Arcebispo de Belo Horizonte membro da Congregação para as Igrejas Orientais. Novo bispo auxiliar para Brasília.

Nomeações divulgadas hoje no boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé:

    • Novo bispo auxiliar de Brasília: Mons. Marcony Vinícius Ferreira

      Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo de Belo Horizonte, é nomeado membro da Congregação para as Igrejas Orientais. Certamente, a nomeação se deve por tão prestimosos serviços à Igreja de Belo Horizonte e do Brasil, desde sua egrégia presidência da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina de Fé da CNBB (sim, isso existe, embora até o momento não se saiba, ao certo, o que faz e para que serve) até a sua atual omissão vexaminosa gestão do caso do notável herege Frei Cláudio Van Balen. Parabéns, Excelência!

    • Marinis: também para a Congregação para as Igrejas Orientais, Papa Francisco confirmou Dom Piero Marini, antigo cerimoniário de João Paulo II, como membro da Congregação, bem como nomeou o seu atual mestre de cerimônias, Monsenhor Guido Marini, como membro.
    • Mons. Marcony Vinícius Ferreira, de 50 anos, foi nomeado novo bispo auxiliar de Brasília. Indicativo de uma breve saída de Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB e também auxiliar de Brasília? Cotadíssimo anteriormente para a Arquidiocese de Porto Alegre, fala-se que Steiner assumiria uma grande arquidiocese em futuro próximo. Igualmente, fala-se que Dom Odilo Scherer deve ser nomeado para algum cargo na Cúria Romana, o que deixaria a Arquidiocese de São Paulo disponível…

24 Comentários to “Arcebispo de Belo Horizonte membro da Congregação para as Igrejas Orientais. Novo bispo auxiliar para Brasília.”

  1. Mons. Marcony Vinícius Ferreira é uma pessoa muito boa e respeita a liturgia pelou menos nas missas em minha paróquia foi exemplar, corrigiu na caridade muita gente na minha paróquia.

  2. Frates,
    Se não estou enganado com essa confirmação da Congregação para as Igrejas Orientas
    Os únicos dicastérios faltantes são a do Culto Divino e da Vida Consagrada correto?

  3. Vamos dar nomes aos bois: Monsenhor Marcony Vinícius Ferreira é um CARREIRISTA de carteirinha.
    Lamentável escolha.

    • Desculpa, mas chamar Mons. Marcony de carreirista é, no mínimo injusto! Ele sempre foi muito próximo ao Cardeal Falcão (e ele não conseguiu fazê-lo bispo!). Atualmente Dom Sergio tinha tirado ele da Catedral para uma paróquia em outro lugar! Mons. Marcony é um dos muitos padres em Brasília que conhecem a liturgia e a respeitam e é próximo ao povo! Um ótimo sacerdote que ama a Sta Igreja!

    • Renato Assis seu comentário é perfeito.

  4. A alguns anos atrás Já tive a honra de participar de palestras com o Mons. Marcony, até então um sacerdote que preza pela doutrina católica que Deus o mantenha firme no pastoreio de seu rebanho vou rezar pelo seu ministério,

  5. dom Leonardo pode ir para Aparecida. Dom Damasceno ja passou do limite de idade. logo deve ficar vaga.

  6. De todas as espécies de lobo que atualmente dizimam o rebanho Católico, o “lobo carreirista” se sobressai pelo fato de ter se tornado uma espécie protegida. Eles se multiplicaram tanto e estão fazendo tanto dano à Igreja que só mesmo a reação enérgica das ovelhas poderá contê-los de alguma forma.
    Eu sempre tive a curiosidade de saber o que se passa na cabeça desses homens que se servem do sacerdócio de Cristo pra sua vaidade e ganho pessoal ao invés de servir ao rebanho do Bom Pastor.
    Uma vasculhada nos emails trocados entre “padres sodomitas” da famigerada “St. Sebastian’s Angels Network” nos dá uma idéia. Tomei o cuidado de traduzir apenas um, porque os demais me davam ânsia de vômito.

