Vaticano condena obra de religiosa que promove masturbação, homossexualidade e divórcio.

VATICANO, 04 Jun. 12 / 02:09 pm (ACI/EWTN Noticias) A Congregação para a Doutrina da Fé (CDF) no Vaticano, com a aprovação do Papa Bento XVI, condenou o livro “Just Love. A Framework for Christian Sexual Ethics” (Só Amor: Um marco para a ética sexual cristã) da religiosa Ir. Margaret A. Farley, ex-superiora geral da congregação ‘Sisters of Mercy of the Americas’ (Irmãs da Misericórdia das Américas),  no qual se promove a masturbação, os atos homossexuais, as uniões homossexuais e o divórcio.

Por sua importância, ACI Digital reproduz em sua integridade a notificação divulgada hoje pela CDF e assinada pelo seu Prefeito o Cardeal William Levada:

CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

Notificação sobre o livro

Just Love. A Framework for Christian Sexual Ethics

de Irmã Margaret A. Farley, R.S.M.

Introdução

A Congregação para a Doutrina da Fé, depois de um primeiro exame do livro da Irmã Margaret A. Farley, R.S.M., Just Love. A Framework for Christian Sexual Ethics (New York: Continuum, 2006), endereçou à autora por meio dos bons ofícios de Irmã Mary Waskowiak, então Superiora Geral das Sisters of Mercy of the Americas, com carta de 29 de março de 2010, uma avaliação preliminar abrangente, indicando os problemas doutrinais presentes no texto. A resposta de 28 de outubro de 2010, enviada pela Irmã Farley, não foi suficiente para esclarecer os problemas indicados. Como o caso se referisse a erros doutrinários presentes num livro cuja publicação se revelara causa de confusão entre os fiéis, a Congregação decidiu empreender um “exame para casos de urgência”, segundo o Regulamento para o exame doutrinal (cf. cap. IV, art. 23-27).

A propósito, depois da avaliação feita por uma Comissão de especialistas (cf. art. 24), a Sessão Ordinária da Congregação, em data de 8 de junho de 2011 confirmou que o livro em questão continha proposições errôneas, e que a sua divulgação implicava riscos de graves danos aos fiéis. Sucessivamente, com carta de 5 de julho de 2011, foi transmitida à Irmã Waskowiak a lista das proposições errôneas, pedindo que quisesse convidar a Irmã Farley a corrigir as teses inaceitáveis contidas no seu livro (cf. art. 25-26).

Com carta de 3 de outubro de 2011, a Irmã Patrícia McDermott, que entrementes se sucedera à Irmã Mary Wakowiak como Superiora Geral das Sisters of Mercy of the Americas, transmitiu à Congregação a resposta da Irmã Farley, acompanhada pelo próprio parecer e do de Irmã Waskowiak, em conformidade com o art. 27 do supracitado Regolamento. Esta resposta, avaliada pela Comissão de especialistas, foi submetida à Sessão Ordinária para discernimento, aos 14 de dezembro de 2011. Em tal ocasião, considerando que a resposta da Irmã Farley não esclarecia adequadamente os graves problemas contidos no seu livro, tomou-se a decisão de proceder à publicação desta Notificação.

1. Problemas de caráter geral

A Autora não apresenta uma compreensão correta do papel do Magistério da Igreja como ensinamento autorizado dos Bispos em comunhão com o Sucessor de Pedro, que guia a compreensão sempre mais profunda, por parte da Igreja, da Palavra de Deus, como se encontra na Sagrada Escritura, e transmitida fielmente pela tradição viva da Igreja. Ao tratar de argumentos de caráter moral, Irmã Farley ou ignora o ensinamento constante do Magistério ou, quando o menciona ocasionalmente, o trata como uma opinião entre outras. Uma tal posição não pode ser justificada de modo algum, nem mesmo ao interno de uma prospectiva ecumênica que a Autora deseja promover. Irmã Farley revela outrossim uma compreensão defeituosa da natureza objetiva da lei moral natural, escolhendo antes de argumentar partindo de conclusões seletas de determinadas correntes filosóficas ou com a sua própria compreensão da “experiência contemporânea”. Um tal modo de tratar não é conforme à genuína teologia católica.

2. Problemas específicos

Dentre os numerosos erros e ambigüidades do livro, é mister chamar a atenção para as posições a respeito da masturbação, dos atos homossexuais, das uniões homossexuais, da indissolubilidade do matrimônio e do problema do divórcio e das segundas núpcias.

