O Leão de Campos e a Igreja de Deus.

No aniversário de Dom Antônio de Castro Mayer, publicamos seu artigo de 1985:

6 Comentários to “O Leão de Campos e a Igreja de Deus.”

  1. D. Antônio de Castro Mayer foi sem dúvida alguma outro Atanásio brasileiro. Com uma simplicidade notável consegui arguir sobre diversos temas, dos polêmicos aos de alta complexidade teológica. A ideia de que fora da Igreja não há salvação se estende não só aos separados pela heresia, como também àqueles que se dizem católicos, todavia estão intimamente ligados aos movimentos anticlericais, às ideias que estão contra a Igreja e o Cristianismo, etc. Um dos melhores livros que li de D. Mayer foi “Sejamos Cristãos Autênticos”, de fato um chamado, sejamos cristãos verdadeiros, sem sombra de dúvidas ou qualquer temor. Sejamos cristãos autênticos, confiantes que o depósito da fé se mantém incólume, com toda certeza nas mãos dos “sólidos movimentos de integridade doutrinária”, dos Bispos realmente comprimetidos com sua missão e daqueles que entregam-se a vontade de Deus e não aos mandos e desmandos de uns que mal conhecem a verdadeira fé. VIVA D. ANTÔNIO MAYER!

  2. Palavras consoladoras em tempos de crise.

  3. Já tive a oportunidade de ler alguns textos de D. Antônio e eles são simples e objetivos. Parece que os atuais membros da Hierarquia falam falam (ou escrevem escrevem) e não dizem nada de concreto. Parecem que não querem dizer a verdade católica como um todo, têm medo de desagradarem.

  4. Muito oportuno este artigo de Dom Antônio. Sua integridade de pensamento a ação são exemplares para nós nestes tempos de crise. Fidelidade à Tradição é o critério. A Ela estão subjugados desde a Hierarquia (Papa e Bispos) até os fiéis (sacerdotes, religiosos e leigos).

    Dom Antônio de Castro Mayer foi um só, sem frações. Nada de dividi-lo como querem alguns que sarcasticamente declaram-se seus seguidor.

    Ora o condenam e execram sua memória quando lhes incomoda suas atitudes e posicionamantos, ora usam de seu saber para dar veracidade às suas posições.

  5. Um conhecido meu da Administração Apostólica em Campos contou-me que no seminário da Administração não se pode nem falar em D. Antônio. Quando se fala diz que ele foi um bispo muito zeloso mas que no final da vida cometeu exageros, parece que boa parte dos seminaristas e dos padres mais novos pensam a mesma coisa. Já um outro conhecido meu da diocese de Campos também percebeu que a Administração procura o máximo possível em não falar em D. Antônio. Espero um dia, se for da vontade de Deus, que D. Antônio e D. Marcel Lefebvre sejam declarados Santos e Doutores da Igreja.