Esclarecimento de Pe. Fabio de Melo.

Após Fratres in Unum associar suas palavras às do herege Loisy, Pe. Fabio de Melo vem a puúlico prestar um esclarecimento em seu site oficial.

Queridos amigos,

Em virtude da polêmica que envolveu minha fidelidade à Ortodoxia Católica, venho esclarecer alguns pontos.

Em nenhum momento da minha vida atentei contra a sacralidade da Igreja Católica Apostólica Romana. Sou Mestre em Teologia Dogmática e zelo muito para que minha pregação esteja de acordo com os ensinamentos da Igreja. Este é o credo que professo: “Creio na Santa Igreja Católica Una, Santa, Católica e Apostólica.” Nunca inventei uma crença particular, ou um modo diferente de compreender esta profissão de fé.

A expressão que usei no programa de “De frente com Gabi”, “Jesus queria o Reino de Deus, mas nós demos a Ele a Igreja” é uma expressão muito usada nos bastidores acadêmicos que frequentei em minha vida, e está distante da proposta herética que ela já representou em outros tempos. O significado evoluiu.

Nossa Fundação é Santa, pois fomos instituídos pelo Cristo. “A Igreja é um corpo, em que nós somos os membros e Jesus Cristo é a cabeça (Col 1,18; I Cor 12,27). Na cabeça o Reino já está estabelecido. Em Cristo, o Reino já está plenamente manifestado. Mas os membros do corpo ainda estão no contexto da busca, pois continuamos arrastando as consequências adâmicas do nosso pecado. E por isto, mesmo que em Cristo o Reino já esteja plenamente manifestado, em nós, Igreja, povo de Deus, ele continua sendo a meta que nunca deixamos de buscar.

O Concílio Vaticano II, através de sua Constituição Dogmática Lumen Gentium, enfatizou que a Igreja é povo de Deus. O povo é errante, pois apesar de estar mergulhado nas graças do batismo, ainda sofre as consequências da fragilidade que o pecado lhe deixou. O mesmo Concílio declarou “O Reino de Cristo já presente em mistério, cresce visivelmente no mundo pelo poder de Deus…” (LG 3).

Presente em mistério. Isto é, cabe a nós, membros deste corpo, apressar a sua chegada. A Igreja é triunfante, mas também é peregrina, penitente, pois que carrega em sua carne a fragilidade de seus membros.

Sim, a Igreja é santa, mas comporta em seu seio os pecadores que somos nós. E por isso dizemos, também com o perigo da imprecisão teológica: “A Igreja é Santa e pecadora”. Bento XVI sugeriu modificar a expressão. “A Igreja é Santa, mas há pecado na Igreja”. Notem que ele salvaguarda a santidade na essência.

Mas o pecado existe na Igreja. Por isto rezamos nas liturgias diárias pelo Santo Padre, pelos bispos, pelo clero, pelo povo de Deus. Clamamos por purificação, luzes em nossas decisões, pois sabemos que é missão do Espírito encaminhar na terra a Igreja que ainda não é Reino de Deus (porque maculada pelos nossos pecados), e que ao Cristo damos diariamente. Mas nós caminhamos na esperança. Sabemos que um dia todas as partes do corpo estarão agindo em perfeita harmonia com a cabeça. Seremos a “Jerusalém Celeste”.

Eu assumo que errei ao usar a expressão. Eu não estava numa sala de aula, lugar onde a Ortodoxia convive bem com a dialética. Não considerei que muitos telespectadores poderiam não entender o contexto da comparação. E por isso peço desculpas. E junto às desculpas, faço minha retratação. Nunca tive problema em assumir meus equívocos. Usei uma expressão que carece ser contextualizada com outras explicações, para que não pareça irresponsável, nem tampouco herética.

Repito. Eu não nego nem neguei a definição dogmática expressa na Lumem Gentium, Número 5.

“O mistério da santa Igreja manifesta-se na sua fundação. O Senhor Jesus deu início à Sua Igreja pregando a boa nova do advento do Reino de Deus prometido desde há séculos nas Escrituras: «cumpriu-se o tempo, o Reino de Deus está próximo» (Mc. 1,15; cfr. Mt. 4,17). Este Reino manifesta-se na palavra, nas obras e na presença de Cristo. A palavra do Senhor compara-se à semente lançada ao campo (Mc. 4,14): aqueles que a ouvem com fé e entram a fazer parte do pequeno rebanho de Cristo (Luc. 12,32), já receberam o Reino; depois, por força própria, a semente germina e cresce até ao tempo da messe (cfr. Mc. 4, 26-29). Também os milagres de Jesus comprovam que já chegou à terra o Reino: «Se lanço fora os demónios com o poder de Deus, é que chegou a vós o Reino de Deus» (Luc. 11,20; cfr. Mt. 12,28). Mas este Reino manifesta-se sobretudo na própria pessoa de Cristo, Filho de Deus e Filho do homem, que veio «para servir e dar a sua vida em redenção por muitos» (Mt. 10,45).”

E quando Jesus, tendo sofrido pelos homens a morte da cruz, ressuscitou, apareceu como Senhor e Cristo e sacerdote eterno (cfr. Act. 2,36; Hebr. 5,6; 7, 17-21) e derramou sobre os discípulos o Espírito prometido pelo Pai (cfr. Act. 2,33). Pelo que a Igreja, enriquecida com os dons do seu fundador e guardando fielmente os seus preceitos de caridade, de humildade e de abnegação, recebe a missão de anunciar e instaurar o Reino de Cristo e de Deus em todos os povos, e constitui o germe e o princípio deste mesmo Reino na terra. Enquanto vai crescendo, suspira pela consumação do Reino e espera e deseja juntar-se ao seu Rei na glória.”

Agradeço pela prece dos que me acompanharam neste momento tão sofrido.

Com minha benção,

Padre Fábio de Melo.

66 Comentários to “Esclarecimento de Pe. Fabio de Melo.”

  1. Penso que ao invés de tanta retratação o padre faria algo muito mais produtivo se FALASSE nos programas tudo o que ‘retrata’ depois.

    Qual seria a dificuldade? Ou ficar de bem com a “massa” (até porque serão poucos os que lerão as tais retratações) ou por total desconhecimento de teologia, caso em que se responde o que se sabe – pouco ou nada – e depois se cuida, com elaborações e colaborações várias, de consertar o que se disse tortamente.

  2. Esses “bastidores acadêmicos” é que me dão medo

  3. Prezados,

    Já tinha lido a carta do Padre Fábio em outro site. E pelo que vejo ele é mais um modernista declarado. Pois se lermos a carta enciclica do Santo Padre Pio X (Pascendi Gregis) constaremos que uma das ideias pervertidas dos mordenistas é de que o dogma evolui… Ou seja, não precisamos nem ler o restante da carta do Padre Fábio, nas suas primeiras linhas ele já se deixa conhecer pela sua doutrina. Contudo, ainda ressalto que ele deixa claro que foi o que ele aprendeu em sua vida acadêmica. Eis a raíz de todo o mal com bem lembra São Pio X: “Os piores inimigos estão dentro da Igreja”.

    Vigiemos e rezemos para que o Padre se converta verdadeiramente a Fé Católica.

    Que Deus nos ilumine e Nossa Senhora do Bom Sucesso nos guarde. Amém

  4. Pra mim continua HEREGE!

  5. Não há pecado na Igreja, os filhos da Igreja são pecadores, há pecado nos homens. Na Igreja há somente santidade. Ela é a esposa Imaculada de Cristo, sem ruga e sem mancha.

  6. Não é só o F. de Mello….Dê uma espiada nesse artigo de um ex assessor da CNBB, no site oficial da Arquidiocese de Mariana-MG. Ele simplesmente usa as palavras de Francisco para, por sua conta própria liberar a comunhão dos recasados. Artigo :Como Sonhei Ouvir Isso!!!

    Há cerca de vinte anos, trabalhava na Paróquia São Pedro, em Ponte Nova, quando deparei com a história de um casal que, de acordo com as normas da Igreja, não poderia receber a Comunhão. Ao conhecer melhor a situação, achei que seria um absurdo negar a eles a Eucaristia. Não concordava. Consultei algumas pessoas do conselho paroquial, porque é sempre bom ouvir a Igreja, e disse a eles que, por mim, poderiam tranquilamente comungar. E fiz isso com toda serenidade.

    Pouco depois aconteceu o mesmo com outro casal. E as pessoas que consultei, não da hierarquia, concordaram que eles também tinham o direito de comungar. A partir daí, por onde passei, tentei ouvir as pessoas que me procuravam, quase sempre angustiadas, e procurava oferecer mais palavras de conforto e de esperança.

    Afirmava pra pessoa que a vida dela era muito mais que o fato de ser recasada ou não ter recebido o sacramento do matrimônio. E mostrava que o que faz alguém estar em comunhão com Deus e com os irmãos não é tanto a Hóstia, mas a vida que a pessoa leva. Tanto nas conversas particulares como nas reflexões e homilias, repeti muitas vezes que a comunhão não poderia ser vista como um prêmio pra quem é santo, mas como remédio e alimento pra quem precisa de força. Que Deus não ama só quem merece, porque, na lógica dele, quanto menos merece, mais precisa do amor.

    Embora sempre tenha feito isso com a consciência tranquila, sabia que estava um tanto na contramão do ensinamento oficial da Igreja católica.

    Qual não foi a minha surpresa ao ler, há poucos dias, justamente isto: (…) “Mas há outras portas que também não se devem fechar: todos podem participar de alguma forma na vida eclesial, todos podem fazer parte da comunidade, e nem sequer as portas dos sacramentos se deveriam fechar por uma razão qualquer. Isto vale sobretudo quando se trata daquele sacramento que é a “porta”: o Batismo. A Eucaristia, embora constitua a plenitude da vida sacramental, não é um prêmio para os perfeitos, mas um remédio generoso e um alimento para os fracos. Estas convicções têm também consequências pastorais, que somos chamados a considerar com prudência e audácia. Muitas vezes agimos como controladores da graça e não como facilitadores. Mas a Igreja não é uma alfândega; é a casa paterna, onde há lugar para todos com a sua vida penosa”. Ah, como eu sonhava ouvir isso!!!

    Só que a surpresa não está no fato de encontrar essas palavras. Muita gente pensa assim. O bom de tudo, e que me deixou imensamente feliz e orgulhoso da Igreja, é que essas palavras foram ditas pelo nosso querido papa Francisco, não de improviso, no calor de alguma emoção, mas num documento oficial, em sua Exortação Apostólica Evangelii Gaudim, no número 47.

    Sempre pensei assim: se Jesus deu a comunhão para Judas, que o estava traindo, para Pedro, que o negaria vergonhosamente, para todos aqueles medrosos que o abandonaram; se acolheu uma mulher que já estava no sexto ‘casamento’ e a aceitou como missionária; se o Papa, ao ser interrogado sobre a questão da homossexualidade, afirmou claro: “quem sou eu para julgar?!”; se tenho consciência do quanto sou frágil e pecador, como posso ter a ousadia de julgar as pessoas e negar a elas o presente que o próprio Deus lhes oferece?!

    Pena que, como diz ainda o Papa no número 6 da Exortação, “há cristãos que parecem ter escolhido viver uma Quaresma sem Páscoa”. Somos chamados a ser portadores da misericórdia de Deus, semeadores de esperança, promotores da vida e da alegria. Se as pessoas nos procuram com as suas feridas é porque esperam encontrar em nós um bálsamo, um conforto, um auxílio para a cura, e não palavras e atitudes que vão abrir mais a chaga. Se trazem a nós o seu pecado, é porque acreditam que encontrarão o perdão e a paz. Naturalmente, não se trata de banalizar o mal e o pecado, mas mostrar que cada um(a) deve assumir a responsabilidade por suas escolhas, sem deixar de espalhar a graça e a salvação.

    O papa Francisco, com a sua Exortação, tão humana e tão cristã, consegue mostrar que realmente o Evangelho é caminho para a Alegria. Louvado seja Deus!!!

    Pe. José Antonio de Oliveira

    zeantonioliveira@hotmail.com

  7. Parabéns pela resposta Pe. Fábio de Melo.
    Quem sabe agora tendo a resposta por escrito as pessoas leem e as interprete corretamente.

    • Pois é, na frente da tela das grandes emissoras as palavras se conflitam. Ele sabe que está sendo observado por nós.

  8. Continua herege pois não se arrependeu nem pediu desculpas, mas fez pior, disse que suas palavras estariam de acordo com o CVII, mas o trecho da Lumen Gentium que o heresiarca postou, vai contra suas próprias palavras.

    E onde está escrito ser permitido falar palavrão e defender casamento homossexual e não usar o hábito?

    • “Eu assumo que errei ao usar a expressão. (…) E por isso peço desculpas. E junto às desculpas, faço minha retratação.”

  9. Até quando o Pe. Fábio de Melo vai se justificar e não se retratar? Até o dia do Juízo Final? Essa pergunta quem deveria responder era o seu Bispo que está em sono profundo. Mas já que ele (Pe. Fábio) entrou no seminário por causa da piscina, e agora que tem sítio, piscina, já conseguiu fama, cds, etc, não estaria na hora de deixar a Igreja e os verdadeiros católicos em paz?! Como ele disse no programa de domingo que “foram construindo galpões e chamando-os de Igreja”, saia desse galpão e fique só no palco! Parabéns para quem redigiu esse texto para ele, mas também não conhece nenhum desses documentos.
    Rezemos pedindo a Deus para que desperte as autoridades do sono profundo!

  10. Ele finge que se retrata e nós fingimos que acreditamos… Sempre foi estratégia dos heresiarcas – antes de serem excomungados – perverter a doutrina católica mediante expressões ambíguas, que podem dizer uma coisa como o seu oposto… A diferença agora é que o Meloso utilizou-se de uma expressão claramente herética, passível mesmo de excomunhão… deve ter levado um puxãozinho de orelha e obrigado a retratar-se… mas aposto que continuará a agir não como Padre, mas como um playboyzinho que sempre foi, utilizando-se da Igreja para benefício próprio… e será questão de tempo para que novas afirmações ambíguas e heréticas venham a público.

    Pergunta: até quando esse padre terá plena liberdade de destruir a fé dos católicos?

  11. A Própria Lumen Gentiun e o CVII abrem as portas para isso A INCOERÊNCIA NA DOUTRINA… a ambiguidade dos Documentos do CVII é que fazem o Pe. F. de Mello ainda citarem tal documento. Em tempos pré-conciliar as coisas eram bem mais claras e a doutrina era exposta de forma íntegra..e os sacerdotes eram convidados a ensinarem a verdade, por que estudaram o mais proffundo da Teologia Católica…enfim..tempos difíceis esses que passamos…pra mim ele é um fruto mais que perfeito do CVII.
    Aceito pelos Bispos e etc..

  12. Meus caros, isso não foi uma retratação. Fica claro que o canalha do Pe Fabio de Melo não se retratou pelo que disse. Ele pediu desculpas por ter falado de forma “acadêmica” em um programa de televisão que é visto por leigos no assunto, sem conhecimento dos “termos acadêmicos”. Fomos chamados de burros de uma maneira delicada. E no texto, o canalha justifica suas heresias com outras. Lamentável..!!!

  13. Oremos para que todos aqueles que tiveram a infelicidade de ouvir a heresia leiam a presente retratação.

  14. FRATRES;
    O bom-mocismo de sempre…
    Ahhhhhhhhhhhh
    Sempre as mesmas desculpas esfarrapadas.
    O pior que esse sujeito era (de)formador de padres, ministrando suas “aulas” no chamado “Conventinho”, em Taubaté…
    Quanto dessas “expressões usadas nos bastidores acadêmicos” deve ter ensinado…
    Pelo visto, depois de envenenar o clero, está a envenenar os fiéis, agora via televisiva.
    Não nos esqueçamos que este senhor tem um programa, chamado “Direção Espiritual” na tal Rede Vida, o canal da Família.
    Quanto dessas “expressões de bastidores acadêmicos” ele deve disseminar em tal programa…
    É melhor a CNB do B e a Rede Vida começarem a prestar mais atenção em seus garotos propaganda e seus programas, afinal, direção perigosa pode levar a acidentes, no caso, acidente fatal para a Fé!
    Pobres católicos brasileiros, à mercê de tantas “expressões de bastidores”, sejam acadêmicos ou não…
    Melhor seria se a grande maioria pudesse exclamar sempre, em alto e bom som, a frase do Divino Salvador:

    “Eu sou Rei, por isso nasci e vim ao mundo, para dar testemunho da verdade!” S. João 18, 37.

    Dar testemunho da verdade…
    Mas tal qual Pilatos, continuam a questionar: ” Mas o que é a Verdade?”
    O problema que ao responder, muitos continuam a usar e abusar da mentira, ainda que seja uma mera “expressão de bastidores acadêmicos”…
    E mais lamentavelmente ainda, questionam por que as águas do catolicismo parecem amargas… Esquecem-se que eles mesmos estão a envenenar as fontes…
    Por isso, estudemos e nos formemos, busquemos nosso refúgio no Rosário de Maria!
    Senhor, tende piedade de nós!
    Nossa Senhora de la Salette, rogai por nós!

  15. Agora todo mundo é ortodoxo! Engraçado, né? Como se palavras bastassem! Se não se leu a “Pascendi” de São Pio X, não se tem a vacina contra uma manifestação relativista dessa. “O relativismo absolutiza o relativo e, para isso, explora a emoção”. O critério de Cristo é “pela obras é que se conhece o homem, como se conhece a árvore pelo fruto”. Quando Cristo disse que “nem todo aquele que diz ‘Senhor, Senhor’, será salvo”, era porque dizia que emoção ou sentimentalismo nada vale para a defesa e para o aceite da Verdade. Aliás, o “sentimentalismo”, como fruto tardio do “romantismo”, seguiu este na condenação da Igreja como heresias. E fãs histéricas continuam acreditando que não há fé sem sentimento, quando Fé é “ato de inteligência e de vontade”. A “Dogmática” deste falso padre eu conheço, é aquela avessa a Santo Afonso Maria de Ligório, o principal Doutor da Moral católica e foi na “Dogmática” atual e conciliar que se destruiu tanto o casamento como a família a partir da própria igreja conciliar, clube de infiltrados como este falso padre que se enriquece às custas da fraqueza contemporânea que confunde tudo com base nas carências afetivas. Este falso padre desobedece todas as leis eternas da Igreja acerca do sacerdócio, a começar pela proibição até Pio XII do padre ter outra profissão paralela ao sacerdócio que não a de professor e para a formação de outros sacerdotes. Até Bento XVI proibiu o “padre” show-man. E isto prova que Roma deixou de ser a Verdadeira Igreja, porque um reino sem autoridade e sem fazer valer suas proibições com punições exemplares, já não é mais reino, mas terra-sem-lei e sem rei e sem juiz. E ainda se dizem “ortodoxos”….

  16. Eu achava melhor ele ficar calado… Na minha opinião piorou mto com essa declaração!

  17. “Agradeço pela prece dos que me acompanharam neste momento tão sofrido.” Será que houve alguma manifestação do Bispo?? Mesmo que nos “bastidores” da diocese de Taubaté?.

  18. Como um flash cegante me vieram à mente as palavras de Papa Francesco: cuidado com os padres untuosos, quanto mal fazem à Igreja!.. Agora, imaginem os doutos em teologia dogmática que gostam de fazer piadinhas para conquistar a plateia medíocre e causam mais danos dos escrachados do “Porta dos Fundos”!

  19. Esses “ambientes acadêmicos” são os geradores do Pe. Fábio de Melo. Tenhamos respeito por ele, pois é um consagrado. Mas, baseado no catecismo e nos textos claríssimos da Igreja, não tenhamos pudores em perguntar: “Padre, até quando vais achar que tudo é poesia e agrados à pessoas?”

    As coisas que ele faz ou diz dá margens para milhões de interpretações. E essa dualidade é um sinal claríssimo de Modernismo. Se ele o faz consciênte, Deus o sabe. Objetivamente , ele errou feio!

  20. O padre Fábio de Melo parece uma segunda edição escarrada e um pouco piorada do não-saudoso padre Paul-Eugène Charbonneau, CSC (1925-1987), teólogo canadense radicado no Brasil, pioneiro no modernismo tupiniquim, metrossexual, grande incentivador do relaxamento moral do nosso clero, da depravação da mulher brasileira e da destruição da família a partir de sua posição favorável à contracepção. Nos anos 60-70 o padre Charbonneau ainda conseguia impactar os católicos brasileiros mostrando-se na TV em roupas esportivas ao invés da batina e ridicularizando o Papa Paulo VI, conservador no seu ponto de vista. O esquecido escritor e deputado Salomão Jorge publicou em 1969 uma aquentada coletânea de artigos reunidos sob o título O Diabo Celebra a Missa, tratando da louca situação da Igreja brasileira nesse período. No livro, Salomão alcunha Charbonneau de “padre vedete”. O ilustre deputado e poeta mineiro jamais sonhou que no seu estado de Minas nasceria um sujeito que, nas palavras do autor, possui um vasto leque de aptidões e vocações – ator, cantor, músico, quiçá escritor, salva-vidas – MENOS a vocação sacerdotal. Padre Charbonneau, ao menos, não gravou discos nem se fez idolatrar pelo povo simples, sua influência foi mais restrita a acadêmicos, e por isso sua versão high-tech melosa é piorada.

  21. Esse pe. José e o pe. Fábio são só blá, blá, blá modernista.

  22. Mesmo não justificando nada, como disse o frater acima, que o próprio texto do Vat II citado depõe contra o mesmo, ele deveria ao menos ter o brio, a vergonha na cara de ir à d. Globo e ler essa “retratação” ao vivo e a cores, e mais, afirmar que não passou de um crápula quando disse que xingava até na celebração da Missa; se bem que missa pra esse padreco galãzinho está longe de ser o que é verdadeiramente a SANTA MISSA, ou seja, A ATUALIZAÇÃO DO SACRIFÍCIO DE CRISTO NA CRUZ, não outro, mas o mesmo, de forma incruenta sobre nossos altares, seja na forma ordinária, seja na forma extraordinária.

    Quanto aos assessores(as) da CNBB, na sua maioria esmagadora, uma cesta de papel higiênico usado vale mais que eles…
    O tal pe. Manoel Godoy, junto com o pe. Libânio, numa conferência para alunos da faculdade jesuíta em BH, donde estudam leigos, seminaristas, freirocas, etc… fazem uma análise da escolha de Berglogio para o papado; nesta dita conferência o Libânio tenta mostrar que Bento XVI trincou a visão do Papa como infalível, teologia essa recente, diz ele, de 1870, do Vat I, que foi jogada por terra pela renúncia de Bento XVI.
    O tal Godoy destila toda sua frustração pela “moderação” de Berglogio como cardeal em Buenos Aires, que não adianta seus gestos de ser do povão, de não ficar preso a clausura papal que se instalou no papado na Idade Média, etc…tem que ir mais longe… Quem quiser ouvir ao vivo e a cores a palestra desses dois dinossauros putrefatos da tl é só procurar no Google…

    Conclusão: dois grandes corifeus da tl maldita aqui no Brasil estão decepcionados com Francisco, escarnecem o papado, cospem na Igreja dentro da própria Igreja, destilam esse veneno pestífero nos futuros padres que assumirão as Paróquias. Logo, Fábio Meloso, Marcelo Rossi, o tal imitador de dona Anita, são mais vítimas da degradação intelectual e moral que assola a Igreja; e a maior parte dos Bispos…CALADOS….MUDOS….DORMINDO EM BERÇO ESPLÊNDIDO…

    Parabéns ao blog pela ação e pelo zelo pela Santa Igreja.

    Que os padrequinhos vomitem heresias, mas saibam que, se quem deveria corrigi-los não o fazem, os leigos, que amam verdadeiramente a Mãe Igreja, cumprirão seu dever de CATÓLICOS PRATICANTES, denunciando e mostrando ao mundo a erva daninha da heresia que invade nossa Igreja do Brasil e que existe uma DOUTRINA PERENE que jamais será derrotada.

  23. Coloquei e participei de uma SANTA MISSA ontem, na minha Paroquia,pedindo a DEUS e NOSSA SENHORA a conversão, a iluminação espiritual para o Padre FABIO DE MELO e Padre JOAOZINHO SCJ’S!!!! Orei sinceramente, pelos dois, embora eu também seja pecadora,como todos os mortais…Espero que JESUS e MARIA me atendam!!!! Amém!

    Podemos,aqui no “FRATES” ,…”adotar” esses dois Padres, em nossas orações, jejuns, etc como fazia SANTA TERESINHA DE LISIEUX, claro que por outros motivos, bem diferentes destes, ela “adotou” em sua orações, mortificações etc dois Padres! Então?…….façamos o mesmo! Amém?…
    Há mais o Padre REGINALDO MANZOTTI, o HEWERTON DI CASTRO,…..etc etc…há um importantão,….. em ROMA…… Então?…… habilitemo-nos nessas “adoções” oracionais/espirituais!!!! Penso que JESUS DE NAZARE nosso DEUS aprovaria nosso gesto fraterno!!! ALELUIA!

    Bem, o Padre FABIO DE MELO deveria orar mais, fazer uns jejuns, frequentar mais a ADORAÇÃO ao SSMO SACRAMENTO, rezar o ROSARIO MARIANO, seu Breviário…….e, parar de frequentar esses “programas” profanos da TV, que o contaminam,com certeza. Ler menos FILOSOFIA…..menos PSICOLOGIA,.. e gastar tempo, lendo as VIDAS DOS SANTOS CANONIZADOS!!!!! Visitar os doentes nos Hospitais, e…..cantar menos, fazer um “jejum” das vaidades físicas, dos “modismos”!!!! Escolher m e s m o o SACERDÓCIO!!! Tudo isso, ajudaria em nossa Intercessão por ele!!!! Amém!

    Não sou formada em TEOLOGIA,( mas em outros dois Cursos Universitários) porém , o meu amor pela IGREJA e por JESUS, me leva a dar esses conselhos de uma catolica, que deseja o BEM,…. para FABIO e JOAOZINHO!!!

    Que DEUS os ilumine e renove o PRIMEIRO AMOR, em seus corações,….aquele PRIMEIRO AMOR que os conduziu ao SACERDOCIO, que deve ser……..S A N T O !!!!! Amém! ALELUIA!

    SALVE MARIA! VIVA JESUS! Valei-nos SAO JOSE e SAO MIGUEL ARCANJO!!!

    MARANATHA!!!

  24. Explicação tardia. Titubear nessas horas só enfraquece a doutrina cristã já tão abalada pelas inúmeras declarações desencontradas e comprometedoras que deixam o cristão sem rumo e indeciso.

  25. Essa retratação não abrange o imenso número de fiéis q o cantor e padre confundiu. Nos dias de Francisco, isso é compreensível. Qto à formação q o Cantor-padre teve… bom, dá pra avaliar pelos absurdos proferidos e por tanta retrataçao q o galã tem q realizar. Continuo pensando q ele deveria voltar a um bom seminário. Talvez, passar uns tempos com o Padre Paulo Ricardo, com o Pe, Rodrigo Maria ou com o Padre Gaspar da AASJMV. Ou deixar de falar mt e dedicar-se a cantar.

  26. Em resumo “peço desculpas pela ignorância de vocês”

  27. Ele não retira o que disse, a heresia continua e ainda distorce documentos da Igreja para manter a heresia e ainda justificá-la. Eis os estragos da falta de anátemas no Vaticano II, além da fraqueza dos textos: servem para criar e justificar heresias!

    Como dizer que Jesus queria o
    Reino e o que se conseguiu foi a Igreja – o que é dizer que a Igreja não foi fundada por Cristo e que não é o Reino de Deus, uma negação do que diz o Evangelho – e dizer que significa outra coisa? Em que lugar as palavras mudaram de significado, para o semtido também mudar? Reino significava o mesmo que hoje 100 anos atrás, querer também, assim como as palavras não e Igreja, portanto é uma loucura dizer a expressão mudou de significado; e dizer que evoluiu é ainda pior, porque quer dizer que o sentido ficou mais aperfeiçoado, mais “inequívoco”!

    É a pior das heresias apresentada como se fosse ortodoxia!

    Se o papa fosse um Papa santo, como São Pio X, esse padre já estaria excomungado, como todos os hereges, até os do episcopado que nada fazem vendo erros terríveis serem espalhados.

    O que houve com o Magistério, com as leis eclesiásticas, com a Doutrina? Nada é seguido contra os hereges, só contra os que preferem a Tradição que o mundo!

  28. Eu também tenho Mestrado e Doutorado nas áreas de Teologia e Filosofia,e sei que “Evolução dos Dogmas” que é o que ele defende,é heresia já condenada! E além do mais,ele defende hereges notórios e públicos,um vivo ( Andrés Torres Queiruga) padre espanhol TL já advertido e censurado pela Confederação de Bispos Espanhola,e outro chamado Pierre Teilhard De Chardin (padre jesuíta) já falecido,e que dispensa comentários (foi um grande herege do seu tempo). E essa “encheção de linguiça” que ele escreveu é vergonhosa!..Antropocentrismo e Humanismo puro,deixando o sobrenatural e o direito divino e qualquer sacralidade de lado! Ele é um “Padre” híbrido,pois repete heresias provenientes da TL e da RCC,e ainda tenta transformar a heresia de Loisy,através de suas manipulações dialéticas e linguísticas,em negação da mesma,mas de forma ambígua,e muitos cairão nessa tática dele,ao qual chamamos de DIVERSIONISMO,usando um recurso linguístico chamado de TAUTOLOGIA.

  29. Não tem justificativa é heresia mesmo..

  30. Que bom que ele corrigiu o escorregão de uma frase descuidada. Jesus nos deu a Igreja, e nem sempre honramos a maravilha desta dádiva.

    • Alguém pode me responder se o Bispo de Taubaté já acordou? Já vai fazer uma semana e nada da Diocese se manifestar? Ou vai ficar tudo na mesma como sempre? E em relação ao pe. Joãozinho, nada também será feito?

  31. Esse padre é mais um dos tantos modernistas que são um verdadeiro flagelo para a Igreja Católica.
    Qualquer coisa que esse padre diga ou escreva é digna de ser esquecida.

  32. Pe. Fábio de Melo não muda. Sua “retratação”, na verdade, não o faz retratar-se de coisa nenhuma. Ele começa afirmando não ter dito o que disse:

    “Em nenhum momento da minha vida atentei contra a sacralidade da Igreja Católica Apostólica Romana.”

    E mais adiante:

    “Este é o credo que professo: “Creio na Santa Igreja Católica Una, Santa, Católica e Apostólica.” Nunca inventei uma crença particular, ou um modo diferente de compreender esta profissão de fé”.

    Depois, reconhece ter dito a tal frase (“A expressão que usei no programa de “De frente com Gabi”, “Jesus queria o Reino de Deus, mas nós demos a Ele a Igreja”). Pois era impossivel negar te-la dito.
    Ora, se tal afirmativa não é um “um modo diferente de compreender esta profissão de fé” (na Igreja), ela é o que, afinal? Uma afirmacão ortodoxa?
    A tal frase passa ou não passa a falsa idéia de que a Igreja é so’ humana, produto dos esforços humanos? E, assim sendo, ela ataca ou não a sacralidade da Igreja Católica, negando implicitamente que Jesus a fundou?
    E’ evidente que ataca e nega esse ensinamento.
    Para pe. Mello, no entanto, ela não ataca.
    Logo veremos por quê.

    “A expressão que usei no programa de “De frente com Gabi”, “Jesus queria o Reino de Deus, mas nós demos a Ele a Igreja” é uma expressão muito usada nos bastidores acadêmicos que frequentei em minha vida, e está distante da proposta herética que ela já representou em outros tempos. O significado evoluiu.”

    Então, vejamos:
    1 – Ele reconhece que a frase “Jesus queria o Reino de Deus, mas nós demos a Ele a Igreja” é muito comum nos bastidores acadêmicos (leia-se: nos cursos de teologia atuais). Ambientes que o padre frequentou durante sua vida – assim o confessa. Está explicado por que a usou. Para ele, é algo normal.
    2 – Também reconhece a dita frase como herética no passado (“proposta herética que ela já representou em outros tempos”).
    Porém, segundo ele, hoje ela não é mais herética, porque o (seu) “significado evoluiu”.
    Está explicado por que ele pensa não ter atentado contra a sacralidade da Igreja. A tal frase – na sua concepcao – deixou de ser heresia.
    Evoluiu.
    Assim como uma especie animal evolui para outra (segundo creem os darwinistas), a heresia virou… verdade.
    Evoluiu de erro para verdade.
    Como se isso fosse possivel.
    Mas, a idéia é essa.
    Uma monstruosidade sem tamanho. Ela tem ao menos, a utilidade de explicar como pensa o modernista e as razoes que o levam a abracar hoje, sem o menor pudor (como faz padre Melo), o que ontem foi e sempre sera’ heresia. E’ porque eles – modernistas – dizem que tudo evolui. Tudo muda. A heresia deixa de ser heresia. O pecado deixa de ser pecado.
    Por isso, a defesa do casamento gay, por exemplo, e outras coisas incompativeis com a Sagrada Escritura e com a doutrina Catolica.
    E isso não surpreende no pensamento do padre, pois se ele vive defendendo a “evolução do dogma”, por que não passar a defender tambem a evolução da heresia?
    Fábio de Melo deixaria de ser ele mesmo se não usasse um dos seus termos favoritos: “evolução”, chave de seu pensamento, e termo muito caro ao modernismo.
    Contudo, ele admite ter errado. Humilde, não? Pois diz “errei”. Mas, em que sentido reconhece seu erro?

    “Eu assumo que errei ao usar a expressão. Eu não estava numa sala de aula, lugar onde a Ortodoxia convive bem com a dialética. Não considerei que muitos telespectadores poderiam não entender o contexto da comparação.”

    Mas, não é interessante? Hábil na sua “retratação”, pe. Melo, ao mesmo tempo em que reconhece ter errado, diz… que não errou.
    Ele reconhece ter errado, não em abraçar uma idéia heretica (a de que Cristo queria o Reino, mas a Igreja foi o que lhE demos). Nada disso. O padre diz ter errado por ter usado uma expressão que não seria entendida pelos telespectadores. O erro, para ele, foi de linguagem, não de conteudo.
    (E ainda sobrou para os telespectadores)

    Diz, ainda:

    “Usei uma expressão que carece ser contextualizada com outras explicações, para que não pareça irresponsável, nem tampouco herética.”

    Mais uma vez: nao ha’ a renuncia da ideia heretica. Ha o malabarismo de dizer que faltou o contexto com outras explicações.
    Muito bem. Agora, viremos e reviremos a frase (Cristo quis o Reino e lhe demos a Igreja) e procuremos examinar se há alguma contextualização que a torne aceitável.
    Não há.
    Portanto, pe. Melo não renunciou à idéia trazida pela referida frase. E assim, não se retratou coisa nenhuma. Sua retratação é fajuta. Ele continua a pensar e a crer que Jesus quis o Reino (dando a entender, portanto, que não quis a Igreja), e que a igreja foi o que conseguimos dar a Ele.
    E o padre vai continuar a ensinar tal heresia se estiver em sala de aula, pois esta, para ele, é um “lugar onde a Ortodoxia convive bem com a dialética”.
    Ortodoxia? Ele ainda tem a cara de pau de falar em “ortodoxia”?
    E a que dialética se refere?
    Dialética como arte de falar? Dialética como arte de se comunicar e, assim, explicar aos outros a Doutrina da Fé corretamente? Ou dialética como conceito filosófico, que procura demonstrar a mudanca constante de tudo e, assim, a falsa evolução dos dogmas e (agora tambem) da heresia? (era so’ o que faltava).
    Numa retratação de verdade, pe. Melo teria de dizer: “a expressão que usei está errada e a ideia que ela passa tambem esta’ errada”. E teria de renunciar a ambas abertamente, claramente, com todas as letras. E, ato contínuo, declarar a verdade que se lhe contrapoe, a saber: que a igreja foi querida, preparada e fundada por Jesus Cristo em pessoa sobre Sao Pedro, para continuar Sua obra na Terra ate’ o fim dos tempos, a saber: para nos comunicar a vida da graca santificante, manter essa graca atraves do cumprimento dos mandamentos e, assim, nos levar para o ceu. A Igreja nunca foi e nunca sera’ o que conseguimos dar a Cristo, pois ela nao e’ obra nossa.
    Uma retratacao de verdade teria de ser assim.

  33. Ele tentou justificar, mas continuou na “imprecisão teológica” que, em outras palavras, é pura heresia. A Igreja é Santa e Imaculada, reflexo da Sempre Virgem Maria. Os filhos da Igreja, que somos nós, é que pecamos, mas nossos pecados não maculam a santidade da Igreja. Portanto, o Reino de Deus é a Igreja. Ela é a realização de todas as promessas divinas. Ela é a dispenseira da salvação. Não existe outro caminho que leve a Deus.

  34. Mesmo não justificando nada, como disse o frater acima, que o próprio texto do Vat II citado depõe contra o mesmo, ele deveria ao menos ter o brio, a vergonha na cara de ir à d. Globo e ler essa “retratação” ao vivo e a cores, e mais, afirmar que não passou de um crápula quando disse que xingava até na celebração da Missa; se bem que missa pra esse padreco galãzinho está longe de ser o que é verdadeiramente a SANTA MISSA, ou seja, A ATUALIZAÇÃO DO SACRIFÍCIO DE CRISTO NA CRUZ, não outro, mas o mesmo, de forma incruenta sobre nossos altares, seja na forma ordinária, seja na forma extraordinária.
    Quanto aos assessores(as) da CNBB, na sua maioria esmagadora, uma cesta de papel higiênico usado vale mais que eles…
    O tal pe. Manoel Godoy, junto com o pe. Libânio, numa conferência para alunos da faculdade jesuíta em BH, donde estudam leigos, seminaristas, freirocas, etc… fazem uma análise da escolha de Berglogio para o papado; nesta dita conferência o Libânio tenta mostrar que Bento XVI trincou a visão do Papa como infalível, teologia essa recente, diz ele, de 1870, do Vat I, que foi jogada por terra pela renúncia de Bento XVI.
    O tal Godoy destila toda sua frustração pela “moderação” de Berglogio como cardeal em Buenos Aires, que não adianta seus gestos de ser do povão, de não ficar preso a clausura papal que se instalou no papado na Idade Média, etc…tem que ir mais longe… Quem quiser ouvir ao vivo e a cores a palestra desses dois dinossauros putrefatos da tl é só procurar no Google…
    Conclusão: dois grandes corifeus da tl maldita aqui no Brasil estão decepcionados com Francisco, escarnecem o papado, cospem na Igreja dentro da própria Igreja, destilam esse veneno pestífero nos futuros padres que assumirão as Paróquias. Logo, Fábio Meloso, Marcelo Rossi, o tal imitador de dona Anita, são mais vítimas da degradação intelectual e moral que assola a Igreja; e a maior parte dos Bispos…CALADOS….MUDOS….DORMINDO EM BERÇO ESPLÊNDIDO…
    Parabéns ao blog pela ação e pelo zelo pela Santa Igreja.
    Que os padrequinhos vomitem heresias, mas saibam que, se quem deveria corrigi-los não o fazem, os leigos, que amam verdadeiramente a Mãe Igreja, cumprirão seu dever de CATÓLICOS PRATICANTES, denunciando e mostrando ao mundo a erva daninha da heresia que invade nossa Igreja do Brasil e que existe uma DOUTRINA PERENE que jamais será derrotada.

  35. Li o texto que o HERMENEGILDO transcreveu…. e fiquei atonita com esta frase:
    “…..que o que faz alguém estar em comunhão com DEUS e com irmãos, N Ã O é tanto a HóSTIA, mas a vida que a pessoa leva…..!”

    Meu DEUS!!!!!!!! aonde paparemos??????….. Que coisa!!!!! ……..

    .Em que lugar colocam DEUS?????…quem é mais importante, para a Comunhão entre os cristãos?????………..

    Esse “redator” não leu na BIBLIA SAGRADA, SAO PAULO APOSTOLO, sob verdadeira inspiração do DIVINO ESPIRITO SANTO, falando nas………”Comunhões indignas”????????…..!!!!
    I CORINTIOS 11(26-29)

    SAO JOSE valei-nos!!!! SALVE MARIA!!

  36. CORREÇAO DE ERRO NA DIGITAÇÃO:

    Meu DEUS!!! aonde pararemos?….Que coisa!!!!!….

    Em que lugar colocam DEUS?????…..quem é mais importante,para a Comunhão entre os cristãos???..

  37. N tenho mais paciência para essas coisas, pq a minha vontade é de refutar frase a frase o que esse HEREGE disse nesse vômito oficial.

