Cardeal Pell responde a Dom Fellay. Sobre Vaticano II: “Você não tem que aceitar todo ‘pingo’ ou ’til’ dele”.

Da entrevista concedida pelo Cardeal Pell, arcebispo de Sydney e um dos oito membro do conselho de Cardeais do Papa, a Gerard O’Connell, do La Stampa:

Cardeal George Pell.

Cardeal George Pell.

Q: Dom Fellay denunciou o Papa Francisco como “um genuíno modernista” e acusou que, enquanto a Igreja estava “um desastre” antes de sua eleição, ele está tornando-a “10.000 vezes pior”. O que o senhor diz disso?

Para responder educadamente, creio que isso seja uma absoluta besteira. Francisco afirmou ser um leal filho da Igreja, e sua história o demonstra. Ele é muito, muito preocupado com a vida do dia-a-dia do povo e com aqueles que sofrem, aqueles em dificuldades financeiras e aqueles em situações difíceis. Ele é um expoente completamente fiel dos ensinamentos de Cristo e da tradição da Igreja.

Q. Então as pessoas como Fellay têm interpretado mal o Papa Francisco? 

A. Sim, uma má interpretação gigantesca! Na realidade, os lefebvristas — muitos deles — têm interpretado mal a situação por décadas. Para grande crédito de Bento XVI, ele tentou se reconciliar com eles, mas eles não responderam. Agora, a Igreja hoje aceita o Concílio Vaticano II. Você não tem que aceitar todo “pingo” ou “til” dele, mas ele faz parte da vida da Igreja atualmente, não há meia-volta nisso.

Fonte: Rorate-Caeli | Tradução: Fratres in Unum.com 

39 Comentários to “Cardeal Pell responde a Dom Fellay. Sobre Vaticano II: “Você não tem que aceitar todo ‘pingo’ ou ’til’ dele”.”

  1. Como conciliar os opostos? Na mesma frase o Cardeal Pell diz “que não se tem que aceitar todo pingo ou til do Concílio” e arremata “que a Igreja aceita o Concílio e não há meia volta nisso”.

    Então, a Igreja aceita o Concílio com quais pingos e sem quais pingos Cardeal Pell, qual “til” devemos aceitar ou não aceitar do Concílio?

    Se não há meia volta, temos que aceitar cada pingo e cada til. Se não temos que aceitar cada pingo e cada til, há meia volta.

    Possível que o Cardeal Pell ao dizer “que não há meia volta nisso” se referiu ao impossível retorno ao passado donde aconteceu o Concílio, mas também pode ter sido dito que não há meia volta em razão de que o Concílio não será sequer retocado, nem na dita hermenêutica da continuidade, que ruiu quando BXVI renunciou.

    Por favor, NÃO respondam minha pergunta! Não quero debater, só comentar!

  2. O que o cardeal está explicando é muito simples: para estar em comunhão com a Igreja é necessário aceitar o Concílio Vaticano II. O Vaticano II é simultaneamente pastoral e dogmático. Dogmático quando se refere aquestões de fé e moral.Não é necessário concordar com o Concílio em todos os seus pontos não dogmáticos.O problema é rejeitá-lo por completo como fazem os lefebvristas.

    • Prezado Carlos Augusto Torres, o hermeneuta dos clérigos concíliares,Salve Maria!

      O concílio vaticano II não foi “simultaneamente pastoral e dogmático coisa nenhuma.Nem mesmo os modernistas que o defendem diz isso.Vejamos:

      Ora, no Vaticano II não se proclamou infalivelmente nenhum cânone e nenhum anatematismo. Logo, ele nada promulgou infalivelmente.
      Foi o que disse até Paulo VI, o motor desse Concílio, que tanta confusão e tanto mal trouxe à Igreja.
      “Há quem se pergunte que autoridade, que qualificação teológica o Concílio quis atribuir aos seus ensinamentos, pois bem se sabe que ele evitou dar solenes definições dogmáticas envolventes da infalibilidade do Magistério Eclesiástico. A resposta é conhecida, se nos lembrarmos da declaração conciliar de 6 de Março de 1964, confirmada a 16 de Novembro desse mesmo ano: dado o caráter pastoral do Concílio, evitou este proclamar em forma extraordinária dogmas dotados da nota de infalibilidade. Todavia, conferiu a seus ensinamentos a autoridade do supremo Magistério ordinário” (Paulo VI, Discurso no encerramento do Concílio, 12 – I 1966. Apud Compêndio do Vaticano II, Editora Vozes, Petrópolis, 1969, pg. 31).