Masturbação

Irmã Farley escreve: “A masturbação (…) geralmente não comporta nenhum problema de caráter moral. (…) Este é sem dúvida o caso de muitas mulheres que (…) encontraram um grande bem no prazer buscado consigo mesmas – e talvez exatamente na descoberta das suas próprias possibilidades em relação ao prazer -, algo que muitas nem tinham experimentado e nem mesmo conhecido no tocante às suas relações sexuais ordinárias com maridos ou amantes. Neste sentido, é possível afirmar que a masturbação de fato favorece as relações muito mais do que as obstacula. Por isso a minha observação conclusiva é que os critérios da justiça, assim como os apresentei até agora, pareceriam aplicáveis à escolha de provar prazer sexual auto-erótico somente enquanto esta atividade pode favorecer ou danificar, mantém ou limita, o bem-estar e a liberdade de espírito. E esta resta amplamente uma questão de caráter empírico, não moral” (p. 236).

Estas afirmações não são conformes à doutrina católica: “Na linha duma tradição constante, tanto o Magistério da Igreja como o sentido moral dos fiéis têm afirmado sem hesitação que a masturbação é um ato intrínseca e gravemente desordenado». «Seja qual for o motivo, o uso deliberado da faculdade sexual fora das normais relações conjugais contradiz a finalidade da mesma». O prazer sexual é ali procurado fora da «relação sexual requerida pela ordem moral, que é aquela que realiza, no contexto dum amor verdadeiro, o sentido integral da doação mútua e da procriação humana. Para formar um juízo justo sobre a responsabilidade moral dos sujeitos, e para orientar a ação pastoral, deverá ter-se em conta a imaturidade afetiva, a força de hábitos contraídos, o estado de angústia e outros fatores psíquicos ou sociais que podem atenuar, ou até reduzir ao mínimo, a culpabilidade moral.”1

Atos homossexuais

Irmã Farley escreve: “Do meu ponto de vista (…), as relações homossexuais o os atos homossexuais podem ser justificados, de acordo com a mesma ética sexual, exatamente como as relações e os atos heterossexuais. Por isso, as pessoas com inclinações homossexuais, assim como os seus respectivos atos, podem e devem ser respeitados, indiferentemente de haver ou não a alternativa de serem diferentes” (p. 295).

Tal posição não é aceitável. A Igreja Católica, de fato, distingue entre pessoas com tendências homossexuais e atos homossexuais. Quanto às pessoas com tendências homossexuais, o Catecismo da Igreja Católica ensina que as mesmas devem ser acolhidas “com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta”.2 No entanto, quanto aos atos homossexuais o Catecismo afirma: “Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves a Tradição sempre declarou que «os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados. São contrários à lei natural, fecham o ato sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afetiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados”.3

Uniões homossexuais

Irmã Farley escreve: “Legislações sobre a não discriminação dos homossexuais, como também sobre os casais de fato, as uniões civis e os matrimônios gay, podem ter um papel importante na transformação do ódio, da marginalização e da estigmatização de gays e lésbicas, o que se reforça ainda hoje com ensinamentos a respeito do sexo “contra a natureza”, desejo desordenado ou amor perigoso. (…) Uma das questões mais urgentes do momento, diante da opinião pública dos Estados Unidos, é o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo – equivale a dizer a concessão de um reconhecimento social e de uma qualificação jurídica às uniões homossexuais, sejam masculinas ou femininas, comparáveis às uniões entre heterossexuais” (p. 293).

Tal posição é oposta ao ensinamento do Magistério: “A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimônio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade atual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do patrimônio comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade”.4 “Em defesa da legalização das uniões homossexuais não se pode invocar o princípio do respeito e da não discriminação de quem quer que seja. Uma distinção entre pessoas ou a negação de um reconhecimento ou de uma prestação social só são inaceitáveis quando contrárias à justiça. Não atribuir o estatuto social e jurídico de matrimônio a formas de vida que não são nem podem ser matrimoniais, não é contra a justiça; antes, é uma sua exigência”.5

Indissolubilidade do matrimônio

Irmã Farley escreve: “A minha posição pessoal é que o empenho matrimonial seja sujeito à dissolução pelas mesmas razões fundamentais pelas quais todo empenho permanente, extremamente grave e quase incondicionado, pode cessar de exigir um vínculo. Isto implica que existam de fato situações nas quais as coisas mudaram demais – um ou os dois partner mudaram, a relação entre eles mudou, a razão original do seu compromisso recíproco parece completamente extinta. O sentido de um compromisso permanente é ademais exatamente aquele de vincular a despeito de todas as mudanças que podem aparecer. Mas é possível de sustentá-lo sempre? É possível sustentá-lo apesar de mudanças radicais e imprevistas? A minha resposta é: às vezes não é possível. Às vezes a obrigação pode ser desfeita e o compromisso pode ser legitimamente modificado”(págs. 304-305).

Uma opinião semelhante está em contradição com a doutrina católica sobre a indissolubilidade do matrimônio: “Pela sua própria natureza, o amor conjugal exige dos esposos uma fidelidade inviolável. Esta é uma consequência da doação de si mesmos que os esposos fazem um ao outro. O amor quer ser definitivo. Não pode ser «até nova ordem». «Esta união íntima, enquanto doação recíproca de duas pessoas, tal como o bem dos filhos, exigem a inteira fidelidade dos cônjuges e reclamam a sua união indissolúvel». O motivo mais profundo encontra-se na fidelidade de Deus à sua aliança, de Cristo à sua Igreja. Pelo sacramento do Matrimônio, os esposos ficam habilitados a representar esta fidelidade e a dar testemunho dela. Pelo sacramento, a indissolubilidade do Matrimônio adquire um sentido novo e mais profundo. O Senhor Jesus insistiu na intenção original do Criador, que queria um matrimônio indissolúvel. E abrogou as tolerâncias que se tinham infiltrado na antiga Lei. Entre batizados, o matrimônio rato e consumado não pode ser dissolvido por nenhum poder humano, nem por nenhuma causa, além da morte”6.

Divórcio e segundas núpcias

Irmã Farley escreve: “Se há filhos do matrimônio, os ex-cônjuges deverão ajudar-se reciprocamente por anos, talvez por toda a vida, no projeto familiar empreendido. De qualquer modo, as vidas de duas pessoas uma vez casadas continuam marcadas pela experiência do matrimônio. A profundidade daquilo que resta admite graus, mas algo resta. No entanto, aquilo que resta impede um segundo matrimônio? Acho que não. Qualquer tipo de obrigação que implique um empenho não deve incluir a proibição de um novo matrimônio – pelo menos não tanto quanto a ligação atual entre os esposos resulte numa tal proibição para quem continua vivo depois da morte do cônjuge” (p. 310).

Tal visão contradiz a doutrina católica que exclui a possibilidade de segundas núpcias depois de um divórcio: “Hoje em dia e em muitos países, são numerosos os católicos que recorrem ao divórcio, em conformidade com as leis civis, e que contraem civilmente uma nova união. A Igreja mantém, por fidelidade à palavra de Jesus Cristo («quem repudia a sua mulher e casa com outra comete adultério em relação à primeira; e se uma mulher repudia o seu marido e casa com outro, comete adultério»: Mc 10, 11-12), que não pode reconhecer como válida uma nova união, se o primeiro Matrimônio foi válido. Se os divorciados se casam civilmente, ficam numa situação objetivamente contrária à lei de Deus. Por isso, não podem aproximar-se da comunhão eucarística, enquanto persistir tal situação. Pelo mesmo motivo, ficam impedidos de exercer certas responsabilidades eclesiais. A reconciliação, por meio do sacramento da Penitência, só pode ser dada àqueles que se arrependerem de ter violado o sinal da Aliança e da fidelidade a Cristo e se comprometerem a viver em continência completa.”7

Conclusão

Com esta Notificação, a Congregação para a Doutrina da Fé expressa profundo pesar pelo fato de que um membro de um Instituto de Vida Consagrada, a Irmã Margaret A. Farley, R.S.M., afirme posições em contraste direto com a doutrina católica no âmbito da moral sexual. A Congregação previne os fiéis de que o livro Just Love. A Framework for Christian Sexual Ethics não é conforme à doutrina da Igreja e portanto não pode ser utilizado como válida expressão da doutrina católica nem para a direção espiritual e formação, nem para o diálogo ecumênico e inter-religioso. A Congregação deseja além disso encorajar os teólogos a fim de que prossigam na tarefa do estudo e do ensinamento da teologia moral em plena conformidade com os princípios da doutrina católica.

O Sumo Pontífice Bento XVI, durante a Audiência concedida ao abaixo assinado Cardeal Prefeito, em data de 16 de março de 2012 aprovou a presente Notificação, decidida na Sessão Ordinária desta Congregação em data de 14 de março de 2012, e mandou que se publicasse.

