Comentários sobre Instrução do Arcebispo de Cuiabá que proíbe a recepção da Sagrada Comunhão de joelhos.

Por Padre Cristóvão e Padre Williams 

Fratres in Unum.com – Abaixo, divulgamos a Instrução que o Exmo. e Revmo. Sr. D. Milton Antônio Santos, Arcebispo Metropolitano de Cuiabá, escreveu aos seus fiéis, “unificando” (sic!) o modo de receber a Santa Comunhão.

Antes de analisarmos a questão sob o ponto de vista litúrgico-jurídico, analisemos quatro aspectos doutrinais da carta do Exmo. Bispo.

Primeiramente, em toda a Carta, Sua Excelência não menciona em nenhum momento que a Santíssima Eucaristia é o verdadeiro Corpo do Verbo Encarnado, Jesus Cristo Deus. Mesmo na citação que selecionou, escolheu uma frase que, apresentada isoladamente, induz a uma alteração do sentido original dado pelo Magistério da Igreja no documento em questão (que cita, por diversas vezes, a Presença Real), como se o Sacramento da Comunhão fosse apenas um sinal da comunhão dos comungantes, e não da Presença Real de Cristo, a ser adorado nas espécies eucarísticas. Crê, o Sr. Arcebispo, que Cristo está presente real e substancialmente na Eucaristia? Fica o suspense!

Estaria Dom Milton em comunhão com os Papas?

Estaria Dom Milton em comunhão com os Papas?

Em segundo lugar, ele sugere que o modo de receber a Sagrada Comunhão (a atitude, como ele chama) é decisivo para que haja comunhão eclesial. Como assim? Quem quisesse comungar de joelhos quando todos comungam em pé está ferindo a comunhão eclesial? A posição corporal é o que há de mais significativo para que haja comunhão entre os fiéis na Igreja? Então, o Sr. Arcebispo, distribuindo a Santa Comunhão exclusivamente aos comungantes em pé estaria em comunhão com o Papa, que a dá estando os comungantes ajoelhados?

Em terceiro lugar, o Sr. Arcebispo se fixa sobre a atitude exterior. Como os tempos estão mudados! E a atitude interior, espiritual, onde fica? Por que não exorta os fieis a se confessarem, caso tenham cometido pecado grave, antes de se aproximarem deste Augusto Sacramento? E as pessoas imodestamente vestidas, ou melhor, bem despidas? E o tema do jejum eucarístico? Será que o Sr. Arcebispo ainda se lembra do Catecismo?

Em quarto lugar, estamos no ano da fé. E a fé na Eucaristia como Presença Real de Cristo, onde fica? Quer dizer que uma pessoa que se aproximasse da Comunhão em pé, processionalmente, mas sem fé, incredulamente, estaria em comunhão com a Igreja? Talvez com o arcebispo de Cuiabá, sim; mas com a Igreja Católica, não!

A própria disciplina atual da Igreja demonstra que o Bispo de Cuiabá está errado. E isto veremos na análise litúrgico-jurídica da questão.

Para respaldar-se, Dom Milton cita a Instrução Eucharisticum Mysterium, da então Sagrada Congregação para os Ritos (hoje, Congregação para o Culto Divino), publicada em 1967. Pois é! Mas, desde aqueles tempos, “muita água passou debaixo da ponte”.  Naquela ida década otimista, na qual o relógio de muitos bispos parece ter parado, por exemplo, Paulo VI, com a esmagadora maioria do episcopado, reafirmava a disciplina tradicional sobre a Comunhão administrada exclusivamente na boca, rechaçando a Comunhão na mão. Dom Milton recuperará também esta disciplina em sua arquidiocese?

De fato, o Sr. Arcebispo parece ignorar alguns documentos bem posteriores das autoridades competentes, isto é, não provenientes de Dom Milton, que esclareceram a “atitude na comunhão eucarística”. Por exemplo, a Instrução Geral do Missal Romano, que diz: “os fiéis comungam ajoelhados ou de pé, conforme for estabelecido pela Conferência dos Bispos. Se, no entanto, comungarem de pé, recomenda-se que, antes de receberem o Sacramento, façam devida reverência, a ser estabelecida pelas mesmas normas” (n. 90). Este “conforme for estabelecido pela Conferência dos Bispos” se explica melhor no documento que citamos a seguir.

A Instrução Redemptionis Sacramentum, da mesma Congregação, publicada em 2002,  reza: “na distribuição da sagrada Comunhão se deve recordar que ‘os ministros sagrados não podem negar os sacramentos a quem os pedem de modo oportuno, e estejam bem dispostos e que não lhes seja proibido o direito de receber’ [por exemplo, um excomungado ou pecador público, ndr.]. Por conseguinte, qualquer batizado católico, a quem o direito não o proíba, deve ser admitido à sagrada Comunhão. Assim pois, não é lícito negar a sagrada Comunhão a um fiel, por exemplo, só pelo fato de querer receber a Eucaristia ajoelhado ou de pé”  (nn. 91s).

Carta da Congregação para o Culto Divino de 2002 - clique para ampliar.

Carta da Congregação para o Culto Divino de 2002 – clique para ampliar.