      O Cardeal Ratzinger, atual Papa Bento XVI, declarou:
      “A verdade é que o próprio Concílio não definiu nenhum dogma e conscientemente quis expressar-se em um nível muito mais modesto, meramente como Concílio pastoral; entretanto, muitos o interpretam como se ele fosse o super dogma que tira a importância de todos os demais Concílios.”(Cardeal Joseph Ratzinger, Alocução aos Bispos do Chile, em 13 de Julho de 1988, in Comunhão Libertação, Cl, año IV, Nº 24, 1988, p. 56.).

      Como vê meu caro, esse concílio é uma fraude que tem eganado milhões e milhões de católicos (as) pelo mundo.

      In Corde Jesu, semper.

    • Prezado Carlos Augusto, por gentileza gostaria que respondesse às seguintes perguntas:
      – De onde foi que vc tirou essa conclusão de simultaneidade entre o caráter ” pastoral e dogmático” do CVII?
      – Me diga qual (quais) contribuições positivas nos campos da Fé e Moral o CVII trouxe à Igreja?
      – Qual contribuição pastoral positiva esse concílio trouxe, uma vez que há aproximadamente 50 anos que estamos sofrendo com esvaziamento das paróquias, queda das vocações sacerdotais, crise litúrgica [obg Bugninni (sic)], perda do respeito à figura do Romano Pontífice, que agora se tornou apenas “o Bispo de Roma” – um par entre os demais bispos, infiltração do comunismo e suas variações dentro de todas as camadas do clero?

  3. É verdade. Faltou dizer quais “pingos” ou “is” deve-se aceitar no Concílio.

    Por favor Cardeal, diga-nos!

  4. Claro que não vamos considerar o que disse o Cardeal sobre os “lefebvristas”.

    Mas nunca diga nunca, Eminência. Ainda quero ver esse Vaticano II sendo oficialmente declarado como “uma experiência desastrosa para a fé e a moral católicas, e, por isso, anátema”. Isso só vai durar até o dia em que os inimigos da Igreja mostrem suas cores verdadeiras, o próprio Papa sofra em suas mãos, haja alguma devastação mundial ou Cristo retorne de vez (pelo jeito, isso não demora mais do que umas duas décadas para acontecer).

  5. Em torno de toda polêmica (aceitar ou não aceitar os pronunciamentos de Francisco I), recomendo aos amigos atenta leitura da matéria:
    “Quais as condições para que um pronunciamento do Papa seja considerado inerrante?”
    no seguinte link:

    http://blogdafamiliacatolica.blogspot.com.br/2013/10/quais-as-condicoes-para-que-um.html

  6. O problema é rejeitá-lo por completo como fazem os lefebvristas.

    Prove seu argumento ou passe por um mentiroso!

