Papa: A Igreja não seja uma fábrica de impedimentos.

Por Domenico Agasso Jr - Vatican Insider | Tradução: Fratres in Unum.com – Para evangelizar é necessário «dialogar com as pessoas» e  «confiar na graça. A graça é mais importante do que toda a burocracia». Disse o papa Francisco na homilia da Missa celebrada esta manhã, na Casa Santa Marta, transmitida pela Rádio Vaticano. O Papa disse: «tantas vezes nós, na Igreja nos transformamos numa empresa para fabricar impedimentos, para que as pessoas não possam chegar à graça. Que o Senhor nos faça entender isso».

Quem na Igreja é chamado a administrar os sacramentos deve deixar espaço para a graça de Deus e não colocar obstáculos de tipo «burocrático». E, especialmente, não deve fazer cair do alto o anúncio mas deve escolher o caminho do «diálogo». «Quem faz a evangelização é Deus».  Papa Bergoglio enfatiza esses conceitos contrastando-os com o excesso de burocracia que por vezes, na Igreja pode ser um obstáculo para que as pessoas se aproximem de Deus.

O modelo de referência, afirma Bergoglio, é o Apóstolo Felipe. «Ele, Felipe, obedece, é dócil ao chamado de Deus. Definitivamente deixou tantas coisas que tinha que fazer, porque os apóstolos naquele tempo estavam tão ocupados na evangelização.  E ele deixa tudo e vai. E isso nos faz ver que, sem essa docilidade à voz de Deus, ninguém pode evangelizar, ninguém pode anunciar Jesus Cristo: no máximo conseguirá anunciar a si mesmo. É Deus quem chama, é Deus quem coloca Felipe na caminhada. E Felipe segue. É dócil».

Quando Felipe depois encontra-se com o Etíope, ele não faz cair do alto todo o seu ensinamento. «Você não pode evangelizar sem diálogo. Você não pode – repete Papa Francisco – Por que você tem que começar a partir de onde a pessoa deve ser evangelizada. E como isso é importante. “Mas, padre, assim se perde muito tempo, porque cada um tem sua própria história, vem com isso e com aquilo, tem suas próprias idéias …”. É perda de tempo. Mais tempo perdeu Deus com a criação do mundo e fez bem. O diálogo, perder tempo com a outra pessoa, porque é aquela pessoa que Deus quer que você evangelize, que você dê àquela pessoa a notícia de Jesus é o mais importante. Mas como ela é, e não como deve ser, como é feito agora.

«Pensemos então nesses três momentos de evangelização – conclui o Pontífice – a docilidade para evangelizar; fazer o que Deus manda, de acordo com o diálogo com as pessoas – mas no diálogo partimos de onde elas se encontram- e em terceiro lugar, confiando sempre na graça, pois a graça é mais importante do que toda a burocracia. “O que impede isso”? Lembre-se disso. Muitas vezes nós, na Igreja nos tornamos uma  empresa para fabricar impedimentos para que as pessoas não possam obter a graça. Que o Senhor nos faça entender isso».
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51 Comentários to “Papa: A Igreja não seja uma fábrica de impedimentos.”

  1. Devido à falta de objetividade das palavras do Papa, estou confuso e tenho diversas leituras desta homilia, e a que mais faz sentido é uma leitura à cardeal kasper, “dêm os sacramentos a quem pedir e não “burocratizem” “… Será isto !!! Pelo menos para muitos leitores é com certeza. Agora resta saber se foi essa a intenção do Papa, mas pelo andar da carroça assim parece.

  2. O Papa tem absoluta razão.

  3. Onde foi que o Papa aprendeu este tipo de evangelização? diálogo e mais diálogo e todos estão surdos!

  4. Já pensaram no tempo perdido se os apostólos em vez de evangelizar fosse dialogar primeiro?

  5. De novo vemos a mesma coisa.
    Devemos acolher o erro e sacrificar a doutrina (que agora é chamada de burocracia) em nome da misericórdia.
    Esse caminho de frouxidão só serve para afastar as pessoas que só conseguem ver nesse tipo de mensageiro um homem sem coluna vertebral, que não tem sequer confiança nas próprias convicções.
    Se o mensageiro não crê na própria mensagem e deixa claro que é preciso mudar de vida, de modo radical, para ganhar o Reino, quem acreditará? isso sem falar nos casos cada vez mais comuns em que o mensageiro, ele mesmo, não mudou de vida.

    ‘Depois que João foi preso, Jesus foi para a Galiléia, proclamando as boas novas de Deus.
    “O tempo é chegado”, dizia ele. “O Reino de Deus está próximo. Arrependam-se e creiam nas boas novas!”’ Mc. 1:14-15

    Jesus mesmo deixa clara a ordem da coisas: primeiro deve haver o arrependimento e depois virá a fé!
    Hoje em dia vemos mais e mais pessoas que querem inverter essa ordem, e agora até mesmo o Papa faz isso, para primeiro a fé e depois o arrependimento.
    Nós podemos mesmo dizer que o arrependimento nada mais é do que o início do aparecimento da verdadeira fé, portanto sem arrependimento não existe fé nenhuma!

    Arrependam-se e creiam nas boas novas!

    Assim fala um verdadeiro seguidor de Jesus Cristo!

    • O mal atacou até a misericórdia de Deus para poder liberar o pecado e assim ganhar mais almas no inferno. Convenhamos que o único objetivo do demônio é perder as almas e se divertir com as que estão no inferno, então ele usa de tudo para nos enganar, até mesmo a misericórdia. O que todos deviam saber é que Deus é o mesmo de sempre e não mudou depois do antigo testamento, ele tinha amor por todos, mas depois que o povo ficou desprezando ele(sodoma e gomorra, e dilúvio) ele agiu. Então, há sim um limite da misericórdia, e o limite é pecado contra espírito santo e a própria escolha do homem. Agora, se nós não rezarmos pro essas pessoas estaremos perdidos também, pois não teremos compaixão e de ninguém e como Deus vai ter compaixão da gente? Não devemos ficar caladinhos e dialogar, o certo é rezar para a conversão do mundo. Nossa Senhora já tinha avisado antes, nada dessas coisas que estão acontecendo no mundo aconteceria se as pessoas rezassem o rosário. Mas, o tempo não deixa, o trabalho não. Só que mesmo que tenhamos uma fração de segundo pra rezar, devemos usar desse tempo.

      Enfim, o demônio está tão desesperado que está usando até da misericórdia de Deus para atacar os pecados.

      Ps: Este comentário está apenas se referindo a interpretação errada da misericórdia, não está dando nenhuma indireta nem nada. E eu ainda sonho com o dia que a missa tridentina voltará a ser realizada. Já tou cansando até dessas músicas que estão tocando hoje nas missas…

  6. estmaos perdidos, a cada dia que passa cada vez mais a ideia do professor carlos reis esta sendo posta em pratica. os jesuitas, estão a serviço da nova ordem mundial

  7. Parabéns Papa Francisco! É a voz de Deus ecoando sobre a Terra através de seu porta voz. Não há mais lugar para o farisaísmo e o neofarisaísmo eclesiásticos. Esse tipo de atitude retrógrada só afasta as pessoas de Cristo e da Igreja

  8. Eu concordo com o Luís, essa homilia do Papa tem várias leituras. Hoje há sim burocratização nas paróquias. O próprio Padre Paulo Ricardo deu exemplos: um protestante convertido pediu o batismo e a secretária disse que inscrições para catequese só no outro ano, além das taxas, cursos de batismo que não dão uma verdadeira catequese etc. Para de casar, a mesma coisa, nenhum sacerdote informa os noivos sobre os elementos e bens do matrimônio, que se eles não os aceitarem, não podem casar, mas a taxa para a celebração do matrimônio é alta e alguns lugares tem cheque calção para o caso de a noiva se atrasar. Também os padres sumiram para atenderem confissões.
    Você tem que marcar, adivinhar o dia em que o padre estará disponível. Além disso, você precisa respeitar o dia de folga deles na semana, perturbá-los nesse dia é mais grave que descumprir um dos mandamentos.

  9. Caso se ache que Jesus está errado, não se tem que ” evangelizar” em nome d’Ele. Não há nenhuma nova a transmitir, seja a Boa Nova, seja a má. Caso se tenha dúvidas, não há porque ter atitudes titubeantes, pois então, pela conduta, pela linguagem não verbal, se estará propagando uma má nova, mais ou menos do tipo: ” pois é, você precisa mudar, sei lá, entende?Consulte seu coração, e veja qual é o caminho que você deve seguir.Ou não.Quem sou eu para lhe julgar?”Caso não se tenha dúvidas, as próprias palavras e a própria conduta serão uma Pregação Viva. Infelizmente, tenho uma impressão cada vez mais forte de que, na Hierarquia Católica Romana, temos pessoas deliberadamente pretendendo desconstruir as proposições do Credo, e as elaborações de detalhamento delas que a Igreja foi, no correr dos séculos, clarificando e definindo.Talvez porque seja um imbecil, sinto-me cada vez mais cercado de dúvidas e vacilações, num clima de crescente obscuridade.Vejo um novo calendário litúrgico onde, ao lado do Advento, da Páscoa, do Natal, uma arquidiocese vê um outro dia festivo, chamado parada gay, e o cita como uma oportunidade litúrgica para ” dar voz aos que não têm voz”. Os efeminados, os promíscuos, os, digamos em português do Brasil e não com “slang” norte americana,boiolas, não têm voz no Brasil?Ou fazem o maior ruido, o maior vozerio, impondo alienações e calando os que sintonizam com Deus, os que creem e propagam a sã doutrina, os que citam Pio XII, Pio X e outros com admiração, veneração e respeito?Acho que os sem voz, hoje em dia, são os defensores da VERDADEIRA liberdade, da Doutrina Católica Romana clássica, oficial, tradicional, do desvelamento de mentiras, falácias, e revelação do pecado e da patologia que existem atrás do homossexualismo, do assassinato de bebês, das badalações, da ” ficação”, da promiscuidade, do orgulho e da sensualidade.Precisamos dar voz aos que não têm voz?Vamos dar a aqueles que propagam a Liberdade dos Filhos de Deus.Além disso, quem disse que temos que dar voz aos que não têm voz, assim indiscriminadamente? Deveremos dar voz e tribuna aos que propagam que se seja viciado em cigarros cancerogênicos, aos que propõem que sejamos ” vivos” e nos apropriemos de verbas públicas, que façamos rituais com assassinato de pessoas para que consigamos ” subir na vida”, “obter audiência” e outras metas imediatistas, egoístas e alienadas? Deveremos dar voz aos que destroem a Paz, o verdadeiro progresso, a verdadeira liberdade, a verdadeira família,à poluição das águas( ah, agora sim.Reverenciamos o deus moderno do ambientalismo)?

  10. Não se pode colocar exigências demais e um peso muito grande sobre os ombros das pessoas mas, ao mesmo tempo, não se deve baratear a fé e tornar o cristianismo uma religião “lignt”, desfigurando-o.

  11. Nota dez para o comentário do papa Francisco. Onde não há diálogo, há monólogo! Deus, na história da salvação, sempre dialogou com os seres humanos, desde a criação: Javé chamou o homem:
    - ‘Onde está você?” (Gn 3, 9). Nessa semana, a liturgia diária nos mostrou a história de Paulo/Saulo. Ele presenciou o martírio de Santo Estevão, bem como perseguia os cristãos, retirava à força os “infiéis” e os levava para a prisão… mesmo assim a voz divina dialogou com o CARRASCO dos primeiros cristãos: ”
    - “Saulo, Saulo, por que você me persegue?” (At 9, 4). Pois bem, o papa tem toda a razão: “A Igreja não seja uma fábrica de impedimentos”.

    Deus é Amor! E não existe verdadeira caridade senão promover o Diálogo, respeitar o princípio do Contraditório e da Ampla Defesa.

    Quem pensa diferente, deveria rever os seus conceitos de cristianismo.

  12. Quero ver dialogar com os muçulmanos, para cada palavra um cristão morre!

  13. “Ouso dizer: a Igreja nunca esteve tão bem como hoje” (Papa Francisco)

    Um a cada quatro hispânicos dos EUA abandonou o catolicismo:

    http://noticias.gospelprime.com.br/hispanicos-eua-abandonou-catolicismo/

    Freira consulta com Medium:

    http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/15780/Religiosos-do-Fim-dos-Tempos-Freira-consulta-com-homem-que-incorpora-espirito-do-DrFritz

  14. Se por “impedimento” o Papa não estiver falando de coisas como proibir a comunhão para casais em segunda união, então devo dizer que o Santo Padre está coberto de razão. O discurso, porém, é muito ambíguo para os nossos tempos. Talvez alguém, daqui ha 500 anos, leia isso e ache lindo, mas hoje, nas circunstâncias atuais, o discurso pode significar muita coisa.

  15. 50 anos dialogando com o mundo e vemos quão evangelizado ele está, cada vez pior. Mais ateu em um canto, mais gnosticista no outro, mais muçulmano acolá, mais sectário logo ali, ou então ninguém foi dócil ao Espírito nesses últimos decênios e só protagonistas de si mesmo, e nesse caso vamos ter de incluir todos os papas desde o “papa bom” até Bento XVI.
    “Ah, mas importante é o diálogo. Diálogo sempre”, dizem eles. Já a evangelização vem bem…bem… bem…bem depois, se vir.
    Quero ver se os padres da igreja de Franciscos vão celebrar missa de Pio V quando algum fiel pedir, afinal não pode a Igreja ser uma “fábrica de impedimentos”.

  16. Bergoglio está agindo como os protestantes. Ele pega um caso ou versículo isolado, e já faz do seu mal entendimento das escrituras uma regra para toda igreja. Isso é tão devastador quanto é um furacão que arrasa uma cidade. Leva anos se não décadas para se reconstruir e se restaurar os estragos. De que “diálogo” ele fala (???) Qual é a burocracia (???) O bispo de Roma está querendo dizer que ter diálogo e não ser burocrático, é repetir sempre e de várias maneiras o que aconteceu em Córdoba; batizando-se uma criança adotada por duas lésbicas. Criança esta que não será educada na fé Cristã. Não nos esqueçamos que as lésbicas também no bojo dos “festejos” aproveitaram para serem crismadas; e, ainda dentro do templo em comemoração foram fotografadas e filmadas dando beijinhos na boca uma da outra. Esse é o tipo de diálogo e de desburocratização da “evangelização” bergogliana.

  17. Eu sinceramente não sei de onde tiraram “a falta de objetividade” nas falas desse Pontífice. Será que é preciso desenhar?

    _ “Quem na Igreja é chamado a administrar os sacramentos deve deixar espaço para a graça de Deus e não colocar obstáculos de tipo «burocrático».