Esse mesmo conteúdo já era comunicado pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, em carta a um bispo diocesano, sob o protocolo nº 1322/02/L, datada de 1º de julho de 2002, cuja íntegra nossos leitores podem ler ao lado. Nela se diz: “Esta Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos recebeu recentemente, da parte de fiéis leigos da sua diocese, informação comunicando que se tem recusado a Sagrada Comunhão aos fiéis que, para recebê-la, se põem de joelhos em vez de permanecer em pé.  Os informantes dizem que tal procedimento pode estar mais difundido na diocese [...] Esta Congregação está realmente preocupada com o grande número de queixas recebidas de várias partes nos últimos meses.  Ela considera que a recusa da Comunhão a um fiel que esteja ajoelhado é grave violação de um dos direitos básicos dos fiéis cristãos. [...] Mesmo naqueles países em que esta Congregação adotou a legislação local que reconhece o permanecer em pé como postura normal para receber a Sagrada Comunhão… ela o fez com a condição de que aos comungantes desejosos de se ajoelhar não seria recusada a Sagrada Eucaristia“. Recordaremos esta carta mais adiante.

Pois bem, os documentos mais atuais, que dão a reta interpretação aos anteriores, são claros. É o fiel quem escolhe o modo como vai receber a comunhão, e pastores devem respeitar este direito.

No entanto, D. Milton Antônio, citando o magistério, alega que “não é permitido a ninguém, nem mesmo ao sacerdote, salvo a suprema autoridade da Igreja, ou conforme o Direito, o bispo e as Conferências dos Bispos, por conta própria, acrescentar, tirar ou mudar qualquer coisa na Liturgia” (Concílio Vaticano II, Const. Sacrosanctum Concilium, n. 22, §3)” e, ainda,  “por isso, os presbíteros tomem a peito presidir a celebração da Eucaristia de tal forma que os fiéis percebam que não participam de um rito de autoridade particular, mas de um culto público da Igreja, cuja organização foi confiada pelo próprio Cristo aos Apóstolos e seus sucessores” (Ibidem, 45), como se ele mesmo não estivesse debaixo desta norma e não devesse cuidar de que seus sacerdotes a cumpram

"Esclarecimento" divulgado na página oficial da Arquidiocese de Cuiabá.

“Esclarecimento” divulgado na página oficial da Arquidiocese de Cuiabá.

De fato, o bispo, em sua diocese, deve ser garante do dever dos fieis e, ademais, da reta disciplina universal da Igreja. “Com efeito, ‘ao Bispo diocesano, na Igreja a ele confiada e dentro dos limites de sua competência, corresponde-lhe dar normas obrigatórias para todos, sobre a matéria litúrgica’. Sem dúvida, o Bispo deve ter sempre presente que não se impeça a liberdade prevista nas normas dos livros litúrgicos, adaptando a celebração, de modo inteligente, seja à igreja, seja ao grupo de fiéis, seja às circunstâncias pastorais, para que todo o rito sagrado universal esteja verdadeiramente acomodado ao caráter dos fiéis” (Congregação para o Culto Divino, Instrução Redemptionis Sacramentum, n. 21).

Portanto, quanto à comunhão de joelhos e na boca, é bem claro, pelo teor dos textos litúrgicos, pelas normas do direito vigentes na Igreja e pela prática dos últimos pontífices, que este é o modo ordinário de  comungar; quanto a ser em pé, na boca ou na mão, trata-se de uma concessão (Cf. Redemptionis Sacramentum, 92) que só é vigente por uma confirmação da Sé apostólica e, mesmo assim, condicionada à ausência de algum perigo de profanação. Esta possibilidade é dada como uma faculdade aos fiéis, que sempre têm o direito de usarem a prática mais tradicional e ordinária durante séculos na Igreja. E o bispo deveria vigiar para que este direito fosse mantido.

Note-se, ainda, que esta faculdade a Santa Sé concede aos fiéis graças a uma dispensa dada a pedido da Conferência Episcopal. No entanto, caso o bispo diocesano não queira tal dispensa, por exemplo, como prevenção de eventuais sacrilégios, tem o direito de conservar a prática ordinária, ou seja, a comunhão de joelhos e na boca. Mas o contrário, evidentemente, não se pode fazer, transformando-se, assim, um indulto, uma concessão, em lei.

Em suma, o bispo não cria a liturgia, é liturgo enquanto garante da unidade da Igreja. Por isso, a Igreja afirma que “a ordenação da sagrada Liturgia é da competência exclusiva da autoridade eclesiástica; esta reside na Sé apostólica e, na medida que determine a lei, no Bispo” (Concílio Vaticano II, Const. Sacrosanctum Concilium, n. 22 § 1; Código de Direito Canônico, c. 838 § 1; Congregação para o Culto Divino, Instrução Redemptionis Sacramentum, n. 14). Vale enfatizar: a lei da Igreja não outorga ao bispo, enquanto moderador da vida litúrgica na diocese, poderes específicos para alterar a disciplina sobre a forma de administrar a Sagrada Comunhão.

Dom Milton: missas regadas a siriri, berrante e violas, em que o Arcebispo, durante a celebração, tira fotos com seu Iphone.

Dom Milton: missas regadas a siriri, berrante e violas, em que o Arcebispo, durante a celebração, tira fotos com seu Iphone.

