Papa Francisco e Dom Fellay, o encontro. Mais detalhes.

Andrea Tornielli traz mais detalhes sobre o encontro entre o Papa Francisco e Dom Bernard Fellay, superior geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

“O encontro teria ocorrido nas primeiras semanas de 2014. Dom Fellay fora convidado para jantar em Santa Marta pelo bispo Guido Pozzo, secretário da Pontíficia Comissão “Ecclesia Dei” e pelo arcebispo Augustin Di Noia, vice-presidente da mesma comissão. Junto ao prelado tradicionalista estiveram presentes o padre Niklaus Pfluger e o padre Marc Nely (primeiro e segundo assistente do superior geral, que naquele dia assistiram à Missa celebrada pelo Papa em Santa Marta [mas não concelebraram], de acordo com o que noticiou a agência IMedia).

O Papa estava à mesa de costume no refeitório da Casa Santa Marta; Fellay, com seus dois assistentes, Pozzo e Di Noia, estavam numa outra mesa. Quando Francisco se levantou ao fim do jantar, o superior da Fraternidade São Pio X fez o mesmo e caminhou em direção ao Papa, ajoelhando-se para pedir uma benção. O encontro foi, portanto, breve, não se tratou de nenhum audiência, nem de um longo colóquio face a face. Viver em Santa Marta permite e facilita ao Papa Bergoglio esse tipo de contato, mais ou menos casul.

Com o retorno, no último mês de agosto, de Dom Pozzo à “Ecclesia Dei, depois de um parêntese de alguns meses na Esmolaria Apostólica, era esperado que se pudesse reatar o diálogo entre a Santa Sé e a Fraternidade São Pio X. Na Congregação para a Doutrina da Fé há, todavia, aqueles que reivindicam– depois de anos de diálogo e depois da não aceitação do preâmbulo doutrinal — um novo ato formal contra os lefebvrianos. No momento, parece, porém, prevalecer a linha de espera.

O jantar com Di Noia e Pozzo, e a benção papal, é um episódio certamente emblemático de acolhimento por Francisco. Seria, no entanto, um erro lhe atribuir excessiva importância em relação a eventuais desenvolvimentos sobre a posição dos lefebvrianos.

[Atualização - 12 de maio de 2014, às 12:35] A página oficial do Distrito da França da FSSPX faz o seguinte esclarecimento – tradução de Fratres in Unum.com:

Os Padres Pfluger e Nély nunca assistiram à missa privada do Papa e os jornalistas que o afirmam teriam muita dificuldade em indicar o dia dessa suposta assistência. Eis os fatos:

Em 13 de dezembro de 2013, Dom Fellay e seus assistentes foram a Roma, a pedido da Comissão Ecclesia Dei, para um encontro informal. Ao fim dessa reunião, Dom Guido Pozzo, Secretário da Comissão, convidou seus interlocutores para almoçar no refeitório da Casa Santa Marta, onde a eles se juntou Dom Augustin Di Noia, secretário adjunto da Congregação para a Doutrina da Fé. É nesse amplo refeitório que o Papa faz suas refeições diárias, afastado de outros comensais.

Dom Pozzo apresentou Dom Fellay ao Papa no momento em que ele deixava o refeitório. Houve uma breve conversa onde Francisco disse a Dom Fellay, de acordo com a fórmula usual de polidez, “Estou muito feliz em conhecê-lo”; ao que Dom Fellay disse que rezava muito, e o papa lhe pediu para rezar por ele. Este foi o “encontro” que durou alguns segundos.

Na entrevista que concedeu a Rocher (abril-maio de 2014), Dom Fellay havia respondido à seguinte questão: Houve alguma aproximação oficial de Roma para retomar contato desde a eleição do Papa Francisco?  – “Houve uma aproximação ‘não-oficial’ de Roma para retomar contato conosco, mas nada mais e eu não solicitei uma audiência como eu pude fazer após a eleição de Bento XVI. Para mim, atualmente, as coisas são muito simples: nós permanecemos onde estamos. Alguns concluíram dos contatos realizados em 2012, que eu coloquei como princípio supremo a necessidade de um reconhecimento canônico. A preservação da fé e a nossa identidade católica tradicional é primordial e continua sendo nosso primeiro princípio”.

28 Comentários to “Papa Francisco e Dom Fellay, o encontro. Mais detalhes.”

  1. Eles assistiram a Missa do Papa, que certamente foi na Forma Ordinária. Esse ato revela uma atenuação significativa na rigidez tradicionalista. Em breve A FSSPX estará na plena Comunhão com o Papa. A rigidez tradicionalista se abranda ou se quebra, ou eles estão compreendendo que o único caminho da salvação, atualmente, é o caminho da Misericórdia, traçado por Jesus Cristo através de Santa Faustina Kowauska. Enfim, a Justiça tradicionalista se transforma em Misericórdia. Optar pelo caminho da Misericórdia não significa afirmar que está tudo bem, mas reconhecer que tudo está mau, e buscar a salvação das almas por um outro meio, já que a Igreja não pode deixar de cumprir a sua Missão Divina que é salvar. A Igreja salva sempre, quando não pela Justiça, então salva pela Misericórdia, mas nunca poderá deixar de salvar. Num tempo quando reinava a paz e a ordem, quando a justiça governava a Igreja e o mundo, estávamos nos mistérios gozosos da Igreja, mas quando chegou o tempo da apostasia geral, a Igreja passou a viver os seus mistérios dolorosos, depois do tempo da Misericórdia, que é o tempo doloroso da Igreja, teremos o tempo dos mistérios gloriosos. Portanto, depois da Misericórdia teremos a Vitória total da Igreja sobre o mundo e o pecado. A apostasia atual aponta para uma total ressurreição e restauração da Igreja, muito melhor que antes, pois assim como Cristo ressuscitou imortal e impassível, a Igreja participará de uma glória semelhante. Portanto, não tenhamos medo de acompanhar o Papa no caminho da Misericórdia, na via dolorosa atual. Devemos ser Misericórdia, pois Deus é Misericórdia, e nós, que somos imagem de Deus, não podemos ser diferentes do que Deus é: Amor e Misericórdia para com todos.

  2. Sempre bem midiático esse papa. Agora querendo ter popularidade entre os tradicionalistas depois de tanto ter feito para perdê-la. Imaginem a manchette: PAPA FRANCISCO SE REÚNE COM LÍDER LEFEBVRIANO, então uma massa imensa de tradicionalistas pouco avisados dirão: veja! o papa não é hostil aos tradicionalistas!!!

  3. Eles devem fazer o mesmo que fez DOM RIFAN, e os institutos tradicionalistas que hoje estão em plena comunhão com a Santa Sé. Se não faz é por puro orgulho.

    • Vc. não acha que pode ter problema de consciências e doutrinário para a não aproximação? É simples assim, “puro orgulho”? Cuidado com o juízo temerário.

  4. Se com Bento XVI já era difícil uma apromixação, imaginem com o Papa Francisco! Acordem!!!!!

  5. digo: aproximação

  6. Gerson,

    Sonhar é possível, o que não é possível é querer passar por cima do desmentido da FSSPX. Não houve missa, meu filho! Foi só um encontro pós-almoço de alguns segundos. Afff!

  7. “Se não faz é por puro orgulho.” Jeff Costa, cuidado com o pecado de juízo temerário. Ademais, se for para a FSSPX trair Dom Lefebvre como Dom Antônio foi traído por quase todos em Campos/RJ, melhor continuar rezando pelo fim do modernismo.

  8. Como disse em outro post sôbolo assunto, seria muito difícil uma reunião entre o Papa de Dom Fellay passar despercebida na imprensa tanto católica como laica. O que aconteceu foi um encontro quase fortuito.

  9. Irrelevante.
    Menos digno de nota do q a “audiência” com Frei Betto.

  10. Que a Igreja não seja uma fabrica de impedimentos !

    Porque tem tanta rigidez com os Tradicionalistas ?????

    Porque tantos impedimentos com os Tradicionalistas ????

    Porque tanta burocracia com os Tradicionalistas ????

    Quando para os inimigos da Igreja não existe nenhum impedimento !!!!!

  11. O Santo Padre lava os pés de indigentes, miseráveis, os mais vaiados doentes e até de muçulmanos. Será que ele lavaria os pés de um padre da FSSPX na próxima missa de lava-pés? A meu ver, isso seria um excelente gesto de ecumenismo e misericórdia de uma Igreja inclusiva.