    Aqui ele não está falando de um leigo qualquer, de uma ordem religiosa itinerante ou missionária ou do modo de se abordar aqueles a quem se pretende levar a mensagem de Cristo, mas se dirige claramente “àqueles que na Igreja são chamados a ADMINISTRAR OS SACRAMENTOS”.
    E até onde eu sei quem administra sacramentos na Igreja são os padres e os bispos. Então está explicado o telefonema à adúltera de Buenos Aires, o batizado da filha da lésbica, e o elogio à doutrina herética de Kasper. A Igreja não pode por impedimentos à graça ( sic!).
    O problema é que até onde eu sei, pelo que me foi ensinado pelo Catecismo mais básico, os sacramentos só produzem os frutos almejados, ou seja, só comunicam a graça se forem recebidos com as disposições requeridas.
    Os sacramentos dão ou aumentam a graça santificante. O batismo e a penitência dão a graça; os outros cinco aumentam a graça santificante e só se devem recebe-los estando na graça de Deus. Aquele que os recebe em pecado mortal comete pecado de sacrilégio.
    Mas se agora o fato da Igreja exigir que as pessoas tenham as disposições requeridas para receber os Sacramentos é “colocar obstáculo burocrático”, estamos perdidos! Estão transformando a Igreja de Cristo numa Casa da Mãe Joana diante de nossos olhos! Pelo andar da carruagem vamos ter anulações de casamento no atacado e a granel pra facilitar a comunhão dos adúlteros! Quem viver, verá!
    No tocante ao “diálogo” que ele tanto enfatiza é claro que ninguém pode evangelizar sem um diálogo. Num diálogo duas pessoas falam, questionam, fazem perguntas e dão respostas. Mas no caso de Bergoglio, o diálogo do qual ele fala é outro, pois numa certa entrevista ao jornal La Reppublica ele disse claramente:

    _ “As certezas absolutas são o refúgio de quem tem medo…Chega de fundamentalismo e de pensamento único, a verdade não existe sem diálogo.”

    http://www.repubblica.it/esteri/2014/03/13/news/basta_fondamentalismi_e_pensiero_unico_la_verit_non_esiste_senza_il_dialogo-80876973/

    O problema é que ele só diz isso se referindo aos Católicos! Somos nós que não podemos “fazer cair do alto o anúncio”, somos nós que temos que ser flexíveis, acomodar o Evangelho às necessidades de cada um pra fazer com que se sintam confortáveis, somos nós que temos que ser politicamente corretos!
    Porque ele não diz o mesmo para seus amigos judeus e muçulmanos?
    Em primeiro lugar certeza absoluta” é uma redundância. A certeza é, por definição, absoluta. Não existe tal coisa como “certeza relativa”: ou se tem a certeza, e portanto esta é sempre absoluta, ou não se tem certeza, e portanto vive-se na dúvida.
    Pergunte a um monge tibetano se ele tem ou não certeza que o Dalai Lama é a reencarnação do Buda? Pergunte a um muçulmano se ele tem ou não certeza de que existe um só Deus que é Alah e Maomé é seu único profeta?
    Ora, a fé é baseada na certeza; na religião, a dúvida serve apenas para alimentar a afirmação da certeza. O que pode ser diferente é o tipo de religião: as religiões não são todas iguais. E conforme é a religião, assim é o tipo de certeza. Assim podemos estar certos de uma coisa segundo uma religião, ou de outra totalmente diferente de acordo com outra religião.
    Se temos certeza das verdades e tradições transmitidas por Cristo à sua Igreja através dos tempos, não há outro diálogo senão aquele em que proclamamos sem meias voltas que Cristo é o único caminho, verdade e vida e em nenhum outro há salvação; porque não há outro nome baixo o céu dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos. (At. 4:12).
    A certeza da verdade é independente da opinião que possamos ter acerca dela; a verdade não depende do diálogo humano. A verdade não é construída pelo ser humano através do diálogo.
    Por outro lado, é até piada comparar o Apóstolo Filipe com o que esses impostores fazem hoje em dia. Filipe foi fiel em tudo ao mandato de Cristo:
    “Ide pelo mundo inteiro e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16, 15); batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo, ensinando-as a observar tudo quando vos ordenei”.
    A Tradição atribui ao Apóstolo Filipe a fundação da igreja de Bizâncio, cidade que mais tarde ficou conhecida como Constantinopla. Filipe, pregou o evangelho na Ásia Menor, na região de Hierápolis, onde conseguiu converter até a mulher de um cônsul romano pela eloquência de sua pregação. O cônsul, então furioso por este episódio, mandou prender a Filipe e matá-lo de forma cruel. Como os demais Apóstolos, Filipe também recebeu a coroa do martírio.
    Se São Filipe tivesse “dialogado” com esse cônsul romano segundo o estilo bergogliano, com certeza teria conseguido salvar sua pele, mas ao contrário do que afirma Bergoglio, o martírio de Filipe só vem provar que “As certezas absolutas são o refúgio de quem NÃO tem medo”.

  18. Olha com todo respeito ao Papa, mas quando vejo a situação dos Franciscanos da Imaculada, não posso deixar de pensar na hipocrisia desse discurso. Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. É muita cara-de-pau!

    E, ademais, rezemos para que ele não esteja com isso preparando o terreno para dar razão ao herege Kasper e para aprovar o sacrilégio de distribuir a Comunhão a pecadores impenitentes.

  19. Os protestantes sempre acusaram a Igreja de ser burocrata das graças de Deus.

    Por que não se diz de uma vez que basta crer para ser salvo. Faça oração a Deus diretamente sem intermédio de Nossa Senhora e dos santos( quanta burocracia pra fazer uma oração, santo pra todo lado e pra tudo, tá parecendo o inss).

    Melhor, contrarie lutero e seus filhos, vá desburocratizar mais, diga que nem há necessidade de uma Igreja. Cada um é uma igreja e pronto.

    Pensando bem, diga pra que ocupar Deus, o mundo resolve tudo por si só. Pronto, cada um por si e Deus por todos.

    Aproveita do legado do Papa João Paulo II – o santo canonizado pelo vaticano segundo(minha vontade), protestonizou os membros discentes da Igreja, quando de seu reinado; que deu liberdade aos erros dos neopentecostais e estimulando a livre leitura(interpretação) das Sagradas Escrituras e o resultado se vê: pietismo generalizado dentro das igrejas( bastava-nos tolerar os “piegas beatos” de antes, em vista da formação primária de fé deles)e acabe com agendadas de marcação de encontro com Cristo(“encontro com Cristo”, coisa mais pervertida – nos tempos de verdadeira doutrina, encontro com Cristo seria nos novíssimos, ou seja, na morte.

    Agora, para aqueles que acham falta de pudor, falar em tom grosseiro de Suas Eminências Reverendíssimas, eu, discente, digo aos docentes:

    Que Judas, o traidor, terá melhor sorte que estes;
    Que Sua Eminência Reverendíssima(gostou do tratamento respeitoso) o debochado Cardeal Kaspeta, com sua teologia KAPETIANA vá para os meios do inferno, lugar onde pode debochar a vontade;
    Que Sua Santidade, O Santo Padre, O Papa Francisco, que apoia e negligencia; idem!

  20. Eu fico muito confusa com tudo isso. Ao mesmo tempo que fico aliviada por ser pecadora e muitas vezes me esbarro na doutrina (ou burocracia, como foi colocado) ou se fico preocupada porque todas vezes que meu pecado me faz esbarrar na doutrina eu penso uma, duas, mil vezes que este pecado me AFASTA de Deus e que eu preciso voltar para Ele. Se essa barreira não existe (burocracia) onde eu vou chegar? Estarei me aproximando ou me afastando de Cristo?
    Estou no escuro.

