Lamentável também é a incapacidade da organização da JMJ de ser clara, rápida e eficiente ao eliminar rumores.

E a ineficácia continua! Leia a matéria de Aleteia. Voltamos depois:

JMJ Rio2013 não pagará rios de dinheiro a artistas seculares

Arcebispo do Rio de Janeiro lamenta mentira publicada na revista Veja e atitude dos que acreditam nela

O arcebispo do Rio de Janeiro e presidente do COL (Comitê Organizador Local) da JMJ Rio2013, Dom Orani João Tempesta, desmentiu informações veiculadas na imprensa esta semana de que a JMJ destinaria alguns milhões de Reais para pagar artistas seculares para cantar no evento que acontece em julho.

“Infelizmente nós estamos vendo que tem muitos filhos da Veja, que acreditam piamente naquilo que esta revista fala”, disse Dom Orani nesta quinta-feira, no programa Conexão Rio, transmitido ao vivo pela Aleteia.

Em coluna publicada no domingo passado, a revista Veja afirmava que o COL gastaria alguns milhões para trazer à JMJ artistas como Milton Nascimento, Ivete Sangalo e Michel Teló.

“Aquilo que vale é o que sai no nosso site. Há muitas invenções, tanto de locais para o Papa visitar, como também sobre a Jornada”, disse Dom Orani.

“É lamentável quem acredita neles. É lamentável acreditar nesse pessoal que tem outros interesses por trás, econômicos, etc.”

Dom Orani explicou que foi feito um convênio da JMJ com todos os cantores católicos e bandas católicas.

Segundo o arcebispo, se algum outro cantor “quiser cantar uma música religiosa, isso deve ser feito gratuita e voluntariamente, mas tem de ser analisado pelo COL”.

“Mas isso que saiu de pagar rios de dinheiro a cantores, e cantores que nem têm música própria de vida religiosa, é muito lamentável que isso tenha saído. Não partiu do COL”, afirmou.

“Infelizmente tem muitos filhos dessas revistas e jornais que correm atrás, inclusive pessoas que a gente imaginava que tivessem esse critério de não se deixar acreditar em qualquer lugar, em qualquer tipo de notícia que sai. Então quem acredita nesse pessoal está numa furada. Procurem olhar a verdade e aquilo que sai realmente no site da Jornada”, disse Dom Orani.

Certos católicos criaram recentemente um complexo de perseguição, ou mesmo um “coitadismo”, que demoniza a imprensa como um todo. Dom Orani parece incentivar esse tipo de postura: do lado de lá está a imprensa malévola, que deve ser inteiramente desacreditada — confiem apenas no que está em nosso site oficial! Ora, essa visão não é partilhada sequer pelo Papa Francisco, que agradeceu os jornalistas por seu trabalho ao longo do conclave. Se a imprensa nos dias de hoje costuma errar e perseguir a Igreja, não significa que ela nunca possa acertar ou que não haja bons elementos nela — e aqui falamos genericamente, não da Veja e do autor da matéria. Fazer beicinho e se fingir de coitado não é a reação das mais inteligentes. Lamentável, Dom Orani, não é simplesmente acreditar no que diz a Veja. Lamentável também é a organização de um evento de tal magnitude não saber que ao mau jornalismo se responde com clareza, rapidez e eficiência no esclarecimento dos fatos.

Lamentável também é a organização da JMJ entrar em contato com o jornalista da revista — no mesmo dia 8 em que a matéria foi divulgada — e não desmentir de imediato o convite, negociação ou seja lá o que tenha sido proposto a cantores de músicas imorais, mas se limitar apenas a dizer que não pagarão cachê.

E tão lamentável quanto é lançar uma nota de esclarecimento, no dia seguinte, que apenas “não confirma” o conteúdo da matéria. Em lógica, não confirmar é muitíssimo diferente de negar.