  38. Sobre a o escândalo, Nosso Senhor foi bem claro e objetivo(Mt 18, 6), uma vez lançado aos quatro ventos, se torna incontrolável e seus danos irreversíveis, pois cada um vai tomar e interpretar como quiser. Deve ser por isso que Deus abomina a língua dúbia, o estrago que provoca é maior que o da língua má (Apocalipse 3, 16). O mal atual, podemos dizer de meados de século passado pra cá, é o Modernismo. Já dito como uma hidra de sete cabeças, que é um conjunto de heresias, que por não se apresentar diretamente como o mal, acabado confundindo a todos e arrebanhando aos poucos. O relativismo, subjetivismo, que enfestam os campos das universidades, acabam criando um mundo sem lei, sem regras, sem limites, uma certa anomia. O pior que já se infiltraram e se multiplicaram dentro do seio da Santa Igreja. Com o princípio da hierarquia, a obediência, a caridade, etc; acabam levando muitas pessoas pela boa fé, ao erro, e pior a condenação eterna. Aliás tal expressão, foi condenado ao esquecimento, afinal Deus é Amor. Devemos nos pautar pela retidão a Deus. Não cabe uma vela para Deus e outra para o mundo. Não podemos servir a 2 senhores. Tomemos cuidado!

  39. Ele só retratou porque deu muita repercussão nesse site e com medo de diversos prejuízos. Ele diz que usou a expressão “comum nos meio acadêmicos” e disso não faz nenhum juízo moral. Ele aprendeu isso e sai falando para ficar bem com os progressista, neomodernistas e outros “istas”, porque o sentido “evoluiu”? Francamente, emenda pior que o soneto…
    Mas o pior que na carta não aparece nenhuma ponta de arrependimento, mas tão somente transparece caráter de “conveniência”.
    Que tal para demonstrar sincero arrependimento começar por parecer Padre, isto é, usar batina, abandonar os Botox e deixar de querer ser galã?
    Certamente, se fizer isso, vai parar de vender tantos discos (vai sair da moda) mas irá atrair incontáveis almas por quem Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na Sua dolorosa paixão.

  40. Escrevi ao padre:

    Reverendíssimo padre Fábio,

    Gostaria que, se Vossa Reverendíssima for me responder, que não se esqueça de fazê-lo por e-mail, pois que eu não assisto ao programa.

    No meu ponto de vista Vossa Reverendíssima comete uma imprecisão. Mesmo não estando em ambiente acadêmico, é mister lembrar de sua posição na Igreja e, de um modo ou de outro, seu alcance entre os católicos e não católicos.

    Entendi também a sua retratação, mas perceba uma pequena contradição entre o que Vossa Reverendíssima tentou explicar e a frase de Bento XVI citada por Vossa Reverendíssima.

    A Igreja é santa. Indefectivelmente santa e só. Não se pode ser santo e pecador sob o mesmo aspecto, pois ai entraríamos em uma contradição. Tudo na Igreja tem fragrância de santidade e conduz a ela.

    Diz a Escritura:

    “[Cristo] por ela, a Igreja, Se entregou a Si mesmo, para santificá-la, purificando-a pelo batismo da água na palavra de vida, para apresentar a Si mesmo esta Igreja, cheia de glória, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e imaculada” (Ef 5,25-27, destaques meus).

    A única maneira é ver o seguinte: a Igreja é santa e seus membros pecadores. Na verdade, há um equívoco aqui. O pecado que há nela, nem são de seus membros. Para explicar isso nosso Senhor e Salvador nos citou a parábola do joio e do trigo.

    Os pecadores são o joio semeado no terreno fertilíssimo da Igreja e, ipso facto, se mostram deveras fechados à multiforme graça de Deus, nosso Senhor, por conseguir ser árvore seca em seu meio.

    O Catecismo de São Pio X nos ensina que os pecadores não são membros perfeitos da Igreja, o que prova que a Igreja inteira, seja aqui, seja no céu ou no purgatório, é santa, inteira e indefectivelmente.

    Assim, acho que se consegue harmonizar a doutrina ortodoxa da Santa Igreja Católica (Et unam sanctam…), o ensino do Papa Bento XVI e a realidade (existência de pecadores no seio da Igreja).

    Com isso, reverendo, creio já cumprir o escopo a que me comprometi ao escrever-lhe.

    Despeço-me, cordialmente no Cristo, nosso Senhor.

    Stat Crux, dum volvitur orbis
    Karlos Guedes

  41. As expressões: Igreja é peregrina(o melhor termo seria militante), é santa mas háo pecado (na verdade é sempre santa o pecado está no povo), Igreja povo de Deus (expressão criticada até mesmo pelo Card. Ratzinger e que causou detrimento à expressão “Corpo Místico de Cristo”), a citação da dúbia Lumen Gentium e do ambíguo Vaticano II, essa desculpinha esquiva de “bastidores acadêmicos” (como se ele não soubesse que estava na tv) e a não retratação completa das besteiras ditas no ar(heresias referentes ao “casamento gay” e os palavrões na missa) demonstram ainda mais o quão desviado do catolicismo ele está e ao mesmo tempo atolado no lodo podre da heresia. É mestre em teologia, mas daquela teologia embriagada de modernismo. Que Nossa Senhora, São Tomas de Aquino e São Pio X convertam esse padre.

  42. Foi limpar com pano sujo, acabou sujando mais.

  43. O esclarecimento do Pe Fábio de Melo é um show renovado de heresias. Dizer que o significado do que Loysi disse evoluiu para o sentido de que a Igreja é o “povo de Deus” e por isso é uma realidade ainda não efetivada é um erro crasso : Igreja e reino na doutrina tradicional da Igreja são a mesma coisa. Ocorre que a nova teologia entende Reino descolado de Igreja. Nesse sentido eles entendem que a noção de Igreja deve ser alargada a “toda a humanidade”. Como a Igreja ainda não abarca toda a humanidade existiria – para a nova teologia que Melo segue – uma defasagem. Logo a Igreja não seria o Reino mas apenas um sinal dele. É ISSO QUE FÁBIO DE MELO QUER DIZER NA SUA NOTA DE ESCLARECIMENTO : OU SEJA ELE APENAS SUTILIZOU AINDA MAIS SUA HERESIA!!

  44. Ousadamente afirmam os modernistas, e isto mesmo se conclui das suas doutrinas, que OS DOGMAS NÃO SOMENTE PODEM, MAS POSIVIVAMENTE DEVEM EVOLUIR E MUDAR-SE. De fato, entre os pontos principais da sua doutrina, contam também este, que deduzem da imanência vital: as fórmulas religiosas, para que realmente sejam tais e não só meras especulações da inteligência, precisam ser vitais e viver da mesma vida do sentimento religioso. Daí porém não se deve concluir que essas fórmulas, particularmente se forem só imaginárias, sejam formadas a bem desse mesmo sentimento religioso; porquanto nada importa a sua origem, nem o seu número, nem a sua qualidade; segue-se, porém, que o sentimento religioso, embora modificando-as, se houver mister, as torna vitais e fá-las viver de sua própria vida. Em outros termos, é preciso a fórmula primitiva seja aceita e confirmada pelo coração, e que a subseqüente elaboração das fórmulas secundárias seja feita sob a direção do coração. Procede daí que tais fórmulas para serem vitais, HÃO DE SER E FICAR ADAPTADAS TANTO À FÉ QUANTO AO CRENTE. Pelo que, se por qualquer motivo cessar essa adaptação, perdem sua primitiva significação e devem ser mudadas. Ora, sendo assim mutável o valor e a sorte das fórmulas dogmáticas, não é de admirar que OS MODERNISTAS TANTO AS ESCARNEÇAM E DESPREZEM, e que por conseguinte só reconheçam e exaltem o sentimento e a vida religiosa. Por isto, com o maior atrevimento CRITICAM A IGREJA acusando-a de caminhar fora da estrada, e de não saber distinguir entre o sentido material das fórmulas e sua significação religiosa e moral, e ainda mais, agarrando-se obstinadamente, mas em vão, a FÓRMULAS FALHAS DE SENTIDO, de deixar a própria religião rolar no abismo. Cegos, na verdade, a conduzirem outros cegos, são esses homens que INCHADOS DE ORGULHOSA CIÊNCIA, DELIRAM A PONTO DE PERVERTER O CONCEITO DE VERDADE E O GENUÍNO CONCEITO RELIGIOSO, divulgando um novo sistema, com o qual, arrastados por desenfreada mania de novidades, não procuram a verdade onde certamente se acha; e DESPREZANDO AS SANTAS E APOSTÓLICAS TRADIÇÕES, apegam-se a doutrinas ocas, fúteis, incertas, REPROVADAS PELA IGREJA, com as quais homens estultíssimos julgam fortalecer e sustentar a verdade (Gregório XVI, Encíclica “Singulari Nos” 7 Jul. 1834).

    Assim, Veneráveis Irmãos, pensa o modernista como filósofo.

    (São Pio X, encíclica Pascendi Dominic Gregis)

    P.S. -> As palavras acima dispensam explicações (como faz falta isso hoje em dia!). “Roma locuta, causa finita.”

  45. Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. 2 Cor 11:13.
    Pe Fabio de Melo se parece com barata: morde e assopra, comporta-se como refinado fariseu, sepulcro caiado, está sendo a minha consideração a respeito desse padre, um velho e contumaz pregador de heresias, querendo se passar por santinho, mas não dá…
    Vejam algumas poucas dele:
    Em 2011 chamou a Jesus de revolucionário e nesse mesmo programa se disse a favor da “Opção preferencial pelos pobres”, dos marxistas.
    Lembra-se da PLC 122 lei da suposta homofobia do PT: “bendita lei”, sendo até capa de revista dessa categoria.
    Não sei quantas já negou a Presença Real de Cristo na Eucaristia; não bastaria?
    Já escreveu algo sobre Nossa Senhora ou falou sobre ela? Que eu saiba, jamais!
    Compartilha da CN – pentecostalismo protestante, aliança com marxistas outrora e danças em frente ao SS Sacramento.
    Se for enumerar as suas peripécias, são tantas… Aqui apenas um leve pincelar.
    Faltaria pouco para fazer valer para ele a sentença de Lênin: “Chame os outros do que v é; acuse os outros do que v faz.

  46. A cada frase, Fábio de Melo só faz agravar ainda mais a sua situação. Kyrie Eleison!

  47. “é uma expressão muito usada nos bastidores acadêmicos que frequentei em minha vida”

    “sala de aula, lugar onde a Ortodoxia convive bem com a dialética.”

    Caro padre Fábio,é aí que reside o problema de sua formação sacerdotal.

    O senhor aprendeu muita coisa deturpada ,contaminada pelo modernismo .

    O senhor era bem jovem e engoliu todas essas tolices academicas do seu tempo.

    Agora o senhor já está maduro e acredito que seu senso crítico será capaz de fazê-lo perceber

    o quanto aprendeu relativismos teológicos e filosóficos.

    Rezo pelo seu crescimento no sacerdócio .

    Sua benção.

  48. O melhor meio de evitar o pecado e evitar as ocasiões de pecado. E para se retratar tem que pedir perdão a Deus pelas tantas falta cometidas.(DOQUE ADIANTA EU GANHAR O MUNDO INTEIORO SE EU PERDER A MINHA ALMA).

  49. E uma padre da arquidiocese de Mariana – MG apoia Fábio de Melo

    As ‘heresias’ do Pe. Fábio de Melo

    Pe. José Antonio de Oliveira

    Corre pela internet uma campanha de assinaturas, com o objetivo de pedir à Rede Canção Nova o afastamento do Pe. Fabio de Melo. Motivo? Anda falando muitas heresias. E o texto cita as principais.

    Em primeiro lugar, diz que “Cristo queria implantar o Reino de Deus na Terra”, e não a Igreja. “Isso é Teologia da Libertação já condenada pela Sé Apostólica”, diz o texto.

    Teria dito também que a presença real de Cristo “não é apenas na Eucaristia”. O texto rebate:

    “884. Cân. 2. Se alguém disser (…) seja excomungado [cfr. n° 877].” (Sic)

    A outra acusação é de que o mesmo “não usa vestes clericais”. A Igreja “obriga o sacerdote a se vestir de forma diferente da dos leigos, utilizando a batina, ou camisa com colarinho romano, ou o clergyman”. Além de não usar, o padre prega “abertamente que “o hábito não faz o monge”. Mas a falta de clergyman, com certeza, faz um sacerdote desobediente”, acrescentam.

    Muitos já estão assinando a petição. E aí vêm as opiniões, as condenações sumárias, muitas vezes sem um mínimo de conhecimento. Por isso, penso que vale a pena fazer algumas observações.

    Com relação ao Reino e Igreja, me parece que é consenso entre quase todos os cristãos e na hierarquia católica que o objetivo primeiro de Jesus não foi fundar uma Igreja, mas instaurar o Reino de Deus. Nos evangelhos aparece a palavra Reino cerca de 114 vezes. Jesus fala do Reino mais ou menos cem vezes. Por outro lado, a palavra Igreja aparece duas vezes (Mateus 16 e 18).

    Está claro que a proposta de Jesus é a construção do Reino de Deus, ou seja, a humanidade organizada a partir do Plano de Deus, marcada pela justiça, pelo amor, pela paz: “Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais vos será dado como acréscimo” (Mt 6,33). A Igreja é uma ferramenta, um instrumento para a construção do Reino. Não é fim, mas um meio. A Lumen Gentium e o Catecismo da Igreja Católica dizem que ela é semente e sinal (sacramento) do Reino. É importante e necessária, mas o Reino a transcende, vai além.

    Normalmente, as pessoas que identificam a Igreja com o Reino, ou a colocam como centro e fim, têm uma dificuldade enorme para aceitar o diálogo e viver o ecumenismo. Não conseguem ver nos que creem diferente irmãos e parceiros, mas pessoas afastadas ou que estão no caminho errado.

    Dizer que a Teologia da Libertação é condenada pela Igreja é um pouco temerário. Em carta aos Bispos do Brasil, em 1986, o papa João Paulo II dizia: “Estamos convencidos, nós e os Senhores, de que a teologia da libertação é não só oportuna mas útil e necessária”. O texto, na íntegra, pode ser encontrado no site do Vaticano. Quando Deus se revela a Moisés, para dar início ao processo do êxodo, afirma: “Eu vi a aflição do meu povo… Eu desci para libertá-lo” (Ex 3,7-8). Jesus, ao definir sua missão, diz: O Espírito do Senhor me ungiu (…) “enviou-me para proclamar a libertação aos presos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos…” (Lc 4,18, tradução da CNBB). A teologia ou é libertadora ou não é teologia. Os desvios são outra história…

    A outra acusação é por afirmar ele que a presença real de Jesus não é só na Eucaristia. Isso depende muito do que entendemos por ‘real’. Jesus disse: “Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou no meio deles” (Mt 18,20). Essa presença é real ou não?! “Eu estarei convosco todos os dias…” (Mt 28,20). “Quem acolhe uma destas crianças é a mim que acolhe” (Mc 9,37). “Eu estava com fome… Cada vez que fizestes isso, foi a mim” (Mt 25,31ss). Essa presença de Jesus é real?! É presença, ou não?! Em tempo: as citações do Código são falsas. Aqueles números e o teor são do Concílio de Trento, de 1545.

    Finalmente, a acusação de não usar “vestes clericais”. Jesus e os apóstolos não usaram roupa diferente dos demais. O que distingue alguém não é a roupa, mas a vida. Inclusive, porque é muito fácil falsificar rótulos. E Jesus nos alerta que há muitos lobos com pele de ovelha (cf. Mt 7,15). “É pelos frutos que se conhece a árvore” (Mt 7,20). Sem querer julgar ou generalizar, é muito comum encontrar bispos, padres e pastores sem as ‘vestes clericais’ nas periferias, nos sertões, entre os pobres, nas lutas do povo, e deparar com gente de clergyman entre carreiristas e seminaristas. Tem muito ‘sacerdote desobediente’ fazendo um belo trabalho de promoção da vida por aí.