Portanto, resta perguntar ao Exmo. Arcebispo de Cuiabá se está realmente vigiando para que a liturgia seja obedecida em sua Diocese, quanto, por exemplo, à obrigatoriedade do uso da casula para os padres (Cf. Instrução Redemptionis Sacramentum, n. 123), da bandeja de comunhão (cf. Ibidem, n. 93), da não alteração das leituras bíblicas e da letra do salmo responsorial (cf. Ibidem, n. 62),  à sobriedade no rito da paz (cf. Ibidem, n. 72), quanto à proibição de se alterar a letra do Glória a Deus nas alturas (cf. IGMR, n. 53)… Enquanto muitos abusos se cometem diariamente (por exemplo, com missas regadas a siriri, berrante e violas, cuja aclamação ao Evangelho se dá com cantos como: “Não há ó gente ó não/ Lugar como este pro sermão”, e em que o Arcebispo, durante a celebração, tira fotos com seu Iphone…), alguns pastores se concentram sobre as justas manifestações de devoção do povo, contrariando o bom senso e o legítimo zelo pela unidade da Igreja.

Por fim, voltamos à carta da Congregação para o Culto Divino de 2002, que na ocasião exortava o bispo destinatário sobre os sacerdotes de seu clero: “Dada a importância deste assunto, esta Congregação pede que V. Ex. investigue se tal sacerdote recusa habitualmente a Sagrada Comunhão a algum fiel nas circunstâncias atrás descritas e, se tal é fato real, a Congregação pede também que V. Ex. lhe ordene firmemente que se abstenha de assim proceder no futuro; o mesmo seja feito em relação a qualquer outro sacerdote que haja praticado a mesma falha. Os sacerdotes devem entender que a Congregação considerará qualquer queixa desse tipo com muita seriedade, e, caso sejam procedentes, atuará no plano disciplinar de acordo com a gravidade do abuso pastoral”.

Resta-nos encorajar aos fiéis de Cuiabá a escrever às autoridades competentes, de preferência por carta ou fax, tendo em conta a firme disposição da Sagrada Congregação para o Culto Divino em sanar tais irregularidades: Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos – Palazzo delle Congregazioni -Piazza Pio XII, 10 -00120 -Città del Vaticano -Santa Sede -Fax: 06-6969-3499 -e-mail’s: cultidiv@ccdds.va e  vpr-sacramenti@ccdds.va; Nunciatura Apostólica no Brasil, Dom Giovanni D’Aniello – Av. das Nações, Quadra 801 Lt. 01/ CEP 70401-900 -Brasília -DF -CEP 70359-916 -Fax: (61) 3224 – 9365 e–mail: nunapost@solar.com.br.

O bispo é pastor, não tirano, que impõe sua própria preferência sobre os demais!

esclarecimento1

[Atualização - 13 de julho de 2012, às 10:01] Desde a tarde de ontem, o “esclarecimento” desapareceu da página oficial da Arquidiocese de Cuiabá.

64 Comentários to “Comentários sobre Instrução do Arcebispo de Cuiabá que proíbe a recepção da Sagrada Comunhão de joelhos.”

  1. Uma dúvida: o padre pode desobedecer uma ordem do Bispo se esta for manifestamente ilegal?

  2. Coitado do Pe. Paulo Ricardo (só para citar um exemplo)…

  3. Uma atitude revoltante sem dúvida.

    Sr. Bispo de Cuiabá, rogo que Vossa Excelência reveja essa atitude tão nefasta para a reverência eucarística. Lembre-se de tantos santos e santas que ao comungarem demonstravam toda a sua fé e amor também da maneira corporal.

    Dai-nos, Senhor, santos bispos, muitos bispos santos e corajosos!

    Que Nossa Senhora interceda por uma renovação litúrgica verdadeira e católica!

  4. Servo de Lucifer!

  5. Atitude é sinônimo de proibição?

  6. Caros, ontem à noite enviei a mensagem abaixo para o arcebispo de Cuiabá. Sintam-se à vontade para criticá-lo ou mesmo usá-lo apropriadamente:

    Exmo. Revmo.
    Arcebispo de Cuiabá
    Dom Milton Santos, sdb

    Peço sua benção para mim e meus familiares.

    Revmo. Bispo, a respeito do informe por vós redigido, “ESCLARECIMENTO SOBRE ‘ATITUDE NA COMUNHÃO EUCARÍSTICA’”, cabe recordar que a CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO E A DISCIPLINA DOS SACRAMENTOS, através da INSTRUÇÃO REDEMPTIONIS SACRAMENTUM, de 2004, aprovada pelo Sumo Pontífice João Paulo II, ESTABELECE QUE: [90.] «Os fiéis comunguem de joelhos ou de pé, de acordo com o que estabelece a Conferência de Bispos», com a confirmação da Sé apostólica. «Quando comungarem de pé, recomenda-se fazer, antes de receber o Sacramento, a devida reverência, que devem estabelecer as mesmas normas».[176]

    [91.] Na distribuição da sagrada Comunhão se deve recordar que «os ministros sagrados não podem negar os sacramentos a quem os pedem de modo oportuno, e estejam bem dispostos e que não lhes seja proibido o direito de receber».[177] Por conseguinte, qualquer batizado católico, a quem o direito não o proíba, deve ser admitido à sagrada Comunhão. Assim pois, não é lícito negar a sagrada Comunhão a um fiel, por exemplo, só pelo fato de querer receber a Eucaristia ajoelhado ou de pé.

    Considerando que:

    1) A autoridade episcopal na diocese é plena na medida em que esteja em comunhão com o que for estabelecido pela instância superior: o Romano Pontífice;

    2) Em matéria passível de mudança (especialmente disciplinar), havendo duas disposições distintas acerca da mesma, a mais recente faz caducar a menos recente;

    3) Em matéria passível de mudança (especialmente disciplinar), havendo duas disposições distintas acerca da mesma, a mais clara ou específica esclarece a menos clara ou genérica;

    4) Em matéria litúrgica, não havendo o Magistério definido em rubrica uma conduta a se tomar (o que não é o caso da questão em voga), o bom senso pede a adoção daquilo que é de uso tradicional na Igreja;

    5) O trecho citado por V.Exª da INSTRUÇÃO SOBRE O CULTO DO MISTÉRIO EUCARÍSTICO” (Sagrada Congregação dos Ritos, Roma, 25/05/1967) não é claro ou específico sobre o modo de receber a comunhão – o que não tira seu valor intrínseco, apenas não dá suporte a questão em voga;

    6) O trecho citado por V.Exª da INSTRUÇÃO SOBRE O CULTO DO MISTÉRIO EUCARÍSTICO” (Sagrada Congregação dos Ritos, Roma, 25/05/1967) é anterior a promulgação do Novus Ordo Missae e, portanto, foi redigido num cenário litúrgico distinto do nosso;

    7) A INSTRUÇÃO REDEMPTIONIS SACRAMENTUM, de 2004, aprovada pelo Sumo Pontífice João Paulo II, é clara e específica sobre o assunto em voga;

    8) A INSTRUÇÃO REDEMPTIONIS SACRAMENTUM, de 2004, aprovada pelo Sumo Pontífice João Paulo II, foi redigida na plena vigência do Novus Ordo Missae e sua existência tem, justamente, o fim de dirimir as dúvidas provindas de mais de 30 anos de vigência do novo Rito da Missa;

    Conclui-se – com o devido respeito – que:

    1) o conteúdo do “ESCLARECIMENTO SOBRE ‘ATITUDE NA COMUNHÃO EUCARÍSTICA'”:

    a) não tem o poder de obrigar os fiéis a comungarem em pé quando desejarem fazê-lo ajoelhados ou genuflectidos;

    b) não tem o poder de obrigar os sacerdotes ou ministros extraordinários da comunhão a não ministrarem a Comunhão aos comungantes ajoelhados ou genuflectidos;

    c) não tem o poder de autorizar, em prejuízo à comunhão dos comungantes ajoelhados ou genuflectidos, qualquer tipo de sugestão, coação ou constrangimento exercido pelo ministro ao comungante, seja no momento da Comunhão, seja em qualquer outro momento dentro ou fora da Missa;

    d) não tem o poder de autorizar, em prejuízo à comunhão dos comungantes ajoelhados ou genuflectidos, qualquer tipo de sugestão, coação ou constrangimento exercido por um leigo a outro leigo, seja no momento da Comunhão, seja em qualquer outro momento dentro ou fora da Missa.

    2) O sacerdote ou ministro extraordinário da comunhão está obrigado a, docilmente, ministrar a comunhão aquele que, ordeiramente, requeira a Comunhão ajoelhado ou genuflectido, seja de que forma estiver organizada a distribuição da Comunhão dentro ou fora da Missa.

    Certo de poder contar com vossa compreensão, despeço-me.

    José Renato Leal
    Diocese de Santos/SP

  7. Então minha gente denunciem a quem de direito , pra que sejam tomadas as devidas providencias …

  8. João, que tal você questionar – na sua sabedoria linguística – os dois padres que redigiram o artigo acima?

  9. Sou de Cuiabá e rojo a Deus… Dai Santos e CATÓLICOS bispos! Excelente artigo.. ESTOU INDIGNADO COM A ATITUDE DO BISPO! Que ele volte atras, e incentive ou deixem os fiéis a viver a Fé e devoção!!

  10. Victor, não só pode mas deve. Deve-se obedecer antes a Deus que aos homens.

  11. O Código de Direito Canônico e a Instrução REDEMPTIONIS SACRAMENTUM não são maiores que um Arcebispo liberal?

  12. Ferreti e Eduardo, desculpe se não me expressei bem. A ideia era ser irônico. Concordo em tudo o que os padres disseram no artigo. E discordo completamente da atitude arbitrária do bispo. “Quanto usei “atitude” como sinônimo de proibição estava me referindo ao documento do bispo. Da próxima deixo mais claro o meu comentário.

  13. Aos Prezados
    Senhores e Senhoras de Cuiabá-MT,

    Parece oportuno levar à Roma
    não só uma denúncia a essa atitude tirânica do
    Arcebispo, como também o pedido
    de que tenhamos Missa segundo o Velho Ordinário
    (Missa Tridentina, Missa Extraordinária) aqui em Cuiabá.

    É pedir à Roma que determine ao Arcebispo
    de Cuiabá que providencia a Celebração
    do Rito Tridentino na Arquidiocese.

    Não queremos apenas Comungar de joelhos.
    Desejamos muito mais do que isso:
    Restauração!

    Sejamos equilibrados e audaciosos, como recomenda o Arcebispo.
    Mas audaciosos apenas no bom sentido e na direção certa.

    Saudações em Maria.

  14. Parece que o Bispo, que andava tão reticente, confuso e indeciso um ano atrás ( http://fratresinunum.com/2012/03/10/e-o-bispo-de-cuiaba-se-pronuncia/ ), finalmente decidiu que lado seguir.

  15. Sei que Dom Milton é um grande devoto de Nossa Senhora: Mãe da Igreja, Mãe da Eucaristia, Mãe da Obediência, um Pastor zeloso pelo seu rebanho pregador da Unidade ao papa. Creio portanto, e espero, que a exemplo do que aconteceu recentemente na Arquidiocese de Curitiba, este mal entendido em breve será desfeito.

  16. Que triste, meu Deus! Eu comungo de joelhos e ficaria profundamente triste se não pudesse fazer assim. A Eucaristia é o Divino Jesus que chega até nós…como recebê-Lo de pé? Não entendo como complicam tanto o que é para ser divinamente simples!

  17. Na Diocese onde resido Localizada em Itapetininga interior de SP o Bispo Diocesano exortou a todos a comungarem nas mãos e não diretamente nos labios e ainda exortou os sacerdotes que incentivam os fieis a comungarem diretamente nos labios, chamou comunhão na boca de “costume diferente” o que fazer alem de Rezar por ele ? segue abaixo um dos itens:

    12. Alguns Padres ficam introduzindo na Diocese alguns costumes diferentes: véus,
    comunhão na boca, ajoelhar-se para comungar, ficar de joelhos durante a
    oração eucarística, etc, quebrando a unidade da Diocese.

  18. O que mais me espanta é que,
    tendo conhecido Dom Milton
    desde que se tornou Arcebispo,
    nunca o vi se levantar publicamente contra nada!
    Contra nada dentre tanta coisa errada na
    Igreja e no Mundo!

    A única coisa que lhe tira o sono
    parece ser a Comunhão de joelhos!
    Por quê?

    E essa não é a primeira hostilidade
    que ele desfere contra a prática da Comunhão
    de joelhos. Há pouco tempo ele se prestou
    a ir de Paróquia em Paróquia falar aos fiéis
    que abandonassem essa prática
    “por perigo da gripe”.

    Esse discurso uniforme contra a Comunhão de
    joelhos por parte de alguns Bispos
    brasileiros parece recomendação
    de uma certa Conferência Episcopal que,
    publicamente, nunca se prestou a se levantar
    contra o aborto (que, por sinal,
    será legalizado logo…), eutanásia, perversão sexual…

  19. Que triste notícia, mas trata-se da posição predominante do bispado brasileiro, ou seja, a completa apostasia. Vou enviar uma carta às autoridades competentes, mas no fundo o problema vai persistir. Esse bispo pode até tomar uma reprimenda e voltar atrás, mas amanhã será outro com outra barbaridade. Imaginem o nível do seminário que esse bispo frequentou. Imaginem o que lhe foi ensinado lá. A culpa, provavelmente, não é dele, mas do sistema capenga que temos hoje na Igreja de Cristo! Não quero julgar, mas me pergunto, qual a chance desse senhor bispo realmente acreditar no Milagre Eucarístico? E assim como ele, a maioria do nosso clero!!! A situação já passou dos limites, estamos escavando no fundo do poço!

  20. Quantas leis, cartas, decretos e circulares episcopais úteis, legítimos e válidos poderíamos ter para a salvação do clero e do povo… mas a tinta é gasta com outras coisas…

  21. Essa atitude do Arcebispo certamente foi fruto de muita pressão por parte dos padres esquerdistas da TL . É realmente lamentável… porque abre possibilidades para outros bispos fazerem o mesmo. Já recebi telefonema do meu bispo me pedindo que não incentive os fiéis a comungarem de joelhos…. respondi simplesmente que isso é um direito dos fiéis e se tiramos esse direitos estaríamos abusando de nossa autoridade sacerdotal!

  22. Realmente, o arcebispo extrapolou as suas atribuicoes. É cabível reclamacao juntos aos órgaos competentes, tais como: nunciatura apostolica em Brasilia, Vaticano… bem como manifestacao direta à cúria atraves de telefonemas, e-mails, redes sociais: facebook, site da arquidiocese…
    Mas, gracas a Deus, há santos e profetas religiosos nesta arquidiocese (alguns, inclusive, dispensam comentários ou apresentacoes). Aliás, onde abundou o pecado, superabundou a graca (S Paulo).
    Tal fato comprova a Apostasia na Igreja (perda da fé na presenca real de Jesus na hóstia consagrada, o mesmo de ontem, hoje e sempre). Realmente, o Brasil há anos deixou de ser um país católico. Pior, comecando pelos nossos bispos que deveriam ser nossos zelosos pastores, ao invés de lobos vestidos de cordeiros. Lamentável tudo isso! É o cisma silencioso que avanca a cada ano. Realmente, somente um resto (do povo de Deus) será fiel ä Igreja fundada pessoalmente por Jesus, sob as chaves de Pedro. Quem viver, verá!

  23. Pois é Pe. Fábio Luiz Pereira, nossos Bispos não têm mais fé! Somos guiados por cegos que nos querem levar para a vala comum.

  24. Caros leitores do Fratres,

    Infelizmente, está claro que já existe um cisma dentro de nossa amada Santa Mãe Igreja. Já chegou o momento em que todos, clero e fiéis, deverão se posicionar de que lado estão, queiram ou não. As coisas que tenho visto e ouvido nas três paróquias que frequento, são profundamente desanimadoras.

  25. A hipocrisia dos bispos modernistas é bem manifesta. Os sócios do stablishment eclesiástico não se arrogam grandes amantes da “diversidade” e do mútuo respeito? O amor à diversidade e o mútuo respeito acabam quando alguém lhes pede uma obscura capelinha para que um padre celebre a Missa antiga.

    Interessante, hipocritamente interessante, o desejo de “unificação” do Arcebispo de Cuiabá. Seria maravilhoso se algum bispo dito “conservador” também sentisse no coração o desejo de “unificar” em sua diocese a comunhão de joelhos e na boca.

  26. Que coisa triste né Don Milton, o Sr deveria se preocupar se os fieis estivessem abandonando a igreja catolica, o sr tinha que se preocupar em ajudar a levantar a bandeira na luta contra o aborto, na luta contra as barbaridades que estao querendo fazer com as nossas crianças, o sr tinha que se preocupar com a cultura da morte, e nao com a devoção do povo que quer reverenciar a Cristo, que quer comungar de joelhos em sinal de humildade e em sinal de respeito e adoração a Sagrada Comunhão. Que coisa feia Dom Milton o sr ficar do lado de padres que mais se preocupa com pecuinhas por causa de Batinas e de comunhão de joelhos que na qual se negam a dar a comunhão quando o fiel se ajoelha diante dele, eles tem que se preocupar em celbrar e bem celebrado o sacrificio de Cristo, celebrar uma verdadeira e santa missa. E olha Dom Milton eu nem vou comentar sobre a missa inculturada, é pra caba.

  27. Ferretti, teria o imagem do texto original da carta-protocolo nº 1322/02/l? Por que a postada é claramente uma tradução extraoficial.

  28. Ainda não vi tudo. É ignorância ou má fé mesmo? Justo na diocese do Pe. Paulo Ricardo!

  29. É difícil imaginar o que se passa na cabeá do senhor bispo ao baixar este decreto absurdo.

    Mas só é difícil imaginar se pressupormos que o bispo é católico, mas pressupondo que o bispo tenha perdido a fé na presença real de Nosso Senhor na Eucaristia, aí fica bem mais fácil.

  30. Pois é, é sempre assim… se um Bispo “plena comunhão” faz uma barbaridade dessas, sempre tem quem diz que “não é bem assim”, “talvez seja um mal entendido”, “ele é um bom homem, de boas intenções”, que são os mesmos “bons moços” que quando vêm a FSSPX fazendo algo dizem os mais diretos impropérios contra ela. Eitá mundinho viu!

  31. Os padres pensam que são Papas e os bispos tem certeza!

  32. Que todos os joelhos se dobrem no céus, na terra, nos infernos, menos na Arquidiocese Metropolitana de Cuiabá. Está claro que para o Exmo. e Revmo. Sr. D. Milton Antônio Santos vê a Eucaristia não passa de um mero símbolo como outro qualquer do caldeirão macroecumênico da nova ordem mundial.

  33. Infelizmente sua Exa. Revma. Dom Milton Santos não reparou que a forma de receber a Sagrada Comunhão, assim todas as normas litúrgicas, é, e somente pode ser, legislada pela Santa Sé. É missão do bispo zelar pela Liturgia, por seu cumprimento e respeito, não legislar a respeito dela.
    De fato, já passa da hora de alguém dizer aos bispos do Brasil que eles não são “os papas de suas dioceses”.
    “O demônio pode até se disfarçar no manto da humildade, mas ele nunca poderá vestir o manto da obediência.” (Santa Faustina)
    Cadê a obediência à Coluna e Sustentáculo da Verdade, Dom Milton?

  34. Sinceramente, eu não entendo o porquê de tantos no clero serem contra a comunhão de joelhos.
    Como relatado no começo do artigo, será que consideram a a Santíssima Eucaristia, como um mero símbolo? Será que não crêem que é o próprio Cristo presente?

    Não seria melhor que os Bispos deixassem de ir contra o Código de Direito Canônico, o Catecismo e a Santa Tradição, e fossem realmente pastores? Sucessores dos Apóstolos, de fato?
    Não seria mais útil instruir os fiéis sobre a Doutrina Católica?

    Queremos Bispos que instruam os fiéis a se confessarem regularmente, que se posicionam de maneira firme e decidida contra o aborto, igualdade de gênero, esquerdismo e outras mazelas que assolam nosso país.

  35. O Sr. João Marcos disse: “Os padres pensam que são Papas e os bispos tem certeza!”. E eu digo que os Padres pensam isso e os bispos tem certeza porque o Papa não quer ser Papa…

  36. Será que existe Habeas Corpus Eucarístico? No caso, cada fiel FIEL deveria levar um consigo, no caso um HABEAS CORPUS PREVENTIVO( existe esta figura jurídica), garantindo o direito de ir e vir, vindo inclusive de joelhos receber O Corpo de Cristo. Talvez até se precise de um outro H.C. preventivo para o próprio Corpo do Redentor, de modo que Ele possa ir e vir pelos caminhos legítimos( inclusive, o de joelhos e na boca, multisecular).

  37. Nós, fiéis do Memorial Papa João Paulo II, em Cuiabá, estamos colhendo assinaturas neste fim de semana para encaminhar na segunda-feira (15/7) uma Carta ao Arcebispo, demonstrando nossa tristeza e indignação… Quem puder e quiser se unir a nós, sinta-se convidado. Esta manifestação veio apenas a confirmar o que pensamos. A carta estava pronta quando vimos este texto e reafirmou nossa intenção: mandaremos cópia para a Nunciatura e para a Congregação. Os jovens vão fazer vigília de oração na noite deste sábado, enquanto coletaremos assinaturas nos horários de missa. Amanhã (sábado), haverá celebração da Palavra com comunhão porque não há padre, as 6h. Domingo, missas as 10h e 19h… Também estaremos recolhendo na Catedral Basilica Bom Jesus de Cuiaba, domingo depois da missa das 7h e antes da das 9h… Que Deus nos dê sabedoria e Maria Santíssima nos proteja!!!!

  38. Disposição ineficaz de todo efeito, uma vez que as normas litúrgicas, como bem lembrou o Thiago, são de competência exclusiva da Santa Fé. Portanto, todos os fieis da arquidiocese de Cuiabá podem se sentir livres para receber a comunhão de joelhos, pois quem está em contradição com as leis da Igreja não é povo, mas o bispo. Caído em erro o bispo, a sua autoridade clerical não pode vincular a vontade dos fieis.

  39. Pois eu iria me ajoelhar, filmar e esperar só para ver o que faz.

  40. Amigos, é hora de repetirmos a dose com que tratamos do caso Pe.Beto. Vamos escrever à CNBB, à Nunciatura Apostólica, à Secretaria de Estado, às Congregações para os Bispos, para o Culto Divino e Sacramentos, e para a Doutrina da Fé. Em poucos dias veremos o resultado. Sugiro ao FRATRESINUNUM publicar os endereços postais e eletrônicos destas órgãos e, sistematicamente, incutir nos leitores a necessidade a importância de denunciar os abusos às autoridade competentes, e não se bastar com noticiá-los.

  41. Levantar-se apenas contra a Comunhão de joelhos, quando o país está prestes a aprovar o aborto? É um dos sinais de predestinação ao Inferno. Rezemos pelo “bispo”, pois sua alma corre grande perigo…

  42. O trecho do comentário do Duarte que transcrevo abaixo, resume o que se passa nessa Arquidiocese de Cuiabá, da qual faço parte:

    “O que mais me espanta é que,
    tendo conhecido Dom Milton
    desde que se tornou Arcebispo,
    nunca o vi se levantar publicamente contra nada!
    Contra nada dentre tanta coisa errada na
    Igreja e no Mundo!”

    Nesse sentido, eu mesmo já comuniquei a Dom Milton, via e-mail, o fato de um padre da arquidiocese que celebrou a Missa bêbado. O que recebi como resposta: “Deus é amor e misericórdia” e, para piorar, assina o e-mail dessa forma: “+ 1000ton”. Isso numa mensagem que trata de assunto tão sério.
    O arcebispo de Cuiabá, em minha visão, ENVERGONHA a Igreja. E não digo isso somente por esse episódio lamentável que tratamos aqui, mas por tudo aquilo que ele faz e deixa de fazer pela arquidiocese.

    • Rodolfo, vamos unir forças, ajude a colher assinaturas nesta carta que preparamos. Se quiser mando copia em seu email… Vamos enviar ao Nuncio e a Congregacao na segunda-feira… Hj (13/7), 23h, havera vigilia dos jovens no Memorial Papa Joao Paulo II. Estarei la, me procure. Sou ministra extraordinaria da Eucaristia…

  43. Mais uma evidência de que a fumaça de Satanás está mesmo no seio da Igreja.

  44. Irmãos é triste ver que perante decisões lastimáveis como essa o Bispo ainda recebe apoio e rasgação de seda! E perante um comentario infeliz desse padre sobre o assunto no blog dele dentro do site da Arquidiocese como esse precisamos rezar dobrado pelo clero! EXEMPLO DE PADRE TL E LIBERAL!!!! http://www.arquidiocesecuiaba.org.br/pewagner/?p=545

  45. Caso de disposição inválida por incompetência do Bispo de legislar sobre o assunto, que compete à Santa Sé.

  46. Satanás também não gosta que as pessoas se ajoelhem diante de Deus, pelo jeito ele não é o único.

  47. A assinatura “+ 1000ton” – de D. Milton (denunciada por Rodolfo) mostra que a vaca já foi pro brejo.

  48. “+1000ton”??? Isso é muito triste.

