A Diocese de Anápolis, com pesar e esperança, comunica o falecimento do diácono permanente Francisco de Almeida Araújo, ocorrido nesta quinta-feira, 1º de março. A Cúria Diocesana informa que o velório tem início às 23 horas, no Velório São Sebastião, na Rua Benjamin Constant, 242, Centro, localizado nas proximidades do Cemitério São Miguel.
Nesta sexta-feira,2, o bispo diocesano, Dom João Wilk, preside a Santa Missa de corpo presente, também nas dependências do Velório São Sebastião. A concelebração terá a participação de vários padres e diáconos da Diocese.A pós a Missa, o corpo será trasladado a Taubaté, cidade do interior de São Paulo, onde será sepultado.
O diácono Francisco de Almeida morreu aos 72 anos, depois de lutar por algum tempo contra uma séria enfermidade. Ordenado em 1987, pelo bispo Dom Manoel Pestana Filho, exerceu o ministério diaconal por 25 anos. Ao longo de suas atividades, escreveu livros e apresentou programas de rádio, com enfoque para Eucaristia e mensagens marianas. Antes do seu falecimento, recebeu os sacramentos de Reconciliação, Eucaristia e Unção dos Enfermos.
Fonte: Diocese de Anápolis – agradecimento ao leitor Sandro Pontes pela indicação.








"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey