O avanço do aborto, “casamento” homossexual e todas as ideias pervertidas? Nosso problema é a Igreja Católica e o seu silêncio: onde está a indignação?

A Fumaça de Satanás na Igreja

Uma carta de Mario Palmaro

Por Rorate-Caeli | Tradução: Fratres in Unum.com

O que publicamos a seguir é um pouco incomum, mas como se trata de algo central na vida da Igreja e do nosso trabalho, nós o oferecemos sabendo bem que ele demanda um esforço considerável por aqueles que querem compreender as coisas completamente. Mario Palmaro, um escritor bem conhecido aos leitores da La Nuova Bussola Quotidiana, escreveu-me uma longa carta para expressar publicamente a sua indignação sobre a direção que a Igreja está tomando, acima de tudo com relação à agressão homossexual que é de interesse para o mundo todo. Minha resposta segue esta carta, e com ela, não quero fechar a discussão, mas abri-la para outras contribuições. Palmaro, com o seu amigo e colega Alessandro Gnocchi, estava no centro da polêmica nos últimos meses por causa de uma série de artigos no Il Foglio, quando eles criticaram duramente o Papa Francisco. O próprio Papa, então, telefonou para Palmaro, após descobrir que ele sofria de uma grave enfermidade. Daí, gostaria de aproveitar a oportunidade de pedir a todos os nossos leitores que rezem por ele.

Riccardo Cascioli,

Diretor da La Nuova Bussola Quotidana

[diário católico on-line]

8 de janeiro de 2014

Prezado Diretor,

Li o seu editorial de 3 de janeiro [de 2014] – “Renzi – se isso é progresso!” , e eu só posso concordar com a sua análise sobre o novo Secretário do Partido Democrático [Socialista] – sua autoconfiança astuciosa, seu transformismo, a contradição inevitável entre dizer que é católico e a sua promoção de coisas que entram em conflito não apenas com o catecismo, mas com a lei natural. Gostaria de acrescentar minha apreciação por tudo que vocês têm feito já há algum tempo com a Bussola em face ao ataque homossexual, e não quero reprová-los de qualquer maneira.

A fumaça de Satanás na Igreja.

A fumaça de Satanás na Igreja.

Entretanto, sinto a necessidade de escrever a vocês e a seus leitores. Com toda a honestidade: Será que o nosso problema é realmente o Matteo Renzi? Nós realmente esperávamos que alguém que se tonasse Secretário do Partido Democrático passasse a defender a família natural e os nascituros, a combater a inseminação artificial, o aborto e se opor à eutanásia? Perdoe-me, você está realmente familiarizado com o eleitorado PD, que inclui católicos em comissões pastorais, freiras e párocos? Em sua opinião, o que o eleitorado quer de Renzi? É óbvio: “casamento homossexual” e adoções “lésbico-democráticas”. Por acaso você já ouviu o trabalhador médio que vota na esquerda? Em sua opinião, eles querem a defesa do casamento natural ou eles querem conselhos para os nossos irmãos homossexuais tratados de maneira tão horrivelmente discriminatórias? Paremos de acreditar que o problema é o Niki Vendola* ou os extremistas comunistas feios e ruins e que é importante ser moderado; os pontos de referência para o homem médio são Fabio Fazio* e Luciana Littizzetto*, o Coop, Gino Strada*, Enzo Bianchi* e Eugenio Scalfari*. Renzi coloca todos esses ingredientes em seu liquidificador, mistura-os bem com doses homeopáticas de Don Ciotti* e Don Gallo*, e o resultado é a mistura perfeita que mantém juntos a “pequena paróquia democrática” e o Arcigay. Esperar alguma coisa diferente dele seria estúpido.

O escândalo, perdoe-me, é outro. Comparado a Renzi – o Secretário do PD que flerta com os homossexuais, o escândalo está em ouvir os expoentes do Nova Centro-Direita que estão dizendo: “As uniões civis não são uma prioridade para o governo”. Você percebe isso? Não é que a NCD salta como uma mola e declara: nunca votaremos a favor essas uniões – jamais! Não: ele diz que elas não constituem uma prioridade. Alguém encontra Hitler que está falando sobre sua vontade de construir câmaras de gás. Será que essa responde desse jeito: “Veja bem, Adolf, isso não é uma prioridade.” Faremos isso, faremos isso também, tudo a seu tempo”?

Assisti o ministro de governo, Hon. Lupi – um católico, que explicou a situação em um programa da Rai News. Com uma cara muito constrangida e os olhos aterrorizados de alguém que está pensando (mas posso estar equivocado): “Dane-se! Agora tenho que falar sobre os princípios não negociáveis e os homossexuais, e acabarei como Pietro Barilla. Terei que deixar o meu ministério estratégico e importante, onde posso fazer tanto bem para meu país e meu movimento. E então, Lupi se refugia nesse tema bem conhecido chamado “prioridades”, como todos os demais corações e leão em Angiolino e o partido de Roccella: não, as uniões civis não são prioridade.

Obviamente, é pior: no mesmo programa de notícias, havia Scelta Civica (Escolha Cívica) dizendo: temos que defender os direitos das pessoas homossexuais. Scelta Civica, creio eu, é o mesmo partido criado no furor por Todi 1* e Todi 2*, que os bispos italianos haviam erigido como um novo baluarte para valores não negociáveis sob a liderança ‘muito católica’ de Mario Monti. Então, temos o pior dos piores. Nas mesmas notícias havia uma “senhora” pertencente à Forza Italia que anunciou em tom triunfante que eles teriam colocado suas propostas para direitos homossexuais junto com as de Renzi. Ouvi um rufar de tambores vindo de longe contra as uniões civis da Lega de Salvini e ainda mais debilmente de Fratelli d’ Italia. O fim.

Não, prezado Diretor, meu problema não é Matteo Renzi.

Meu problema é a Igreja Católica. O problema é que, em relação à questão do surto mundial do lobby homossexual, a Igreja está silenciosa. Temos silêncio do Papa até o mais humilde dos sacerdotes nas periferias. E se o Papa fala, no dia seguinte o Padre Lombardi tem que retificar, especificar, esclarecer e diferenciar. Por favor, abstenha-se de desempoeirar cartas e declarações feitas pelo Cardeal Jorge Mario Bergoglio dez anos atrás. Se hoje eu descobrisse que meu filho usa drogas, o que eu diria para ele: “vá e leia novamente a declaração conjunta feita por mim e a sua mãe seis anos atrás que lhe dissemos para você não usar drogas”? Ou eu olharia para ele e tentaria chacoalhá-lo imediatamente da melhor maneira possível?

Prezado Diretor, onde estão a Conferência Episcopal e os bispos nesta batalha? Um silêncio ensurdecedor se abateu sobre eles. Na verdade, não: Mosenhor Domenico Mogavero, Bispo de Mazara del Vallo, ex-sub-secretário do CEI e canonista – não menos – falou – oh, e como ele falou:

A lei não pode ignorar centenas e milhares de pessoas que estão coabitando. É certo que os casais que estão coabitando sejam reconhecidos também na Itália sem colocá-los em termos iguais com as famílias.” Para Mogavero, “O Estado pode e deve proteger o pacto que dois coabitantes fizeram entre si. Ao contrário da misericórdia cristã e dos direitos universais – note bem – dois coabitantes não existem perante a lei. Hoje em dia, se um dos dois for levado para o hospital, o outro não recebe informações médicas ou da assistência prodigalizada, como se eles fosse um forasteiro.” O Bispo conclui: “Eu acho que é legítimo reconhecer direitos, como a reversibilidade dos planos de aposentadoria ou transferência de renda em vista da importância da pessoa. É insustentável – ressalta Mogavero – que o coabitante seja um Zé Ninguém para a lei.” E com relação à Igreja, para a qual o Papa Francisco convidou a uma reflexão sobre este tema, em vista do Sínodo extraordinário sobre a Família, “sem equipará-los aos casais casados, não há obstáculos às uniões do direito consuetudinário.” Amém.

Você compreende isso, caríssimo Diretor? Logo em breve eles irão levar meu filho de sete anos e na escola o farão brincar com uma camisinha e com os seus órgãos genitais, e o que a Igreja fala comigo? Sobre cargas de barcos que afundam próximo a Lampedusa, sobre Jesus que era um refugiado, sobre um jesuíta obscuro do século XVII que acaba de ser beatificado!

Não, meu problema não é Matteo Renzi.

Prezado Diretor, onde está o Arcebispo de Milão, Angelo Scola, nessa batalha?

Em breve eles irão nos impedir de dizer e escrever que a homossexualidade é contra natureza, e o Scola fala comigo sobre meias castas e da necessidade de compreender e valorizar a cultura de Roma. E, novamente, foi o Arcebispo de Milão que há algumas semanas convidou o Arcebispo de Viena, Schönborn, par a nossa Catedral: como a Igreja está desaparecendo na Áustria, eles lhe pediram para vir e explicar aos padres de nossa diocese como obter esses resultados – qual era o segredo deles. Apenas isso: um treinador levou o seu time ao rebaixamento na liga, e assim nós lhe daremos o posto de ensino em Coverciano! [O centro de treinamento e quartel técnico da Selação de Futebol Nacional Italiana.]

E você olharia para a coincidência, dentre outras coisas: Schönborn – que veste o hábito de São Domingos e Tomás de Aquino – veio para explicar aos padres ambrosianos que ele havia intervindo pessoalmente para proteger a nomeação de dois homossexuais para o conselho paroquial. Schönborn diz que ele os encontrou e: “Eu vi dois jovens puros, mesmo se a coabitação deles não é o que a ordem da criação previu.” Aí está, prezado Diretor, esta é a pureza de acordo com um príncipe da Igreja no alvorecer do ano de 2014.

E meu problema deveria ser Matteo Renzi e o PD?

Eles vão levar o meu filho de sete anos de idade e fazer uma lavagem cerebral nele para achar que a homossexualidade é normal e nesse meio tempo, meu Arcebispo convida um bispo para a Catedral a fim de me ensinar que dois homossexuais vivendo juntos são exemplos de pureza?

E para terminar. O Matteo Renzi que promove as uniões civis é um derivado fisiológico de um Papa que, em suas viagens é entrevistado por jornalistas no avião e declara: “Quem sou eu para julgar”, etc, etc. Obviamente, eu também sei que estes dois não são da mesma natureza, que o Papa é contra essas coisas e certamente sofre com relação a elas, e que ele está motivado por boas intenções. Todavia, fatos são fatos. Confrontado com uma pequena frase – memorável vinda da boca do Papa, “Quem sou eu para julgar”–, toneladas de artigos corretivos e retificadores podem ser escritos, que tropas incansáveis de “normalistas” têm feito atualmente há meses, a fim de dizer, não se preocupem, tudo está bem – tudo está bem.

Porém, nós dois sabemos muito bem, e todo mundo que conhece os mecanismos de comunicações também, que, “Quem sou eu para julgar” é uma lápide em qualquer batalha política e judicial com relação ao reconhecimento dos direitos homossexuais. Se estivéssemos jogando rugby, eu lhe diria que essa pequena frase ganha em poucos segundos mais metros a favor do lobby homossexual, do que décadas de trabalho pelo movimento homossexual do mundo. Eu vou lhe dizer também, que bispos como Mogavero, na sombra dessa pequena frase “quem sou eu para julgar”, podem construir castelos de dissolução sem impunidade, e a única coisa que nos resta a fazer é manter nossas bocas fechadas.

Sejamos claros: imputar que o Papa ou a Igreja são culpados porque todos os países do mundo estão reconhecendo a homossexualidade como algo normal seria tolice: essa onda crescente é incontrolável, não pode ser reprimida. A razão é simples: Londres e Paris, Nova York e Roma, Bruxelas e Berlim se tornaram um gigantesca Sodoma e Gomorra. Entretanto, o problema é se queremos admitir, contestar e denunciar isso ou se queremos bancar os espertos e nos escondermos atrás de “Quem sou eu para julgar”. O problema também é se essa Sodoma e Gomorra mundial merecem a linguagem da misericórdia e compreensão.

Bem, então, eu queria saber por que também não reservamos a mesma misericórdia para os traficantes de armas químicas, os comerciantes de escravos e os corruptos financeiros? Eles também não são pecadores? Certo? Ou será que eu tenho que pedir a Schönborn para encontrar com eles para um almoço e avaliar a sua pureza?

Prezado Diretor, a situação até agora é muito clara: Qualquer político católico, intelectual ou jornalista mesmo, se quiser lutar no fronte de batalha gayzista se encontrará apunhalado nas costas pelo misticismo de misericórdia e perdão. Estamos todos completamente sem moral e qualquer bispo, padre, teólogo, direto de um semanário diocesano ou político do tipo católico democrata pode calar a boca com esse “Quem sou em para julgar”. Seríamos crivados de balas como um faisão de fazenda em uma perseguição de caçada por tipos como Mogavero.

Prezado Diretor, o nosso problema não é Matteo Renzi.

O nosso problema, o meu problema, é que outro dia o Santo Padre disse que o Evangelho “não é proclamado com surras doutrinais, mas com doçura.” Também aqui, eu gostaria de pedir aos “normalistas” e desperdiçadores de tempo para se absterem. Mesmo eu sei que efetivamente o Evangelho é anunciado com isso – além do fato de que João Batista tinha os seus próprios métodos bruscos, e que o Senhor o define “como o maior dentre os nascidos de uma mulher”.

Mas você sabe muito bem que com essa pequena frase, nós dois fomos pescados como um bacalhau.

Nós dois temos lutado contra a legalização do aborto, do divórcio, da fertilização in vitro, da eutanásia, das uniões homossexuais e de políticos ardilosos como Matteo Renzi, que estão promovendo e disseminando todas essas coisas. Porém, vá lá, nós somos ambos golpeadores doutrinais irremediáveis, pessoas sem caridade, especialistas em ética, “teólogos”, como alguns jornalistas do Comunhão e Libertação nos chamam. Além disso, o fenômeno como La Bussola e Il Timone são exemplos anacrônicos dessa falta de caridade, desse rigor moral pouco apresentável. E mais, os esforços diários, titânicos dos “normalistas” não serão suficientes para subtrair esses títulos de deslegitimização do catolicismo oficial, uma vez que todos os exercícios de equilíbrio na tentativa de manter os seus pés em dois sapatos diferentes sempre acabam, mais cedo ou mais tarde, com uma luta trágica no vazio.

Eu também acho que o problema – esqueça o aspecto pessoal – não é os sujos, feios e maus Gnocchi e Palmaro, por causa do que eles escreveram no Il Foglio.

Eu escreveria a mesma coisa novamente, dez, cem, mil vezes mais, uma vez que, infelizmente, tudo será aprovado da pior maneira, muito pior do que aquilo que jamais poderíamos prever.

Essa é a razão pela qual, caro Diretor, o nosso problema e o problema de católicos e pessoas comuns não é o Matteo Renzi.

