Prossegue a batalha pela família – II.

Novo adiamento da votação do Plano Nacional de Educação na Câmara dos Deputados. A sessão foi tensa, pesada, difícil, um verdadeiro combate espiritual.

Por Hermes Rodrigues Nery | Fratres in Unum.com - Ainda na manhã da terça-feira (8), na Comissão de Constituição e Justiça, enquanto aguardávamos a liberação do plenário para o início da sessão de votação do Plano Nacional de Educação (PNE), o deputado petista Molon (relator na Câmara, do Marco Civil da Internet), segurou o braço do deputado Marcos Rogério, dizendo num tom meio ameaçador: “Me queira bem, deputado!, não colida comigo, divirja em alguma outra questão muito pontual e raramente, mas não colida, me queira bem!” Marcos Rogério não se intimidou com isso e continuou firme em sua posição contra a ideologia de gênero no PNE, não apenas com o uso da palavra, mas nos encaminhamentos de requerimentos que se faziam necessários.

8 de abril de 2014: Providas defendem a Lei Natural na Câmara

8 de abril de 2014: Providas defendem a Lei Natural na Câmara

O fato é que o ambiente naquele dia estava muito carregado, nunca havia sentido um ar tão pesado a prenunciar uma sessão muito tensa. O plenário estava cheio de deputados e assessores, e o pessoal da UNE foi chegando e tomando os lugares, em vários pontos. Pe. Pedro Stepien chegara cedo também, e fazia a leitura do seu breviário. Estávamos próximos da fileira permitida pelos seguranças, e o pessoal da UNE encostou-se quase colado a nós. Um brucutu deles ficou praticamente encostado comigo, de costas, enquanto ficamos aguardando acabar a sessão que estava transcorrendo, já passava das treze horas, para que pudesse começar a da votação do PNE.

Vieram nos dizer que o Presidente da Câmara dos Deputados já estava na Casa e aguardando dar quorum para começar a sessão no grande plenário e, se isso ocorresse, cessariam as sessões deliberativas nas Comissões, adiando mais uma vez a votação do PNE. Outra desinformação lançada foi a de que talvez a sessão não ocorreria mais no plenário 1, onde estávamos, mas no 2, ao lado; ao que muitos provida foram para lá, abrindo mais campo para o pessoal da UNE ir adensando volume no plenário 1. Continuamos, no entanto, no mesmo lugar, no aguardo de poder ocupar os assentos, com as nossas faixas, espaço aquele também disputado pelo pessoal da UNE, que queria ficar também bem perto dos deputados, para na hora da votação, exibir suas faixas e poder soltar seus gritos de guerra.

E aos poucos, o brucutu ia falando no seu celular e mais gente da UNE ia entrando, enquanto os provida ficaram lá fora, alguns no plenário 2, aguardando. Foi quando vieram nos dizer que o segurança avisou que éramos para deixar a sala, pois que assim que acabasse a sessão, ele fecharia as portas, e reabriria somente às 14h30, para o início da votação do PNE, como fizeram na sessão anterior. Intuímos que aquilo era um blefe, mas para não desatender o que o segurança solicitara, deixamos a sala, e ficamos no aguardo logo na entrada. Mas o pessoal da UNE não saiu, pelo contrário, não demorou muito para encherem o plenário, ocuparem quase todos os lugares, quando outro segurança, meia hora depois, questionado se a sala seria fechada, disse que não precisaria fechar, porque a sessão estava para começar. Quando questionado que haviam solicitado aos provida saírem, porque fechariam a sala, conforme feito da outra vez, o segurança respondeu que iriam fechar, mas que a sessão já começaria e não haveria necessidade mais daquele procedimento.

Os deputados já estavam na mesa, o Presidente, o relator e os demais, e quando a sessão começou, os provida entraram e se espalharam pelas laterais, uns aqui, outro ali, com o plenário já quase inteiramente tomado pelo pessoal da UNE. Muito rapidamente alguns conseguiram ainda assentos no meio deles, e não foi possível, dessa vez, ficarmos mais agrupados, daí que, ao menos no início da sessão, a UNE estava com mais força para se manifestar. E assim que o Presidente abriu a sessão, eles interromperam com seus gritos de guerra por uma educação libertária e anárquica, livre da moral cristã.

"Por uma educação que promova os verdadeiros valores da família!"

“Por uma educação que promova os verdadeiros valores da família!”

Fiquei ao lado de uma das feministas da UNE, que erguia o seu cartaz cobrindo as nossas faixas, e querendo nos provocar. Do meu outro lado estava Paola, com uma faixa assim escrito: “Sou Mãe, eleitora, represento as mães e crianças. Digam não à ideologia de gênero”. Eu estava no meio das duas, quase exprimido também por outros, quando o pessoal da UNE interrompia a fala de algum deputado para novo grito de guerra, em furor descomunal. Comentei com Paola, ao meu lado, dizendo; “Temos que encontrar um grito nosso, agora, como resposta!” E então, todos os provida começaram a rezar a Ave-Maria, bem alto e em voz uníssona, o que cobriu o grito de guerra da UNE, e, em seguida, acalmaram um pouco as coisas. “Realmente fantástico, o poder da Ave-Maria“, comentei com ela.

“O Estado é laico, o corpo é meu”, gritavam, e do meu outro lado, uma feminista ostentando um cartaz pela educação pública e laica, e que abraçou com efusão a deputada comunista Alice Portugal. No meio deles, permanecia o valente Pe. Lodi, sempre de prontidão no campo de batalha. A evangélica Rosangela Justino erguia dois pequenos cartazes: “PNE sem ideologia de gênero e a orientação sexual” e ainda: “Os cristãos vão se lembrar de V. Excia. nas eleições”. O líder LGBT Toni Reis parou para discutir com a psicóloga Marisa Lobo. Também do outro lado, duas feministas tentavam jogar suas faixas cobrindo as que a liderança provida de Minas Gerais, Adrian Paz, empunhava, com apenas duas palavras: “Gênero, não!”. Alguns jovens provida conseguiram entrar mais para dentro do plenário e foram se juntando, mesmo em meio ao pessoal da UNE, e responderam aos gritos de guerra deles, dizendo também: Educação, sim! Gênero, não!

O interessante a ser observado é que ao conversar com alguns jovens da UNE, muitos quase não sabiam explicar bem porque estavam ali. No máximo respondiam com chavões e frases feitas, dizendo que defendiam 10% do PIB para a educação pública. Sobre as questões de gênero não sabiam do que se tratava, mas que eles eram contra o preconceito, o racismo e o fascismo. “Mandaram a gente vir aqui, mas não sabia que eles querem acabar com a família na rede de ensino“, respondeu outro, interessado em entender afinal do que se tratava a questão de gênero. Lembrei as palavras de João Paulo II: “Uma liberdade sem responsabilidade constitui-se a antítese do amor”. E mais, conforme Gratissimam Sane:

“No contexto da civilização da exploração, a mulher pode tornar-se para o homem um objeto, os filhos um obstáculo para os pais, a família uma instituição embaraçante para a liberdade dos membros que a compõe. Para convencer-se disso, basta examinar certos programas de educação sexual introduzidos nas escolas, não obstante o frequente parecer contrário e até os protestos de muitos pais; ou então, as tendências pró-abortivas que em vão procuram esconder-se atrás do chamado ‘direito de escolha’ (pro choice) por parte de ambos os cônjuges e particularmente por parte da mulher”.
Ao incluir a ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação, querem dar legalidade a esta “nova antropologia” ou pseudo antropologia que quer impor às nossas crianças nas escolas a utopia do igualitarismo, cujo hedonismo conduz à inteira desumanização. Era possível, então, mesmo aos gritos de guerra e os pronunciamentos dos deputados, conversar com eles e esclarecer algumas dúvidas, ainda também dos deputados.
O valente Pe. Lodi, sempre de prontidão no campo de batalha

O valente Pe. Lodi, sempre de prontidão no campo de batalha

Realmente, havia uma mistura e uma confusão conceitual no discurso não apenas dos jovens da UNE, como também dos deputados que fizeram uso da palavra para debater o PNE, especialmente na sessão do dia anterior, quando houve mais de 40 inscritos para falar. Um deles, o deputado comunista Chico Lopes (PCdoB/CE), disse se orgulhar de, aos 74 anos de idade, ser marxista convicto e defender as bandeiras libertárias e emancipacionistas. Era preciso, segundo os deputados governistas, combater a discriminação, o preconceito e o fundamentalismo. Com isso, fugiam do cerne da questão, que é exatamente o apelo à não-discriminação como retórica para justificar a promoção de uma ideologia que nega a natureza humana, e quer estimular nas escolas, desde a mais tenra idade, o anarquismo sexual, discriminando, sim, os princípios e valores cristãos.

As falas dos deputados se estendiam, principalmente os da base governista, interrompidas às vezes por gritos de guerra de ambos os lados, bradando: “Vota, vota!” O relator propôs primeiro a votação do PNE por inteiro, depois os destaques. Mesmo assim, havia uma impressão de que interessavam protelar ao máximo o início da votação, certamente porque haveria uma incerteza em relação ao resultado, e o governo não queria se arriscar a perder naquela matéria. Talvez também pela pressão do pessoal da UNE, em peso lá, com seus agressivos gritos de guerra, fizeram o presidente evitar colocar em votação o quanto antes, pois que o problema seria a votação dos destaques, quando novamente viria à discussão e à deliberação a questão da ideologia de gênero no PNE. Talvez o relator Vanhoni quisesse mesmo postergar, para dar mais tempo ao governo de rearticular com os deputados e buscar uma forma de garantir a aprovação do seu relatório, mantida a inclusão da ideologia de gênero.

A turba da UNE em furor.

A turba da UNE em furor.

Tudo isso tornava a sessão carregada, tensa, pesada, difícil, um verdadeiro combate espiritual. Parecia haver forças malignas no ar, tal o esgotamento físico que se abateu, estávamos de pé o tempo todo, e indo para o lado da outra lateral da sala. A todo instante havia uma tensão de que algum membro da UNE fosse provocar ou se colidir com os jovens provida, enquanto não se avançava para a votação. E novos gritos de guerra emergiam, ensurdecedores, dos dois lados, com vozes já bastante enrouquecidas. E então, ocorreu o que temíamos. O Presidente já iria colocar em votação o PNE, mas ainda houve mais algumas colocações de questões de ordem e encaminhamentos regimentais. Enfim, e, de modo súbito, ele disse que teria de encerrar a sessão, porque o Presidente da Casa comunicou a todos que iria começar a sessão no grande plenário, pois já havia quorum. Feito isso, o regimento exigiu que os deputados da Comissão fossem para lá. E novamente, tanto o pessoal da UNE, quanto os provida se movimentaram pelo plenário com gritos de guerra e posicionamentos.

Em um dos gritos de guerra da UNE, assumiram que o que querem mesmo é implantar o comunismo em toda a América Latina, enquanto o deputado Jair Bolsonaro fez ecoar um sonoro e longo “Vão pra Cuba, vão pra Cuba!” Ainda assim, naquele momento final da sessão, com os ânimos exaltados, e todos misturados por ali, foi possível ver o furor da UNE, com ativistas dispostos a voltar na próxima sessão, marcada para 22 de abril. Ainda antes de sair, lembrei-me do que o deputado petista Molon disse a Marcos Rogério, ainda antes da sessão: “Me queira bem, deputado!, não colida comigo, divirja em alguma outra questão muito pontual e raramente, mas não colida, me queira bem!”

16 Responses to “Prossegue a batalha pela família – II.”

  1. O Papa está conosco!

    Vejam no site do Vaticano (news.va) a matéria “Não à manipulação educativa da infância”, afirma o Papa” – não boto o link pra não cair no filtro antispam.