    Traducão: “Meu coração está com todos aqueles cujas vidas e sacerdócio tem sido experiências dolorosas. Eu tenho amigos cujas histórias de vida fazem eco àqueles que compartilharam as suas aqui.
    No entanto, eu sinto que eu gostaria de apresentar aqui um outro lado. Eu me sinto abençoado em admitir que a minha vida e meu sacerdócio tem sido ambos gloriosos. Até agora não tive nenhum desafio realmente doloroso. Sempre estive cercado por bons amigos, um amante ocasionalmente ali e aqui, fiz tudo que eu queria fazer e nunca ninguém me freou de fazer qualquer coisa que eu quisesse.
    Após 21 anos de sacerdócio eu estou mais apaixonado do que nunca por essa carreira. Se eu tenho algum problema com a Igreja? Hmm. .. às vezes , certamente, mas eu sinto que eu criei uma distância bastante saudável entre mim e sua mesquinhez e mentalidade fechada de modo que me tornei imune a ataques. Acabei de seguir meu próprio caminho de luta contra a injustiça , é claro, mas escolhi fazê-lo a partir de dentro . Não vou entregar a Igreja para os infiéis .
    Tenho a sorte de ter adquirido formação específica e graduação profissional – todos eles pagos pela “Igreja” – que me tornou livre de depender da Igreja como meio de vida. Estou disponível para um Mercado que vai muito além da Igreja e seus caprichos . Eu faço uma quantidade enorme de dinheiro em meu ministério e tenho uma quantidade enorme de liberdade. Eu faço o que eu quiser, vou para onde eu quero, transo ( com segurança ) com – quem eu quero, e se a ocasião se apresentar sempre, sou capaz de dizer a quem eu quiser pra ir se ferrar porque eu não preciso deles . Porque em muitos aspectos, realmente eu não preciso.
    Se eu faço o jogo deles? Claro, mas só porque eu acredito no Evangelho, e eu sinto que alguns de nós deve trabalhar a partir de dentro. Isso não significa porém, que eu seria capaz de comprometer quem eu sou a fim de preservar o meu status atual. Atualmente estou envolvido num relacionamento que parece oh tão promissor e tem me dado muita energia. Nossa vida amorosa – todo o nosso relacionamento – faz-me uma pessoa melhor, e um padre melhor.
    Então, meus amigos, espero que não pensem que eu gosto de me gabar . Mas eu acho que é importante para todos nós ouvir / saber que a nossa fraternidade é composta de todos os tipos de sacerdotes. E, claro, nas minhas orações, agradeço a Deus por tudo o que eu tenho, e tudo o que sou, e peço Sua inspiração e graça para continuar a usar os dons que Ele me deu com sabedoria, em Seu nome, e para o Reino .

    Original: Hello, gentlemen!

    My heart goes out to all those whose lives and priesthoods have been painful. I have friends whose stories echo those of the men who have shared in here.

    I feel I would like to present another side, however. I feel blessed to admit that both my life and my priesthood have been glorious. I have had no real painful challenges, I have been surrounded by good friends, an occasional lover, have done everything I wanted to do, and have been neither stopped nor stifled in anything whatsoever. After 21 years of priesthood, I am more in love with it than ever. Do I have a problem with the Church? Hmm..at times, certainly, but I feel that I have created a healthy enough distance between myself and its pettiness and smallmindedness so that I am personally immune from its attacks. I just go my own way, fighting injustice, of course, but choosing to do so from within. I shall not surrender the Church to the infidels.

    I am fortunate too in that I have very specific training and professional degrees–all of them paid for by the “Church”– that have freed me from depending upon Church sources for a living. I am marketable apart from the Church and its whims. I make a tremendous amount of money in my ministry, and have a tremendous amount of freedom. I do what I want, go where I want, cavort (safely) with whom I want, and should the occasion ever present itself, am capable of telling whomever to go fuck themselves, that I don’t need them. Because in many respects, I don’t.

    Do I play the game? Of course, but only because I believe in the Gospel, and I feel that some of us MUST work from within. This does not mean, however, that I would ever compromise who I am or what I am in order to preserve my current status. I am currently working on a relationship that looks oh-so-promising, and has energized me greatly. Our lovemaking–our entire relationship– makes me a better person, and a better priest.

    So, my friends, I certainly hope that I don’t come across as bragging. But I do think it important for all of us to hear/know that our company is made up of ALL kinds. And of course, in my prayers, I thank God for all that I have, and all that I am, and ask His inspiration and grace to continue to use the gifts He has given me wisely, in His name, and for the Kingdom.