  7. Outro modernista de língua bifurcada. Não há o que “interpretar” quando Bergoglio desfia seu besteirol na mídia. Ele não fala como Católico, não está investido da infalibilidade papal quando comete uma gafe atrás da outra pra delírio dos inimigos da Igreja.
    Triste é ver como esses senhores subestimam a inteligência até do mais simples fiel. Não precisa ser um Bispo da estatura de um Marcel Lefebvre pra perceber o desastre que se abateu sobre a Igreja depois da revolução do Vaticano II. A realidade grita aos olhos de qualquer Católico.
    Jorge Bergoglio é sim um leal filho da Igreja, mas da Igreja Conciliar e sua história o demonstra claramente. Sua ojeriza a tudo que é pré-Vaticano II já era patente desde seus tempos de Bispo em Buenos Aires e como Papa fica cada vez mais dificil esconder. Seu desprezo por todos os símbolos e protocolos da Igreja é justificado em nome de uma preocupação “com a vida do dia-a-dia do povo e com aqueles que sofrem, aqueles em dificuldades financeiras e aqueles em situações difíceis”.
    Dizer que ele é um expoente fiel dos ensinamentos de Cristo e da tradição da Igreja é um insulto a todos os Papas que vieram antes dele e cuja preocupação era salvaguardar o Depósito da Fé e transmiti-lo fielmente aos fiéis visando a salvação de suas almas.
    Infelizmente, quando esses Cardeais modernistas abrem a boca o que se sente é o hálito putrefato da pior vertente do modernismo. O que se ouve é pura exaltação do Naturalismo e do Racionalismo.
    Cardeal Pie de Poitiers já assinalava que o naturalismo é bem pior do que qualquer heresia : é anti-cristianismo puro, pois o herege nega um ou mais dogmas enquanto para o adepto do Naturalismo, dogmas são inexistentes.
    O Naturalismo se esforça com todo o seu poder para excluir Nosso Senhor, Jesus Cristo, nosso único Mestre e Salvador das mentes dos homens , bem como do cotidiano e dos hábitos dos povos a fim de estabelecer o reino da razão ou da natureza.
    Essa é a face nua e crua de “teologias” como a da famigerada Teologia da Libertação.
    Onde quer que o sopro do Naturalismo passou, a própria fonte da vida cristã secou já que essa corrente filosófica não produz outra coisa senão esterilidade completa no que diz respeito à salvação e vida eterna.
    Agora eu me pergunto: é com esse tipo de Cardeal que Dom Fellay ainda perdeu tempo em conversar?

  8. Agora eu me pergunto: é com esse tipo de Cardeal que Dom Fellay ainda perdeu tempo em conversar?

    Eu caríssimo, já aplaudo Dom Fellay por isso! A paciência deve ir além dos limites e vejo que ele agindo pelo bem da Igreja, deve tabular quantas conversas que forem necessárias ainda que sem êxito e além da exaustão, e ainda que as intenções do outro não sejam boas.

  9. Eduardo, quando eu digo que é perda de tempo me baseio no fato de que a ideologia deles é “não nos deixaremos recuperar”. Está no livro Igreja Popular de Dom Boaventura Klopenburg. Eles fingem que escutam ainda que saibam que a conversa não vai chegar a lugar nenhum, pois seu objetivo é apenas obter concessões dos tradicionalistas ou então dividir pra enfraquecer.
    Não sejamos ingênuos! Se o demônio tentou o próprio Jesus no deserto oferecendo-lhe todos os reinos desse mundo, o que ele não seria capaz de fazer com homens de pouca fé oferecendo-lhes cargos, prelaturas, honras e vanglórias passageiras.
    Eu respeito o cargo e o encargo dos Apóstolos, mas quanto a esses impostores que se apropriaram do cargo apostólico pra semear doutrinas alheias ao Evangelho, não tenho por eles nem apreço e nem estima porque quando abrem a boca eu ouço o lobo e não o pastor.

  10. O Concílio Vaticano II contém erros doutrinais explícitos. Ele aprova com todas as palavras a liberdade religiosa, ele diz que não-católicos podem estar em estado de graça, ele afirma que em certas ocasiões pode ser conveniente rezar junto com não-católicos, ele diz que a Igreja de Cristo subsiste na Igreja Católica e não que é a Igreja Católica, etc.

    Isso é patente e manifesto nos textos do Concílio. Não são meros problemas de interpretação. Negá-lo é tentar tapar o sol com a peneira. Não adianta tentar dourar a pílula, isso não vai resolver a crise da Igreja. É necessário denunciar os erros publicamente e recuperar a prática e a disciplina católicas pré-conciliares. Sem isso, não escaparemos desta crise.

  11. Mas, aceitar em parte, rejeitar em parte, não é relativismo? Não é ter em si a semente herética? Ora, os erros pastorais não foram acidentais, menos ainda os erros doutrinários, contidos na parte dogmática do CV II.

    Seja anátema!

