A estrela política da Parada Gay.

Da coluna de Gilberto Dimenstein na Folha de São Paulo:  A estrela política da Parada Gay foi o católico conservador Geraldo Alckmin –ele deu um exemplo de respeito à diversidade. Um contraste com Fernando Haddad e José Serra que, certamente de olho nos votos dos religiosos, preferiram ficar longe do evento. Haddad talvez esteja preocupado com a repercussão do chamado kit-gay; e Serra vem, nos últimos tempos, se comportando com um pendor religioso que tem mais a ver com as urnas do que com Deus. Ao não participarem da Parada Gay, Serra e Haddad demonstraram pouco respeito não com os gays, mas com São Paulo –aliás, nenhum candidato a prefeito estava lá. Como católico fervoroso, desses que se confessam, Alckmin tem suas convicções religiosas. Mas, como governador de São Paulo, sabe que a Parada Gay representa a diversidade e um esforço de ajudar a combater a violência contra o grupo marcado pela discriminação. Neste ano, coube ao seu governo lançar a ideia de um museu, numa estação do metrô, em homenagem à diversidade sexual.

* * *

A propaganda é a alma do negócio. Pela primeira vez, uma medição de público com caráter científico foi realizada na Parada Gay de São Paulo, ocorrida no último domingo. E os números mostram algo bem mais modesto do que os mais de 3 milhões de participantes alardeados nos últimos anos: “Míseros” 270 mil.

18 Comentários para “A estrela política da Parada Gay.”

  1. “Como católico fervoroso, desses que se confessam, Alckmin tem suas convicções religiosas.”

    Daqui a pouco se confessar será radicalismo….

  2. O que custava ao confuso governador se abster desse evento?

  3. Segundo o organizador do evento, nesse ano foram 4 milhões de participantes. A mentira anda junto aos outros vícios.

    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1102872-organizador-diz-ser-impossivel-so-270-mil-pessoas-na-parada-gay.shtml

  4. os números mostram que não estão conseguindo empurrar essa bandeira do gayzismo, na população.

  5. Respeitar as diversidades é uma coisa, agora participar para que? Se você não é gay, não tem que ir às paradas deles.
    É mais uma busca de popularidade do que outra coisa…Que eles tem direito de apresentar suas lutas, não nego, mas o que se vê na maioria dos participantes, ditos ativos, é um esculacho com princípios e ordem. e um desrespeito com as pessoas que não participam da mesma ideia.

  6. Cadê os ardorosos defensores do tucano Alckmin?

  7. Pergunto mais uma vez: Onde estão os bispos que não alertam as pessoas que se dizem católicas que estão pecando ao participar de uma parada gay? Infelizmente muitos héteros participam das paradas gays para serem politicamente corretos. Alguns até com suas famílias. Uma completa falta de valores.

  8. O que a busca p/ popularidade não faz… Agora ele aproveita p/ se confessar de novo por apoiar o homossexualismo. :)

  9. “Perigosíssimos” FRATRES;
    Hummm…
    O que a política faz…
    O governador, que se mostra Católico, vai à “Marcha GAY” enquanto o “iluminado” criador do Kit-gay fica em casa, escondidinho…
    Ah, claro, o cãodidato, se for eleito, estará na próxima e, evidentemente, gentem, haverá um show do amigo meloso… Uiiii…uiiiii… uiiiiiiiiiiiiii
    Ah… O que é a política…
    Noutro post, um dos comentadores ficou irritadinho quando alguém sugeriu que o sr. Governador era membro da Opus Dei.
    Esbravejou que não, que era necessário que quem tinha flado isso “tivesse certeza e base…”, etc, etc.
    Bem, não sei se defendia o tal Governador, ou a tal “Obra”.
    Ainda que não me simpatize com nenhum dos dois (nem com o “picolé de xuxu”, nem com a “Obra”), penso que diante do que se tem por aí, ao menos ambos têm um pouco de seriedade…
    Basta lembrar dos vários governadores envolvidos com mensalões ou que se “afogam” em cachoeiras por aí, e claro, dos “outros movimentos eclesiais” que não são nada sérios, tais como Caminho Neocatecumenal ou a RC “C”…
    Agora, tendo ido à “Marcha GAY”, o governador, que fique bem claro NÃO É MEMBRO DA OPUS DEI, poderá, quem sabe, num futuro próximo ser convidado a ser supra numerário da OPUS GAY.
    Afinal, como ensina o ‘mega evento conciliar” é preciso o “aggiornamento”.
    Quem viver, verá…
    Uiiiiiiiiiii…