  7. Pelo menos por enquanto, nada de Piero Marini na Congregação para o Culto Divino. Ufa

  8. A nomeação de Dom Walmor como membro da Congregação para as Igrejas Orientais parece ter motivos mais simples. Hoje, além de Arcebispo de Belo Horizonte, ele é Ordinário para os Católicos Orientais sem Bispo Próprio. Tradicionalmente, desde Dom Jaime de Barros Câmara, a função de Ordinário para os Católicos Orientais era exercida pelo Arcebispo do Rio de janeiro. Posteriormente Dom Eugênio e Dom Eusébio foram nomeados para o Ordinariato para os Católicos Orientais. Após a renúncia de Dom Eusébio, ao invés da nomeação de Dom Orani, o Papa Bento XVI nomeou Dom Walmor para o Ordinariato. A escolha de Dom Walmor parece ser explicada pelo fato de em Belo Horizonte existir a paróquia para os católicos siríacos, que, junto com a paróquia russa do Ipiranga, são as únicas de católicos orientais sem bispo próprio, uma vez que os demais católicos orientais são atendidos pelas eparquias ucraniana, maronita e melquita e pelo exarcado armênio.

    • Onde é exatamente a paróquia russa do Ipiranga em BH?

    • Luís, além da paróquia siríaca de Belo Horizonte existe ainda uma paróquia de ítalo-albaneses no Rio de Janeiro, atualmente são as duas únicas comunidades que fazem parte do Ordinariato, pois ao que soube, a paróquia russa de São Paulo foi desativa pois seus fiéis passaram para o Patriarcado Ortodoxo de Moscou.

  9. Parabéns ao grande homem de Deus monsenhor Marcony bispo auxiliar de Brasília, q esteja nos planos de Deus vc um dia ser Papa!

  10. Gosto muito do Monsenhor Marcony. Sempre mostrou muito zelo pela liturgia quando era guardião da Catedral de Brasília. Em todas as missas, sempre corrigia a assembléia: “não se diz ‘amém’ depois do Pai Nosso”.
    Em suas homilias, não expressava este discurso hippie/libertário de “o que importa é o amor” tão comum na cabeça do clero brasileiro. Para ele, as rubricas litúrgicas eram símbolos de riqueza da igreja e não um preciosismo inútil.
    É uma boa escolhe e penso ser uma alternativa mais aberta para o diálogo com os tradicionalistas de Brasília.

  11. Se D. Odilo sair, seu sucessor será o Arns II, estamos perdidos…

  12. Engraçado como a foto postada no site da CNBB tenta esconder ao máximo a base púrpura do colarinho e os botões. Não poderia mesmo ser diferente, na falta de uma foto de camisa aberta…

  13. Não quero polemizar essa nomeação de Monsenhor Marcony Vinícius Ferreira para bispo auxiliar de Brasília. Quem sou eu para questionar uma nomeação do papa Francisco. A partir de agora, dobrarei as minhas orações em prol da Igreja em Brasília, do Brasil e do mundo.

    Embora o monsenhor Marcony seja o protegido de D. Falcão (diga-se de passagem, o melhor arcebispo que tivemos em Brasília nas últimas décadas: homem santo, de oração, fé e firme), morei em Brasília tempos atrás e tomei conhecimento de uma séria de irregularidades cometidos durante a reforma da Catedral de Brasília (falta de comprovantes de despesas etc). Quem quiser se aprofundar basta entrar em contato com o MPDF. Minha mãe, Clerly Aguiar de Assis, trabalhava na cúria metropolitana de Brasília (tesouraria) e sofreu AVC em função disso tudo, bem como ela, na época, pediu demissão por não concordar com as irregularidades. E adivinha que socorreu o futuro bispo auxiliar de Brasília com supostas “notas fiscais”? O comunista militante Oscar Niemeyer. Como o comunismo tem ajudado a Igreja no Brasil (MST, CPT, CNBB, TdL, seminários ditos católicos, eleição de “sacerdotes”: prefeitos, deputados…). Nota: encontrava-me presente na embaixada do Brasil no Vaticano, por ocasião do consistório Dom Raymundo Damasceno Assis (nov/2010), e encontrei-me com monsenhor Marcony e conversando com ele, falei que era filho da D. Lily que trabalhou com a Lia na cúria. Ele ficou branco e encerrou-se o diálogo.

