Em defesa do intocável Concílio.

É única e exclusivamente para isso que trabalha o dicastério do Cardeal Braz de Avis: fustigar qualquer vestígio de “retrocesso” nas reformas conciliares. Retroceder, jamais! É preciso ir adiante na descristianização do mundo e na paganização da vida religiosa. Divulgamos, a seguir, as palavras do Secretário da Congregação para os Religiosos, Dom José Rodríguez Carballo – créditos da tradução a Blogonicus:

(InfoVaticana) O Secretário da Congregação para a Vida Consagrada, o franciscano José Rodríguez Carballo, número dois há um ano neste organismo vaticano encarregado da vida religiosa, esteve na Espanha neste final de semana para assistir à reunião da União dos Religiosos da Catalunha.

Nela, Carballo situou como um ponto importante da vida religiosa a fidelidade ao Vaticano II: Para consagrados o Concílio é um ponto que não pode ser negociado. E afirmou que aqueles que buscam nas reformas do Vaticano II todos os males da vida religiosa “negam a presença do Espírito Santo na Igreja“.

Explicou que na Congregação para a Vida Consagrada estão “especialmente preocupados” com este tema:estamos vendo verdadeiros desvios. Sobretudo porque “não poucos institutos dão não só uma formação pré-conciliar, mas também ante-conciliar. Isso não é admissível, é se colocar fora da história. É algo que nos preocupa muito na Congregação”.

27 Comentários to “Em defesa do intocável Concílio.”

  1. Estamos testemunhando a realização do complô da maçonaria contra a Santa Imaculada Igreja,ilustrado por Pierre Virion em Mysterium Iniquitatis.

  2. Bento XVI é o verdadeiro intérprete do Concílio Vaticano II. Sendo assim, não dá para rejeitar o Concílio e a sua verdadeira perspectiva. A crise de fé resulta da não colocação das reformas conciliares em prática. Não é o Concílio em si a causa da apostasia na Igreja, mas a má vontade dos que não rezam, não se sacrificam, não estudam, não praticam o catolicismo.

    • O problema, Gerson, é que o Concílio Vaticano II, em minha opinião, rompeu – mesmo que de maneira velada – com ensinamentos e dogmas perenes da Igreja. Só não enxerga as contradições trazidas por esse Concílio quem não quer… É só estudar, até mesmo de modo superficial para verificar o que afirmo. Um Concílio não admite interpretações tão divergentes, como ocorre com o CVII que tem duas vertentes: a “hermenêutica da ruptura” e a “hermenêutica da continuidade” defendida por Joseph Ratzinger, ambas, por sinal, trazem em seu bojo algo tão combatido pela Igreja ao longo dos séculos: o esvaziamento da Verdade, mais conhecido na atualidade como relativismo.
      No caso do Bispo José Carballo, em questão, e do Cardeal brasileiro Braz de Aviz – que devem integrar, no mínimo, o tal pacto das catacumbas citados pelos Bispos na assembleia da CNBB, pacto esse do qual eu já tinha ouvido falar, mas não tinha confimação (ei-la pela boca dos bispos brasileiros) – estes defendem a hermenêutica da ruptura. Isso pra não citar outras importantes autoridades eclesiásticas como o Cardeal Maradiaga, o Cardeal Kasper e o próprio Papa Francisco I.
      Ainda assim, oremos pela Santa Igreja e por nós mesmos, com certeza precisamos – eu, principalmente, conto com suas orações. Preciso delas. Grato!

    • Gerson…

      Ainda bem que alguém escreveu isso =]

  3. Esse Conciliábulo conseguiu de uma só tacada canonizar dois Papas e derrubar um. Ou vocês ainda acreditam no conto da carochinha de que Bento XVI renunciou por velhice e doença?
    Leiam novamente a Carta de Ratzinger ao clero descontente com a anulação das excomunhões dos Bispos da SSPX:

    “Amados Irmãos no ministério episcopal!

    A remissão da excomunhão aos quatro Bispos, consagrados no ano de 1988 pelo Arcebispo Lefebvre sem mandato da Santa Sé, por variadas razões suscitou, dentro e fora da Igreja Católica, UMA DISCUSSÃO DE TAL VEEMÊNCIA COMO DESDE HÁ MUITO TEMPO NÃO SE TINHA EXPERIÊNCIA. Muitos Bispos sentiram-se PERPLEXOS perante um facto que se verificou inesperadamente e era difícil de enquadrar positivamente nas questões e nas tarefas actuais da Igreja. Embora muitos Bispos e fiéis estivessem, em linha de princípio, dispostos a considerar positivamente a decisão do Papa pela reconciliação, contra isso levantava-se a questão acerca da conveniência de semelhante gesto quando comparado com as verdadeiras urgências duma vida de fé no nosso tempo. AO CONTRÁRIO, ALGUNS GRUPOS ACUSAVAM ABERTAMENTE O PAPA DE QUERER VOLTAR ATRÁS, PARA ANTES DO CONCÍLIO: desencadeou-se assim um avalanche de protestos, cujo azedume revelava feridas que remontavam mais além do momento. Por isso senti-me impelido a dirigir-vos, amados Irmãos, uma palavra esclarecedora, que pretende ajudar a compreender as intenções que me guiaram a mim e aos órgãos competentes da Santa Sé ao dar este passo. Espero deste modo contribuir para a paz na Igreja [...] Fiquei triste pelo facto de inclusive católicos, que no fundo poderiam saber melhor como tudo se desenrola, se sentirem no dever de ATACAR-ME E COM UMA VIRULÊNCIA DE LANÇA EM RISTE.
    À luz desta situação, é minha intenção unir, futuramente, a Comissão Pontifícia «Ecclesia Dei» – instituição competente desde 1988 para as comunidades e pessoas que, saídas da Fraternidade São Pio X ou de idênticas agregações, queiram voltar à plena comunhão com o Papa – à Congregação para a Doutrina da Fé. Deste modo torna-se claro que os problemas, que agora se devem tratar, são de natureza essencialmente doutrinal e dizem respeito sobretudo À ACEITAÇÃO DO CONCILIO VATICANO II E DO MAGISTÉRIO PÓS-CONCILIAR DOS PAPAS ( ps: algo que é nosso dever legítimo resistir, pois se trata da heresia do modernismo condenado por São Pio X).

    Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/2552-Vaticano-divulga-carta-de-Bento-XVI-sobre-excomunhao-dos-bispos-lefebvrianos#ixzz314eYZJQW

    Cada dia fica mais claro que essa turma de impostores travestidos de clérigos, forçaram a renúncia de Ratzinger e entronizaram Bergoglio com o objetivo claro de “fustigar qualquer vestígio de “retrocesso” nas reformas conciliares. Retroceder, jamais! É preciso ir adiante na descristianização do mundo e na paganização da vida religiosa”.
    Mas eles não irão muito longe porque “onde abundou o pecado, superabundou a Graça” (Rm 5, 20) . Quando todas profecias se cumprirem, por fim o Imaculado Coração de Maria triunfará… Eis aqui a minha esperança, eis aqui a verdadeira fonte da minha felicidade!

  4. Qual será a causa que os modernistas tem tanto medo de tocar nos erros do Concílio Vaticano II? Será que são cegos que não querem vê? O Concílio Vaticano II. Não tem nada definido como dogma de fé. Foi um Concílio totalmente pastoral. Trouxe em destaque todos os erros condenados pelos demais. O que ele afirmou de bom, os demais já tinha definidos. Ainda mais; uma coisa para ser boa, não pode haver fração de algo aproveitável. Não podemos aproveitar de águas poluídas para saciar a nossa sede. Dirá alguém! Mas se levarmos a um laboratório sofisticado, e tirar toda a impureza, não podemos aproveitar algo de bom? Bem! Ao nosso lado, temos as fontes cristalinas, jorrando águas a vinte séculos. Para que fazer este processo tão custoso para termos água potável? Não seria melhor bebe-la da fonte sem medo de nos contaminar. Ainda mais! Este negócio de ficar falando por aí. quem não obedece o Concílio Vaticano II. está contradizendo o que o Divino Espírito Santo falou neste Concílio. Uê! Que Divino Espírito Santo é este? Que está em contradição com os demais Concílios dogmáticos?
    Joelson Ribeiro Ramos.

  5. Monsenhor Brunero Gherardini, teólogo muito considerado em Roma e no Vaticano…, aplicou ao texto da Lumen Gentium o famoso verso da Terceira Égloga de Virgílio: “Latet anguis in herba” (A serpente se esconde entre as ervas). Isto é, a heresia se esconde sob as palavrasrs nebulosas do Vaticano II (ele se referia particularmente aos textos da Lumen Gentium).

  6. A Igreja passou a “existir” somente após CV II?

    Antes só ensinava a heresia ???

  7. Foi o Padre Ratzinger que com ajuda de um herege protestante inventou o famoso e diplomático ( leia-se ambíguo) “subsistit”.

    A doutrina católica sempre ensinou que a Igreja de Cristo É a Igreja Católica. Mas Ratzinger ( o “verdadeiro intérprete” do Concílio Vaticano II) mudou essa doutrina para:

    A Igreja de Cristo SUBSISTIT na Igreja católica.

    A mudança do “é” para o misterioso, vago, diplomático e poli semântico “Subsistit” foi sugerida por um pastor protestante a um perito conciliar do Cardeal Frings de Colônia, o então Padre Joseph Ratzinger.
    Padre Ratzinger levou imediatamente essa sugestão ao Cardeal Frings, que a levou ao grupo de Bispos alemães. Estes a receberam com entusiasmo, pois abria as portas para as outras “igrejas” cismáticas e heréticas, acabando com o “monopólio” da Igreja Católica relativamente ao título de Igreja de Cristo.
    E o Vaticano II aprovou o detonador “subsistit”.

    Bento 16 tentou salvar esse conciliábulo com a sofísta hermeneutica da continuidade à luz da (con)tradição, mas sua renuncia ao papado conciliar foi a prova que nem os hereges modernistas radicais, que defendem esse conciliábulo, engoliram esse sofísma ( que enganou muitos tradicionalista)

  8. O pessoal do Concilio Vaticano II viu que ele é um moribundo. A geração que sucederá não quer nada com esse catolicismo ao avesso. Então a geração dessa “primavera” cinqüentona está fazendo de tudo para que ele permaneça, podem até causar danos irreversíveis à Igreja para manter a ideologia do “Concílio”. Já temos um papa que danifica o papado e outros demagogos distribuídos nos dicastérios, gente da pior espécie eclesiástica. Esse papado já cheira muito mal, Francisco vai ser esquecido tão rápido como ficou célebre com suas demagogias e gestos simiescos. Olhem na História e vejam se tipos como esse permanecem.

    • Perfeita a sua colocação, Bruno. As atitudes desesperadas denunciam o início do fim de uma fase, triste fase. Eles estão moribundos, sem futuro e, por isso, se debatendo.

  9. Ser católico nessa realidade atual em que a Igreja se apresenta é desanimador…….. meu Deus… que bagunça!

  10. Vão pagar caro, principalmente o maçom, Dom João. O centenário de Fátima está próximo.

  11. não poucos institutos dão não só uma formação pré-conciliar, mas também ante-conciliar.

    Se pudesse gostaria de fazer ao Secretário as seguintes perguntas:

    1) Qual seria a formação pós-conciliar que o CVII quis dar aos Institutos em oposição a formação que era dada antes?

    2) Que Instituto seria o exemplo de formação pós-conciliar que quis o CVII e quais seus frutos na vida real?

    Se vê pelas palavras do Secretário que a formação pré-conciliar não é mais desejada pelo CVII,Pelo menos é isso que está dizendo o Secretário.

    Fiquem com Deus.

  12. “não poucos institutos dão não só uma formação pré-conciliar, mas também ante-conciliar. Isso não é admissível, é se colocar fora da história”.

    Imagine se eles irão admitir aquela formação pré-conciliar, com Escolástica na instrução, gregoriano e órgão na oração e na meditação, silêncio e adoração!!!
    Sob a batuta do “Cardeal Maradiaga” esse é o novo tom da Igreja Bergogliana:

  13. O desejo da manutenção dos termos do Concílio Vaticano II revela algo interessante: O reconhecimento da importância da tradição. O CVII já se tornou um cinquentão e seus defensores querem mantê-lo. Revelam, sem querer, que a idéia de evolução nos assuntos religiosos é uma falácia. Revelam inconscientemente que algo pode ser bom mesmo que vindo do passado. Embora tenham no passado criticado os que desejavam a manutenção das verdades católicas, hoje confrontam-se com aqueles que querem mudanças e desejam manter os padrões conciliares do passado. O posicionamento desses modernistas dá aval aos tradicionalistas, e desmente o que diziam com otimismo nos idos da década de sessenta.Os conciliares, sob essa ótica, viraram tradicionalistas.

  14. Novamente vemos a tentativa de transformar o Concílio Vaticano II como um “superdogma”, algo muito comum entre os modernistas, fruto da tal “hermenêutica da ruptura”.