O problema é a nossa Madre Igreja, que decidiu nos abandonar na selva do Vietnam: Os helicópteros decolaram e fomos abandonados onde nos deixaremos, um de cada vez, sermos capturados pelos “relativistas vietcongs.” Não estou protestando por mim mesmo, e você sabe os motivos. E, além disso, prefiro mil vezes permanecer aqui mesmo esperando um vietcong, do que entrar em um desses helicópteros, em que talvez haja o promessa de um pequeno assento em alguma conferência clerical do tipo Scienza e Vita, sob a ilusão de que somos parte, de alguma maneira, do poder oficial, juntamente com todos os demais movimentos eclesiais. Ou com a ideia maluca – escrita em preto e branco – que, Gnocchi e Palmaro talvez estivessem certos, mas eles não deveriam ter dito isso, porque certas verdades não devem ser pronunciadas, em vez disso, eles deveriam ser contestados publicamente, a fim de confundir o inimigo.

Não, não estou protestando por mim.

Entretanto, ainda tenho o problema desse meu filho de sete anos de idade e também três outros mais velhos. Não quero e não posso lhes dar a resposta das cargas de barco que afundam perto de Lampedusa, o exemplo homossexual de pureza do cardeal Schönborn, as meias castas e o elogio da cultura de Roma pelo Cardeal Scola, o desprezo pelas surras doutrinais de acordo com o Papa Francisco e o elogio às uniões civis por Mogavero. Não posso contar a essas crianças o conto de fadas chamado “Matteo Renzi.” De qualquer jeito, com relação a Renzi, dez minutos feitos bem por Crozza* irá dar um jeito nele.

Prezado Diretor, querido Riccardo, por que será que eu escreveria essas coisas para você? Porque na noite passada eu não consegui dormir. E porque eu gostaria de entender – e fazer uma pergunta aos leitores da Bussola: O que mais precisa acontecer na Igreja para os Católicos se levantarem, de uma vez por todas, e gritarem sua indignação do alto dos telhados? Atenção: Estou me dirigindo a católicos individuais, não a associações, encontros secretos, movimentos, seitas que há anos estão gerenciando os cérebros dos fiéis para os benefícios de terceiros, ditando a linha que os seguidores têm que seguir. Parece-me que esses grupos estão colocados sob o cuidado daquele minus habens [de inteligência inferior] e dirigidos à distância por indivíduos mais ou menos carismáticos, que são mais ou menos dignos de confiança. Não, não: aqui estou fazendo um apelo às consciências individuais, aos seus corações, a sua fé e sua virilidade. Antes que seja tarde demais.

Devo isso a você, meu querido Riccardo. Devo isso a todos aqueles que me conhecem e ainda têm estima pela minha pessoa e pelo que eu represento. Perdoe-me por me aproveitado de sua paciência e também a dos seus leitores.

Mario Palmaro

__________________

[Nota da tradutora italiana]: Tradução para inglês ligeiramente adaptada para se conformar com o estilo informal usado por Mario Palmaro – Francesca Romana. Fonte: Bussola Quotidiana

Notas do Tradutor:

*Niki Vendola, ativista LGBT, político de esquerda

*Fabio Fazio, apresentador de TV do canal de esquerda RAI 3

*Luciana Littizzetto, comediante, anticatólica, faz programas de TV para a COOP

*Gino Strada, foi cirurgião, Fundador da ONG italiana Emergência

*Enzo Bianchi, Prior da Comunidade Monástica de Bose (Biella), mas não um sacerdote, e escritor católico progressista

*Eugenio Scalfari, editor do diário de esquerda – La Repubblica.

*Todi 1 e Todi 2 – dois Forums realizados na Todi, Umbria por associações e pessoas de inspiração católica no local de trabalho em outubro de 2012

*Crozza, comediante de sátira mordaz

*Don Ciotti, sacerdote católico, escritor, ativista social, particularmente contra drogas e a Máfia

*Don Gallo, sacerdote católico, já falecido e famoso por seus ideais comunistas e ativismo social

24 Comentários to “O avanço do aborto, “casamento” homossexual e todas as ideias pervertidas? Nosso problema é a Igreja Católica e o seu silêncio: onde está a indignação?”

  1. Quanta besteira junta! Coisa de covardes! Pusilânimes! Por que não pega São Paulo e fulmina? Se o papa não serve para julgar, a humanidade é nada e a mais covarde criação, porque o juiz delegado de Deus se acovarda como uma menininha que se sente indefesa. É mingalzinho para o leão que ruge mesmo! Como é que podem ir para este lado? Demonstram que caíram na cilada de Marx! Acorda e vira homem! Que o diga Santa Catarina de Sena e Santa Joana DArc, mais homens que vocês!

  2. Todo dia quando leio algo sobre o que aconteceu na Igreja Católica após o Concílio Vaticano II e os recentes episódios com os ‘padres hereges’ fico me perguntando será que estou ficando louco???
    Vejo as verdades trocadas por mentiras…. Me chamam um dia de fanático e no outro de extremista….
    Compartilho com o Mario Palmaro este pensamento. Parece que estamos órfãos….Principalmente quando vejo os vídeos do Santo Padre Pio XII aí sim que tenho a certeza que a Igreja está ocupada, seus inimigos estão dentro, desmantelando-a, ultrajando-a. É triste mais é real, infelizmente.
    As vezes penso que sou mais um ‘idiota’ conservador, como alguns gostam de dizer. Porém, parece-me que as coisas em 2014 estão se acelerando…
    Ainda ontem vi um vídeo de uma missão em Belo Horizonte que foi impedida devido a mudança de um padre… E as pessoas não aceitavam o novo padre (http://doislobos.blogspot.com.br/2014/01/assista-o-video-seguidores-do-frei.html). Algo triste !!!
    Estamos vivendo tempos difíceis…. Vemos uma Sodomo e Gamora se erigindo em nossa sociedade… E muitos dos que deviam ser os nossos defensores, silenciam, põem panos quentes nas falas dos hereges, compartilham como suas loucuras e desvarios.
    “”””O que mais precisa acontecer na Igreja para os Católicos se levantarem, de uma vez por todas, e gritarem sua indignação do alto dos telhados?”””