  12. Aguardem notícias piores. Desconfio que o Papa Francisco irá alterar a liturgia.

  13. Reparem como Deus não conta ou como se não agisse e que conta só o que as pessoas assimilam. Assimilado, virou verdade e condiciona Deus. Esqueçamos o passado. O povo manipulado é a verdade. O que rende. É ou não é religião de marketing ou de consumo? Digo ao Cardeal o que Deus disse a Moisés sobre o Faraó: “Ainda não, Cardeal, ele ainda não fez todo o mal de que é capaz e Deus vai ser glorificado à custa dos conciliares!”, espere só para ver.

  14. Eu não aceito os seguintes pingos do CVII :
    – ecumenismo;
    – liberdade religiosa;
    – colegialidade do governo da Igreja;
    – protestantização da liturgia;
    – linguagem ambígua dos textos.
    Pelo que disse na entrevista, o cardeal Pell aprova o meu procedimento.

  15. Os pingos e os tios que devem ser rejeitados, Bento XVI começou a fazê-lo, ao menos na Liturgia…

    O que o Papa atual fez???
    EXECROU A HERMENÊUTICA DA CONTINUIDADE…
    Ele aplica a hermenêutica da ruptura…

    CONTRA OS FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS…

  16. Quem não segue o CVII são os modernistas/progressistas: aonde está escrito a destruição dos altares e confessionários, o não uso da batina pelos padres, a comunhão na mãe e não de joelhos… e por ai vai que a lista é muito grande.

  17. Se for retirar do CVII o que não presta, não fica nada…

  18. Às me pergunto como é que esses homens (clero) que guiam a Igreja nesses últimos 50 anos se confessam e conversam com Deus sobre o quê?

  19. Simone,

    O interessante neste hereje Leonardo Boff e outros, é que antes de se contaminar com a heresia da TL, não criticava a Igreja sobre nada. HOJE, ESTÁ CUSPINDO NO PRATO QUE COMEU. Se Deus escuta as orações destes, então nós estamos ferrados.

  20. tem neoconversador aí mais preocupado em marcar deslike do que com a verdade

    ps:neoconversador foi proposital

  21. Gercione,

    Entendo sua posição, mas não compartilho dela! De fato a ideologia deles é travar o quanto puderem a Tradição, mas, só se converterão se ouvirem a Tradição e como a ouvirão se dissermos que não falaremos mais com elesw. Se FSSPX não quiser tratar com Roma cairia em ostracismo. É só minha opinião, não mais que uma mera opinião.

  22. Digamos, é um jeito mais “frouxo” e menos elegante para defender a hermenêutica da continuidade. A verdade é uma só: mais cedo ou mais tarde, o CVII vai implodir e levar a Igreja para uma crise muito pior do que se vive hoje. Bento XVI deu início ao “desmanche concertado” do CVII, na esperança de que seus sucessores continuassem a desmontar as inconveniências pastorais, litúrgicas, teológicas e morais surgidas desde o advento do Concílio. Mas, como se percebe, Francisco segue linha diversa, em que pese seu posicionamento eclesiológico e doutrinário “pré-conciliar”, insistindo em temas que os progressistas em geral execram, como a influência do diabo sobre o mal na vida das pessoas ou sua antipatia às propostas de extinção do celibato. A própria centralidade da presença de Francisco na condução dos assuntos da Igreja, sobretudo a ausência de intermediários, vai na linha da tradição romana. Os seus deslizes em teologia e suas ambiguidades em moral são os sintomas de uma formação enfraquecida pelo influxo das (más) ideias fornidas e propagadas desde o CVII. Todas as boas iniciativas de combate à corrupção na Igreja e à pedofilia já haviam sido iniciadas sob o pontificado de Bento XVI. Ou seja, por hora, o melhor do pontificado de Francisco é a intensificação das diretrizes programáticas para a administração da Igreja iniciadas por Bento XVI. O pior certamente são os seus flertes com uma linguagem progressista em matéria de liturgia e moral, em alguma medida incompatível com a Doutrina da Igreja.