    Interessante: como este comunista ateu (religião é o ópio do povo) vem socorrendo a Igreja nos últimos anos: seja no comprovante de despesa (nf), seja na construção da futura catedral dos mineiros…
    Detalhe: o arquiteto da futura catedral dos mineiros é o COMUNISTA ateu Oscar Niemeyer.
    Na maquete da catedral é possível constatar a olho nu dois símbolos tradicionais do COMUNISMO: a FOICE e o MARTELO. A foice está no lado direito e o martelo encontra-se no lado esquerdo (de cabeça para baixo). Basta visualizar no site abaixo:
    http://www.catedralcristoreibh.com.br/catedral.php

    Que o Sumo Deus e Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil e de Brasília, continue abençoando a Igreja particular da capital federal, na pessoa dos pastores, santos e pecadores, que padece em função dos ataques internos e externos (Brasília é a capital das seitas esotéricas, pentecostais, ocultismo, Vale do amanhecer).

    Mas como diz a sabedoria popular: DEUS ESCREVE CERTO POR LINHAS TORTAS!

    PS.: Em Brasília há algumas obras desse arquiteto (Ex: memorial JK, novamente aparece a foice, ícone dos comunistas). Suas obras são CARAS, PESADAS (concreto), não são funcionais, conquistadas sem Licitação ou Concorrência.

  14. percebo que muitos jovens monsenhores estão sendo nomeados bispos. Será uma nova tendência ter bispos jovens? :D No tempo “tridentino” era comum a ordenação de padres de 28..34 anos .

  15. Perdoem-me a ignorância. O que de fato estou mais curioso aqui, é quanto a nomeação do Monsenhor Guido. Será que isto é a transição para a sua saída do cargo de mestre de cerimônias?

  16. Se tem falado em Dom Leonardo assumir o Ordinariado Militar do Brasil, com sede em Brasília, no lugar de Dom Osvino Both, não por méritos próprios mas por uma “forcinha” já que o cara – catarinense TL roxo – é o bam-bam-bam da CN do B q até recebeu o partido comunista chinas! Lembam!???
    Pelos padres de sampa, Dom Odilo será promovido pra ser removido – ninguém gosta dele, os conservadores e os do xandra – e posto em algum inútil lugar da cúria já que o cara é muito do mal’educado. E para o lugar do “mestre dos magos” de aparecida, Dom Damasceno, viria o – também catarina TL roxo – Dom Braz de Avixxxiii…É a dança das cadeiras!!!

  17. M. Silva e Carlos

    A Paróquia Russa fica no Bairro do Ipiranga em São Paulo, onde existe uma pequena capela. Que eu saiba a paróquia ainda existe, mas está sem pároco. Seu pároco era Pe. Stoisser, sj, que faleceu há alguns anos com mais de 90 anos. Os jesuítas fizeram um longo trabalho com imigrantes russos em São Paulo, onde mantiveram a Missão Russa Católica, que teve até colégio para os filhos dos russos. O colégio foi fechado há muitos anos e a pequena igreja ficou. Que eu saiba há padres melquitas que celebram na Capela Russa, mas acredito que as celebrações não sejam regulares. A maior parte dos frequentadores não eram mais russos, mas católicos de rito latino que gostavam do rito bizantino.

    A paróquia Ítalo-albanesa não tinha igreja ou capela própria e existia em virtude da presença de Pe. Atanásio Accursi no Rio de Janeiro, que celebrava com frequência na Igreja do Perpétuo Socorro no Grajaú. Eu cheguei a procurar Pe. Accursi, mas ele já era uma senhor nonagenário e deve ter falecido no início dos anos 90 e nunca consegui encontrá-lo. Que eu saiba a paróquia teve as suas atividades formalmente encerrada, pois cheguei a conversar sobre o assunto com o Mons. Sérgio Costa Couto, que foi vigário episcopal do Ordinariato.

