Segunda parte de matéria da agência da Conferência Episcopal dos EUA sobre a Fraternidade São Pio X.

Esperamos que alguma alma caridosa possa legendar o vídeo e nos informar na caixa de comentários.

Primeira parte aqui.

[Atualização - 28 de maio de 2012, às 8:39] Agradecemos ao leitor André Renato Rinaldi pela inclusão das legendas no vídeo.

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2 Comentários para “Segunda parte de matéria da agência da Conferência Episcopal dos EUA sobre a Fraternidade São Pio X.”

  1. (escrito)
    Em 1970 o Arcebispo Marcel Lefebvre, um bispo no Vaticano II, fundou um seminário em Écône, Suiça.
    Écône rapidamente ficou conhecida como o epicentro do protesto contra o concílio.
    Agora o grupo tradicional do Arcebispo pode estar perto de reconciliar-se com o Vaticano.

    (Dom Fellay)
    Pessocalmente eu gostaria de esperar um pouco mais para ver as coisas mais claras. Mas mais uma vez parece que o Santo Padre quer que aconteça agora. Ele Se este reconhecimento acontecer, é graças a ele, e definitivamente, a ele apenas.

    (Imagens do seminário da FSSPX em Écône)

    (Seminarista Marcel Stannus)
    De fato tudo está centrado em dar uma formação sólida tanto espiritual como intelectualmente, com muito estudo, uma paisagem maravilhosa, tudo como que ordenado para formar corpo e alma para o sacerdócio.

    (Seminarista Yves Bouget)
    Tudo na Missa tradicional em latim o faz perceber que Deus está bem aqui. O fato de usar uma língua sagrada, a posição dos padres, todos os sinais, todos os cantos — cantos gregorianos — todo o põe na presença de Deus, e eu não encontro isto na Missa nova.

    (Seminarista Martin Monnier – falando em francês)
    O fator decisivo para tomar a decisão é a recepção do Concílio Vaticano II (CVII). Houve no CVII alguns pontos, como a liberdade religiosa e o ecumenismo, que são completamente inconciliáveis com o ensino tradicional da Igreja antes do CVII. E por isto, me pareceu lógico para mim de entrar numa sociedade que se opõe e que critica abertamente estes erros doutrinais que são perigosos à Fé Católica.

    (Seminarista Marcel Stannus, de novo)
    Vejo que a SSPX espera que a Tradição volte a Roma porque os fiéis estão descobrindo os valores passados que têm se perdido, de modo que nós realmente esperamos que Roma volte à Verdade de sempre que é representado no ensino tradicional e no magistério milenar.

    (Pe. Nicolas Cadiet – professor – falando em francês)
    Parece-me que o reconhecimento canônico da SSPX é desejável. Se estudamos corretamente a história da Fraternidade, (vemos que) fomos tratados um bastante injustamente em um número de aspectos. Por esta causa, é certo que a justiça se restabeleça, ou pelo menos as coisas fiquem esclarecidas.
    Se agora os bispos e os padres finalmente decidirem nos reconhecer católicos, está claro que a colaboração permanecerá difícil.
    Então, no futuro imediato, nada mudará muito.

    (Pe. Arnaud Sélégny – professor – falando em francês)
    O exemplo do Motu Proprio (Summorum Pontificum) sobre a Missa corrobora o que meu irmão acaba de dizer. A recepção por parte dos bispos do Motu Proprio foi extremamente penosa, se não simplesmente ruim. De forma que não vemos por quê com nossa regularização não sejamos tratados da mesma forma. Aliás, existe um preconceito contra nós de que estamos no erro, e que por isso não deveríamos ter permissão de agir.

    (Dom Fellay)
    Nós certamente podemos nos beneficiar da experiência da Igreja. A igreja não nasceu hoje. Ela tem experiência multissecular em lidar com as almas. E ela tem pessoas muito boas que podemos verificar que estão lá (na Igreja). Então não há dúvida de que nós podemos nos beneficiar de uma “integração” ou … — não sei as palavras exatas — … “chegar mais perto”. Definitivamente. Sim.

  2. Obrigado, Miguel! Será que alguém poderia colocar este texto como legenda do vídeo?

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