    Por enquanto, contudo, as ditas reformas estão mais nas posturas do que nas ações. A escrupulosa prudência de Bergoglio para iniciar um plano efeito de reformas – seja lá quais sejam – pode custar o tempo do seu pontificado. Não me parece o Papa afeito aos arroubos imediatistas de João XXIII, que certamente colocaram a Igreja em estado de perigo. Daí, podemos ter duas consequências, uma razoável e outra péssima. A razoável seria o abandono do “plano Bergoglio” e a recondução da Igreja à linha de ação “integral” delineada por Ratzinger. Para esse papel, por incrível que pareça, o nome mais razoável seria o do cardeal Pell mesmo. E tem a péssima, a intensificação do “plano Bergoglio”, um novo Paulo VI para o novo João XXIII. E aí é inevitável não lembrar de Maradiaga.

  23. Um asno defecando e Genésio Bofado falando ou discursando, não há muita diferença…

    Ele vá primeiro reconhecer sua rebeldia, sua paganização total, vá deixar de ser ordinário e parar de cuspir na Igreja que ele tanto mamou e roubou com sua formação, ou melhor DEFORMAÇÃO, vá primeiro deixar sua amásia desde antes dele ter deixado a Igreja Católica, e depois, só depois, venha querer tentar dizer alguma coisa, se é que ainda consegue…

    O que esse bofado fez quando ainda era frade em Petrópolis…

    É bom que ele se lembre do que disse o cardeal Siri: “se com o Vaticano II não conseguiram destruir a Igreja é poque ela é divina mesmo”…

  24. Um grande valor que herdei de minha família é o de sempre honrar minhas palavras. A fraternidade São Pio X fez duas exigências para manter uma reconciliação com Roma. A revogação das excomunhões e a liberdade para qualquer sacerdote celebrar a missa gregoriana. Roma respondeu de forma positiva, enquanto a fraternidade não! Algo confuso parece suceder em seu meio! A ausência em manter a honra de sua palavra é um gesto de nobreza! Pelo percurso do veículo podemos perceber aonde vai estacionar. Me preocupo que o aparente zelo pela ortodoxia católica não culmine no mesmo erro dos sedevacantistas. Se ainda não professam a mesma heresia, já se aproximam. Ver heresia em tudo parece acesso de esquizofrenia ou algo parecido. Esperava mais da fraternidade São Pio X, mas confesso minha decepção. E como todo o caminho da heresia é desaparecer na história, me entristeço ao imaginar uma estrutura que poderia fazer tanto bem a Igreja se desfacelar pouco a pouco. Onde está o Papa está Pedro, Onde está Pedro está Cristo. Quem não ajunta com Cristo espalha. Foi o Senhor que prometeu: ” estarei convosco todos os dias…” Olhemos com os olhos de Cristo em toda essa situação! Olhemos com os olhos de Nossa Senhora! Como Nosso Senhor e sua Santa Mãe veem tudo isso? Se não temos o olhar de Cristo nunca seremos cristãos e corremos o risco de usar o óculos do demônio.

  25. FRATRES;
    Se alguém tinha alguma dúvida, parece que está agora tendo certeza…
    Acabou-se a troca de gentilezas entre Roma e Menzingen.
    Hummm…
    E os 95% de proveito do Vaticano II que disse o Mons. Fellay?
    Como fica agora a situação daqueles que saíram da FSSPX por não aceitarem a proximidade com Roma?
    Diante do quadro tétrico que se descortina à nossa frente, quem não se lembrará das Profecias de la Salette?
    Depois tem gente que fica aí me xingando, mas não há como não fazer aquela “perguntinha”:
    ESSA IGREJA CONCILIAR É SÉRIA?
    E bem pior que essa:
    É COM ESSA GENTE AÍ QUE O MONS. FELLAY QUER ESTAR EM PLENA COMUNHÃO?
    Kyrie Eleison!