Roma, da Sede da Congregação para a Doutrina da Fé, 30 de março de 2012.

William Cardeal Levada
Prefeito

38 Comentários to “Vaticano condena obra de religiosa que promove masturbação, homossexualidade e divórcio.”

  1. Meu Deus, esse livro merecia ser condenado só pela feiúra da autora, pra não falar do conteúdo!

  2. Isso na foto é uma mulher ou um homem?
    #creninDeuspadre diria minha vovozinha… as coisas mudaram…

  3. O formato do cabelo e do rosto dela me lembra o símbolo da rede globo… kkk

  4. A filha do Iscariotes é feia pra diabo. A heresia enfeia seus filhos e filhas.

  5. É, são nuvens escuras que aparecem no horizonte tentando destruir os fundamentos e a verdade da igreja. Satanaz realmente infiltrou-se na igreja através de seus próprios membros. Senhor, tende piedade desta pobre humanidade.

  6. Quem se importa? Ela está em plena comunhão, apesar das heresias…

  7. …E da feiúra.
    Pela cara, pelo corte de cabelo, e pelas imoralidades escritas em sua obra, não duvido que seja mais uma lésbica das tantas comunidades e institutos religiosos de mulheres.

  8. O problema é que nenhum sacerdote católico ensina como deve ser o matrimonio e como os meios de comunicação só se fala da pratica da sensualidade como meio de prazer, só encontramos pessoas frustadas hoje no mundo – exceções feitas aos blogs católicos que estão ensinando uma doutrina que não era ensinada corretamente já antes do Concilio Vaticano II. Existem tantos prazeres licitos pela doutrina católica mas deles nada se fala.

    Esta ex freira vai na linha do Padre Fábio de Melo, do Chalita e do Ministro kit bicha Sr. Hadad que comungou o antuario do padre Marcelo Rossi que afirmaram publicamente serem a favor do casamento homossexual. Cade a condenação a estes catolicos hereges? Por que só se condenam os conservadores por estes não aceitarem os frutos do CVII? E o silencio da maioria absoluta dos atuais sacerdotes em relação a doutrina perversa ensinada pela grande midia são cumplices destes hereges.

  9. Caraca!!! Esta “freiA” parece a irmã gêmea perdida do Mick Jagger.

  10. Separados na maternidade:

  11. Volta pro mar, oferenda!

  12. A quantidade de comentários citando apenas o fato de a mulher não ser exatamente bonita dá uma pista do quanto a comunidade católica está preparada, do ponto de vista da argumentação teológica ou pastoral, para discutir os assuntos propostos por ela. E quanto mais adiarmos esta discussão, mais abriremos o abismo entre a modernidade e a Igreja. É de gente de coragem como ela que precisamos, mesmo que não concordemos com o que ela fala, pois o que precisamos é abrir-nos ao diálogo. Basta das vaquinhas de presépio que entendem a tradição contida no CICA como imutável e intocável.

  13. Misericordia! Como pode uma consagrada editar um livro tao ridiculo, que tenta distorcer os mandamentos de Deus? Oremos por essa criatura que perdeu o seu senso de cristandade.

  14. Credo!! Chuta (o livro) que é mais do que macumba!

  15. Alguem sabe dizer se um desses comentários aí acima foi do Gabriel Chalita ??

  16. Modernista, né? É claro… grande parte das freiras sem hábito non enganam.. Tsc tsc.

  17. Você “quase” acertou, Gabriel. Que a Modernidade, e todos os que a amam – você incluso – se atirem no abismo que eles mesmos cavaram. Aliás, o Abismo já existe a bem mais tempo, não? Vocês passarão, enquanto que a Igreja e sua doutrina, não.

  18. Que mulher feia ! As heresias deixaram essa mulher feia demais . Ponha o hábito , vá se confessar e se torne católica de fato . Verás que será melhor que plástica para te deixar mais bonita . Por que você é feia!

  19. Gabriel,

    É desejável que haja um abismo entre a ”modernidade” e a Igreja, evidentemente, porque por ”modernidade” entende-se o conjunto de idéias e ações globalistas, de caráter social-democrático, que, por definição, são materialistas e anticristãs. Como nos ensina NSJC ”Ninguém pode servir a dois senhores: ou vai odiar o primeiro e amar o outro, ou aderir ao primeiro e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro!” (Mateus, 6:24). Assim, ou se está do lado da tal ”modernidade”, ou se está ao lado de Cristo. Sua intenção de colocar a ”modernidade” como parte de uma suposta ”marcha da história” é, ela mesma, fruto do pensamento marxista, que é completamente psicótico, doentio.

