antiga Iugoslávia afirmou a respeito dos eventos: “non constat de supernaturalitate”, em uma tradução literal, “não consta a sobrenaturalidade”.
A Comissão chefiada pelo Cardeal Ruini acaba de entrevistar todos os alegados videntes em Roma. Apesar do segredo em torno dos procedimentos, considera-se provável nos sacros palácios que o parecer seja mantido: “non constat de supernaturalitate”. O que significa, segundo o Cardeal Angelo Amato, uma desaprovação. Mas não necessariamente uma condenação ou proibição de peregrinações e tudo o mais que gira em torno da pequena cidade da Bósnia e Herzegovina.
Provavelmente, a Santa Sé procurará manter vivo o que os fiéis buscam ao visitar o local, isto é, a administração dos sacramentos e a devoção a Nossa Senhora. Esclarecendo, contudo, que as mensagens não são sobrenaturais. Resta ainda saber se o parecer tratará daquelas mensagens que, segundo católicos proeminentes, inclusive da hierarquia, destoam da doutrina católica. Algo necessário, mas que por circunstâncias políticas pode sequer ser abordado. Quem viver, verá.








"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey