É possível dialogar?

Menina muçulmana de 8 anos morre de abusos na noite de  núpcias  

Por A Blog for Dallas Area Catholics | Tradução: Fratres in Unum.com – Resumindo, ela foi estuprada até a morte. Esta é uma prática amplamente disseminada em muitos dos países muçulmanos mais atrasados, e em certas partes da Índia. Não sei como as estimativas abaixo são geradas, provavelmente, há algum protecionismo nessas cifras, mas casamento infantil é real e garotinhas sofrem horrivelmente com isso:

Al Nahar, Líbano, informou que uma noiva de oito anos de idade morreu no Iêmen em sua noite de núpcias após ter sofrido lesões internas devido a trauma sexual. As organizações de direitos humanos estão pedindo a prisão do marido, que era cinco vezes mais velho que ela.

A morte ocorreu na área tribal de Hardh, no noroeste do Iêmen, que faz fronteira com a Arábia Saudita. Isso traz ainda mais atenção à questão já existente dos casamentos infantis forçados na região do Oriente Médio.

“De acordo com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), entre 2011 e 2020, mais de 140 milhões de meninas se tornarão noivas infantes. Além disso, dos 140 milhões de meninas que se casarão antes dos 18 anos de idade, 50 milhões terão menos de 15 anos.”

Estima-se que mais de um terço das jovens imenitas se casam antes dos 15 anos. Não apenas elas perdem acesso à saúde e à educação, essas noivas infantes estão comumente sujeitas à violência física, emocional e sexual em seus casamentos forçados.

Quando muçulmanos cobiçam e depois casam com noivas infantes, eles estão apenas emulando o seu profeta “magnífico”. Maomé casou-se com uma menina de 9 anos de idade. Esse é o motivo pelo qual é tão difícil abolir essa prática. Uma lei que visava tornar ilegal esse tipo de casamento foi aprovada no Iêmen há alguns anos, porém, mais tarde islamistas radicais voltaram ao poder e a revogaram. Muito provavelmente há milhões de garotinhas que atualmente sofrem sob essas circunstâncias em países muçulmanos. Li a história de uma menina afegã de 11 anos que sangrou por muitos meses após dar à luz a uma criança em sua idade incrivelmente tenra. Evidentemente, ela não recebeu essencialmente qualquer assistência médica, e teve que continuar sendo escravizada por seu marido/dono em sua cabana. Depois, há a epidemia de estupro de meninos por homens Pashtun, no Afeganistão e Paquistão – que o nosso governo doente não permite que nossas tropas façam qualquer coisa a respeito disso, mesmo quando eles flagram esses depravados em ação.

São coisas como estas que reforçam minha visão muito sombria de “ecumenismo” e “inculturação,” em oposição de evangelização e a apresentação da realização mais elevada da Civilização Ocidental, o Santo Sacrifício da Missa, na forma pura, não inculturada. Ou será que nós, católicos, não acreditamos mais que a conversão é infinitamente superior ao diálogo interminável e infrutífero?

21 Comentários to “É possível dialogar?”

  1. Essa “religião” …”re-liga” o ser humano ao que existe de mais baixo em termos de paixões humanas: pedofilia= sexo com crianças; orgias= poligamia; assassinato em massa visando o prêmio imaginário de mais sexo com 12 virgens no paraíso= martírio; estupro= as mulheres dos infiéis são despojos de guerra lícitas aos guerreiros do Islam.
    Não é à toa que São João Bosco ao escrever sobre Maomé, disse:
    “O Alcorão está cheio de contradições, repetições e absurdos. Não sabendo Maomé escrever, ajudaram-no em sua obra um judeu e um monge apóstata da Pérsia chamado Sérgio. Como o maometismo favorecesse a libertinagem teve prontamente muitos sequazes; e como pouco depois se visse seu autor à frente de um formidável exército de bandidos, pode com suas palavras e ainda mais com suas armas introduzi-lo em quase todo o Oriente”.
    Não há como negar que estamos assistindo um retorno do paganismo em todas suas formas.
    Agora mesmo no Brasil lançaram uma novela promovendo Budismo Tibetano na trilha da fama do Dalai Lama.
    O problema é ver as autoridades Católicas se rendendo ao Paganismo ao invés de defenderem o Legado de Jesus Cristo. Se o próprio Papa beijou Alcorão e rezou com o Dalai Lama, que mal pode haver em tudo isso?

  2. Prezados, Salve Maria!!!

    Bom, a cada vez dou graças a Deus de me tornar cada vez menos ecumênico. Vou citar esses três casos (a fonte está abaixo, oriunda do excepcional site da Montfort, do qual o fundador foi o saudoso professor Orlando Fedeli):

    Houve um sínodo dos Bispos de Europa realizado em Outubro de 1999. Ao falar sobre Ecumenismo, Monsenhor Bernardini contou três casos muito didáticos sobre o assunto…

    Primeiro caso. Em um mosteiro católico em Jerusalém, tinha um empregado doméstico árabe muçulmano, gentil e honesto, estimado pelos religiosos. Certa vez, disse aos religiosos tristemente: “Nossos chefes se reuniram e decidiram que todos os ‘infiéis’ devem ser assassinados, mas vocês não tenham medo porque eu os matarei sem fazê-los sofrer”.

    Segundo caso: durante encontro oficial islâmico-cristão, um líder muçulmano, disse com calma e segurança aos cristãos presentes: “Graças a suas leis democráticas nós os invadiremos; graças a suas leis religiosas os dominaremos”, referindo-se a expansão muçulmana a vistos (e ignorados!!!) olhos pela Europa e EUA.

    Terceiro caso: Durante outro encontro islâmico-cristão (adivinha quem organizou? Sim os cristãos!!!) um participante perguntou publicamente por que os muçulmanos não organizavam também encontros “ecumênicos”. A resposta de um outro líder muçulmano: “Por que deveríamos fazê-lo? Vocês não têm nada a nos ensinar, nós não temos nada a aprender”.

    É o diálogo de surdos. O céu é católico, o inferno é ecumênico… Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!!!

    Alfredo Sáenz – “Para que serve o Ecumenismo?”
    MONTFORT Associação Cultural

    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=religiao&artigo=que-serve-ecumenismo&lang=bra

    Online, 19/09/2013 às 09:26h

  3. Uma observação: o texto original diz que o marido não era cinco anos mais velho, mas que tinha cinco vezes a idade da menina, ou seja, 40 anos.

  4. Observação: O falso profeta Mohammed não desposou Aisha aos nove, mas aos seis anos. Aos nove anos ele diz tê-la deflorado…

  5. A missa não é uma realização da “Civilização Ocidental”. Ela veio do mesmo Oriente Médio onde nasceram o judaísmo e o islã. As grandes “realizações” da “Civilização Ocidental” (europeia pós-renascentista) foram a Revolução Francesa, a Revolução Russa, o colonialismo, o secularismo, duas guerras mundiais, a eugenia, o aborto, a “eutanásia”, a bomba atômica, o casamento gay… Vamos pensar direito e separar as coisas?

  6. Claro, os americanos nunca atacam os “aliados” pashtun estupradores de meninos, só os que atrapalham o tráfico de ópio e de armas pela CIA.

    Mas uma coisa me incomoda: por que as feministas, principalmente aquelas peladas anti-católicas, não vão ao Iêmen protestar contra isso? Ou o objetivo é só atacar homem ocidental?

  7. Para quem leu o apavorante livro daquela moça somali, Ayaan Hirsi Ali, cujo título é “Infiel”, essas aberrações praticadas por maometanos não chegam a surpreender. Aliás, o livro conta coisas até piores. Duro mesmo é ter de engolir tantos Papas a pedir “desculpas” aos maometanos, sabe-se lá pelo quê, arrastando a Igreja numa posição humilhante diante desses bárbaros pagãos. É de dar lágrimas nos olhos ver a outrora Europa cristã menosprezando a sua história, ao mesmo tempo em que os muçulmanos vão invadindo o continente e impondo as suas absurdas tradições.

  8. Dialogar com esse povo (os “infiéis”, segundo o antigo Catecismo e alguns livros antigos de rezas), achar que eles adoram o mesmo Deus que nós e pensar que o islã (que significa “submissão” – mas só se for ao diabo) é uma religião de paz e de amor é sacrilégio e blasfêmia, é negar a Cristo como Pedro o fez!

    Pedro: “Quo vadis, Domine? / Aonde vais, Senhor?”

    Cristo: “Vou a Roma para ser crucificado de novo”.

    Basta ao diálogo inter-religioso e ecumênico!

  9. 1. Que diabos tem a ver ecumenismo e inculturação com a morte de uma menina maometana em decorrencia de um casamento proibido pelo direito natural?

    2. Que solução o autor do texto pretende dar ao problema? Lembrem-se que o governo dele estava prestes a atacar a Siria para entregar o poder aos fundamentalistas da Irmandade Muçulmana. Por que ele não protesta contra isso?

    3. E como falaram acima, o santo sacrificio da missa não é “uma realização da civilização ocidental”. De certo modo podemos dizer que é o contrario: a civilização ocidental que é uma realização do santo sacrificio da missa, que foi instituido não pelos homens, mas por Nosso Senhor Jesus Cristo.

    Sinceramente, a apologetica americana me costuma dar nauseas e um dos motivos é esse pendor para exaltar o cristianismo por seus beneficios temporais e materiais. Daqui a pouco ele está louvando a “democracia liberal”, a “economia de mercado” e a defesa da “cultura judaico-cristã” (uma contradição em termos!).

  10. Corrijo no texto acerca da sabedoria em ato da natureza divina:

    O PILAR TEÓRICO DA APOSTASIA

    Para o senso comum pode ser dito que a apostasia tem sua causa principal no fato de que a nova igreja acreditou e ensinou que o Magistério infalível vem dos homens e não de Deus e, o pior, voltando atrás ao seguir Bulthman e outros, decretou que as Escrituras, e principalmente o Evangelho, não foram literal e totalmente inspirados pelo Espírito Santo, mas foram construção de homens segundo as vicissitudes de sua época.
    Isso importou em dizer que o Magistério em nada era infalível, pois infalível importa em ser perene ou infinito, mas que apenas poderia valer para sua época em determinada vivência humana. É que o papa Bento XVI disse literalmente ao ensinar o magistério vivo como apenas sendo o do atual papa com consequente desprezo até ao magistério do papa anterior, o que faz da doutrina católica tão protestante quanto volúvel e, em boa dose para os costumes ligados à moral, dispensada mesma da Palavra, o que até mesmo alguns protestantes rejeitam com um maior rigor.
    Cientifica ou teologicamente, isso, por eles chamado com o nome pretensioso e pomposo de historicismo-criticista, nada mais é do que o materialismo histórico de Marx.
    Mas para a Fé é a dispensa da Guia do Espírito Santo e o pecado imperdoável contra o Espírito Santo por rejeitar a Santa Doutrina ou a Sua obra nos séculos futuros, agora, já passados, nos quais mostrou a magnificência de Sua Graça, como já previa São Paulo.
    Foi um artifício para anular o Papado.
    E um artifício tão insano e insensato quanto infantil, que somente uma infiltração na Igreja poderia almejar e projetar, porque o homem chega a dizer que Deus se manteve de braços cruzados e depois de Se revelar à custa de Seu Sangue teria entregado Sua obra de bandeja para a humanidade manipular ao sabor de suas fraquezas ou de suas paixões carnais com toda soberba.
    É o que assistimos hoje e somente em condições para piorar enquanto não for interceptado.
    A humildade, novamente, como sempre, é interpretada como ingenuidade, mas Deus castiga a esperteza dos insensatos com a sua própria insensatez.
    Vejamos que Jesus disse bem claro aos apóstolos que enviaria o Espírito Santo tanto para dar memória e entendimento do que já havia ensinado quanto para dar a luz divina sobre os acontecimentos futuros.
    Aqui já caem todos os pilares do historicismo-criticista porque, para os seus defensores, a geração que escreveu o Evangelho nem teria ouvido diretamente dos apóstolos como não teria ouvido diretamente do Espírito Santo, mas teria adequado as palavras ao que vivia em sua época, a qual procuraram afastar o máximo possível, manipulando as datas, como hoje já se tem provado.
    Para nós, trata-se de acreditar em Jesus ou neles. Em Deus que é o próprio saber em puro ato e não em potência e que dá todo o saber por infusão aos seres espirituais como aos anjos, ao que um só anjo poderia se contrapor a toda humanidade, ou nos pobres homens que somente podem saber por difusão, dispersos que estão nos limites da mente. Pois, Deus pode até fazer o homem escrever a Verdade que este não consegue ver nem compreender, quanto mais guardar na memória humana palavras que exigem a mais grave fidelidade acima da certeza de nossa morte.
    E não foi sem o trauma de um Deus morto na Cruz que partiram os apóstolos depois de terem visto Deus subir ao céu.
    Insanos os historicistas. O que quiseram foi anular a intervenção divina na história.
    Um serviço a Satanás, certamente.
    E Jesus não escreveu por humildade e para vencer o homem no próprio homem.
    Pode parecer que ingênuo foi o historicismo, mas ele é a base de todas as formas de apostasia e recebe de volta os motivos de todas as heresias passadas como o arianismo, pois que nada lhe custa adentrar na natureza de Cristo para afirmar que ali também está uma mera obra humana ou que como Ele seremos nós, voltando ao panteísmo.
    E várias outras sugestões na direção ao homem e na contraposição de Deus, até se chegar à óbvia dedução de que Deus não passa de um produto da mente humana.

  11. Não acredito no diálogo com este tipo de gente. Como disse um leitor do Fratres, isto tudo é diabólico!

  12. Godofredo de Bulhões, Ricardo Coração de Leão, Felipe Augusto, São Luís IX, como eu queria que esses heróis estivessem vivos nos tempos de hoje…
    Hoje a selvageria e animalidade do Islã fazem o mundo clamar pela justiça saída da boca do profeta Jeremias: “Maldito o homem que não ensanguentar sua espada” (Jeremias 48,10)

  13. De fato, como podemos ver em notícias mais recentes, o caso em si foi um boato (o que reforça em alguma parte a ideia do Paulo Aquino), mas existem casamentos de crianças na região.

    http://au.ibtimes.com/articles/507259/20130919/yemeni-child-bride-death-hoax-update-rawan.htm#.UjuncZIjLUk

    http://www.cnn.com/2013/09/15/world/meast/yemen-child-bride/index.html

  14. Esta história me lembra a preocupação, genuína, que conhecidos meus estão tendo. Resumindo a história e sem citar nomes: uma brasileira casou-se com um muçulmano de origem indiana. Tiveram um casal de filhos e vieram morar no Brasil. A mulher faleceu e o pai passou a cuidar das crianças com ajuda da família da esposa. Só que a família percebeu que ele passou a tratar a menina com todo cuidado do mundo e quando indagado, ele respondeu que apareceu um interessado em comprá-la (foi o termo que escutei) para casar e levá-la para Índia. O cara ofereceu uma quantia de 40 mil reais. A família agora está aflita e tenta evitar que ele leve a menina embora.

  15. Só dois mestres ou dois discípulos dialogam. Como o Magistério é o mestre das Nações, não existe diálogo entre CRISTO e o mundo.

    Ou o Papa volta a ensinar, tal qual fez CRISTO a Nicodemos, ou as coisas vão piorar dia após dia.

  16. Primeiramente, estas tradições tribais são derivadas de erros de leitura do Al’Quran. Portanto, tratemos destes assuntos com justiça. É certo que é um pecado, mas não inventemos difamações sobre os nossos irmãos!

    • Addrian, difamação “140 milhões de meninas se tornarão noivas infantes”, difamação o assassinato sistemático de cristãos, quer falar então de infibulação que talvez seja a causa principal da morte dessa criança, dilacerada por um dos Vossos irmãos? O mundo politicamente correto não fala em mutilação feminina para não difamar quem?