    Em Cristo,

    Luis Felipe

    • Luís, agradeço a sua atenção em responder ao meu comentário e trazer novas informações. Mas gostaria de compartilhar mais algumas coisas:
      1- Não pude confirmar em uma fonte oficial, mas ao que parece os poucos fiéis russos católicos-bizantinos que ainda restavam, passaram mesmo para o Patriarcado de Moscou, ao que parece motivados justamente por essa falta de um padre russo de rito bizantino, pois depois da morte do padre Stoisser eles não tiveram mais um padre próprio e os jesuítas não realizam mais esse trabalho junto aos russos. Como te disse não consegui a confirmação do fato por fontes católicas, mas os meios ortodoxos comemoraram muito a volta dos “hereges” católicos, veja aqui por exemplo: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.232958123525454.1073741832.184149121739688&type=1
      É triste dizer mas parece que perdemos mesmo a capelinha dos russos…
      2- O padre Atanásio Accursi morreu mesmo já há um bom tempo, 2001 ou 2002 (aqui nesse link fala algumas poucas linhas sobre sua morte: http://www2.chiesacattolica.it/cci/diocesi/allegati_applet2/documenti/2002-02/23-106/CIRC_220202.htm), mas ao que sei a paróquia dos ítalo-albaneses possui sim um templo físico, é a capela de Nossa Senhora Aparecida (Av. Marechal Rondon, 1752 – Rio de Janeiro-RJ), tanto que no último Anuário Católico do Ceris (2012) a paróquia ainda consta nesse endereço. Contudo, não tenho notícias de suas atividades atuais, se há algum padre etc… Pode ser mesmo, como você disse, que ela tenha mesmo encerrado suas atividades.
      Se tiver mais informações sobre o assunto, compartilhe conosco, pois a ausência de um site próprio do ordinariato dificulta muito a obtenção de informações confiáveis. Mesmo nos outros ritos orientais que possuem eparquias própras no Brasil, só os ucranianos têm um site que é atualizado com mais frequência.

  18. Não gosta de dar comunhão na boca e resiste a quem está de joelhos.

    No vídeo(haja paciência para assistir) do link abaixo terão uma noção de quem se trata, e se a média das nomeações que o Papa Francisco tem feito foram como a dele estamos indo ladeira abaixo em matéria de derrota para a tradição e doutrina autentica. Este tipo é bem ecumênico, no sentido equivoco da palavra.
    Assistir a partir do momento 1h57, acho que é bem desse ponto em que ele afirma categoricamente que o CVII é dogmático:

    http://www.livestream.com/novaaliancawebtv/video?clipId=pla_9a82edfb-2d73-4feb-8b01-3efbf4232e59

    Tendo ele autoridade de sacerdote e de teólogo, quis trazer esse vídeo para debate quando foi proposto em [http://fratresinunum.com/2013/10/13/para-debate/], porém na época tive dificuldades para encontrar o vídeo, que tem como tema o Ano da Fé e uma serie de palestras ocorridas em Brasília(quem tem paciência para assistir e entender bem como é o clero MUDO de Brasília e só acessar [http://novaalianca.org.br/site/#tuneinradio].

    O clero de Brasília é quase totalmente formado e inspirado como filho do Papa João Paulo II. E bem fiel a “política” da Cúria Romana.

    Quando da morte de Dom Newton, a missa de Paulo VI era rezada ainda com alguma piedade(musicas e instrumentos profanos não eram permitidos, comunhão sempre na boca e genuflexórios em todas as igrejas).

    Mas com Dom Falcão – implacável contra estas práticas – veio o efetivo exercício da “modernidade-moderada” dessa fase da Igreja. Odiava dar a comunhão na boca e resistia dar quando o fiel se ajoelhava.

    Seu pajem, o Padre Marconi e pupilo de Dom Ávila, trabalhava duro na liturgia(parte mais fácil, porem sofrida nas atividades intensas, pois relativamente exercia o cargo de mestre de cerimônias da arquidiocese que exigia dele muito trabalho). Depois, já monsenhor, o padre Marconi mostrou-se avesso em dar comunhões na boca e aos fiéis que se ajoelhavam.

    Sua relação com Dom João de Aviz foi relativamente boa, ainda agindo como pajem, fazia todos os gostos dele.

    Dom Aviz foi terrível para Brasília, se já tínhamos um clero bem moderno-moderado, ela saia distribuindo modernismo total a tapas. Seu pajem o acompanhou.

    Hoje, não sei quem é quem em Brasília, não sei se por culpa de Dom Sérgio, ou herança de Aviz, por lá anda uns tls bem “paz e amor” nas homilias e truculentos e maldosos no proceder.

    Com esses TLs devorando ovelhas, parece boa noticia ter em Brasília um bispo moderado-moderno. Xerife por lá há muito tempo.