    Ademais, ”Por que observas o cisco no olho do teu irmão e não reparas na trave que está no teu próprio olho? Ou, como podes dizer ao teu irmão: ‘Deixa-me tirar o cisco do teu olho’, quando tu mesmo tens uma trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu próprio olho, e então enxergarás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão.” (Mateus, 7:3-5). Você acusa os católicos que aqui postam de ”não estarem preparados para o debate”, mas quem não está preparado para debate algum, de forma evidente, é você: usa termos genéricos e repetidos ad aeternum como ”diálogo”, ”modernidade”, sem qualquer explicação, como se contivessem verdade objetivas.

    Você não deixa, também, de afirmar que a Tradição da Igreja não deve ser considerada ”imutável”. Oras, com relação à sexualidade, não somos nós quem não estamos abertos ao diálogo, nem foram homens que impuseram o que hoje chamamos de ”heterossexualidade”, mas a própria natureza, criada por Deus, na qual os órgãos sexuais estão muito bem definidos e funcionam para esse fim. Dois homens ou duas mulheres nunca gerarão um filho, nunca e isso é uma verdade objetiva, não um conjunto de termos in abstracto, ocos, como ”vaquinha de presepio (sic)”. Aliás, porque a ”vaquinha” não é você? Que só fica repetindo consenso popular midiático? O conteúdo de suas palavras é pura dóxa, você é um filodóxo.

    Finalmente, a feiúra da mulher é evidente, negá-la é pura desonestidade. Não são todos que tomam seu tempo para ensinar aqueles que escrevem, presunçosamente, tantas asneiras revestidas com termos como ”novas descobertas” e ”progresso”, porque esses são aqueles que se apegam muito ao que criam, porque não têm fé e criam um ilusão inflacionada de si mesmos, porque não concordam com o que Deus criou. Assim, pode ser de maior proveito simplesmente um bom insulto, para colocar indivíduos como essa mulher dentro de sua própria realidade, tirando-as do mundo ilusório da pseudo-intelectualidade.

  20. Irmã? Só se for do Cauby Peixoto …
    Fora as brincadeiras, é positivo que no meio de tanta escuridão a doutrina da fé acenda ao menos um fósforo, para não nos esquecermos como é bom viver na luz!

  21. Ela é ´´Irmã´´ né???….Irmã do Padre Pinto da Bahia,

  22. Sinceramente, se alguns de vocês não possuem argumentos plausíveis para uma boa discussão e reflexão sobre a presente condenação da freira é melhor guardar seus comentários pra si mesmos. Por isso que muitos membros da igreja continuam mesquinhos, por falta de argumentações sólidas, não é a fisionomia dela que está em discussão, mas as reflexões por parte dela que não condizem com o ensinamento moral da igreja. Se não concordamos com ela, pelo amor de Deus respeitemos pelo menos sua dignidade enquanto pessoa e mulher.

  23. Victor,

    Argumente vc, essas aberrações.

  24. Gabriel e Victor:
    Em que pese a necessidade de se comentar as tantas baboseiras ditas pela Ir. Margaret, impossível não notar o semblante da mesma. E, ressalto, não apenas pela ausência da beleza harmônica natural da feminilidade característica da mulher, mas principalmente pelo semblante carregado, pela falta de alegria. e simpatia. O Papa Bento XVI também não é nenhum galã, mas na imensa maioria das fotos ele é absurdamente simpático, quase sempre sorrindo. Esta senhora denota uma rudeza de trato e espírito pelo seu semblante, inclusive nas poucas imagens onde ela esboça uma tentativa frustrada de sorriso, que soa mais como algo do tipo: “Que foi, tá olhando o quê?”.
    Quanto a respeitar a dignidade da citada, ela mesma já a jogou na lama, assumindo enquanto religiosa idéias totalmente avessas ao Sagrado Magistério. Lobo em pele de cordeiro. Se quisesse falar asneiras que tratasse de se destravestir de religiosa. Posando de algo que ela não é esta infeliz induz os humildes ao erro e à perdição. Que ao menos tenha coragem e se mostre como herege que verdadeiramente é.
    Por fim sr. Gabriel, prefiro, de longe, ser uma vaquinha de presépio humilde e fiel, no paraíso, do que um pretensioso e orgulhoso no inferno.