Lamentável ainda é, depois de ver a comoção nas redes sociais crescer vertiginosamente, Dom Orani vir a público, um dia após a nota oficial nada esclarecedora, novamente não para desmentir o contato, convite ou negociação com tais cantores, mas só para dizer que não haverá pagamento pelos shows, sem restringir a presença de quem quer que seja!

Como enfatizamos desde o nosso primeiro post, ao menos para nós católicos, a preocupação não se restringe ao aspecto financeiro. Ela está, sobretudo, na corrupção das almas com a chancela de um evento organizado pela Igreja. Ao criticar aqueles que são movidos por “interesses econômicos”, Dom Orani não se dá conta que até o momento sua equipe só se preocupou em negar o pagamento de cachês, mas não a perversão das almas, mesmo que gratuita, por músicas e danças eróticas… Fica cada vez mais claro quem, realmente, demonstra “interesse econômico”.

E então, finalmente, veio a matéria da Aleteia (12-04-2013)… e a incapacidade de ser claro, objetivo e de estancar a polêmica permanece! Dom Orani ataca a revista e seus leitores, mas não é capaz de fazer uma auto-crítica sobre a (in)capacidade de “comunicação” da organização da JMJ. E isso porque ele está “no início da preocupação” com o Diretório de Comunicação da CNBB! O Arcebispo do Rio desmente novamente a informação de que pagarão cachês aos cantores, mas deixa em aberto a possibilidade de que esses mesmos expoentes da imoralidade brasileira se apresentem, contanto que cantem uma música religiosa: se algum outro cantor [isto é, não católico] “quiser cantar uma música religiosa, isso deve ser feito gratuita e voluntariamente, mas tem de ser analisado pelo COL”.

Quase uma semana se passou e não houve um ser minimamente alfabetizado que pudesse escrever uma miserável notinha com os seguintes dizeres: “A JMJ não contratará nem permitirá a apresentação daqueles cantores que, mesmo cantando o Kyrie Eleisón de graça durante o evento, corrompem as almas dos brasileiros nos outros dias do ano”. Simples assim.

E o fato da organização não ter sido clara em nenhum momento só faz aumentar a impressão de que, de fato, existia, e de que talvez ainda exista, uma negociação para que cantores seculares, majoritariamente corruptores do povo brasileiro, se apresentem, mesmo que gratuitamente, na JMJ. Ao ser tão titubeante, a organização demonstra que falou apenas porque foi pressionada — e não pela Veja, que divulgou a matéria a um público mais amplo, mas pelos jovens católicos, especialmente após a veiculação da matéria neste blog. Houvesse interesse em eliminar a polêmica, a organização da JMJ teria sido clara logo em sua primeira manifestação.

20 Comentários to “Lamentável também é a incapacidade da organização da JMJ de ser clara, rápida e eficiente ao eliminar rumores.”

  1. Maldita revista Veja. Não cansa de ridicularizar e debochar da Igreja.

  2. Quase uma semana se passou e não houve um ser minimamente alfabetizado que pudesse escrever uma miserável notinha com os seguintes dizeres: “A JMJ não contratará nem permitirá a apresentação daqueles cantores que, mesmo cantando o Kyrie Eleisón de graça durante o evento, corrompem as almas dos brasileiros nos outros dias do ano”. Simples assim.
    Muito bom!!!

  3. Malditos bispos. Não cansam de ridicularizar e debochar da Igreja.

  4. a Igreja Católica no Brasil sofre de um “xuxuzismo” extremo (me desculpe o Alckmin…). Somos constantemente atacados pela militância ateísta, por alguns pastores evangélicos, e ficamos neste “gútchi-gútchi” o tempo todo. Está faltando TESTOSTERONA para muitos membros da hierarquia da nossa Igreja.

  5. Muito bom,Fratres! Tópico esclarecedor,que deixa clara a impressão,atravês da cronologia apresentada do fatos,de que o interesse era mesmo ter esses cantores/cantoras no evento.