    Quanto à hermenêutica da continuidade, criada pelo Santo Padre Bento XVI, que antes do Papado chamou a Gaudium et Spes de “anti-Syllabus”, deixei de acreditar na mesma quando li a encíclica “Pascendi” de São Pio X.

  15. Caríssimos Fratres, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

    Há cinco anos atrás eu jamais sonharia em relacionar diretamente o Concílio Vaticano II com a atual e catastrófica crise na Igreja. No máximo, culpava sua má interpretação.

    De três anos pra cá comecei a encontrar certa relação, embora de todas as formas tentava expulsar tal conclusão de meu coração, usando como escudo a “hermenêutica da continuidade”, sobretudo por ter como propagador o Santo Padre o Papa Bento XVI, a quem tanto amo.

    Nos últimos dois anos a situação foi se tornando difícil de contornar, devido à leitura de diversos artigos, textos e, principalmente, de 3 livros: “O derradeiro combate do demônio”, do padre Kramer, “Cartas a um padre – considerações sobre o Concílio Vaticano II” do prof. Orlando Fedeli e “Concílio Vaticano II – uma história nunca escrita” do prof. Roberto de Matei.

    Mas confesso que, para mim, o que tem sido determinante para confirmar a relação direta entre o CVII e a terrível crise na Igreja é o Papa Francisco I e tudo o que vem acontecendo em seu pontificado. Diante de seus gestos, palavras e ações, assim como daqueles que são diretamente ligados a ele e que estão a protagonizar os terríveis episódios do último ano.

    Diante das palavras de Dom José Rodríguez Carballo, número dois no Dicastério do Cardeal Braz Fariseu Fanfarrão de Aviz, não há como negar – até porque eles próprios não fazem questão alguma de esconder – que se busca implantar uma “nova igreja” em oposição à Igreja de sempre. Ora, a Igreja de Cristo possui 2000 anos de existência e 20 Concílios Ecumênicos anteriores ao Vaticano II. Quando os próprios defensores e propagadores do Concílio fazem questão de frisar que “é inadmissível” formar religiosos e viver conforme a Igreja “pré-conciliar”, mas ao contrário, que se deve implementar a vida e formação da “igreja do CVII” salientando que são Igrejas diferentes, só isso já me é suficiente para demonstrar que realmente houve uma ruptura.

    Não pertenço a qualquer associação tradicional, infelizmente vivo em uma região periférica de São Paulo onde “todos vivem felizes”, completamente ignorantes quanto à crise na Igreja e totalmente alheios aos seus problemas, mas confesso que o que vem acontecendo só vem reforçando minha fé na Igreja de Sempre. Não sou protestante, seguidor de uma Igreja fundada por homens. Se para mim é absurdo seguir uma Igreja fundada por volta do ano 1550 (como os luteranos), o que dirá uma Igreja fundada em 1964?

    Sinceramente, está se tornando cada vez mais claro que grande parte da atual hierarquia procura nos apresentar uma “nova igreja”, da qual são os porta-vozes, e não a mesma Igreja Católica fundada por Cristo e presente no mundo há dois mil anos. E isso é desesperador!

    Eu, como simples leigo, tentarei cada vez mais me aprofundar no Ensinamento da Igreja Católica tal qual ela é e sempre foi. Embora seja angustiante a situação atual, tentarei me agarrar à Barca de Pedro e ao que ela nos tem ensinado em todas as épocas, sem contradições. Diante das novidades que contradizem o que antes foi ensinado, simplesmente irei ignorar. Isso me machuca, mas seguirei esperando até que Nosso Senhor Jesus Cristo restabeleça seu corpo místico.

    P.S. Não sou sedevacantista, creio ser Francisco legítimo papa, e é por isso mesmo que a situação atual tanto me traz angústia e sofrimento.

    Viva Cristo Rey!

    • Nossa, parece até que fui eu que escrevi isso. Tirando o terceiro paragrafo que eu substituiria pela leitura da Pascendi (link postado pela Gercione recentemente), o resto parece a minha história. É bem isso, amigo Jose Santiago Lima, assino em baixo.

  16. Irmão José Santiago, sei o que você passou pois o que escreveu é muito semelhante ao que passei, só que como membro da Administração Apostólica São João Vianney, que nos últimos 5 anos começou a mudar de forma visível.

    Quase abandonei tudo e pensei em ir para a FSSPX, mas encontrei um trio de sacerdotes da ADSJV que permanecem fiéis a Verdadeira Santa Igreja que Dom Antônio de Castro Mayer defendeu e ainda defende na Eternidade.