  26. Se eu estivesse na frente de algumas pessoas que escrevem aqui, mandaria mais da metade pra UTI.
    1) O graaaande Bento XVI, disse que um documento – que n lembro o nome – do CVII era um contra Syllabus, está escrito isso no Derradeiro Combate do Demônio.
    2) Há provas que o graaande Bento XVI foi teólogo do CVII, logo…
    3) Tradicionalistas, resistencialistas, gangues virtuais e clubes de capelas SEMPRE rejeitaram o CVII e queriam a minha morte quando eu afirmava que há presença real na missa nova. E aí? Curíntia ou parmera?
    4)Por favor, Bento XVI n é mais papa, ele chutou o pau da barraca e ele caiu na nossa cabeça em 11 de Fevereiro. Melhor que avião em 11 setembro kkkkkkkk
    5)De fato o CVII é dogmático e foram vários dogmas proclamados, são eles: burrice, imbecilidade, cegueira, preguiça de ler, falta de raciocínio enfim, é cognitiva a coisa!

    No meio do morro gente, se engata a primeira e n a ré!

  27. Nosso Senhor ao falar em parábolas usava de uma pedagogia para aos ignorantes( os que não possuem conhecimento necessário para entender) uma forma de se fazer entender sem deixar dúvidas. Mesmo nas vezes que suas parábolas eram um tanto difíceis, ele fazia questão de explicar, como no caso do Semeador. De forma que nunca quis que ficasse alguma coisa obscura para os seus discípulos. Assim é a Doutrina da Santa Igreja, clara, objetiva e coesa. Basta vermos no Decálogo, que infelizmente foi deixado da catequese, é bem claro quando se diz: Amarás, guardarás, honrarás, não pecaras, etc.; ordem direta, que não deixa dúvidas ou interpretações oportunistas. Ou sim,sim; ou não, não. O depósito da Fé, não é adaptável aos momentos, pois se fosse, para que a Fé? Bastaria então a cada época inventar algo novo, algo do momento, algo que cative; isto dentro da ;Santa Igreja não cabe. O subjetivismo nada mais é que o Modernismo que São Pio X, condenou explicitamente, aliás o próprio Nosso Senhor ao dizer que não podemos servir a dois senhores já condenava esse mal que hoje vemos ser ensinado nos púlpitos e nas cátedras das igrejas. “Quem não está comigo, está contra Mim.”

  28. prezados,

    a meu ver o cardeal Pell falou o que a IGREJA fala. ao falar sobre o concilio vaticano II falou dentro linha fiel da IGREJA. o vaticano II é pastoral e não questiona nenhum ponto da fé. Portanto, aceitar o VATICANO II não quer dizer que se rejeita isso ou aquilo, e o missal tridentino, pois o referido VATICANO II em momento algum aboliu o missal tridentino. PORTANTO, A FALA DO CARD. PELL está dentro da ortodoxia. ao dizer que a igreja não abre mão do vaticano II, está sendo fiel, visto a sua renovação pastoral que em nada afetou a dogmática católica, e também o missal tridentino.

    att,

    DANIEL VERGARA

  29. Edinei,

    Sua visão sobre as tratativas está bastante limitada mas não o culpo. Não sei se você conhece algum sacerdote da FSSPX para conversar um pouco sobre os reais motivos dos insucessos do acordo, mas a questão não é só disciplinar como você fez parecer, mas doutrinária.

    Contacte algum sacerdote da FSSPX ou acesse o site deles e veja a real posição desse grupo, pois há muita má vontade e mesmo hostilidade a eles entre os que se dizem católicos e não era para ser diferente, já que Nosso Senhor passou por situações piores.

  30. Simone,

    este artigo do Boff é horrivel/horripilante e pelo que se verifica não são só os absurdos que ele diz, mas que o Boff tem as “costas largas”, tem o apoio de gente grande como o Papa.

  31. Avisem para esse cardeal desavisado que satanás também fez e faz parte da história da Igreja, e que hoje não apenas um “pingo ou um til” mas toda sua cartilha modernista tem sido seguida a risca por aqueles que defendem e promovem o cvII. Pelo fato de satanás ter feito parte na história da Igreja tem que ser obedecido e reconhecido??? Vade Retro…

  32. Agora temos pinguistas/tilsistas fundamentalistas, pinguistas/tilsistas liberais, pinguistas/tilsistas-mas-não-tanto, pinguistas/tilsistas do B , pinguistas/tilsistas blended , todos os graus de anti p/t , além de inclusistas, exclusitas, coritianos e bebedores de absinto.