    É intragável essa falta de clareza e objetividade,essa coisa escorregadia,que desmente sem desmintir,que deixa portas abertas para,quem sabe,si talvez,,….

    Quanta falta faz a verdade ser anunciada de cima dos telhados,com toda a força que ela merece ser aunciada.

    Em cada pronunciamento e ato de qualquer hierarca da Santa Igreja deveria estar contida a preocupação com a missão da Igreja que é a SALVAÇÃO DAS ALMAS.Até para o bem das almas destas pessoas afastadas da Santa Igreja que cantam essas músicas indecentes,para sacudi-las e chama-las a conversão.

    Fiquem om Deus.

  6. A Veja nunca primou por expor a posição da Igreja; isso não se discute. Todavia, a Arquidiocese não negou o convite, mas tão somente o cachê. O mais lamentável em si não é APENAS o suposto cachê, mas o próprio convite a cantores que no dia a dia promovem em suas músicas a luxúria, a fornicação e a exaltação indevida dos sentidos, ainda que eventualmente expressem seus sentimentos religiosos, como a maioria dos brasileiros. Para a jornada apenas cantores católicos praticantes deveriam ser chamados (para cantar músicas religiosas obviamente), visto que os jovens se espelham em modelos.

    Esse editorial está perfeito! Não adianta os organizadores da jornada fazerem uma cortina de fumaça para encobrirem o óbvio, ou seja, a falta de clareza. Ou eles convidaram ou não convidaram, simples assim. Se não houve nenhum convite desses cantores, eles devem processar a Veja. Se convidaram, ainda que para cantarem de graça, então caberia uma mea culpa e uma séria reflexão sobre o modelo de artista que eles pretendem oferecer aos jovens em um evento que se diz religioso e de evangelização.

  7. Sim, mas JMJ vai corrigir esse erro, portanto devem convidar católicos praticantes como Padre Fábio de Melo e Padre Marcelo Rossip para cantar músicas católicas. Isso sim é que são cantores católicos!

  8. Se a Revista Veja entrar em contato com a assessoria desses artistas e esses confirmarem que receberam o convite da Arquidiocese do Rio para participarem dessa tal JMJ, D. Orani Tempesta ficará com o rosto no chão.

  9. Eu acho que a falta de clareza a respeito da contratação de artistas pagãos para cantar na JMJ é proposital. O que eu acho que acontece é que, sim, esses cantores foram chamados para cantar na JMJ, mas como pegou mal a organização está enrolando com essas declarações pra ver se a poeira abaixa e eles consigam trazer estas estrelas do paganismo para atrair mais jovens para o evento.

    Então é isso que faz o arcebispo, está tentando ganhar tempo. Se alguém tiver outra idéia do porque de tanta falta de clareza gostaria de ouvir, porque a tese de inocência por parte da organização em não responder o problema MORAL e ficar só na questão econômica não tem o menor cabimento.

  10. Houve até um manifesto nas redes socais por parte de alguns jovens católicos que ainda tem alguma coisa na cabeça , dizendo que esses cantores não os representavam. Mas vamos ser sinceros são poucos os jovens que realmente não vão querer esses cantores lá , pois a maioria pensa que não terá nada demais o Michelzinho e a Veveta estarem lá … alias o jovens precisam de oba oba, as criatividades do Espirito como eu mesma já ouvi. Mas é esperar a JMJ pra ver o que irá acontecer…

  11. Até a Woodstock apodreceu, os revolucionários de 68 estão apodrecendo no seu slogam “sexo,drogas e rock rol” e a hierarquia católica quer promover o que na JMJ? Porque não começar com uma procissão saindo do Cristo redentor contra o aborto e o casamento homossexual???

    Imitemos os franceses, poloneses e americanos nas suas Marchas pela Vida. Até os italianos agora também estão reagindo.