  49. Precisa ser denunciado mesmo, mas rezar pelo bispo quem rezou?

  50. O pior é que o padre que tece inúmeros elogios ao Bispo pela posta “frande, louvável e corajosa” atitude [nas palavras dele...] é especializado, pasmam, em Teologia Domática pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma [!!!!!!!!!!!!!] e ministra aula de Teologia Fundamental (Revelação e Fé) no Seminário [!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!]

    http://www.arquidiocesecuiaba.org.br/pewagner/?tag=conheca-pe-wagner-stephan

  51. Pois é Rodolfo, acho que D. 1000ton se esqueceu da parte da bíblia que diz: “ao Nome de JESUS se DOBRE TODO JOELHO no Céu, na terra e nos infernos.” (Fl. 2,10).

  52. Leis iníquas não devem ser obedecidas!
    .
    Toda e qualquer “lei” iníqua, assim o ensinam a Tradição viva da Igreja e a Lei Moral Natural, pelo facto de ser injusta, pura e simplesmente, não é lei: “A lei humana tem valor de lei enquanto está de acordo com a recta razão: derivando, portanto, da lei eterna. Se, porém, contradiz a razão, chama-se lei iníqua e, como tal, não tem valor, mas é um acto de violência” (S. Tomás d’ Aquino, cit. in João Paulo II, O Evangelho da vida, nº 72).
    .
    FONTE:
    Nuno Serras Pereira
    24. 02. 2012

    http://jesus-logos.blogspot.com/2012/02/rr-mas-que-embirracao.html

  53. Toda a indignação e repúdio a este posicionamento tão absurdo quanto equivocado deste arcebispo. Sim … Quando a postura de um membro do claro, do episcopado ou de qualquer dignatário eclesiástico que seja, deixa de corresponder à herança de nossa catolicidade, tão solidamente sedimentada pela Sagrada Escritura, pela Sagrada Tradição e pelo Sagrado Magistério, simplesmente não há mesmo que se dar ouvidos , mas sim, fervorosamente rogar à Deus para que este indivíduo, e quem quer mais se ache contagiado por toda esta deletéria casta de equívocos modernistas, possa mesmo o quanto antes alcançar eficazmente a cura para este males de tamanha gravidade.

  54. Eu mandei mail criticando e indagando. Todos poderiam fazer o mesmo.

  55. O que está acontecendo com o nosso clero?Mesmo que ele volte atrás na sua decisão, será que a nossa fé nesse bispo será a mesma? Acho que essas são perguntas que muitos de nós estamos nos fazendo.
    Oremos…
    Oremos por ele e por muitos outros que pensam como ele.
    E jamais esqueçamos que a nossa fé deve ser no SENHOR.

  56. Mesmo que ele volte atrás na sua decisão, será que a nossa fé nesse bispo será a mesma?
    Perdão fica aonde? Confessionário serve pra leigo, padres, bispos, cardeais e papa. A Fé Católica É inabalável….

  57. Senhora Lidice Lannes,
    às 16h12, 13/07/2013:

    Se me permite,
    gostaria de recomendar-lhe, respeitosamente,
    a leitura do seguinte livro,
    escrito pelo Pe. Gabriel Amorth:

    .

    Espero trabalharmos juntos pela Missa Antiga e
    pelo Summorum Pontificum aqui em Cuiabá.
    Esse livro com certeza demonstra de modo mais claro
    a necessidade que temos do Rito
    Tridentino aqui em nossa Diocese..
    Ademais, nele, sempre comungaremos de joelhos.

    Peço suas orações.

  58. O link:

    http:// www. salve-rainha .com . br / downloads / confissoes_do_inferno.pdf

  59. Um bispo desatualizado… estragos no rebanho…

  60. Meu comentário no site do padre puxa saco, não sei se ele vai publicar:

    Não sei em que seminário o senhor se formou, senhor padre, mas foi muito mal formado porque o bispo não tem jurisdição sobre a liturgia, ele tem a obrigação de fiscalizar o seu bom andamento.

    Diante disso a atitude do bispo é ilegal como bem mostra a jurisprudência canônica, e será em breve revertida. Se vocês não acreditam mais na presença REAL de Nosso Senhor na Eucaristia, proibindo as pessoas de ajoelharem-se diante de DEUS, deixem a Igreja.

    Em qualquer igrejinha protestante de beira de estrada os senhores podem satisfazer o vosso desejo de “unidade”, participando de uma “ceia” onde ninguém fica de joelhos e ninguém acredita nesta coisa de presença real. Ah, a ceia também é tomada com fanta uva e um pão comprado na padaria mais próxima e usam-se asqueles copinhos de extratro de tomate. Aconselho que os senhores frequentem estes cultos, sei que a ceia protestante lhes agradará bastante, lhes agradará tanto que, quem sabe, os senhores acabem querendo ficar por lá. Muito melhor seria para a Igreja de Cristo e para a salvação das almas!

  61. Atualizando: o esclarecimento voltou ao site, só que com outro tom rs vejam lá!

  62. Sei que sou indigno em falar sobre um arcebispo. Mas essa atitude é muito arbitrária. Daqui a pouco vão proibir rezar de joelhos… A TL está tentando derrubar a Igreja. Não podemos deixar