  10. Olha , sinceramente não dá pra ficar em cima do muro, ou se é cristão e rejeita a ideologia homossexual ou você se coloca contra o evangelho de Jesus.
    O que eu acho absurdo e anti-cristão é ser “politicamente correto” . Nosso Senhor Jesus , já havia dito : “Não se pode ser do mundo e de Deus ao mesmo tempo” , ou seja, é impossível agradar ao mundo ímpio e pagão, que não aceita o senhorio de Jesus, e sua Igreja e ao mesmo tempo ser CRISTÃO.

    O Alckmin já que se diz católico, poderia ter ido dormir sem ter acendido essa vela pra o diabo, ele não tinha que ter ido num ambiente onde a fé católica é ridicularizada. Os homossexuais lutam para serem respeitados mas são os primeiros a ofenderem os princípios da moral cristã.. interessante isso.

  11. O Alckmin, deveria sim respeitar os MILHÕES de paulistas que não foram.
    No dia 12 de Outubro ele vai até Aparecida.
    Mera politicagem.

  12. Como havia dito em postagem anterior do Frates, o dos verdadeiros Católicos que uma semana antes desta parada horrenda feita em São Paulo, fizeram a Marcha pela Vida contra o aborto, o divorcio e o casamento homossexual na Polonia, algo que aconteceria no Brasil se houvessem sacerdotes não digo santos, mas com um pouquinho de virtude. Aliás se o Sr. Alckimin direitista “picolé de chuchu”, porque como diria São Maximiliano Maria Kolbe sua função de maçon é tranformar os centristas e católicos em songamongas, levantasse a bandeira do Sagrado Coração de Jesus, mesmo sendo picolé de Chuchu, teríamos as marchas católicas como as do link abaixo:

    http://devotosdamisericordiadivina.blogspot.com.br/2012/06/marcha-contra-aborto-divorcio-e.html

    PS – mesmo sendo 270 mil sodomitas ainda é muita coisa. Pois no Brasil não há um só justo que levante a bandeira da moralidade, ressalva feita ao Padre David Francisquini e o Bispo D. Aldo Pagotto que fez o prefácio de seu Catecismo contra as práticas homossexuais, fazendo com que sodoma e gomorra tenham havido mais justos que o Brasil atual.

  13. O Alckmin não esteve na “Marcha das Vadias”. Quanto preconceito desse reaça! Vai à parada gay, mas falta à marcha das vadias? Assessores tucanos, vamos rever isso daí! Avisem ao “Chuchu”. É preciso ser plural e vocês estão agindo como fanáticos preconceituosos.

  14. Bem é bom informar por completo, realmente na Polonia também tem passeata de sodomitas mas se a Policia não manda seu efetivo…:

  15. Duvido se fosse o saudoso Dr. Enéas Carneiro, mesmo não sendo católico, teria ido à parada gay!!!

  16. Falam que o PT teria colocado um insuspeito Cavalo de Tróia pago no Palácio Bandeirantes para “aconselhar” Alckmin que é levado pelo beiço.
    Será verdade? O cara entrou na contramão eleitoral e por míseros votos de duzentos mil homossexuais que foram na fracassada parada gay, perdeu os votos de milhões de evangélicos, católicos e tefepistas. Dom Escrivá da Opus deve ter se revirado no túmulo e lançado raios sobre esta ovelha desgarrada. Cara, nem o Haddad do kit-homossexual foi na parada, porque não dava dividendos políticos junto a opinião pública que vai ficando cada vez mais conservadora, em reação aos chocantes avanços da esquerda. Elementar, meu caro Watson. Como um político tão experiente como Alckmin entrou nessa fria? Luís Maurício – Rio de Janeiro

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