    E qual padre cantor (ou seria melhor cantor que se acha padre?) que irá ser o pop star? O pro casamento sodomítico Fabio de melo?

  12. “Está faltando TESTOSTERONA para muitos membros da hierarquia da nossa Igreja” (leitor Robson La Luna Di Cola). É fácil de se entender isto, quando se vê que os seminários estão com candidatos ao sacerdócio sentimentalóides e manifestamente efeminados. Como se esperar que eles se tornem másculos e viris? Só por milagre… A graça supõe a natureza! Já vi não poucos seminaristas que são verdadeiras moças de candura (efeminados e desmunhecantes, um escândalo!). Os superiores não estão vendo isto? Ao contrário, eles estão acolhendo e estimulando esse tipo de candidato. Fica difícil, depois, esperar que os soldados de Cristo (os sacerdotes) estejam prontos para a batalha pelas almas.

  13. “A JMJ não contratará nem permitirá a apresentação daqueles cantores que, mesmo cantando o Kyrie Eleisón de graça durante o evento, corrompem as almas dos brasileiros nos outros dias do ano”. Simples assim.” Esta foi otima. Disse tudo.

  14. Eu me pergunto qual é a necessidade de ter qqr tipo de cantor, seja leigo que padre, seja catolico que heretico ou macumbeiro… Um encontro religioso – oficialmente é isso que pretende ser – similar a qqr encontro mundano o que pode acrescentar de bom? de santo? de virtuoso?

    E pq há necessidade de 25 MILHÕES de reais? A hospedagem não é oferecida por familias brasileiras gratuitamente? Essa cifra se justificaria caso a organização tivesse que arcar com a estadia dos jovens que vêm de fora do Rio (do Brasil e do mundo)… Onde está o espirito de quermesse que sempre identificou esse tipo de atividade da Igreja? Tudo na base do voluntarismo e da caridade? O que difere esse mega-evento de qqr mega-evento mundano?

  15. Bom dia, salve Maria,

    Esta ai na prática um “Bispo” legítimo do CV 2. Identifica-se fácil pela linguagem ambígua e de enrolação.

    Ontem à noite vi uma matéria na Globonews sobre a JMJ13, e adivinhem algumas informações sobre os jovens e o tal ‘bispo”:

    1. Onde estavam?

    2. O que alguns jovens faziam?

    Bem vamos as respostas:

    1. Estavam na quadra da escola Unidos da Tijuca em um evento sei lá de que.

    2. Alguns jovens, animados pelas diretrizes da nova igreja do CV2, sambando. É meus caros, sambando.

    Isto já é uma mostra do que será esta JMJ.

    Em tempo, não sei se o bispo presenciou os jovens dançando neste ritmo tipicamente “católico”, o samba, mas claro, se presenciou deve ter achado lindo o “samba para Jesus”. Se é que não ensaiou uns passinhos.

    Enfim, que nojo. E me permitam, entre o “bispo” e a revista Veja, ao meu ver, esta última tem mais credibilidade.

    Observação: será que ele vai desmentir as imagens dos jovens dançando o tal samba?

    Francisco Jr.

  16. Que tal apresentações de Canto Gregoriano, e de obras sacras dos compositores da Renascença e do Barroco? Por que não?

  17. Há certamente grupos como os Arautos do Evangelho e até mesmo cantores católicos que poderiam oferecer música religiosa de qualidade.

    Por outro lado, apresentar padres estrelas ou bandas “católicas de roque” (sic), como sugeriu o Ricardo Costa de brincadeira creio eu, não parece ser uma boa ideia. Seria atiçar os sentidos em detrimento do espírito.

    A julgar pelo vídeo institucional os “momentos de espiritualidade” estão inseridos no pacote aventura JMJ. Não dá pra olhar as experiências passadas é dizer que o evento é integralmente católico.