  2. Vamos orar pelo prof. Hermes e os guerreiros que o acompanham!

  3. O Pe. Lodi é realmente um herói da fé, como o foi D. Pestana.

    Graças a Deus ainda temos alguns católicos com vergonha na cara como o prof. Hermes, que não confundem tranquilidade com irenismo.

    Daqui a bem poucos meses lá irão as ovelhas de poucos pastores, mais ruminantes e tranquilas que nunca, votar naqueles que usam dinheiro público para financiar as turbas anticristãs que as agridem.

  4. Pessoal,

    Sugiro que parem de ligar para o Congresso Nacional e comecem a ligar para as Dioceses, CNBB, colégios católicos, políticos católicos (vereadores, deputados….), seminários católicos, faculdades católicas, hospitais católicos, Nunciatura Apostólica, cobrando uma atitude expressa, ampla, geral e inequívoca diante desse projeto anticristão.

    Cadê a CNBB para emitir uma Nota Nacional (para ser lida e divulgada em todas as Missas dominicais, batizados, cursos de noivos, seminários, colégios católicos, hospitais católicos, movimentos da Igreja Católica: RCC, Cursilho…) contra este famigerado projeto totalitário que poderá extinguir a célula vital da sociedade: a FAMÍLIA BRASILEIRA.

    Já passou da hora de nossos bispos, pastores, sacerdotes, religiosos e leigos ficarem calados diante dessa IDEOLOGIA DE GÊNERO.

    Basta de omissões! Basta de Pilatos na cúpula da Igreja no Brasil.

    CNBB, bispos brasileiros, presbíteros, religiosos, seminaristas e leigos engajados, não podemos ficar calados, muito menos ter vergonha de denunciar esse projeto diabólico, “porque, qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos” (Lucas 9:26).

    Segue o alerta do Juiz dos Juízes, o Deus amoroso, justo e fiel:

    “Se vocês se calarem, as pedras clamarão (Lucas 19:40).

    PS.: Pouquíssimos bispos se manifestaram contra esse projeto totalitário. Caso esse projeto seja aprovado com a SUBSERVIÊNCIA dos pastores católicos (leia-se bispos) seria melhor fechar os TEMPLOS CATÓLICOS, SEMINÁRIOS, DIOCESES e PARÓQUIAS, pois será o fim da família, e por consequência, da Igreja Doméstica. Não vamos deixar apenas para alguns Joões Batistas (prof. Hermes-SP, pe. Lodi-GO, pe. Paulo Ricardo-MT, prof. Paulo (DF), Adrian (MG), dentre outros) clamarem no deserto. Devemos ser auto-falantes de Cristo para este mundo dominado pela “Antiga Serpente”.
    As futuras gerações agradecem!

    • alguém tem algum modelo de e-mail a ser enviado para os bispos? quero enviar um e-mail pedindo que arcebispo daqui se manifeste.

  5. Os gays não podem forçar que nossos filhos sejam gays nem o Estado pode apoderar-se de nossos filhos. Isso supera em grande escala qualquer fascismo ou nazismo na história e deve ser não apenas denunciado, mas deve impor à Igreja uma séria estratégia de desobediência civil, como previsto pelo Magistério Infalível. Essa não dará para católico nenhum engolir. Padre Lodi tem de gritar para todos os cantos. Isso não é revolução, mas sobrevivência. Será suicídio de nossas almas e oferta das almas dos nossos filhos aos ídolos de antão. Que o governo libere, então, a educação escolar em casa. Que nos deixe em paz com nossa Fé! Estão, na verdade, exigindo que entreguemos agora nossos filhos para futuramente serem oferta fácil para a pedofilia. De gênero para a pedofilia é só um pulinho! Isso já não é Estado de Direito, mas óbvia unilateralidade fascista e terrorista de uma tirania. Nem impostos deverão ser mais recolhidos! BASTA!