    • Remetente
      Quem é que segue os ensinamentos dos modernistas do pós concílio e não anda nas trevas (???)

    • De fato, os pastores precisam tratar os fiéis com maior misericórdia, pois o mundo de hoje torna muito mais difícil a vivência da fé; em parte, porque as pessoas se tornaram indiferentes às coisas de Deus: o amor a Deus acima de todas as coisas, o amor ao próximo, o perdão, as virtudes, etc. Uma das melhores maneiras de um sacerdote ser misericordioso com os fiéis é dedicar tempo a ouvir suas confissões, pois o homem é pecador e precisa do perdão de Deus que lhe é concedido através sacerdote.

      “Do Santo Cura d’Ars, nós, sacerdotes, podemos aprender não só uma inexaurível confiança no sacramento da Penitência que nos instigue a colocá-lo no centro das nossas preocupações pastorais, mas também o método do «diálogo de salvação» que nele se deve realizar.” Bento XVI, Carta para proclamação de um ano sacerdotal por ocasião do 150º aniversário do Dies Natalis do Santo Cura D’Ars (16-06-2009).

      Penso que a palavra burocracia foi usada de maneira imprecisa na homilia do Papa. Burocracia não é sinônimo de rigorismo. A burocracia pode ser usada como pretexto para se praticar um rigorismo em relação aos fiéis. No entanto, isso talvez seja mais uma realidade européia ou romana (da cidade de Roma), onde ainda há sacerdotes preocupados com a doutrina da Igreja do que na América Latina, onde os sacerdotes se preocupam mais a administração financeira e burocrática das paróquias do que com o atendimento dos fiéis.

      A Igreja não é uma fábrica de impedimentos! Hoje mais do que nunca a Igreja tem um discurso de tolerância, que, às vezes, chega a indiferença em alguns casos. É necessário fazer distinção de cada caso. Em alguns lugares, há rigorismo. Em outros, laxismo. O mesmo se aplica a pessoas. Algumas são rigoristas, outras são laxistas. Cada caso é um caso.

      Quando às palavras do Papa Francisco, é preciso muito esforço para compreendê-las bem e não serem deturpadas, pois ele se preocupa em fazer um discurso gramaticalmente impecável nem se preocupa em evitar más interpretações. O Papa Bento XVI, por exemplo, era extremamente cauteloso nas palavras – e isso era admirável. Acontece que mesmo assim, ele foi vítima de muitas incompreensões. Talvez, por isso, o Papa Francisco agora não se preocupe mais com exatidão nas palavras. No entanto, assim assim isso é perigoso.

    • A doutrina é o caminho estreito. Fora dele, o abismo do pecado.

      Se rolou a ribanceira, volte para o caminho e dirija mais devagar para não sair da pista.

      Se a “burocracia” não existir, obviamente você se afastará de Cristo.

      O negócio é manter-se no caminho ou voltar para ele se sair da pista.

      É uma questão de mudar os hábitos de direção, só isso.

  21. O diálogo do apóstolo com o etíope foi só a apresentação. O resto, foi pregação. Aula mesmo, ao contrário das péssimas catequeses paroquiais (e seus péssimos resultados) de hoje em dia.

    Quer dialogar para chegar a um acordo? Será um produto híbrido entre paganismo e boa doutrina católica (ops! deve sair um texto do magistério conciliar e pós-conciliar como produto!).

    O Papa jesuíta esqueceu-se de que S. Inácio propunha que algo bom deve ter bom princípio, bom meio e bom fim. A burocracia (seja lá o que o Papa entenda como “burocracia” – seria liturgia, método, catequese?) normalmente é um meio. Sem um bom meio, não se chega a um bom fim (vicia um bom objetivo). Como jesuíta, deveria ser mais metódico.

    Deus faz a evangelização? E essa doutrina protestante de “sola gratia”? Não há colaboração do homem?

  22. Em tempo: o Papa gostaria de dialogar com os Franciscanos da Imaculada? Ou só com os terroristas islâmicos?

    • Em comentários dias atrás, alguns afirmaram que ser católico não está fácil. Eis que Sua Santidade Francisco I parece estar querendo dminuir, ou zerar qualquer “dificuldade”. Oremus!

  23. É o diálogo entre surdos, onde todo mundo fala, mas ninguém escuta.

  24. Acredito que esteja fugindo do assunto, mas realmente há uma burocracia nos “órgãos” da Santa Igreja. Venho de uma paroquia pequena da Diocese de Campos. Como morava na sede da paróquia, tínhamos a assistência do sacerdote todos os dias. Missas, confissões, catecismos, aconselhamentos, novenas, etc. Enquanto as capelas da zona rural, esses privilégios eram concedidos uma vez por semana, por mês, e outras até de dois em dois meses. Devido a poucos sacerdotes que disponha a diocese. Mesmo na sede da diocese a situação não era diferente. Aqui na arquidiocese do Rio de Janeiro, na capital há lugares que só há Santa Missa uma vez por mês, talvez seja a falta de padres. No Brasil há falta de padres, no mundo há falta de padres. Porém vemos tantos padres desempenhando funções atípicas da sua missão, da sua razão de existir. Pergunto: para que Nosso Senhor institui o Sacerdócio?
    “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
    Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.” Marcos 16:15-16
    É para isto: pregar o Santo Evangelho a TODA criatura, BATIZAR aos que crerem. Não para serem burocratas em empresas, órgãos de Estado, secretários, diretores, consultores, professores que não exerce seu sacerdócio. O voto de Castidade é justamente para a entrega total e sem reservas ao ministério sacerdotal, infelizmente a exemplo de Marta, deixa o necessário e se entrega ao secundário. Não impede que o sacerdote desempenha determinadas funções, que devem estar totalmente ligadas a Salvação das Almas, mas a situações que são verdadeiros servidores públicos ou funcionários de empresas privadas. Essa sim é a burocracia que se deve combater. Uma das razões para as reformas do Concílio Vaticano II, era a desculpa da falta de padres, para isso daríamos mais poderes aos leigos. Hoje bem sabemos que a falta de padres é a laicização da Igreja; onde procura-se tornar a Igreja mais leiga possível, enquanto que o Tesouro da Salvação não é distribuído aos necessitados. Se os padres, bispos, religiosos; dedica-se ao ideal da sua vocação, não teríamos tantos males sobre a Terra.

  25. Como sempre o Papa solta suas palavras à livre interpretação, cada um tire as consequências que quiser…
    Bom…mas pra quem faz teologia de joelhos com a super e ortodoxa colocação do Eminentíssimo Sr. Cardeal da Santa Igreja Roma Walter Kasper sobre o Matrimônio,não podemos nos espantar com suas colocações..

  26. Há muitas partes preocupantes nesse texto, mas a mais grave, com certeza é a que diz:

    “Quem na Igreja é chamado a administrar os sacramentos deve deixar espaço para a graça de Deus e não colocar obstáculos de tipo «burocrático».

    Principalmente em tempos em que se fala sobre a recepção do maior tesouro da Igreja para casais em segunda união. Não julguemos as intenções do Papa, mas que, com certeza, ele é um dos mais imprudentes da história – em todos os tempos – da Igreja, disso eu não tenho a menor dúvida.

    É um imprudente e um insensato. E insensatez eu utilizo aqui no seu significado real e não pejorativo. Aquele significado que costumamos encontrar em qualquer dicionário:

    “Procedimento de quem não reflete antes de agir.”
    “Irreflexão, inatenção, precipitação, inconsequência, inadvertência.”

    Esse é o dos menores males que se pode atribuir ao Papa, conhecendo seu passado como cardeal progressista. O outro, seria de uma malícia que nem seria melhor fazer referência.