  18. Sugiro algo prático: todos nós entrarmos no site (www.arquidiocese.org.br ou http://www.arqrio.org.br) e dizermos claramente que nao queremos cantores pagaos, nem de graça nem mortos. Simplesmente isso. Duvido que depois de receberem dez vezes por dia a mesma coisa o mesmo protesto eles nao tomem vergonha! Temos que inundar o site gente, inundar com protestos, vamos lá.

  19. Novamente, apos ler artigos e alguns comentarios neste site, me debato se devo ou nao continuar a ler e receber emails do Frates in Unum. Me parece que Frates in Unum tambem tem sua agenda – criticar os nossos Bispos e Cardeais por qualquer coisa que pareca “errado”. Neste caso, O Bispo demorou a se pronunciar e fez comentarios do lado que deveriamos acreditar e seguir. Nossos pastores e lideres Catolicos necessitam de nossas oracoes mais do que nunca. Eles nao necessitam de nossas criticas, desde que ja recebem muitas do mundo. Catolicos que criticam a acao da Igreja abertamente e incita outros contra aqueles que nos guiam, cometem im grande erro e aumentam a divisao da Igreja. Todos nos temos direito a nossa opiniao, mas publica-las e outra coisa.
    Vamos ser prudentes e agir como filhos dignos de Deus, filhos da Luz. Nao vamos agir como os fariseus. Criticar um Bispo porque ele demorou a se pronunciar e porque este menciou a imprensa secular de forma negativa, pedindo que se lesse apenas o site do JMJ nao seria motivo para receber tal critica do Frates in Unum.
    Todos nos estamos cansados de saber que a imprensa secular nao tem o menos respeito com a Igreja Catolica. Mas voces naio pouparam o Bispo de seu desrespeito. Este artigo me pareceu entretanto um antipatia pessoa a ao Bispo.

    O problema do Catolico “ortodoxo” pelo que tenho observado, e que estas pessoas se declaram mais conhecedoras e corretas do que a Igreja e os fies. Que erro! Me parece que esta e uma tendencia em qualquer lugar do mundo moro no exterior e a tendencia do criticismo e a mesma.
    O quepensam que podem mudar dentro da Igreja? Nada, porque nao estao preocupados em mudar a voces mesmos. Voces causam divisao e confusao para. Por favor reflitam nisto humildade e obediencia.
    Esta foi a vitora de Cristo sobre a morte – humildade e obediencia.

    Moro fora do pais e vou a MIssas em Latim todos as semanas, participo e aprecio a volta do Latim, porem, procuro ser cuidadosa para nao cair nesta rede de malicia e criticismo, arrogancia e orgulho. A Igreja Catolica, a unica verdadeira, e sabia e jamais pertencera a Satanas. Porque entao irei me preocupar com pequenas coisas, enquanto existem outros grandes problemas para serem resolvidos?

    • Pelo jeito, o Fratres (e comentaristas) não podem criticar as autoridades eclesiasticas (onde está escrito isso?), mas a sra. Veronica pode criticar os “irmãos”, pode subir ao pulpito e julgar uns e outros, do alto de sua sabedoria…

      Além de nos fazer saber que vive no exterior – e a quem importa? e o que tem a ver com o assunto? – acha que não é pecado fazer juizo temerário (critica) do “irmão”: “rede de malicia e criticismo, arrogancia e orgulho”. Será que ela, antes de subir ao pulpito, tirou as sandalias da humildades? (Ou as jogou fora).

      O que me cansa é ouvir “criticas” ferozes contra os tradicionalistas – sim, entre nós há joio e trigo, há santos e pecadores, há gente de boa e má fé – enquanto acolhe caridosamente a uma raça que pessoas que a Igreja ja condenou infinitas vezes: os inimigos de Cristo.

      Quem tolera o pouco, senhora, acaba por tolerar tudo.

      Humildade e obediência. Essas duas pobres palavras têm sido instrumentalizadas ao bel prazer do ‘palestrante’… que Deus tenha compaixão dos que falam sem medir as palavras…