    Como Deus não permite que sejamos tentados acima de nossas fraquezas, o Paráclito deixou para nós fontes onde podemos ainda nos refugiar em nossa região. Aos domingos, quando não tenho Santas Missas celebradas dignamente, rezo o Terço de Nossa Senhora pedido o fim da heresia modernista, para nos livrarmos dessas perplexidades.

    • Pedro, quais mudanças ocorreram na Administração Apostólica? Sinceramente não concordo com você. A Administração continua sendo a mesma desde o dia em que Dom Licínio mandou a carta de pedido de comunhão ao papa João Paulo II. Talvez você se refira a mudanças o fato de nela ter aumentado a fidelidade ao Sumo Pontífice e a rejeição à extremismos de outras associações, mas disso tenha certeza que nos orgulhamos.

  17. “A melhor falsa moeda, é aquela que se aparece com a verdadeira.”; acredito que não resta dúvida alguma de que: todo erro, heresia, tudo de ruim que durante 20 séculos foi condenado pela Santa Igreja de Deus, hoje levam ao caos, a desordem e a CONDENAÇÃO de muitas almas; são “reabilitados”pela nova interpretação. Onde estão os Direitos de Deus? Sua própria Igreja, ou melhor os mecanismos que inflaram dentro da Igreja, levam a chamada “auto” destruição, relatada por tantos prelados. O que vemos é uma tentativa de tapar o sol com a peneira, tentando “santificar ‘ os erros do mundo. Realmente não temos outra saída, temos que defender a nossa Fé, que nada mais é a causa de escândalo e condenação pelo mundo, como diria o apóstolo. Não podemos servir a dois senhores, pois assim estaremos servindo ao senhor das trevas.

  18. “A doutrina católica sempre ensinou que a Igreja de Cristo é a Igreja Católica.” Corretíssimo. Aliás, acredito . mais precisamente, que Jesus (A Cabeça) e seus fiéis (o corpo) é a verdadeira Igreja. Mas o título de Católica, hoje, pode ser entendido da mesma forma que era no tempo de São Pio X, por exemplo? Ela continua igual? Desde 1972, o Anti Cristo (Lúcifer) a está controlando por intermédio de traidores que, de várias maneiras, têm feito o máximo esforço para destruir a verdadeira Igreja, a partir do seu interior. Não é isso que vemos, desde o Concílio Vaticano II? Sendo assim, compreende-se a mudança da palavra “É” para a palavra “SUBSISTE”. Há, de fato, divisão real, oculta, na atual Igreja. Jesus está na parte santa; Satã, na parte apóstata.

  19. Para que o homem pudesse substituir a Palavra de Deus, que não passa, teria de não haver Deus. Toda mentira um dia cai, mas Deus deixa a mentira contra Ele mostrar seu terreno infértil, ineficaz, infrutífero, para que o homem veja Sua Palavra não como um desmando ou um capricho, mas como Vida e Sabedoria. Os homens acreditaram em homens para dizerem que a Igreja errou e multiplicar pedidos de perdão, mas em breve verão a maioria dos homens chorar de novo pela Igreja e pedirem perdão a ela. Há profecias marianas, “bispos se levantarão contra bispos”… Também um poder paralelo infiltrado na Igreja, com sede de sua auto-destruição, mistério maior da iniquidade, bem crescido, há de ser facilmente identificado, por mais oculto que queira ser, porque “quem como Deus?”, Ele mesmo sabe como fazer com que caiam na sepultura que cavaram para a Sua Esposa. Só lhe restará a perseguição e já creio que não virá de fora, mas de dentro da Igreja, com seu trigo e o joio invasor bem identificados como um céu azul e um céu nublado. “Ao Senhor pertence o poder, a honra e a glória”!

  20. O amor por Nosso Senhor e Sua Única Igreja, deve nos mover a resistir como os cristeros resistiram ao governo de sua época.
    Devemos resistir conforme os grandiosos católicos da Revolução francesa, resisitiram ao clero “revolucionário”.
    E ao exemplo de S. Atanásio resistiu ao arianismo, tudo passo e ele foi vencedor.
    Assim seremos nós, não por nossos meritos, mas pelos méritos Dele, Nossos Senhor. Nao devemos jamais abaixar a guarda, mas “ir para o ponto mais duro do combate”. (Trecho da oração de s. Luis IX, rei da França).