  6. Parabéns e obrigado prof. Hermes Rodrigues Nery pelo seu relato e por tudo.
    Obrigado a todos que estiveram presentes na votação.
    Se eu estivesse perto de Brasília, com certeza estaria lá.

    Conclamo a todos que morem em Brasília ou perto que estejam lá, defendendo a família brasileira, nossas crianças e contra a ideologia de gênero, a hora é agora.

  7. Isso nem é batalha pela vida, mas a mais grave guerra contra a segunda morte! Vejam o que o comunismo nos impõe: uma minoria de 2 % (dois por cento) impor sua conduta imoral, espiritualmente insana e anti-mandamento da castidade a outros 98 % (noventa e oito por cento)! E chamam isso de democracia! Todas essas regulamentações e essas comissões são inconstitucionais porque constituição nenhuma pode tirar a propriedade dos filhos pelos pais. Constituição nenhuma pode tirar de nós os que saíram de nós e eles têm de ser como nós, porque são frutos de nossas entranhas e não das entranhas dos comunistas! Santo Tomás de Aquino explicou muito bem à Igreja que isso não é lei e não tem de ser obedecida! Foi isso que quiseram com o concílio: anestesiar toda consciência e toda sensatez! Calar Santo Tomás de Aquino e Santo Agostinho! Já nem se trata de ser católico, mas de ser sensato! Não é possível isso! É muito pior do que a morte! Vou pegar meus filhos e irei enfrentar os tanques e que eles nos esmaguem, porque será muito pior do que ver meus filhos no inferno sem eu poder fazer nada em contrário senso! E estão obedecendo ordens da ONU, da Hillary Clinton e de fundações fabianas globalistas. Nenhuma justificativa para todas as guerras que os cristãos já tomaram iniciativa em defesa da Fé e da salvação das almas em toda a história pode fazer frente em gravidade, em conteúdo e em peso a esta guerra que teremos de travar e em larga escala e começando pela desobediência civil, pacífica, mas organizada e eficaz! Acordem e vejam que com o Marco Zero da Internet querem calar as últimas vozes que falam do estelionato e da tirania deles! Será cada um por si depois do Marco Zero!

  8. Democracia em que a minoria manda na maioria e exige que a maioria seja como ela e adote a sua conduta imoral e pecaminosa. Isso é democracia? E os trouxas respeitam como a uma divindade! Mas desrespeitam o Verdadeiro Deus e Seu Direito Divino! E depois vêm dizer de obediência e de submissão. Deus espera que confiemos nEle, mas há pressupostos! Há o pressuposto da mínima sensatez e outro da mínima prudência e, agora, a Igreja que gritava contra a tirania de direita se cala contra a tirania de esquerda, a qual quer APENAS o impensável! Que nossas indefesas criancinhas se coloquem contra sua própria natureza e aceitem que os bichos papões de criancinhas (os pedófilos) sejam os seus melhores amiguinhos! E todos se calam! Onde estão os cantores que cantavam bonito contra toda tirania? E acham que exagero, que sou radical, mas amanhã na escolinha a tia vai dizer que nada podemos dizer e que acionará a polícia pela lei de discriminação, apoderando-se da consciência de nossos filhos, porque a minoria é quem diz o que é discriminação e é tudo que não seja como ela! E o concílio veio para dizer que temos liberdade de consciência e que a maioria é quem manda e nem mesmo Deus manda, mas quem manda é a minoria! Prova de que a democracia se submete ao dinheiro, porque basta meia-dúzia de globalistas decidirem e mandarem o dinheiro que a questão está fechada e todos devem aceitar, sejam ou não a maioria!

  9. Caros fraternos, paz e bem!

    Se somos perseguidos (ideologia de gênero…) é prova cabal de que estamos seguindo fielmente os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Cuidado com as Autoridades eclesiásticas católicas que são diariamente elogiadas pela mídia mundial, agraciadas pelos governos locais e recebem títulos politicamente corretos…

    Devemos seguir Cristo não somente no Monte Tabor, mas tb no Monte Calvário. Hoje, Domingo de Ramos, inicia-se a nossa “via crucis” relativa à semana santa.

    A vida na Terra é um luta diária. Não precisamos temer o futuro, porque não estamos sozinhos. Não existe outro caminho para o Céu além do caminho da cruz. Jesus mesmo passou primeiro por ele. Depois vieram os seus melhores amigos: os Apóstolos (mártires, exceto S. João). Depois testemunharam os primeiros cristãos. Devemos ter em mente que este é o caminho mais curto e o mais seguro para alcançar o Paraíso Celeste. Não há atalhos!

    É preciso que as profecias bíblicas se cumpram. E, realmente, as profecias estão se cumprindo (apostasia na Igreja, perseguições aos cristãos, rumores de guerras, calamidades…). E a população mundial junto com a Igrejas (cristãs, judias e católicas) estão atraindo para si os Justos Castigos para a humanidade, principalmente para o Brasil. Nossos governantes são ateus, materialistas, hedonistas, hipócritas e corruptos! E quem os elege?!?
    Dai força Senhor Jesus para, juntos, lutarmos para a implantação do Seu Reino nas almas dos homens. Mas lutar como filhos de REI (corajosos e valentes), lembrando sempre de que depressa passarão os dias de Exílio nesta Terra efêmera. Que a gente possa aproveitar cada segundo neste planeta para acumular os méritos para o Céu, a nossa futura Pátria Definitiva.
    Feliz páscoa a todos!

  10. Hermes Rodrigues Nery e Pe. Lodi, como sempre formidáveis defensores da fé!

    É de católicos assim que precisamos. Que Nosse Senhor os abençoe!

  11. Que Deus abençoe todos os católicos que defendem a família! Como seria bom se em todas as paróquias os padres convocassem as pessoas para a luta em defesa da família, sem dúvida a ideologia de gênero não teria nem chance de ameaçar a inocência das crianças e jovens. Rezemos e façamos o que está ao nosso alcance, que os que bravamente estão em Brasília defendendo a Fé e a razão cristãs contem com as orações de todos os fiéis de boa vontade e consigam impedir que a ideologia de gênero seja implantada na educação.

  12. Na Venezuela está havendo uma Ideologia do Gênero. Falta até Gênero de primeira necessidade.

  13. Frates,

    Existe um adágio jurídico que diz mais ou menos assim:

    - Quem cala, consente!

    Então, podemos TERRIVELMENTE concluir:

    A CNBB é favorável ao projeto da Ideologia de Gênero! E ponto final.

    Essa é a verdade nua e crua, doa a quem doer e custe o que custar, pois sua atitude consiste no “silêncio comprometedor”, “omissão dolosa”, “crime abominável contra a instituição da família” que brada aos Céus e clama a Deus por vingança e justiça.

    Em tempo:
    Não venha a CNBB emitir uma NOTA PÓSTUMA e INTEMPESTIVA lamentando a aprovação dessa ideologia de gênero na Educação brasileira. “Rei morto, rei posto”. Significará a perda da credibilidade diante do povo de Deus, que levará a CNBB para o ostracismo. Ninguém a respeitará mais, a começar pelas autoridades públicas (que só respeitam a bancada Evangélica no Congresso Nacional em questões de moral e de fé). Será uma ONG!

    De FARISEUS e PILATOS, o mundo já está farto!
    Basta de lobos vestidos de ovelhas.

    Com é atual a admoestação do Juiz de todo o universo e de todos os homens:

    “Sede quentes ou frios, morno Eu Vomito” (Ap 3, 16).

    Durma-se com mais essa, CNBdoB!

  14. Mesmo que haja uma parcela da sociedade que acredita que gênero é uma construção social e não uma determinação genética, sempre haverá a outra parcela da sociedade que defenderá o valor da união entre o homem e a mulher e a importância dos papéis de pai e mãe na formação da criança. É uma luta ideológica, principalmente, mas que já tem vencedor. Os ganhadores serão os que apostarem na relação homem-mulher, pois somente esta é capaz de gerar vida.

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