    E quanto à campanha contra o Pe. Fábio (e outros), é bom lembrar que o tempo de “caça às bruxas” e da intolerância foi na Idade Média. Hoje é tempo de diálogo e tolerância. E o mandamento de Jesus é o amor.

    zeantonioliveira@hotmail.com

    • Esse padre José Antônio, com suas palavras, assina o próprio certificado de herege. Une-se ao padre Melo, ao dizer que Cristo não queria a Igreja, mas o reino, esquecendo-se de que a Igreja já é o Reino de Deus na terra e que este se consuma no céu, e não na reforma das “estruturas” econômicas terrestres.
      Ele reconhece que identificar a Igreja com o Reino traz a dificuldade de viver o ecumenismo. Nisso ele acertou, pois se cremos que a Igreja Católica é a Única verdadeira religião fundada por Cristo, por que buscar unir-se com as outras, que são falsas?
      Pe. Zeantonio confunde a presença real e substancial de Cristo na Eucaristia com a presença espiritual dEle quando dois ou mais estão reunidos em Seu nome. Esse padre não sabe que na Eucaristia Cristo está presente substancialmente, com Seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade?
      Ou ele não acredita no dogma da transubstanciação (crendo que Cristo está só espiritualmente na hóstia e no vinho consagrados), ou, então, acredita que Cristo está presente em Corpo, Sangue, Alma e Divindade nos… fiéis. No primeiro caso, ele é um herege mesmo, caindo no anátema do Concílio de Trento. No segundo, ele é um ignorante, que não aprendeu sequer a catequese.
      Mas, pe. Zeantonio ri dos anátemas de Trento, ao mesmo tempo em que cai neles.
      E defende padre Melo. Dize-me com quem andas…
      Isso nos diz mais sobre a formação dos padres do que pensamos. Os seminários tornaram-se fábricas de modernistas em série. Um exército enorme a serviço da destruição da Igreja. Foi um erro terrível banir a Escolástica dos seminários e abraçar a filosofia moderna, imanentista e fenomenológica. O resultado está aí, para quem quiser ver. Ou para quem quiser ler comunicados como esse de pe. Zeantonio.
      E diversos Bispos concordando com eles, e deixando-os livres para fazer seu trabalho de destruição.

    • Meu amigo Hermenegildo,

      Esse ze antonio é a encarnação de tudo que se pode pensar de ruim do período pós conciliar. O homem é meio protestante, é meio comunista, é meio dialético, é meio falácia….padre não é.

      Que queira ajudar as pessoas nos sertões da vida, mas não precisa se disfarçar de padre.

      Só pra usar a estrutura da Igreja? Use do estado. Faça um concurso de assistente social e vá trabalhar.

  50. O que pra ele seria “um momento tão sofrido”? Descobrir que nem todo Católico é fã de suas palhaçadas? Se dar por conta que meios de comunicação que tornaram possível a maus pastores como ele uma fama fugaz e mundana também tornou possível maior acesso à informação sobre a verdadeira Doutrina da Igreja a todo Católico de boa vontade?
    O pecado existe sim na Igreja e ele tem vários nomes, entre eles : Fábio de Melo.

  51. E quando pe. Melo parece enunciar a doutrina correta sobre a Igreja, acaba caindo em outro erro. Em vez de dizer “A fundação da Igreja é santa, pois ela foi instituída por Cristo”, ele diz:

    “Nossa Fundação é Santa, pois fomos instituídos pelo Cristo.”

    “Nossa fundação”? “Fomos instituídos por Cristo”? Como assim: “fomos”?
    Cada um de nós foi instituído por Cristo? Todos nós? Como é isso?
    Talvez ele queira dizer o seguinte: somos a Igreja. A igreja foi instituída por Cristo. Logo, fomos instituídos por Cristo.
    Deve ser isso.
    Ocorre, no entanto, que tal idéia é um erro. Não somos a Igreja. Somos membros da Igreja. A Igreja foi fundada, foi instituída por Cristo, mas nós não.
    Pelo Batismo, entramos na Igreja fundada por Cristo, mas nós mesmos não fomos fundados por Cristo.
    Pe. Melo confunde a Igreja com seus membros e em seguida aplica aos membros uma qualidade da Igreja.
    É como se alguém dissesse:
    “a casa onde moro foi construída por um pedreiro. Eu faço parte dessa casa, pois moro nela. Logo, também fui construído pelo pedreiro.”
    Ou:
    “A casa onde moro é de pedra. Eu faço parte dessa casa, pois moro nela. Então, também sou feito de pedra.”

  52. Há anos este senhor caiu em excomunhão automática, se levarmos em consideração o Código de Direito Canônico. Por qual motivo? Ensinar e aceitar de forma contumaz ideias contrárias à doutrina católica oficial. Ele representa uma das figuras mais idiossincráticas (para não dizer ridícula) que a sociedade moderna já produziu. Não fosse o fato de ser um padre católico, seria mais um desses gurus de autoajuda medíocre, haja vista sua formação de padre da Igreja Católica lhe proporcionar um marketing pessoa chamando a atenção ao”paradoxo cultural” que o sua figura representa. A formação teológica desse senhor é um verdadeiro mosaico de peças que não se encaixam a não ser na cabeça de pessoas mentalmente doentes, e não por uma patologia psiquiátrica convencional, mas por uma espécie de vaidade intelectual crônica.
    Uma mistura esdrúxula de catolicismo de padaria, neo-pentecostalismo protestante e psicologia barata. Mais absurdo do que a figura desse pseudo-artista é considerá-lo um sacerdote católico autêntico. Estou numa fase em que para mim padre herege = falso padre. Não o considero um sacerdote católicos; nunca assistira uma Missa com ele; nunca me confessaria com ele… Os católicos precisam ser mais assertivos, não quero saber se o sacerdócio desse homem é válido, para mim não é verdadeiro, considero verdade mais importante que a validade.

  53. O Concílio Vaticano II se originou dentro da Maçonaria, inimiga da Igreja. Seu espírito é luciferiano ainda que os maçons iniciados desconheçam que “lucifer, o portador da luz! Não duvide!” (livro Moral e Dogma da Maçonaria escrito por Albert Pike o Papa Universal Maçônico. Esse concílio foi liderado por maçons infiltrados na Igreja. O próprio Ratzinger na época do Concílio Vaticano II o chamou de “Revolução Francesa da Igreja Católica” (fonte: livro O Derradeiro Combate do Demônio). Depois como Papa Bento parece que Ratzinger se redimiu ao reconhecer e declarar que a Missa Tridentina nunca poderia ter sido abolida por se tratar da Missa Verdadeira, a qual o espírito luciferiano de muitos membros do concílio, como o Maçon confesso Arcebispo Anibale Bugnini, tentou destruir com a permissão de Paulo VI. Por isso esses padres como Fábio de Mello, ainda que não saibam, seguem a religião luciferiana infiltrada na Igreja Católica. O próprio Fábio de Mello já declarou que Cristo está presente “apenas espiritualmente” na Eucaristia. Por isso que tem padre que cobra cem mil reais para rezar uma missa. Judas pelo menos cobrou somente 30 moedas de prata para trair o Senhor. Desejo que o Padre Fábio de Mello se converta e com ele se convetam milhares de vedetes que o seguem como se ele fosse um “galã de rodoviária”. Aliás, que todos nós nos convertamos! Amém!

  54. Olha só o que esse herege disse:

  55. “O significado evoluiu.”

    Eu parei de ler nesta parte.

    • Maxwell, o Pe. Melo acha que a os ensinamentos de Cristo foram adequados àquela época. Ou talvez mal compreendido pelos apóstolos que tinham uma mentalidade comezinha da sociedade contemporânea.

      Então o evoluído Pe. Fabio acha que os burrinhos de dois milênios não tiveram capacidade de entender e ensinar o que Cristo revelou para todos os tempos. Que heresias eram apenas questões mal compreendidas, agora se evoluiu e o homem moderno já pensa melhor. Quem sabe ele até pense:

      Que Nosso Senhor Jesus Cristo já tenha evoluído também. Hoje, se encarnasse, nasceria em um seio maternal de uma grande cantora…Ao completar trinta anos iniciaria Sua carreira de cantor e teria uma ferrenha critica de musicistas contra as canções dEle. No decorrer de três anos, ao angariar grandes fãs, seus críticos musicistas começam a fustigá-Lo. Por conta dessas criticas teria sido martirizado por fãs enlouquecidos quando invadissem o palco arrancarem suas vestes…e por aí, segundo o evoluído Pe. Melo, chega-se ao martírio de Cristo.

      É…ele é mesmo meio “evoluído-deprê”.

  56. “Não podemos mais ter admitir a experiência do cristianismo sem o Cristo”. Parei aqui! Quer dizer que teve algum tempo em que a Igreja esqueceu do Cristo, seu Deus?

  57. É Mariah, cristianismo sendo nivelado por baixo….ainda fosse. Esse tipo não seria cristão por mais que ele diga senhor, senhor! Ou que ele grite é Cristo, Cristo!

  58. até quando vão deixar esse Padre desvirtuar o moral católica? O tempo passa, e mais estrago está sendo feito…O mundo não está melhorando com essas palavras de “conforto” desse padre.