E o diálogo continua.

Da coluna de Andrea Tornielli:

Nas respostas enviadas em dezembro e janeiro, Fellay não havia subscrito o preâmbulo, tomando um pouco mais de tempo e deixando aberta a possibilidade de diálogo com Roma. Agora, o Papa e o Cardeal Levada querem clareza. O tom da resposta vaticana foi determinado pela resposta escrita que o superior lefebvriano havia enviado. Este último, durante o encontro desta manhã, mostrou-se mais conciliador e, durante a audiência privada que se desenvolveu no palácio do antigo Santo Ofício, disse que não tinha “dificuldade em aceitar a profissão de fé”; também afirmou que não tinha problemas com os princípios expressos no preâmbulo: o problema, disse Fellay, não são os princípios, mas a sua aplicação, isto é, o fato de que na Igreja de hoje falte a fidelidade ao magistério.

O diálogo, portanto, não se interrompeu; a porta permanece aberta e a possibilidade de uma reorganização continua existindo.

8 Comentários to “E o diálogo continua.”

  1. Irmãos da FSSPX, que o Senhor vos ajude e permita superar todas as dificuldade e vir para junto daqueles que vos amam e respeitam dentro da Igreja Católica.
    Jesus Cristo ouvi-nos, Jesus Cristo atendei-nos!

  2. Mons. Fellay tem razão.
    Nosso Senhor disse: “Na cátedra de Moisés sentaram-se os escribas e fariseus – fazei, portanto,e observai tudo o que eles vos dizem e não façais o que eles fazem” (Mt. 23, 2).
    Bento XVI diz combater o relativismo, mas na prática suas açoes fomentam o indiferentismo religioso, como no episódio das vésperas solenes celebradas com o chefe do anglicanismo.
    A mesma coisa vale para João Paulo II: escreveu Veritatis Splendor, mas na prática seu pontificado forneceu abundante material para a mentalidade sincretista do nosso tempo. Por exemplo, quando foi à Alemanha disse: “Venho a vós como Lutero” Que significa isto? Se não é uma heresia, é ao menos inominável bobagem, inconcebível na boca de um papa.
    João.

  3. Eu não acho que Bento XVI seja relativista, pelo contrário, nunca vi alguém tão fiel à fé católica, a sua fé foi um grande testemunho para eu alicerçar a minha na Igreja.

  4. Ahh eu realmente espero que eles se ‘reconciliem’. A FSSPX precisa do Papa, e o Papa precisa deles. Imagina o pessoal da Fraternidade na Cúria Romana! Resolveria muitas ‘questões delicadas’, e faria parecer menos política e mais religiosa como deve ser, creio eu. Sem falar que a fidelidade ao Papa é algo com que podemos contar da parte deles. :) Nossa Senhora ajude que dê tudo certo.

  5. Nada me faz deixar de pensar que a FSSPX é o último baluarte da Fé Católica no mundo. Há aqueles que , talvez por escrúpulo de consciência, tentam tapar o sol com a peneira em achar que o Santo Padre sabe o que está fazendo ao governar a Igreja. O que diria um Pio IX, Leão XIII, São Pio X, Pio XI e Pio XII a respeito dos pontificados de João Paulo II e Bento XVI? Achei sensato o comentário do nosso amigo João (março 17, 2012 às 10:29 am).

  6. “Perigosíssimos” membros deste nosso FRATRES;
    Creio que os Anglicanos Tradicionais ofereceram um exemplo a Dom Fellay.
    Penso ser extremamente perigoso e nada confiável esta “plena comunhão” com essa gente de Roma.
    Mons. Lefebvre dizia que devia ser Roma quem deveria fazer um Ato de Fé.
    Pelo visto, a apostasia está cada dia maior, só não vê quem não quer!
    Agora, querer voltar à plena comunhão com essa apostasia conciliar?
    Hummm, não sei.
    Basta ver os grupos que retornaram, os grupos dos “plena”, tal como os campistas, ou a Fraternidade S. Pedro… Parecem “asfixiados”… “Engessados”… “Inoperantes”…
    Peço ao Bom Deus que ilumine a Dom Fellay e à toda a Fraternidade, para que todos tenham as Luzes necessárias para Guardar a Fé dos Apóstolos!
    Que se mantenham firmes na Defesa da Fé Católica.
    Que junto ao Bom Deus, as almas de nossos amados Mons. Marcel Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer, possam interceder pela FSSPX para que não “caia na trampa romana”…
    Que o exemplo das tentações de Cristo, muito meditado neste período da Santa Quaresma seja fonte de reflexão e base para a tomada de atitudes.
    Às vezes o inimigo pode mostrar todos os reinos da Terra e oferecê-los em troca de uma simples (e definitiva) adoração…
    Ainda creio que nos bastam as palavras e o exemplo de Nosso Senhor Jesus Cristo:

    “Vade retro Satanás! Pois, assim está escrito: Adorarás somente ao Senhor teu Deus, E SOMENTE A ELE SERVIRÁS!”
    S. Mateus IV, 10.

    Como nos ensinou São Francisco de Assis, o poder e a vida confortável, repleta de “influências” corróem as almas dos homens, levando-os à perdição!

    De toda a ambição, livrai-nos Senhor!
    De toda a tentação para o poder, Livrai-nos Senhor!
    De toda a apostasia, livrai-nos Senhor!

  7. Prezado Felipe.
    Apenas uma “pequena” diferença: os ditos “Anglicanos Tradicionais” não são católicos. Então, para eles estar em comunhão ou não com Roma não tem a menor importância.
    Creio que não seja esta a mesma visão da FSSPX.
    Ou, estaria você desejando que a Fraternidade se unisse aos cismáticos anglicanos?
    Apenas lembrando: essa “gente de Roma” é apenas o Vigário de Nosso Senhor, querendo você ou não, estando ou não “em plena comunhão” com ele.
    Agora, se você me disser que não concorda e que a Santa Sé está vacante, bem aí eu passo a entender o comentário que você fez. Mas se você considera o atual chefe da “gente de Roma” como legítimo sucessor do Apóstolo São Pedro, não posso entender como correta sua comparação da atitude da FSSPX com a de anglicanos.
    Paz!

  8. Prezado Sr. Kléber,
    Gostaria, primeiramente, pedir-lhe desculpas pela demora em contestar suas colocações, muito pertinentes, diga-se de passagem.
    Tive compromissos profissionais e, somente agora, consegui um “tempo”entre trabalho, chegada ao Lar, ver compromissos, interar-se de ocorridos em casa e na propriedade, falar com a Esposa, ver e brincar, ao menos um pouco, com meus quatro filhinhos…
    Enfim, muitos compromissos que fizeram que demorasse em responder suas dúvidas.
    Quanto aos anglicanos tradicionalistas, sei que não são Católicos, são hereges e, justamente por isso, acabaram por evidenciar um “exemplo”, ainda que para eles não pareça interessante ser Católico ou continuar em seu meio herético.
    O que me refiro ao “exemplo” é justamente a questão de que não cederam, ainda que parecesse mais oportuno, visto que tal compromisso seria como que “colocar um certo obstáculo à sua liberdade”.
    Creio que com a FSSPX aconteceria o mesmo.
    Não sei se esta seria a “visão” da FSSPX, da qual não faço parte, pois sou casado e tenho 04 filhos.
    Tampouco seria um “porta voz” da Fraternidade, visto que nem conheço os Sacerdotes desta, aqui na Terra de Santa Cruz!
    Costumo, às vezes quando estou em S. Paulo, ou em uma outra cidade onde há uma Capela, ou há um Priorado da FSSPX, assistir à Missa.
    Apesar de um bom contato amistoso de minha família, especialmentede meu pai com nosso amado Mons. Lefebvre, tendo meus irmãos e eu sido Crismados por ele, não tenho nenhum vínculo com a Fraternidade, apesar de ter certeza de que graças a ela, a Igreja, ainda que a contra gosto, “liberou” a Missa Gregoriano-Tridentina, com seu Motu Proprio.
    Portanto, Sr. Kléber, não posso precisar qual seria a “visão”da FSSPX sobre este tema.
    Gostaria que fosse a mesma que expressava Mons. Lefebvre, mas, infelizmente, muitos de seus “filhos”parecem não mais concordar com as posições valentes e corajosas, sempre em defesa da Fé, que o Grande Atanásio Moderno as demonstrava.
    Creio que sua visão estaria correta, caso o desejo de Roma fosse realmente “Resguardar o Tesouro da Tradição”.
    Porém, não sejamos ingênuos, podemos contemplar o que aconteceu com as “comunidades Ecclesia Dei”, onde todas elas ficaram como que “engessadas”, ou seja, tiveram que se colocar à margem das ïniciativas pastorais”das ïgrejas particulares” e, por fim, tiveram que aceitar o inaceitável: o concílio Vaticano II.
    Caso a FSSPX seja “reconhecida”, com a aceitação do Preâmbulo, em pouco tempo teremos uma intormissão de muitas realidades conciliares dentro da estrutura da Igreja de Deus, que se conservou sob a orientação de Mons Lefebvre.
    Creio, prezado Kléber, se aquela gente lá de Roma quisesse algo sério, começariam por ajustar suas próprias estruturas, revendo muitas das apostasias que seu “concílio das maravilhas”provocou na Igreja.
    Como sempre digo, quem não quiser perceber o que se passa na igreja conciliar, nem mais cego é, seria pior que morto.
    é só se lembrar de algumas “coisinhas”, tais como: decréscimo do número de Católicos, um clero mal formado (ou deformado?), escassez vocacional, quase extinção da vida religiosa feminina, enfim, nem há como escrever sobre os inúmeros “frutos da primavera conciliar”.
    Agora, voltar à “plena comunhão”, seria como que “acolher” a FSSPX entre esse emaranhado de podridão, no qual se encontra a igreja conciliar.
    Creio que primeiramente eles, aquela gente lá de Roma, é que deveria fazer uma Profissão de Fé e deixar da prostituição da Fé que há mais de 50 anos eles vem favorecendo…
    Sugiro ao Sr. que reflita o motivo que Roma tanto quer a “plena comunhão” da FSSPX.
    Por que esse grande interesse em evitar a “ruptura dolorosa”? Afinal o atual Papa é o antigo Prefeito da Sgda. Congregação para a Doutrina da Fé que tentou um “acordo”com Mons. Lefebvre antes das Sagrações Episcopais em Econe, onde Mons. Lefebvre desobedecendo o Romano Pontífice, foi “excomungado”por ter desobedecido e Sagrado os Bispos pelo caso de necessidade de se manter aTradição.
    Roma não queria, pois, caso não tivéssemos nossos Bispos, não sobreviveria a Tradição, uma vez que não teríamos quem ordenasse nossos Sacerdotes, tampouco nos oferecesse os Sacramentos que somente o Bispo pode nos dar.
    Será que em tão pouco tempo Roma mudou de ideia?
    Ou será que Roma agora também quer se tornar fiel à Tradição?
    Caso isso fosse verdadeiro, teriam que, primeiramente se reorganizar, ou ao menos, impor aos bispos conciliares uma Profissão de Fé, um “Modus Operandi”em suas dioceses…
    Mas não seria bem isso que estão demonstrando…
    Bem, qual seria o interesse real?
    Creio que o número de vocações da Fraternidade, a seriedade na formação e a santidade de seu clero, seriam um bom indício de um certo interesse repentino.
    Questiono quem seriam os futuros Bispos de nossas “comunidades”visto que Roma não abriria mão de os escolher.
    Já imaginou o Cardeal Kasper ou o Cardeal João de Aviz escolhendo nossos Bispos? Seria tão proveitoso espiritual e doutrinanriamente, não acha?
    Seria amesma coisa que pedir ao Frei Betto e ao Genésio Boff (ex frade Leonardo) e à equipe de Liturgia da CNB do B que “reformassem” a missa, ainda que a missa conciliar…
    Creio que as nomeações que estes senhores, tão ecumênicos e tão amigos das “loggia” seriam tão boas quanto as nomeações episcopais de Crammer e Isabel I de Inglaterra, já que falávamos dos anglicanos…
    Caso o Sr. ainda creia que tudo lá na Santa Sé seria fruto e graça do Espírito Santo, lembre-se das nomeações episcopais no Brasil e no mundo, e claro, evidentemente, lembre-se dos novos Príncipes da igreja (conciliar – evidente), tendo um deles abertamente maçom.
    QUANTO A SER SEDEVACANTISTA, NÃO SOU E NEM QUERO SER.
    Tento ser um bom Católico, obedecendo o Papa, sucessor de São Pedro, em questões de Fé e de Moral.
    Quanto a segui-lo em questões doutrinais, tais como o concílio Vaticano II, desculpe-me, mas isso tenho certeza que não faz parte de nossa Fé.
    Ademais, como o concílio é “pastoral”, não devo a este uma “obediência”.
    Não quero ser cismático, apenas gostaria que as questões do tal Preâmbulo fossem de conhecimento geral e, muito mais que isso, que Dom Fellay se mostrasse fiel à Tradição.
    Temo, e muito, essa aproximação da Roma Apóstata.
    Creio que Nosso Senhor tem em Seus Planos uma redenção da Igreja, e rezo pedindo, constantemente que seja o mais breve possível.
    Espero que o Santo Padre tome mais pulso e cobre da maioria dos bispos conciliares uma Profissão de Fé, uma melhor formação de seu clero e um maior e melhor exemplo de vida e santidade. Creio que essa seria a Profissão de Fé que esperamos todos aqueles que guardamos a Fé que recebemos dos Apóstolos.
    Quanto à uma “obediência cega ao Papa”, como parece sugerir-me, digo-lhe que não sou sedevacante, tampouco sou “papólatra”.
    Rezo pelo Santo Padre, o admiro e peço ao Bom Deus que o conserve e o faça ver que a Tradição é que está correta, vide o Comonitório de S. Vicente de Lerins.
    Quanto a discordar dos ensinamentos pontifícios “post concílio”, reservo-me o direito de não obedecer, por prudência e fidelidade à Doutrina Católica.
    Aprendi em minha casa, e depois no Catecismo que caso um pai dê uma ordem errada a um filho, ordenando-o a fazer uma coisa errada, a discordância e a desobediência, neste caso, não seria pecado.
    Um exemplo seria o caso de um pai mandar o filho cometer um crime, em nome da fidelidade. Nunca ele o deveria fazer.
    Assim, cometer o crime da apostasia, creio ser tão grave quanto matar alguém, uma vez que se mata a alma, perdendo-a para a heresia ou a apostasia.
    Já tivemos Papas que erraram, como é o caso dos Papas Libério, Honório I e João XXII, nem por isso deixaram de ser Papas.
    Não necessito de que me considerem em “plena comunhão”, ou que me digam que estamos em “plena comunhão”, pois sei que estamos em plena comunhão com Cristo e a Igreja que Ele fundou, pouco me importando se fazemos parte de uma estrutura canônica ou não.
    Caríssimo, somos CATÓLICOS, guardamos a Fé dos Apóstolos, dos Mártires, aquela Fé imortal, o Tesouro mais precioso, pelo qual se pode e deve dar a vida!
    Agora lhe faço uma pergunta: o Sr. daria a vida por essa igreja conciliar? O Sr. tem a certeza de que esta igreja conciliar não rompeu com o Tesouro da Tradição da Fé da Igreja Católica? O que o Sr. me diz de Assis I, II, III, IV e por diante, tendo o Vigário de Cristo se sentado e se colocado no mesmo nível entre os “chefes/ líderes”de outras “denominações religiosas? Não seria isso um contra exemplo à Fé da Igreja? Aquele que é o Vigário de Cristo na Terra se colocando no mesmo patamar que um “monge” budista? O que o Sr. me diz de um Papa receber em sua testa a marca da deusa shiva?
    Lembre-se, o Sr. mesmo quem me disse que ele é o Vigário de Cristo na Terra, portanto devemos, seguindo seu belíssimo exemplo, em nome do ecumenismo conciliar, receber a marca de shiva ou oscular o Corão? Afinal, conforme sua sugestão…
    Creio que o Papa é infalível quando se pronuncia ex cathedra, e Graças ao Bom e Misericordioso Deus, a desgraça conciliar nunca foi e, nem muito menos, será um dogma de Fé.
    Tivemos alguns Papas que erraram, como lhe disse acima, e nem por isso, deixaram de ser Papas.
    A Igreja deve ser fiel ao Cristo, testemunhando seu Amor e Sua Fé Imortal.
    Daí, perverter o ensinamento herdado dos Apóstolos, isso nunca!
    Caso ficássemos calados, pecaríamos por omissão, e como disse S. Vicente de Lerins, no Comonitório: “Devemos nos considerar responsáveis, se com nosso silêncio favorecemos ao erro”.
    Estaríamos “traindo” nossa Santa Fé, pela qual tantos deram a vida…
    Os Mártires, sejam do início do Catolicismo, sejam os de Vandéia, os Cristeros Mexicanos, os Mártires Ingleses ou mesmo os milhares de Católicos mortos na Guerra Civil espanhola, teriam morrido em “vão”já que todas as religiões são boas e são formas de levar o homem a Deus?
    Assim, prezado Sr. Kléber, creio que o Sr. entenda minha posição.
    Gostaria até de pensar como o Sr., com essa pureza de coração, com esse espírito filial, porém, creio que infelizmente não o posso fazer, visto que sigo aquilo que Nosso Senhor nos disse:
    “pelos frutos conhecereis a árvore”, e os frutos dessa igreja conciliar são deveras amargos…
    Finalmente, concluo com uma passagem da Sagrada Escritura, na qual, o Apóstolo Eucarístico, nos diz:
    “Se alguém vem até vós e não traz esta doutrina, não o recebais em vossa casa nem o saudeis! Porque quem o saúda, participa, em certo modo, de suas obras más.” II Epístola de S. João X, 11.
    Termino minha resposta, um tanto longa, ao Sr., afirmando que venero o Papa, sucessor de São Pedro, Vigário de Cristo na Terra, porém, tal qual o caso de Santo Atanásio, um Bispo pode ter razão, ainda que contra o Papa.
    Espero que tenha sido o suficiente claro, demonstrando que não sou membro da FSSPX, apesar de minha extrema admiração por Mons. Lefebvre e por sua luta Apostólica, tampouco sou sedevacantista, nem mesmo sou antipapista.
    Sou apenas um pai de família que espero deixar para meus filhos e netos o exemplo que meu avô nos deixou, encontrando com Cristo e Sua Igreja Santa, dando sua vida como testemunho de conversão e vida feliz.
    Prezado Sr. Kléber, sou CATÓLICO APOSTÓLICO ROMANO, guardo a Fé que recebi como herança de meu avô e meus pais, buscando, incessantemente, tornar-me um profissional exemplar, um marido e um pai de família amoroso e dedicado que possam ver em minha vida uma pequena mostra daquilo que é ser CATÓLICO.
    Enfim, não necessito de um estatuto canônico para mostrar que sou CATÓLICO.
    Tal qual Santo Atanásio, prefiro guardar a Fé, ainda que “excomungado”, que aderir à apostasia, à heresia e à traição ao Divino Redentor!
    Afinal, essa é a maior herança que se pode deixar aos filhos: SALVAR SUA ALMA!
    Na eternidade, veremos quem estava realmente certo…
    Reze por mim!
    Saudações, Paz e Bem!