Um momento no Espírito do Concílio em Aveiro, Portugal.

Uma nova forma de administrar o Sacramento da Confissão, adaptada aos tempos modernos: os fiéis escrevem seus pecados e entregam ao sacerdote – Padre Julio Grangeia, da diocese de Aveiro, Portugal — que os lê e manda diretamente para uma fragmentadora de papel. Ao fundo, o coro entoa cânticos penitenciais, como, por exemplo, uma versão  de “As tears go by”, dos Rolling Stones (a partir de 1:34). Por fim, o padre dá absolvição coletiva.

Nosso agradecimento a um gentil leitor de Portugal pela indicação.

[Atualização: 19 de abril de 2012, às 15:55 | Adendo de Rorate-Caeli: "Revejam-se o rito e as fórmulas da Penitência de modo que exprimam com mais clareza a natureza e o efeito do sacramento" (Sacrosanctum Concilium 72). Ao ler os pecados (não em voz alta), o reverendíssimo Padre tomou enorme cuidado com o sigilo da confissão ao mandar os pedaços de papel a uma fragmentadora próxima: isso maravilhosamente "exprime", de maneira "revista" e com "mais clareza", "a natureza e o efeito do sacramento", como pediu o Concílio, então supomos que seja uma inovação bem-vinda. O canto litúrgico é particularmente comovente: que pecador não se sente como uma pedra (stone), rolando montanha abaixo (rolling), enquanto as lágrimas caem ("as tears go by")?]

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43 Responses to “Um momento no Espírito do Concílio em Aveiro, Portugal.”

  1. Pelo andar carruagem, em breve vão pedir a hóstia pelos correios.

  2. Não nos esqueçamos do dia 19 de abril de 2005 (há sete anos):

    Annuntio vobis gaudium magnum;
    habemus Papam:

    Eminentissimum ac Reverendissimum Dominum,
    Dominum Josephum
    Sanctae Romanae Ecclesiae Cardinalem Ratzinger
    qui sibi nomen imposuit Benedictum XVI.

  3. Posso enviar a confissão pelo e-mail? Daí eu não preciso perder tempo me deslocando até a igreja. O padre coloca um netbook em cima da mesa do seu escritório e vai despachando absolvições. É muito mais simples. E me evita de ficar constrangido ao relatar meus pecados pessoalmente. Quer coisa mais chique, pós-moderna, progressista?! Hum?

  4. Isso é o cúmulo da “praticidade” para não dizer modernismo. Faz-me lembrar uma cena cômica do ‘Confessionário Eletrônico’. Da primeira vez que vi o vídeo achei engraçado mas irreal, agora após assistir esse episódio real, penso que a cena cômica teve onde se inspirar.

  5. Tem versão iPhone não? iConfess. Só não pode mandar torpedo pro Arcebispo de Viena segurando balão, se não aparece no telão da igreja e todos olham….

  6. Maria,
    Simplesmente espetacular, a coisa mais engraçada que aqui no Fratres!
    Parabéns.

  7. Seus tradicionalistas medievais, acompanhem a evolução da sociedade, abram-se para o mundo, estamos na civilização do amor, além disso, nunca é demais repetir:
    “Eles estão em plena comunhão”.

  8. Escrever os pecados no papel e lê-los ao padre “em voz” alta, numa confissão particular não é errado, não? Alguém poderia me responder?

  9. Rogério, que “civilização do amor” você está se referindo? Aquela em que se matam recém-nascidos e aquela em que se manda fazer aquilo que Deus abomina? Guarde suas palavras, porque Deus em seu Verdadeiro Amor deixou 10 mandamentos (eu disse DEZ) para que os filhos Seus não se percam. Este é o Verdadeiro Amor, Aquele que morreu na cruz por todos estes abusos e sacrilégios profanos que invadiram homens do mundo inteiro.

  10. Bspo de Aveiro, Mons. António Francisco dos Santos: antoniofrancisco@diocaveiro.net,

    email da diocese: geral@diocese-aveiro.pt

  11. Marcelo,
    Eu tenho a mesma dúvida. Pois já li os meus pecados em confissão auricular, individual, porque eu precisava desse recurso para me recordar de todos os pecados. Não sei se a Igreja estipula algo contrário a isso. E creio que ler o que o penitente anotou para poder se recordar de tudo, é diferente de simplesmente entregar para que o padre leia.

  12. Calma, Marcelo, você não notou que há vários “posts” eu tenho escrito esses comentário irônicos? Estou apenas ridicularizando aqueles que insistem na “plena comunhão

  13. Calma, Marcelo, você não notou que há vários “posts” eu tenho escrito esses comentários irônicos? Estou apenas ridicularizando aqueles que insistem na “plena comunhão” como pré-requisito indispensável para selo de ortodoxia.

  14. Espero que não faça parte do repertório “Sympathy for the Devil”.

  15. Até onde eu sei não há impedimento em escrever os pecados e apresentar ao padre, caso haja alguma dificuldade na confissão. A anotação servirá para ajudar o fiel a fazer uma boa confissão. Mas com relação ao vídeo é claro que está absolutamente errado. Primeiro, não houve sacralidade alguma, segundo o padre não deu absolvição.

  16. Olha , como eu tenho problema em lembrar dos pecados , escrevo num papel e ao me confessar leio (em voz alta) , e explico o necessário . Minha memória é falha =/

  17. Marcelo e Luiz

    Já li algo sobre anotar os pecados, e se me lembro bem não há nada de errado, a não ser o risco de esse papel ser lido por terceiros.

    De qualquer forma, não há necessidade de levar anotado, pois se há contrição perfeita somos perdoados inclusive pelos pecados que esquecemos de confessar (contanto que, se nos lembrarmos depois, nos comprometamos a confessá-los na próxima vez).

    Que eu me lembre, os conselhos que li, em um livro muito piedoso, eram esses. Algum sacerdote frequentador do Fratres poderá, certamente, prestar melhores esclarecimentos.

    No caso do vídeo, o maior mal não me parece a confissão pelo papel, embora ela seja um tanto heterodoxa. Esse recurso poderia ser usado por pessoas mudas sem problema em um confessionário.

    O grande problema, a meu ver, é a absolvição coletiva. Isso só deve ser usado em casos de extrema gravidade e iminência de morte de muitas pessoas, como um naufrágio ou uma queda de avião.

    Não sei o que é pior, uma absolvição coletiva, ou uma confissão individual em que o padre lhe diz que muitas coisas não são mais pecado hoje em dia (já tive essa infeliz experiência).

  18. Esse triturador de papeis deveria ser usado para fins mais nobres, como esmigalhar os livros de Hans Kung, por exemplo…

  19. Luiz Fernando, Marcelo,

    talvez a resposta do Fr. Z vos ajude:

    “The matter of the sacrament is the communication of all the mortal sins to the priest. Sins can be communicated to the priest by signs or gestures or, yes, writing. The form of the sacrament is the formula of absolution spoken, not written, by a priest with faculties. For example, you could write your sins to a priest even by mail, but you could not be absolved in writing. You have to be physically present to receive absolution validly when the priest pronounces the formula. We leave aside here the question of whether a priest who is mute, without the ability to speak, can validly absolve by signs or gestures such as American Sign Language. He cannot validly absolve by writing the form.”

  20. Essa modalidade de confissao foge a todo bom senso. Claro que, na impossibilidade de declarar meus pecados verbalmente, posso optar por escreve-los num pedaco de papel, de sorte que o padre leia e tome conhecimento deles. Mas, isso so’ se pode admitir em circunstancia excepcional, motivada por incapacidade real de declarar com a boca os proprios pecados. Por exemplo: no caso de alguem ter sofrido uma cirurgia na garganta e nao possa falar, mas necessite receber a absolvicao sacramental.
    Ou, entao, quando ha o perigo de esquecimento dos pecados na hora de conta-los, pode-se recorrer ‘a escrita, a fim de auxiliar a memoria, o que e’ uma pratica licita, mas nesse caso o penitente nao deixa de declarar os pecados com a boca. Ele apenas se serve do lembrete escrito, que pode ser muito util. Reparemos que em ambas as modalidades nao se foge da ordem correta da confissao, que e’: o penitente conta os pecados e o padre, tomando conhecimento deles, aconselha e da’ a absolvicao e a penitencia.
    O erro do padre mostrado no video esta’ em romper com a ordem correta da confissao. Ele toma conhecimento dos pecados ao le-los, e’ verdade. Mas, isso acontece com penitentes que podem declarar seus pecados verbalmente. Portanto, o padre suprime de forma arbitraria a imprescindivel declaracao dos pecados que o penitente tem de fazer de viva voz, e a substitui por mera leitura. Trata-se de um abuso.
    O padre tambem erra ao dar a absolvicao coletiva, que so’ pode ser dada excepcionalmente. Por exemplo, em caso de perigo real para a vida de determinado grupo de fieis: um desastre que esteja prestes a acontecer ou ja tenha acontecido, deixando feridos, e nao haja tempo de ouvir todas as confissoes, havendo perigo de morte iminente de muitas pessoas ao mesmo tempo. Mas, uma tal absolvicao coletiva so’ sera’ valida se os que a receberem estiverem dispostos a se confessar individualmente caso escapem da calamidade. Em circunstancias normais a absolvicao tem de ser dada individualmente, a cada penitente, apos este ter declarado seus pecados e ouvido os conselhos do confessor.
    O grande mal e’ a mania de querer inventar coisas novas, ser criativo. Fazer isso com os ritos da Santa Igreja, que nao foram inventados por homens, mas dados e inspirados por Deus, e’ horrenda arbitrariedade, alem de receita certa para o desastre.
    Deus nao exige de no’s criatividade, mas santidade.

  21. Isso não é espírito do Concílio. Como diz a protestante Ana Paula Valadão, isso é “espírito de Jezabel”…

  22. O aplicativo pro iPhone citado pelo Galvao é apenas uma forma de auxiliar o fiel quanto na reflexão dos pecados. É como se fosse um papel anotado e depois o fiel ler ao confessor.

    Luiz Fernando, acredito que nesse modo não haja problema. Visto que na confissão é necessário a acusação feita pelo próprio e acredito que o papel ajude nesse momento, já que assumir culpa não é algo fácil, principalmente as culpas do pecado. Inclusive faço isso também.

    Corrige-me se estive errado.

  23. E que objeto é aquele na cintura dele?! Enfim, eu só li sobre isso de ler os pecados num papel uma vez, no ótimo livro ‘Confessai-vos Bem’. Lá tinha uma história de S. João Bosco sobre isso. Ele não recomendava, porque alguém poderia encontrar o papel e ler. No caso, a sorte do penitente foi que quem encontrou o papel com os pecados foi o próprio Dom Bosco. Mas fora isso, não fala mais nada.

  24. Ler os pecados não é errado. Na verdade nem entregar os pecados para que o padre leia é errado. Pode ser até necessário, por exemplo no caso de um penitente mudo. Falar os pecados não é necessário, somente acusar-se deles. Mas absolvição por escrito, isso sim é errado. O padre deve necessariamente na presença do penitente pronunciar a fórmula da absolvição. Senão não tem sacramento.

  25. Giulia d’Amore, o e-mail do Mons. é para enviar a confissão? rsrsrs
    Se for para reclamar certamente ele vai ignorar.

  26. A quem perguntou, adianto: vc pode sim anotar os pecados para ajudar a memória.

  27. Com tanto altares bonitos e eles fazendo essa “missa-show” , que foi uma “piada de portugues” sacrilega. É pior que a missa do coco no Brasil porque o padre faz palhaçada com um sacramento.

  28. Esse post foi citado pelo Rorate Caeli, que foi citado pelo Father Z, que comenta sobre a validade ou não da confissão
    http://wdtprs.com/blog/2012/04/quaeritur-was-absolution-valid-at-this-penance-service/

  29. Maria,

    O problema é quando a realidade se mistura com o grotesco da piada,ou seja,a piada se torna a vida real.Este é o caso do video acima.Essa “confissão inusitada” bem poderia estar num programa de humor qualquer.Já imaginou se a máquina imperra? Notou que quando a música cessa só se ouve o barulho da maquininha,como se estivessem num escritório? E quando em alguns momentos o padre recebe o papelzinho e rapinho olha,mau faz um gesto para a pessoa e põe o papelzinho na máquina,parece que ele está recebendo um papel do colega da sala ao lado em alguma repartição qualquer.E a pressa como tudo é feito,notou? Enfim,estes elementos todos,se não fossem de chorar,era de rir mesmo.E esse é exatmente o problema.Imagine o Santo Pe Pio presenciando uma cena como essa.

    Marcelo,o Rogério está sendo irônico.

    Não há nenhum problema em se levar um papel na hora da confissão.Serve como um roteiro para a pessoa,e mostra que fez um exame de conscîência profundo e que não quer deixar de acusar nenhum de seus pecados,por isso do zelo em anotar tudo.Obviamente uma pessoa que tem todo esse cuidado não chegará no confessionário e lerá simplesmente como se estivesse lendo um papel qualquer.Como disse,serve como um roteiro e para não esquecer nada,até porque o momento da confissão sempre é de alguma apreensão e nervosismo,propicio portanto para esquecimentos.

    Fiquem com Deus.

    Flavio.

  30. Gostei do vídeo da “freirinha” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk muito bom. ate que um pouco de humor faz bem. Grato! Vocês já viram aquela máquina que você coloca uma moeda e acende uma lâmpada com uma vela falsa? A gente está chegando la! Quase toda igreja aqui tem uma porcaria daquela. Como bem disse Osires Costa: “Vão pedir a hóstia pelo correio”. Agora vem a parte ruim: Não perco meu tempo comunicando essas safadezas aos senhores bispos. Tudo isso que vimos no no vídeo em Portugal, temos pior aqui no Brasil. Aqui temos verdadeiras macumbas dentro das igrejas e ainda chamam essas “drogas” de missa. Os bispos não sabem? Me conta outra!… Esses bispos fingem bem. Parecem mais maridos “traídos” querendo fazer parecer que são os últimos a saberem. Querem ver a macumba solta? Venham ao Centro do Rio de Janeiro na próxima segunda feira dia 23, numa igreja que tem uma grande imagem equestre se S. Jorge. Imaginem que até é feriado “religioso” na cidade. O curioso é que esse feriado foi proposto por um político do PT e até onde sei o cara não é piedoso, nem católico. De fato ninguém sabe quem é São Jorge. Vão la mesmo para reverenciarem um tal de “ogum”. E da-lhe sincretismo, cv2, ecumenismo, rcc e e todas as castas do inferno juntas. Estão todos em plena…

  31. Diogo

    Eu nem sabia que existia tal aplicativo… Falei no mesmo sentido do vídeo da Maria.

    Sinceramente, não sei se é hora do “rir para não chorar”. Ver a Santa igreja ridicularizada, com o Sacramento da Confissão menosprezado pelo vídeo do post doí muito.

    Senhor Jesus Cristo, que sofreste tão grande suplício pela nossa humanidade, dai-nos a graça de imitar os santos e mártires da Santa Igreja e tende piedade de nós.

  32. Caríssimo Francisco De A. Lima,
    Apesar de também não concordar com missas show, creio não devemos depreciar qualquer Missa com a palavra “droga “que você usou. Cuidado, pois a missa é santa mesmo no rito de Paulo VI, A Igreja diz que basta o mínimo de intenção do celebrante para que o sacramento seja válido. Se o sacerdote tem a intenção de fazer o que a Igreja sempre fez na celebração daquele sacramento, o sacramento é válido e, portanto ocorre o mistério da transubstanciação. A Igreja sempre rejeitou a ideia de que a validade do sacramento dependesse da santidade do ministro. Essa é a heresia pelagiana. Os abusos litúrgicos são ofensas graves a Deus e à sua Igreja, mas não invalidam por si só o Santo Sacrifício.

  33. provavelmente a intensão do padre é boa,embora seja um abuso liturgico!
    A maioria dos abusos liturgicos acontecem por ignorancia dos sacerdotes e seus fiéis leigos que por não conhecerem a Liturgia a fazem errada mesmo que com boas intensões.
    Antes de fazermos julgamentos pesados devemos ser compassivos e incentivar a correção fraterna.
    Incentivando aos leigos e sacerdotes uma aplicação correta das normas Liturgicas.
    Apesar dos equivocos liturgicos deste sacerdote, é louvavel o grande numero de crianças desta paróquia portuguesa.
    A velha e decadente Europa cada dia mais abandona a Fé,esta paróquia mantem os seus jovems,ISTO É MUITO BOM! o que falta é orientar o sacerdote a aplicar de forma mais correta a liturgia.

  34. A.Carlos sua observação esta corretissima

  35. Alguém me diz que isso é mentira.

  36. Os modernistas são tão “piedosos” e complacentes com a profanação que dar gosto a qualquer “Boff” da vida,,, Mas não me enganam não! Os senhores devem assistir a tudo isso passivamente, ou participam ativamente. Então veem com tudo explicadinho só pra ficarem de consciência tranquila. Né? Me mostrem outo lugar no qual celebram a missa de Paulo VI? (Novus Ordo) Aqui no Rio só há um que é o Mosteiro de São Bento, As pessoas são tão ignorantes quanto a missa católica que acham a Missa la uma Missa tradicional. Mesmo sem participar e dar adesão pública a essa missa eu a respeito e considero válida, porque conheço a seriedade e intenção com que é celebrada por aqueles monges. Eu não falei da missa de Paulo VI. Eu falei da safadeza de certos bispos e da padrecada progressista, que transformaram o Sacrifício do Calvário em ceia protestante; onde muitos negam até a Presença Real de Cristo na Eucaristia. A única intenção que esses profanadores têm é a farra. Eu estou falando de idiotas que fazem ritos pagãos dentro dos templos católicos, sem a menor intenção de fazer o que sempre fez a Igreja.. Eu sei muito bem o que é heresia pelagiana. O pior é que pra manter as pessoas alienadas, chamam essa “DROGA” essa PROFANAÇÃO, essa “AVACALHAÇÃO” sem a menor intenção de nada de missa. Missa é algo diferente algo descente algo sagrado. Antes de tentarem hipocritamente me ensinarem o que estou velho e “careca” de saber, aprendam a ler corretamente o que se escreve.Os senhores estão tão perdidos no modernismo e na inversão dos valores católicos, que falam de leigos orientarem sacerdotes. Olhem que lastima!…

  37. Antes que eu me esqueça: Não basta boa intenção. A única intenção é a de fazer o que a Igreja sempre fez. Não importa se há outra “intenção boa”. O INFERNO MODERNISTA ESTÁ CHEIO DE “BOA INTENÇÃO”.

  38. Machado e Israel TL

    Obrigado pelo esclarecimento, nesta forma, errado não é ler, e sim dar ao padre quando se há plena condição do “pecador” lê-lo, correto?

    Rogério Amaral Silva

    Desculpe-me pela “histeria”, é que de fato não soou irônico a mim.

    Uma outra pergunta: a estola não deveria ser de cor roxa?

  39. Caros irmãos e caras irmãs,
    Muito obrigado por todos os comentários esclarecedores!
    Salve Maria!
    Um abraço cá das Minas,
    Luiz Fernando
    Belo Horizonte – MG

  40. “.provavelmente a intensão do padre é boa,embora seja um abuso liturgico!
    A maioria dos abusos liturgicos acontecem por ignorancia dos sacerdotes e seus fiéis leigos que por não conhecerem a Liturgia a fazem errada mesmo que com boas intensões.
    Antes de fazermos julgamentos pesados devemos ser compassivos e incentivar a correção fraterna.
    Incentivando aos leigos e sacerdotes uma aplicação correta das normas Liturgicas.
    Apesar dos equivocos liturgicos deste sacerdote, é louvavel o grande numero de crianças desta paróquia portuguesa.
    A velha e decadente Europa cada dia mais abandona a Fé,esta paróquia mantem os seus jovems,ISTO É MUITO BOM! o que falta é orientar o sacerdote a aplicar de forma mais correta a liturgia.”

    Sr. Mauro Ricardo! Perdoe-me mas a “intenção ” do sacerdote pode ser tudo menos boa. E como diria um certo comentarista esportivo: Tá de brincadeira!

  41. Que existem verdadeiros absurdos na celebração da Santa Missa, isto existe. Já vi vários, tais como: Missa onde o coral é o centro das atenções; Missa onde os ministros da eucaristia se postam como “donos do pedço”; missas onde o padre quer mostrar a todos que é um excelente cantor; missa onde o padre fica olhando o relógio o tempo todo, e os leitores tropeçam nas leituras; enfim uma quantidade enorme de coisas absurdas. Mas gostaria, contudo, de levantar uma questão: Cristo se faz ou não se faz presente nessas missas ? Apenas uma pergunta, pois gostaria de ouvir a opinião dos demais.
    Agora uma observação: eu não posso conceber que o Espírito Santo tenha errado quatro vezes; não posso conceber que Cristo tenha permitido que a Cátedra de São Pedro tenha sido quatro vezes ocupada por homens tão mal intencionados. Tenho lido críticas muito severas, e até desrespeitosas, contra João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI. Em algumas delas, o teor me faz lembrar o que Lutero falava de Roma. Está correto isso ?

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