    Fico com a frase do venerável Santo Padre Pio XII:
    “O preceito da hora presente não é lamento, mas ação (…). Pertence aos membros melhores e mais escolhidos da cristandade, penetrados por um entusiasmo de cruzados, reunirem-se em espírito de verdade, de justiça e de amor, ao grito de “Deus o quer”, prontos a servir, a sacrificar-se, como os antigos cruzados. “”

    “Combatamos o bom combate e guardemos a Fé”.

    Ora pro nobis Sancta Mater Deo.

  3. É o efeito do clero mudo – havia um santo que classificou quase todo tipo de demonio associando-os a cada tipo de pecado…”para cada pecado há um demonio especifico e há também o demonio-mudo…” dizia ele.

    São cães mudos. Não avisam quando inimigo se aproxima. Não ladram quando está para arrombar a porta. Nem atacam quando necessário. Eis os cães mudos do clero.

  4. Os italianos estão sofrendo o que nós brasileiros já sofremos desde nos anos 60 e que se acirrou ainda mais com a chegada do PT ao poder: a traição a Nosso Senhor por membros do clero:
    http://permanencia.org.br/drupal/node/711

  5. Pessoal, esqueçamos estes bobocas libertários mencionados no texto. Eduquemos os nossos filhos 24 horas, dentro da doutrina da Igreja. Desliguem a TV, o computador, parem de ir ao shopping todos os dias. Fiquem com seus filhos. Eduquem por 24 horas. Está tudo em nossas mãos. Não perceberam ainda?

    • Além disso Robson, que é a mais pura verdade, temos que estar mais a frente da igreja. Apesar de sermos apenas leigos, mesmo que se esforçando na fé, percebo que a Igreja não deixa o seu povo se meter em certos aspectos internos. As vezes precisamos mudar certos rumos paroquianos e não o deixam. Sofro vendo que a minha paróquia poderia fazer muito mais, mas preferem ficar na mesmice e no silêncio. Concordando e agradando a todos. A Igreja precisa ir pra Rua, ajudar quem realmente precisa, e ser crítico também. Ser imparcial em certas questões, é ficar calado na minha opinião. O católico é assim, vou a missa domingo, e dane-se o resto… Eu faço a minha parte, e se eu pudesse faria muito mais. Pena que aqueles que tem condição não o fazem (religiosa e financeira). Isso é decepcionante para um cristão. Mas Deus tudo vê!

  6. SR: Robson La Luna Di Cola
    28 janeiro, 2014 às 1:17 pm ;

    a seus comentários só acrescentaria que tenhamos família numerosa tbm.

  7. O Vaticano fica no coração da Itália. Se for aprovada no país leis que liberem o aborto e a tal “união de pessoas do mesmo sexo”, será a maior VERGONHA para a IGREJA CONCILIAR DO VATICANO II.

  8. Verdade, o nosso problema não é a Dilma Roussef (mais toda a corja comunista que vem administrando este país desde a constituinte de 88). o problema é os membros da Igreja Catolica fazerem silencio permitindo que o mal avance.

    Por outro lado não sabia que eu tinha uma avó vieticongue.

    Quer saber, Napalm de São Miguel nos católicos songamongas.

  9. Infelizmente, temos que contemplar o mais pesado silêncio, tanto por parte do clero, quanto do próprio pontífice. Eu já disse isto antes, e repito, se o Papa Francisco não for mais um modernista usurpador da Cátedra de são Pedro, ele que acabe logo com essa coisa de “Quem sou eu pra julgar ?” e faça seu papel, que é defender a Igreja de Cristo.

  10. Oh, que homem inteligente! Foi uma crítica ao mesmo tempo certeira, profunda, equilibrada e irrefutável. Eu teria explodido muitas linhas antes, mas o articulista passou o recado até o fim, “segurando a onda” e desmascarando os falsos profetas um a um, numa fria elegância.
    O autor não disse isso. Eu teria dito. Teria dito o óbvio: que estes representantes da Igreja na verdade não representam outra coisa além de Satanás. Enquanto os poderosos lobbies destroçam toda concepção de moral sexual e familiar, a benevolência, o descaso e o silêncio – quando não o apoio explícito do clero e da hierarquia (a começar pelo papa) – é tão escandalosa que não encontro palavras para expressar o HORROR, o ASCO que tanto me enoja diante deste panorama de cumplicidade. A manter as coisas neste passo, não tardarão a abençoar uniões gays e casas de clínicas de aborto. Mais uma vez fico satisfeito por este artigo, que não derivou ao azedume (que não raras vezes me entrego, quando perco as estribeiras), mas de maneira precisa mostrou pela milionésima vez que o rei está NU.
    É por essas e outras que tenho desenvolvido repulsa ao clero conciliar. Estão com lepra espiritual, e quem se julga conservador e com eles têm comunhão corre sério risco de se contaminar sem perceber. Oremos por este pobre clero, e renunciemos a qualquer contato com eles.

  11. Senhores, se os nossos pastores calam, acho que tem algo que os fiéis podem fazer, na linha de uma dissidência leal. Especificamente em relação ao silêncio da Igreja quanto ao estupro mental das crianças em idade escolar.

    Eu não tenho filhos. Não sei se o Bom Deus m’os dará um dia. Mas aos que têm, imagino que tenham a mesma preocupação do sr. Palmaro. E a solução óbvia é colocá-los numa escola católica. Mas as escolas católicas já não são mais católicas. Digo, pelo menos pela que conheço (a Rede Marista). Existem escolas verdadeiramente católicas no Brasil?

    Se não existirem, lanço a ideia pra consideração: um grupo de pais empenhados não consegue abrir uma escola? Juntar esforços e custear professores fiéis, participando e supervisionando o ensino? Claro que ainda haveriam as diretrizes do MEC, mas sob a supervisão dos pais essas coisas poderiam ser mitigadas na medida do possível. Enfim, só jogo a ideia. Talvez só assim pros nossos pastores não poderem deixar de ver que nos abandonaram.

  12. Excelente o artigo e excepcional a seguinte passagem:

    “Atenção: Estou me dirigindo a católicos individuais, não a associações, encontros secretos, movimentos, seitas que há anos estão gerenciando os cérebros dos fiéis para os benefícios de terceiros, ditando a linha que os seguidores têm que seguir. Parece-me que esses grupos estão colocados sob o cuidado daquele minus habens [de inteligência inferior] e dirigidos à distância por indivíduos mais ou menos carismáticos, que são mais ou menos dignos de confiança. Não, não: aqui estou fazendo um apelo às consciências individuais, aos seus corações, a sua fé e sua virilidade. Antes que seja tarde demais.”

    Porque é a mais pura verdade. O homem moderno não consegue pensar por si, não tem ideias próprias, não consegue articular um ideal de seu, tem que se escorar em grupos, em associações “mais ou menos dignos de confiança”.

    É mais um exemplo nefasto do pensamento moderno que esmaga a individualidade em prol da coletividade. O homem não existe por si, a dinâmica social não parte dos indivíduos para os grupos, mas dos grupos para os indivíduos: certo que por detrás desses grupos sempre haverá homens “mais ou menos dignos de confiança”.

    Mas, além de normalmente serem menos dignos, ainda se escondem atrás do cortinado confortável genericamente chamado de “grupo social”, que via de regra pensa lamentavelmente no lugar do indivíduo.

  13. No meu ver, o texto representa um santo desabafo, e mais do que isso: um tapa na cara do nosso clero combalido. Que será de nós? Se a cada dia mais parece que somos minoria, resta-nos fazer barulho, e muito barulho! Temos que nos mostrar e nos manifestar. Além de rezar, devemos protestar, denunciar, exigir, com todos os meios dos quais pudermos dispor, que nossos sacerdotes sejam, simplesmente… Católicos!

  14. Papa Francisco é capa da revista ‘Rolling Stone’

    “Ele também foi homenageado pela revista gay “The Advocate”, pela “mudança de retórica” em relação à homossexualidade trazida pelo pontífice.”

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/01/papa-francisco-e-capa-da-revista-rolling-stone.html

  15. Mario Palmaro, pra quem não sabe é o jornalista que sofre de câncer e que recebeu o famoso telefonema de Bergoglio depois de ter sido demitido da “medjugoriana” Radio Maria por causa do seu artigo “Questo Papa non ci piace”.
    Há muito acompanho Mario Palmaro e compartilho de sua mesma indignação. Pois assim como ele, eu também grito dos telhados: LOBO quando vejo a infiltração desses impostores na Igreja de Cristo.
    Eles estão contaminando com sua podridão aquela água da qual nos fala o Vidi Aquam:

    “Vidi aquam egredientem de templo, a latere dextro, alleluia.
    Vi água saindo do templo, do lado direito, aleluia.
    Et omnes, ad quos pervenit aqua ista
    E todos aqueles a quem a água veio
    Salvi facti sunt, et dicent alleluia.
    Eles foram salvos, e dirá, aleluia.”

    Essa fonte sagrada de onde provem os Sacramentos instituídos por Cristo para a nossa salvação foi tomada de assalto por homens perversos, imorais e destituídos de qualquer fé nas verdades imutáveis e sobrenaturais.
    “O que mais precisa acontecer na Igreja para os Católicos se levantarem de uma vez por todas, e gritarem sua indignação do alto dos telhados?”
    Infelizmente não precisa acontecer mais nada. Se o escândalo da renúncia questionável de um Papa não sacudiu a Igreja, mais nada sacudirá.
    Depois de 40 anos de diluição e adulteração da fé a última coisa que podemos achar nessa geração pós=Vaticano II é indignação.
    O Católico morno de cada dia convive numa boa com o padre pederasta e ainda usa o Novo Catecismo como justificativa. O Católico morno aplaude hereges como Fábio de Melo, acha lindo toda sorte de sacrilégio, vota em políticos que promove aborto, sodomia e destruição da família. O Católico morno de cada dia caminha sorrindo e cantarolando em direção ao inferno. E ai de quem disser que a estrada larga que ele está trilhando o levará diretamente para a perdição!
    Infelizmente o tempo do combate aberto já passou. Foi-se o tempo em que os Catolicos verdadeiros promoveriam um linchamento moral desses assassinos da Fé.
    Agora chegou o tempo da resistência, tempo de resistirmos firmes na fé e de preferencia com o rosário na mão porque a vitória virá apenas por meios sobrenaturais. O triunfo virá através do Imaculado Coração de Maria.

  16. Um extenso, intenso e verdadeiro desabafo público. Quem, em sã consciência, poderia refutá-lo? Não é verdade que a maioria das mais elevadas autoridades eclesiásticas e a quase totalidade dos políticos seguem aquela terrível Besta, o Dragão Vermelho? Não é pessimismo, porque sabemos que neste combate final Jesus e Sua Mãe triunfarâo. Mas nós, simples leigos, não conseguiremos opor um dique a essa inundação a não ser com as nossas orações e sacrifícios, sem embargo, todavia, de outras ações sugeridas no texto e nos comentários.

  17. A IGREJA SENDO MASSACRADA E GRANDE PARTE DA CÚPULA E CATÓLICOS SOB SEPULCRAL SILENCIO!
    E o povo, em geral, os seguindo em consenso, alguns como Pe Fabio de Melo instruindo em nome de um tal “respeitar, não constranger, não magoar, não intimidar e outros relativismos” – mitigando ou extinguindo os erros, apesar de em detrimento da doutrina da Igreja.
    Assim como Jesus sofreu e muito, morreu e ressuscitou, a Igreja passará pela mesma via dolorosa, era o pensamento dos Santos Padres da Igreja Primitiva e doutros até o século XIX e que consta no CIC, assim como na bíblia que a perda da fé e uma feroz perseguição apenas à Igreja recrudescerá com a aproximação dos tempos do fim.
    E o diabo, sabendo que pouco tempo lhe resta, já que no final de tudo ele será aprisionado (Ap 20), agirá contra a Igreja como nunca antes, lembrando que há profecias que muitos demônios seriam soltos do inferno, conf. em La Salette, a partir de 1864.
    E Deus permitirá que os que não creram na Verdade sejam seduzidos pelos ímpios que Satanás suscitar e usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar. “Por isso, Deus lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro”, referindo-se àqueles que endureceram o coração pela constante vida pecaminosa, sem conversão; daí Deus permitirá que o ímpio e outros façam tantos artificiosos milagres para enganá-los. “E por isso que desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal”. (2Ts 2,9-11)
    Vejamos o que diz o Catecismo:
    Recordemos, mais uma vez, as palavras proféticas de Monsenhor Pacelli – depois Papa Pio XII -, ditas à luz da Mensagem de Fátima:
    “As mensagens da Santíssima Virgem a Lúcia de Fátima preocupam-me. Esta persistência de Maria sobre os perigos que ameaçam a Igreja é um aviso do Céu contra o suicídio de alterar a Fé na Sua liturgia, na Sua teologia e na Sua alma (.) Ouço à minha volta inovadores que querem desmantelar a Capela-Mor, destruir a chama universal da Igreja, rejeitar os Seus ornamentos e fazê-la ter remorsos do Seu passado histórico.
    Sublinhamos também, na Introdução, que esta grande mudança de orientação na Igreja – “na sua liturgia, na sua teologia e na sua alma”, como o futuro Papa Pio XII especificou – era o objetivo, há tanto tempo acarinhado, das forças organizadas.
    Em particular, a prática nos mostra provir de uma coligação de maçons/comunistas, ateus e protestantes.
    Anne Catherine Emmerich disse que “50 a 60 anos antes do 2000 o demônio seria solto do inferno”. Curiosamente, 61 anos antes do ano 2000, Hitler começava a Segunda Guerra Mundial, e nos anos 60 começaria a decadência da Igreja Católica que vemos hoje, a partir por primeiro dos proprios filhos da Igreja, onde estariam seus maiores inimigos.
    Santa Brígida, da Suécia, foi uma das mais conhecidas Santas da Idade Média, ao se referir aos últimos tempos, disse: “40 anos antes do ano 2000, o demônio será deixado solto, por um tempo. Quando tudo parecer perdido, Deus, mesmo de improviso, porá fim à maldade”. O sinal desses eventos, continua Santa Brígida, será: “Os sacerdotes deixarão de usar hábito santo e se vestirão como pessoas comuns; as mulheres se vestirão como os homens e os homens como as mulheres.”
    Decorrente disso, vemos hoje à luz do dia: um cortejo de males inundam o mundo sob o relativismo generalizado, como cristãos governados em muitos países por satano-comunistas, a perversão infantil, perda de noção do pecado, redes de tv como a Globo com novelas e programas sendo extensão entre a boemia e o lar, maus sacerdotes encaminhando incautos em direção a Sodoma e Gomorra e outros prestimosos neo obreiros de Satanás.

  18. Caríssimos,

    Muito bom dia e Salve Maria.

    Cabe ressaltar que o brilhante artigo acima também chama a atenção para a instrumentalização dos grupos ditos católicos, coisa que, em meu sentir, expressa-se pelas divisões e subdivisões em grupos, como qualquer pode notar, mesmo no Brasil; destarte pergunto: como realizar, levar adiante boas ideias em nosso próprio favor se não conseguimos ( no geral ) estabelecer parâmetros mínimos de consenso em torno da Verdade, da Sã Doutrina?

    Parece-me que parte da vitória de satanás se dá pela difusão da cizânia entre aqueles que se dizem defensores da causa de Deus e da Igreja, de tal forma que mesmo a Tradição, hoje, está repleta de espírito sectário: fulano não fala com beltrano porque esse último não frequenta a mesma capela que o primeiro; porque esse último tem como diretor espiritual um bispo que fez ‘acordo’; o último não fala com o primeiro porque o primeiro ‘está fora da Igreja’, e por aí afora…

    Sem falar na grosseria de ambos os lados, o espírito de intriga, a espionagem, na falta mesma de inteligência sobre a Doutrina ou instrução insuficiente, o ‘opinionismo absolutista’, a arrogância… já há algum tempo que digo: deveríamos, primeiro, trabalhar por um consenso doutrinal mínimo entre todas as correntes do Catolicismo no Brasil, Terra da Santa Cruz.

    Sem falar nos motivos escusos, nas seitas, nos quinto-colunistas…

    Sem consenso não haverá coesão na hora de colocarmos a mão na massa.

    Não haverá o que defender se o exército não se alinhar em torno da oração, do estudo e do trabalho.

    Isso só para limpar o terreno, clarear as coisas: depois virão os inimigos declarados.

    Por favor, entendam-me: não tenho em vista críticas a pessoas ou ‘movimentos’ mas, seguindo a linha do artigo acima, ajudar a colocar a responsabilidade diante dos responsáveis, ou seja, nós mesmos.

    Se somos chamados em consciência, respondamos a altura, sem melindres, sem que alguém fique ‘ofendidinho’ por isso, ou ‘magoadinho’.

    Muitos dizem querer fazer alguma coisa por Deus: o momento de agir é aquele que Deus nos oferece, como agora.

    Precisamos deixar a comodidade de nossos teclados e atuarmos no mundo ‘real’: não é o teclado que salvará o mundo e nem a criação de mais alguns milhões de blogs ( a despeito de terem sim sua importância, mesmo que seu escopo esteja sujeito a restrições ).

    Um grande abraço a todos,
    Conforme o exemplo de S José,
    Nos SS Corações de Jesus e Maria.

  19. Concordo com o articulista.

    E, lembro, perguntando…….: porque foi mesmo, que DEUS-PAI madou queimar SODOMA e GOMORRA??????????………….. porque,…….”motivo”????????………

    O B S V : ( Naquele tempo ainda a REDENÇÂo não havia sido feita por JESUS, éclaro!! e não havia diariamente na TERRA a RENOVAÇAO DO SACRIFICIO….a SANTA MISSA……..!!!! )

  20. “Londres e Paris, Nova York e Roma, Bruxelas e Berlim se tornaram um gigantesca Sodoma e Gomorra” Essa frase chamou-me a atenção. Realmente o mundo anda sendo tomado por essa onda gigantesca de paganismo. Mas eu quero lembrar que, no alvorecer de uma nova ordem, em Roma, quando o mundo estava mergulhado no paganismo, no infanticídio, no aborto, nas orgias, nas imoralidades e na corrupção, que levou à decadência e à derrocada da civilização romana, em meio a este caos, surge o cristianismo que com sua doutrina arejou o mundo ocidental, trazendo valores que, até hoje fazem parte de todas as leis do mundo civilizado e moderno. Portanto, não tenhamos medo de confrontarmos o novo paganismo, no qual já estivemos mergulhados. Permaneçamos firmes nos valores evangélicos nos quais todos fomos criados. Se o papa também diz que “é filho da Igreja”, quem vai triunfar é a Igreja e os valores cristãos. Pensar e agir contrariamente a isso é retrocedermos ao velho paganismo.

  21. Excetuando-se poucos padres e bispos, a frase resume bem a situação: “O problema é a nossa Madre Igreja, que decidiu nos abandonar na selva do Vietnam: Os helicópteros decolaram e fomos abandonados onde nos deixaremos, um de cada vez, sermos capturados pelos “relativistas vietcongs.”

  22. A paroquia N Senhora do Carmo em BH é famosa por causa de ser tida como socialista, pois existiam lá o frei Gilvander e frei Claúdio; aquele era das CEBs e defensor do homossexualismo, e esse formava uma dupla com ele e os 2 bem sintonizados.
    Em BH mora o bispo emérito D Jose M Pires, aquele da equipe do vermelho D Hélder, suspeito de ser ex agente da KGB, aquele esteve muito atuante no último Congresso da esquerdista TL do Boff, na Unisinos-RS.
    Seria a arquidiocese de BH conivente com os socialistas? Pelo menos eles prestigiam no programa da TV Horizonte livros e outros do pastor Fabio de Melo, Zé Vicente, doutro TeeLista padre Libanio…