  25. Eu tinha um professor, padre, que dizia, brincando, que essa gente das “esquerdas” é mal-humorada e rabugenta. Reclama de tudo e vive de cara feia! Olhando para esta senhora, chego a concordar com ele. Mas deixando de lado o fato puramente estético, concordo com os que disseram que é preciso argumentos mais substanciais para enfrentar esta gente.

  26. “Ut inimiccos Sanctae Ecclesiae humiliari digneris, Te rogamus, audi nos!”

  27. Não sabia que o Caubi Peixoto era freira! Viva os frutos da grande primavera, a primavera das pragas…

  28. Kkkkk, me acabei com este post. Por favor, alguém ache aí uma foto maior!!! Kkkk

  29. é um triste exemplo do que ocorre em nossa Igreja nos dias de hoje.

  30. sr Vitor

    Não é que não temos argumentos, a “obra” dela fala por si.

  31. Quem é que vai argumentar com uma mulher feia dessas? Será que tem gente nas palestras que ela dá? É uma mistura do diabo comendo mariola, com urso do cabelo duro, do desenho antigo.

  32. Só mais um escândalo promovido pelo liberalismo/modernismo/progressismo/outros ismos,
    infiltrados nas congregações religiosas e, também, na Igreja.
    Uma judas de saia que deve ter semeado muito joio por aí. Até livro escreve !!

  33. Fratres,
    Feiuras à parte (pois não é o caso mais importante), seria interessante saber se a tal Irmã estudou teologia moral e onde terá sido? Qual terá sido a sua “tese”? E, pior, quem terá avaliado e concedido título acadêmico? Ainda pior: por que ninguém revisou a “obra” antes de ser publicada para prejuízo dos fiéis? Diz o ditado: “É melhor prevenir do que remediar”! Por que a Congregação para a Doutrina da Fé não faz uma varredura nas editoras “católicas”? Afinal é justamente em suas livrarias que livros do calibre deste condenado estão sempre à disposição; alguns até com cartazes alardeando as “ousadias”, “vanguardas”, “progresso”, etc…

  34. “Perigosíssimos” FRATRES;
    Não é da pessoa dela que estamos tratando, mas sim daquilo que ela escreveu.
    Quanto desprezo pela Doutrina.
    Ela não deveria escrever sobre moral ou ética.
    Ela deveria sim era deixar-se fotografar. Seria um incentivo para a castidade.
    Já imaginaram, ao se pensar em pecado contra a castidade, imaginar essa senhora aí…
    Nossa!!!
    Precisa ser muito corajoso ao encontrar com essa senhora, numa noite escura de quaresma e não sair correndo desembestado…
    Credo!!!

  35. Posso não julgar o livro pela capa, mas não posso fazer o mesmo em relação ao autor. No caso, a autora tem cara de homem com batom! E daí? Daí que o livro é a cara da autora!

  36. Sejam excomungadas! Que se não haja medo de cortar o ramo seco e podre que estragam os frutos! Em boa hora veio a condenação pelo Vaticano e pelo Santo Padre, desta “obra” pérfida e satânica, saída dos abismos mais pestilentos do Inferno. Oh, como desejaria que fossem retirados todos esses livros das livrarias e queimados em praça pública, erguendo uma coluna de fuma bem alta, para bem e salvação das almas e glória de Cristo e da Sua Igreja! Viva a Santa Igreja Católica, Apostólica e Romana, fiel depositária da Fé e da Verdade! Viva o Santo Padre Bento XVI, corajosa e gloriosamente reinante!

    Rezemos pelo Santo Padre! Mas muito, que ele está a precisar muito das nossas orações! Incentivemos as crianças a rezarem pelo Santo Padre, como faziam os santos Pastorinhos de Fátima. A oração das crianças tem muito poder…

    Avé, Maria…

  37. queimem este livro.

  38. É do gosto de Deus que amemos todos, sem restrição!
    O Livro deve ser condenado, a autora não!
    Julgar e condenar não está no direito do homem.
    Nosso Senhor nos afirma que com a mesma severidade que julgamos os outros
    também seremos julgados por Nossa Majestade no juizo pessoal.
    Propaguemos a fé Catolica!
    Combatamos as Heresias!
    Amemos a todos!
    “Amemo-nos uns aos outros, pois o amor vem de Deus e todo
    aquele que ama nasceu de Deus e chega ao conhecimento de
    Deus, pois quem ama conhece a Deus.”
    Oremos pela a Igreja e pelo nosso Santo Padre, para que ele não pereça e nem
    se acovarde na presença dos lobos.

    Salve Maria!