    Nunca vi um Papa tão falastrão, cujas falas trazem inúmeras preocupações para a Igreja, em diversos de seus setores, como tradicionalistas, pró-vidas, alguns neo-conservadores, etc. Além do medo que ele provoca, sempre deixando, não uma brechinha, mas uma porta gigantesca aberta, de que pode mudar a a disciplina da Igreja, desconformando-a ao dogma católico

    Nunca vi um Papa tão irrefletido, cujas palavras, talvez sua intenção até seja boa, fale tão mal da Igreja, denegrindo indiretamente seus predecessores. E se é assim com os imediatos e ainda vivos, imaginem como não tenha sido com Pio XII. Eis que Bergoglio chega e tudo se faz novo, tudo se renova para melhor.

    Meu Bom Senhor, quando acabará esse falatório sobre mudanças e renovações?

    Só há mais uma palavra e um ps final:

    Não julgueis, para que não sejais julgados.
    Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.
    Mateus 7, 1-2

    Sim,Francisco será julgado com o mesmo juizo com que ele vem julgando a Igreja. Agora ou no futuro. Mas um dia esse juizo virá. Pois, não sendo um católico tradicional, pelos frtuos conheceremos a árvore e fora da tradição não há esperança nenhuma de salvação para a Igreja.

    Agora o ps:

    Todos os santos e doutores, no passado pré cv II, quando falavam em renovação, falavam em aplicar na Igreja, de forma mais profunda e estabilizante, a tradição que o próprio passado os deixou como legado. Quando seu dizia em renovar o canto sacro, não era para implementar o ‘rock sagrado que vemos hoje em dia, mas sim difundir o canto gregoriano por todas as igrejas. Quando se dizia em renovar a missa, falava-se em corrigir os abusos que nela existia, para conformá-las às rubricas; ou no máximo, um estudo aprofundado da patrística para melhor acomodá-la à Tradição. Tanto é que o Rito Tridentino, que é de origem apostólica, quando foi codificado, durou cinco séculos.

    Renovação hoje em dia é convocar seis pastores protestantes para fabricar uma missa nova que lhes agrade, E nem se converter eles se converteram…. Ninguém quer em seu estômago fruto podre.

    Sobre a música, bem, o que vemos é a maior degradação da história da Igreja em relação ao canto sacro. O diabólico se travestiu de sagrado e temos o que se costuma chamar de rock cristão. Nas missas e nessas cristotecas carismáticas.

    Parabéns CV II

  27. Não conheço muito a respeito de teologia (na verdade, conheço muito pouco; pretendo aprender mais), mas busco pautar minhas considerações levando em conta a lógica e a coerência de raciocínio. O que me deixa totalmente perplexo – a ponto de começar a questionar se o que eu estou pensando é que não é absurdo e fora da realidade – é a maneira como se fala em mudar o que é regra de fé na Igreja como se fosse uma roupa. Quer dizer que a Igreja pode mudar toda a sua doutrina conforme a vontade dos homens que a dirigem??? E Deus, onde se encaixa nesse raciocínio?
    Não tomemos esse discurso papal (suponhamos que ele estivesse somente falando de questões pastorais nessa circunstância, de posturas para com as pessoas, mas sem negociações com o que é regra de fé), mas consideremos o discurso de muitos bispos (como o Kasper no caso do divórcio), padres e teólogos incensados pelos bispos (que, se não aprovam, fazem vista grossa), que não negam querer alterar a doutrina católica em nome da “misericórdia”, da “pastoralidade”, do “diálogo”, no que se refere a casamento, a batismo, visão sobre a prática sexual, a aborto, ao endosso de determinadas ideologias, etc.
    Não tenho nenhum compromisso específico com essas questões por gosto pessoal (com algumas também tenho, mas com outras seria perfeitamente indiferente, a outras tornaria até as coisas mais “fáceis”), mas as considero como Verdade por crer ser Vontade de Deus. O que pensa de tão diferente quem vem propor que o que sempre se definiu como Vontade de Deus agora já não é mais?
    Ou será que querem dizer que não era (Vontade de Deus) embora fosse anunciada como tal? Se for assim, por que se deveria crer neles hoje, já que teriam mentido ontem?
    Enfim, foi apenas um desabafo.

  28. Gustavo Corção, já nos anos idos do recente-pós-concílio, nos alertava para uma perigosa dialética: a dialética do erro. Nela há o agitar-se de forças, não opostas, mas bi-unívocas como numa espécie de conluio centrífugo que mais não faz que estilhaçar ainda mais a verdade, pois que discordante nos acidentes, mas concordante na essência do engano, e do engodo.
    O texto que se segue é para ser lido fazendo a seguinte analogia: substituindo-se a palavra mística por “práxis pastoral” tem-se nítido o quadro atual de incineração de toda a fórmula, esvaziamento de toda a doutrina, burilação de toda a lei, desburocratização de toda a norma, laxação de toda a moral, desatamento de toda a justiça, confusão de toda a fé…

    http://www.academus.pro.br/site/pg.asp?pagina=detalhe_variedade&titulo=Variedades&codigo=92&cod_categoria=&nome_categoria=

  29. Continua a confusão pós CVII.
    Com pezinhos de lã tudo vai sendo permitido.
    Jesus Cristo nos libertou da escravidão para sermos livres. Mas livres para escolhermos a Verdade. Ensinou-nos os caminhos da oração, da penitência e do arrependimento. Mas arrepender-nos de quê? De acções e omissões, de pensamentos e palavras contra o que Deus quer de nós. A Sua Obra é grande, é enorme. E Deus nos pede apenas isto: Que reconheçamos a Sua Obra.
    Deus quer que o Glorifiquemos em cada acção, em cada pensamento. E esse é o Seu salário.

    O CVII está a levar-nos para a glorificação do homem.
    O Papa Francisco: “- A Igreja não seja uma fábrica de impedimentos”.

    Neste sentido, o Papa dirá que Deus é uma fábrica de impedimentos quando nos deu o Decálogo para cumprir?

    Nossa Senhora com o Seu “FIAT”, nos indicou a primeira forma de O servir:
    ” – Eis aqui a ESCRAVA do Senhor, FAÇA-SE em mim segundo a vossa palavra “.
    Ou com outras palavras: ” – Faça-se a Vontade de Deus “.

    Isto quer dizer que há realmente IMPEDIMENTOS e a Igreja Católica deve dar luta, assim como S. João Baptista deu a vida pela verdade que deve ser dita, sempre.

    Felizmente ainda temos muitos Padres que vão à luta e dizem a Verdade que deve ser dita, doa a quem doer, porque essa é a sua missão, anunciar a Verdade.
    E temos também (ou sobretudo), a FSSPX, que não só diz a Verdade, como TRANSMITE as Verdades da Igreja de Sempre.

  30. Vocês começaram a censurar os comentários?!?
    Agora só valem os POLITICAMENTE CORRETOS, segundo o ponto de vista do site?
    Será que somente vocês são fiéis à tradição da fé católica?
    Será que a Canção nova não tem católicos tradicionais, tais como: pe. Paulo Ricardo, prof. Felipe Aquino, dentre outros?
    Será que a CNBB é tão cruel assim? Cito apenas um exemplo: muitas passagens aéreas de defensores PRÓ-VIDA são custeadas pela CNBB, vocês sabiam disso?
    Entre Lutero e S. Francisco, fico com a Igreja dos papas!

    • Sr. Renato Assis, simplesmente não conseguimos moderar todos os comentários no mesmo ritmo em que eles chegam. Há mais de uma centena deles aguardando liberação. Pedimos sua clemência e misericórdia para conosco…

  31. A Igreja é um corpo, ela é hierárquica, mas Francisco em sua homilia se dirige a Igreja, como se ela fosse constituída apenas por apóstolos. Isso como se todos tivessem acesso e a mesma função do apóstolo diante de Deus. Deus não daria a sua Igreja uma hierarquia e depois trataria a todos como se fossem apóstolos. Na Igreja existe uma diversidade de dons, não são todos que possuem os mesmos dons, e até hoje não sabemos de onde surgiu esse dom de dialogar, que vem sendo pregado a 50 anos parece ter faltado a Igreja nos quase dois mil anos que precederam o Vaticano II.

    Essa homilia também é uma crítica velada a todos nós, que achamos no mínimo estranhas, as ultimas canonizações. O processo das canonizações, pode se dizer burocrático, mas o é porque as coisas tem que ter critérios e as canonizações não fogem disso. Nas ultimas canonizações o processo burocrático foi eliminado para que os canonizados obtivessem a graça dos altares.

    Tudo muito confuso.

  32. Hummm…
    Que cheirinho de liberdade, igualdade e fraternidade…

  33. Sr. Renato Assis;
    O sr. comenta que tanto a Canção Nova, quanto a CNBB possuem “Católicos Tradicionais”, o que discordo do senhor.
    Leia um dos textos deste “nosso” Blog, justamente sobre o que é um Católico Tradicional, que nada mais é que um Católico.
    Quanto ao Pe. Paulo Ricardo, ele apresenta-se como um Católico sincero, defensor da Igreja.
    Porém, quanto ao professor que o sr. se refere, apesar de aparentar uma maior “segurança doutrinária” que muitos de seus “irmãos de fé”, apresenta também as deformações típicas da heresia modernista, justificando muitas atitudes, palavras e “sermões” tanto de seu “fundador”, fundamentalmente modernista, de membros da CNBB e até de autoridades mais altas na hierarquia da igreja conciliar.
    Quanto à sua afirmação de que muitos movimentos “PRO-VIDA” são sustentados pela CNBB, lembre-se também que existe uma grande simpatia e total defesa de todas as liberdades, uma vez que essa gente é toda liberal e modernista, justificando e “auxiliando” a tudo e a todos, ou melhor, a quase todos, já que nós, Católicos, nem sequer a Missa (com ou sem Motu) essa gente nos oferece, dificultando em nome do seu maldito ecumenismo e liberalismo maçônico.
    Agora, quando o sr. comenta “entre Lutero e S. Francisco”, o sr. me faz lembrar um filme de um cineasta brasileiro (também protestante), Glauber Rocha, “Deus e o Diabo na terra do sol”, já que considera dois exemplos humanos que têm uma grande proximidade proximidade tanto com Deus, quanto com o diabo.
    Finalmente, quando o sr. coloca que fica com a igreja dos papas, o sr. deve se referir à igreja dos últimos papas, entre os quais eles canonizaram dois deles.
    Lamento informar-lhe, que caso o sr. estudasse um pouco mais a Doutrina e mesmo a História da Igreja, perceberia que essa igreja desses últimos papas, (de acordo com muitos documentos, entre os quais a Encíclica Pascendi, de S. Pio X, último Papa Santo da Igreja), nada tem a ver com aquela Igreja, Una Santa Católica e Apostólica, fundada por Nosso Senhor, sobre a Rocha de Pedro, pregada pelos Apóstolos, solidificada pelo testemunho e o sangue dos Mártires, vivida pelos Santos, nada, realmente nada mesmo, tem a ver com essa neo-igreja do concílio das maravilhas.
    Espero que estejamos errados, mas após pronunciamentos como o do vôo de retorno a Roma, este aqui publicado, telefonemas, batizados de filhas de gente de má vida em catedrais, e culminando no Sínodo dos Bispos em outubro próximo, a distância entre a neo-igreja e a Igreja Católica ficarão mais evidentes, e dessa forma, o senhor que escolheu estar na igreja dos papas, caso queira continuar Catpolico, deverá repensar sua opção…
    Vivemos uma triste era na vida eclesial, tal como nossos irmãos Católicos, quando do Grande Cisma do Ocidente; continuamos Católicos Romanos, mas quanto ao Papa, hummm, qual deles?
    Entre essa igreja dos papas e a Igreja Católica, desculpe-me, mas fico com a solidez de uma Igreja de mais de dois milênios, testemunhada por Santos, solidificada em Exemplos e Santidade, não em palavras bonitas, sorrisinhos, choramingos e onde tudo é possível por que “Deus é Dez!”
    Prefiro ficar com o “resto de Israel”, como nos diz o Santo Profeta Jeremias, de que ir para o fogo eterno com os apóstatas e hereges.

  34. Papa Francisco: blá,blá,blá,blá….amém.
    Mídia:Quanta humildade!
    Outras “religiões”:Ele é o melhor dos papas!
    Cardeais, bispos e padres: amém!
    Fiel católico: Santo Súbito!

  35. Entendo que essa fala é para legitimar todos os abusos que querem cometer seja na catequese, seja na liturgia, seja na música, etc.
    A “Protestantização” do Catolicismo agora é apoiada pelo Próprio Papa! Que esperar? Meus Deus… mais desolação pra nossa alma castigada.

  36. Gostaria de comentar a homilia do Papa. Repito: gostaria, Mas fiquei tão confuso, sem que fosse dado um só exemplo concreto de impedimentos e/ou burocracia, que não me resta alternativa senão confessar a minha ignorância. Mesmo lendo os abalizados comentários, continuo sem saber o que queria dizer o Papa.

  37. Caro Felipe Leão, paz e bem!
    Permita-me tecer algumas considerações que reputo importantes:

    Primeiro, inexiste essa história de católico tradicional e católico progressista. De duas, uma: só é possível ser católico ou não ser. Só existem no mundo duas realidades: a favor de Cristo ou contra o Cristo. Não há meio termo. É pegar ou largar. Jesus disse a Pedro (e a mais ninguém): em verdade, “tudo o que ligardes sobre a terra, será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra, será também desligado no céu”” (Mt 18,18). Aliás, somente os papas possuem as chaves do Reino dos Céus e ninguém mais. A Igreja sempre repudiou tais adjetivos: conservador, progressista… até porque, na prática, há hipocrisia de ambas as partes (um dito conservador – em regra – não vive sua castidade, sonega impostos, não contribui com o dízimo bíblico, elege políticos da cultura da morte, possui vida dupla e por aí vai…). Aderindo à fé católica, o fiel deveria aceitar as normas da Igreja (observar o decálogo, bem como os mandamentos da Igreja, os dogmas, o magistério dos santos padres, a tradição e a Sagrada Escritura, dentre outras). O que não ocorre na maioria dos casos.

    Segundo, lamentavelmente, muitos de vocês aqui no frates têm obsessão em criticar: as atitudes do papa Francisco, da CNBB, da Canção Nova, das atuais profecias (Mediugórie…), do Concílio Vaticano II, das canonizações levadas a cabo pelo Santo Padre… assemelhando-se aos protestantes de Lutero que causaram um GRANDE RASGÃO NA TÚNICA ÚNICA DE BRANCO. Penso que alguns caminham tb para um Cisma ou já estão vivendo nesse cisma. Somente a ideia de Igreja de vocês está correta (seus ritos, suas tradições, suas leituras, suas celebrações…). Será?!? Não sejamos soberbos, pois o orgulho levou muitos para a Perdição Eterna. Confiemos na ação do Espírito Santo que sempre conduziu a Igreja nestes dois mil anos de história. Ele é o eleitor invisível que elege os sucessores de Pedro no comando da Barca. Rezemos pelo papa, antes de criticá-lo. Jejuemos nas intenções do papa. Digo e repito: entre Lutero (que abandonou a Igreja, mesmo por motivos justificados) e Francisco (que se manteve fiel a ela), fico com a Igreja dos papas (dos primeiros aos últimos, passando inclusive pelos antipapas – que salvo engano foram apenas 37: Hipólito…).

    Terceiro, sobre o filme, de um cineasta brasileiro (também protestante), Glauber Rocha, “Deus e o Diabo na terra do sol”, não posso comentar pois não perco meu precioso tempo com futilidades que não me levaram a lugar nenhum, prefiro investir meu tempo livre em ler documentos papais (encíclicas, discursos…), assistir filmes de santos, praticar os exercícios espirituais de Santo Inácio de Loyola, passear com a minha família, ler a bíblia para o meu filho…

    Quarto, informo-lhe que conheço a doutrina e a História da Igreja. Mais. A igreja desses últimos papas, como também dos primeiros e até dos antipapas, tem tudo a ver “com aquela Igreja, Una Santa Católica e Apostólica, fundada por Nosso Senhor, sobre a Rocha de Pedro, pregada pelos Apóstolos, solidificada pelo testemunho e o sangue dos Mártires, vivida pelos Santos”.

    Um dúvida, qdo você critica a Igreja dos últimos papas (inclui tb o Bento XVI)? Parece que sim, não é verdade?!? Vc tem certeza disso?

    Não tenha medo de seguir a Igreja dos papas (inclusive Francisco) pois certamente irá para o Paraíso Celeste (mesmo passando por um período no Purgatório). Do contrário, você está correndo um sério risco de “ir para o fogo eterno com os apóstatas e hereges”

    Deus é dez, não tenho dúvidas disso!

    Na festa dos Santos: São Maïeul, abade; São Galtério de Esterp, Confessor; Santo Inácio de Láconi, religioso.

    • Renato Assis: pare de dormir com os olhos dos outros! Se v acredita na CNBB, não sabe que ela está aparelhada pelo PT, a serviço da TL, esquerdista desde sua origem, com D Hélder, D Arns, D Luciano e D Leonardo, D Demétrio da loja maçônica e muito mais etc., v está fora de nosso mundo,
      Se acredita em Medjugorje, então bota muita fé nos duendes e no saci pererê!
      Se acredita na Canção Nova: é devoto do Santo Padre Fabio de Melo, candidato a papa da Ditadura do Relativismo, além de adepto da devoção das 13 almas benditas, sabidas e entendidas.
      São esses os 3 que achei adequadas para lhe enviar, merecidas!

    • (…) “inexiste essa história de católico tradicional e católico progressista. De duas, uma: só é possível ser católico ou não ser. Só existem no mundo duas realidades: a favor de Cristo ou contra o Cristo. Não há meio termo.” (…)

      Conceda-se! Realmente se fosse assim, o princípio do terceiro excluído.(onde estaria o senhor? onde estaria os excluídos? sendo que o senhor defende a inclusão do pecadores e dos seus pecados(pecado é uma ofensa a Deus, sabia?) para dentro da Igreja.

      Porém o senhor reza em outra cartilha, a cartilha do diálogo, melhor a do “diabolo”- sua lógica é: “a verdade como processo contínuo e dinâmico(o relativismo)”.

      Este fato que se verifica em diversas “pregações” dos padres modernistas, dizem:
      “o evangelho nos ensina a dialogar, o povo vem a nós, os padres, com suas experiências com Jesus e dialogamos, daí tiramos o ensinamento revelado pelo Espírito Santo”(sic).

      Contrariamente – o senhor, sendo biblista, deve conhecer bem dos memoriais dos evangelistas esse fato, – Nosso Senhor Jesus Cristo ensina-nos como vencer os dialogos-diabolos(tentação) quando foi impelido pelo Espírito Santo ao deserto para ser tentado pelo demonio. Pois, aqui queria o demonio demover Jesus de seu plano salvífico, quando ainda nem sabia que se tratava do próprio Deus, e sua tentação seria inútil.

      Caso que ocorre nestes diálogos providos pelo Papa, o contrario, o demonio vence quando a resposta se opõe a verdadeira doutrina. Como venceu ao fazer valer (…)”as atitudes do papa Francisco, da CNBB, da Canção Nova, das atuais profecias (Mediugórie…), do Concílio Vaticano II, das canonizações levadas a cabo pelo Santo Padre”(…).

  38. Ao escrever o meu quase comentário, em 10/05/14, não constava do blog o comentário de Gercione Lima, o qual resolveu a charada. Sem dúvida, fico agora em paz.

  39. E assim vai se abrindo a porta da igreja pro inimigo entrar. Só eu estou sentindo um cheiro de reforma da reforma?

  40. Se o Papa Francisco falasse mais do que a Santa Igreja é e parasse de improvisar discursos, faria um enorme bem às almas. Sabem como? Anunciando o que ele recebeu de Deus, e não insistindo em interpretações personalistas.

  41. Hoje, domingo do Bom Pastor, o Santo Padre disse algo que penso que nos ajuda muito a entender o que ele pensa quando diz burocracia.

    “Sofro muita dor quando encontro gente que não se confessa mais porque foi repreendida, levou bronca do padre. È como se a igreja lhes batesse a porta na cara. Não façam isso! Misericórdia, misericórdia!”, completou, dizendo ainda: “Se lhes vier a dúvida de que estão perdoando demais, lembrem-se daquele padre que ia ao tebernáculo e dizia: “Senhor, eu perdoei demais, perdoe-me, mas foi você que me deu o mau exemplo!”.

    http://pt.radiovaticana.va/news/2014/05/11/papa_aos_novos_sacerdotes:_n%C3%A3o_tenham_medo_de_perdoar_demais!/bra-798361

    E se formos olhar os discursos anteriores do Santo Padre, veremos que ele sempre fala para os pastores tratarem bem as suas ovelhas, estarem com elas (“sentirem os cheiro das ovelhas”). Isso porque a maioria dos sacerdotes hoje estão preocupados apenas com a administração financeira e burocrática das paróquias e muitas vezes dão preferência a essas questões burocráticas (de administração, de escritório), como, por exemplo, assinar papéis (certidões de casamento, batismos), do que com lidar com questões propriamente espirituais, como abençoar, dar conselhos, ouvir confissões, etc. Se quisermos usar uma passagem da Bíblia para esclarecer isso, podemos usar Atos dos Apóstolos 6,1-7., quando os apóstolos instituem o diaconato, para poderem ficar livres das “questões sociais”, para poderem se dedicar exclusivamente as questões espirituais.

    Em um livro da década de 1960, um sacerdote alemão, já apontava pra deformação do sacerdócio em uma espécie de profissão burocrática, em que o sacerdote se transforma numa espécie de servidor público, preocupado apenas com questões burocráticas.

    “ ‘Pfaffe’ é o mercenário da religião,ao passo que o sacerdote é o tipo de ser humano elevado e purificado pelo exercício do seu ministério. O termo ‘Pfaffe’ satiriza a atividade sacerdotal encarada como negócio;” p.18

    (Pfaffe é o sacerdote mercenário.)

    “Não pode ser bom sacerdote quem não for verdadeiramente espiritual. Não há por isso nada de mais repugnante do que um sacerdote tíbio e sem vida interior. O seu ministério contradiz a sua vida, a sua vida opõe-se ao seu trabalho, fazendo-o perder o seu significado e reduzindo-o a uma simples mentira.” p.18-19.

    “Mas o que caracteriza o sacerdote mercenário é o fato de converter o sagrado ministério em mecanismo e rotina, numa ausência do mais elementar espírito religioso.” p.19

    “O sacerdote-funcionário já não aplica à sua conduta é à do homem o critério de Cristo, mas sim um repertório casuísta.” p.19

    Fonte: O Sacerdote No Mundo – Josef Selmair, Editorial Áster Lisboa, 1960, Lisboa (Die Priester in der Welt)

  42. Renato Assis, embora você não tenha se dirigido a mim, peço que me permita responder algumas coisas que você disse, porque o seu comentário começa dizendo: “inexiste essa história de católico tradicional e católico progressista. De duas, uma: só é possível ser católico ou não ser” e depois diz: “lamentavelmente, muitos de vocês aqui no frates têm obsessão em criticar (…) Somente a ideia de Igreja de vocês está correta (seus ritos, suas tradições, suas leituras, suas celebrações…). Será?”

    Ora, se só há um modo de ser católico (o modo fiel a Cristo), e não um progressista ou conservador, como é que os outros modos que você parece defender (por exemplo, o reformado pelo concílio, o seguido pela Canção Nova, o do papa Francisco, o do Papa Bento XVI, dentre muitíssimos outros que mostram o quanto há de divisões na “Igreja” as quais ultrapassam os conservadores da mudança e os progressistas que querem ainda mais novidades) podem ser católicos, se são todos diversos? Você mesmo disse: “só é possível ser católico ou não ser.” Seu comentário, para mim, pareceu ser contraditório.

    Eu concordo com a primeira parte do que você disse, mas a segunda é completamente diferente e confusa. Católico é aquele que segue a Igreja de Cristo, sem novidades perigosas, sem seguir erros que o Magistério da Igreja condenou. No princípio, porém, a Igreja era apenas Igreja, cristão era apenas cristão, não havia a necessidade de outros nomes, porque os fiéis de Cristo constituíam a única Igreja de Cristo, formada na pedra angular que é Cristo e visivelmente unidos em torno do Papa, pedra visível. Mas desde o século primeiro, o inimigo tenta joeirar muitos, e consegue que muitos armem ciladas e divisões, se passando por cristãos sem serem. Então, com as seitas gnósticas e outros hereges se dizendo cristãos, os verdadeiros cristãos, unidos à Tradição apostólica, chamaram a Igreja de Católica, porque é a única Igreja, seja onde for, é a Igreja Universal de Cristo, de sorte que para nos diferenciarmos dos hereges que se dizem cristãos, e há muito tempo, tivemos, como sendo nós os cristãos verdadeiros, que nos chamar de católicos. Esta pelo menos é a história que eu entendi.

    Surgindo as mesmas divisões no interior da Igreja Católica, com hereges se chamando de católicos sem serem, como somos nós os cristãos verdadeiros, seguidores da Doutrina e da Tradição dos Apóstolos, como católicos verdadeiros e fiéis a Jesus Cristo, temos de nos diferenciar dos hereges que mancham o nome da Igreja e temos de nos chamar de católicos tradicionalistas, afinal não somos progressistas, nem conservadores de novidades fora da Revelação Divina; como os gnósticos não eram cristãos, como os protestantes, ainda que digam seguir Cristo, não são cristãos, os católicos conservadores de novidades ou católicos progressistas, não são católicos, são todos, se agem conscientemente, anticatólicos, antitradicionalistas, anticristãos!

    Se todos se chamarem de cristãos, nós, verdadeiros cristãos, devemos ser chamados de católicos; se todos dizem ser católicos – seguidores de Cristo, sem sermos seguidores de doutrinas e costumes de homens mas somente seguidores fiéis de Cristo e do que é Cristo –, para nos diferenciarmos dos falsos católicos, nos chamamos de tradicionalistas. É lamentável ter que ser assim, porém essa diferenciação dos nomes é necessária hoje.

    Logo, aqueles que se dizem católicos, mas conscientemente não seguem o que a Igreja sempre seguiu, não podem ser católicos, como aquilo que a Igreja nunca praticou (a exemplo: invenções, liturgias criadas pelo capricho de homens guiados por uma sede insaciável de modas, pastorais e doutrinas deformadas nos mesmos moldes, etc.), também não é católico e portanto não é da Igreja!

    Se Papas, como os últimos, passaram a abandonar o que sempre foi e é da Igreja, só podemos rezar, lamentar e resistir, porque caso contrário colocamos em perigo a nossa Fé, e podemos deixar de ser católicos. Não podemos seguir um papa que apoia erros, e ao mesmo tempo seguir os Papas santos do passado, aqueles que se tornaram mártires para defender a Fé Tradicional da única Igreja de Cristo e confortar os irmãos nesta Fé!

    Você, Renato Assis, se sente confortado e acha que seus irmãos estão sendo confirmados na Fé Católica, com o papa Francisco defendendo a ideia do cardeal Kasper sobre comunhão a recasados? ou falando que não é ninguém para julgar homossexuais? ou dizendo que Deus não é católico, que todas as religiões são boas e outras contradições com o Magistério da Igreja? Será que quem se sente confortado pelo papa Francisco, se sentiria com o Papa São Pio X? e o contrário? Um papa contraria o outro Papa, sendo, pois falso dizer que há continuidade e que são da mesma Igreja.

    Como, sabendo disso, você diz que fica com a Igreja dos papas e até dos antipapas, se os antipapas nunca foram papas da Igreja de Cristo? Você é da Igreja de Cristo ou da dos papas e até da dos antipapas? Creio que você esteja enganado historicamente, pelo que disse. Os antipapas não foram papas, eram cismáticos que se diziam papas, sem serem papas legítimos, eram usurpadores do posto de Papa, e nada mais; a não ser que seja eu o enganado, mas nem na lista dos papas os antipapas entram, porque se entrassem a lista teria mais de 300 papas, e não 266.

    O papa Honório I, por não ter combatido uma heresia, foi condenado pelo Papa São Leão II. Quem você segue? os dois? Não pode, meu amigo. Ninguém serve a dois senhores, porque se diz servir, só serve ao mau! Claramente, pelos seus escritos, São Pio X condena os atos de Francisco desde o começo do século XX, e o mesmo se dá pelo contrário, porém implicitamente.

  43. Francisco diz que batizaria até marcianos.
    De forma inusitada, Papa defendeu a liberdade do Espírito Santo.
    Falando sobre a liberdade do Espírito Santo, o papa Francisco fez nesta segunda-feira (12) uma reflexão curiosa, durante a qual disse que daria os sacramentos católicos até a extraterrestres.

    “Se amanhã aparecesse uma expedição de marcianos, por exemplo, alguns viessem até nós – verdes, com aquele nariz longo e as orelhas grandes, como desenham as crianças – e um deles dissesse ‘Eu quero o batismo’, o que aconteceria?”, perguntou-se o Pontífice.

    Segundo Francisco, o Espírito Santo “sopra para onde quer”, e os fiéis, os padres e a Igreja não podem impor limites a ele. “Então quem sou eu para colocar impedimentos”, disse o Papa, já respondendo à sua questão. A declaração foi dada durante uma missa na residência de Santa Marta, no Vaticano.

    (uma matéria que li num site de notícia acerca do que se comenta aqui, minha opinião, esse Papa arde em fome e sede de compartilhar a graça que ele recebeu de Deus)