  12. Não é hora para acordos com Roma, na minha opinião. Francisco já deu provas de que é autoritário com os tradicionalistas e condescendente ou mesmo parceiro dos modernistas, a perseguição aos Franciscanos da Imaculada e sua felicidade com as ideias do cardeal Kasper são evidências: é perigoso. Se com Bento XVI não teve acordo, só se Dom Falley for um apóstata, se ele abandonar a Tradição e a Verdade para fazer acordo com modernistas ainda piores.

    Basta promover e tentar difundir cada vez mais no mundo inteiro a Fé Católica, sem esconder nenhuma Verdade da Fé para agradar a hereges que não querem seguir a Igreja. Porque fazer acordo com quem tenta a todo custo canonizar um concílio que tanto mal fez à Igreja, é trair a Igreja, é ficar vendo os erros que a Igreja sempre condenou serem espalhados e não poder dizer nada, como os conservadores, os quais deixam a Igreja ser humilhada sozinha, o que é também humilhar a Igreja!

    Se fazem um acordo, e continuam a falar a Verdade, que é Jesus e a Sua Igreja Católica, rapidamente serão punidos e perderão a “plena Comunhão”. Então, ou se calam e deixam a Igreja ser humilhada sozinha, ou são humilhados com a Igreja por muitas calúnias porque são a Igreja. Nenhum servo é maior que seu Senhor, disse o nosso Senhor, e Cristo, nosso Senhor, sofreu a paixão, com o ódio do mundo; a Igreja, pois, conjunto dos servos do Senhor, o Corpo do Senhor, não pode abandonar seu Senhor, e só quem não quer ver não vê que estamos no tempo do sofrimento da Igreja.

    É claro que a união com o Papa é fundamental, sem ela não seríamos Igreja, porém se temos que romper a união com os Papas do passado, que ensinavam a Doutrina de Cristo, para nos unirmos com um papa que diz coisas novas e erradas, uma doutrina nova e do mundo, nós perdemos a união com a Igreja, cuja pedra angular, invisível, transcendente e sem a qual não existe, é Cristo, que o Papa representa como pedra visível na Igreja. Pois Jesus é sempre o mesmo, igual ontem, hoje e sempre, não muda, e se alguém diz que a Lei da Igreja, que a Lei de Cristo, muda, se alguém diz coisas novas e erradas, este alguém, seja o que for, até papa, está contra Cristo e é lícito resistir-lhe; não seguir um papa que contraria a Fé da Igreja e a leva para o erro é um dever, porque este papa (ou bispo, ou padre) contraria a Fé, contraria Jesus, contraria os Papas que falaram por Jesus, e faz o povo inocente pecar e o perde para o mundo.

    Por isso mais vale a união com os Santos da Igreja, que é união com Jesus, ainda que só renda o ódio do mundo, do que uma união com apenas um papa (ou com meia dúzia deles, em cisma com mais de 200) amado pelo mundo mas que contraria os outros e a Lei Divina. Isto não é dizer que o papa que contraria os outros não é papa, porque é, contudo é um papa somente no nome, que não exerce seu magistério e antes o trai, daí a legitimidade de não segui-lo, basta o comparar com o rei Saul. Faltar-lhe com respeito e consideração é crime, mas desobedecê-lo não.

  13. Ricardo Costa, não sei como, mas não tinha lido o desmentido da FSSPX, mas pelo que me consta houve uma atualização às 12,35 e meu comentário foi feito ás 12,26, portanto antes da atualização. Mas a troca de cordialidades, que outra coisa não é que troca de Caridades, não deixa de ser uma atenuação na rigidez tradicionalista, um laxismo que poderá sim muito bem terminar na plena comunhão. Somos imagem e semelhança de Deus. Ora, Deus é Amor e Misericórdia. Portanto, nossa meta é deixar que Ele nos transforme nessas virtudes que O qualificam. Esse é o magistério de Francisco, foi o de Bento XVI e o de São João XXIII e São João Paulo II. A Igreja salva sempre!

  14. Eis os fatos aos poucos calando certas bocas maldizentes (que alternam entre preces na língua do Lácio e impropérios contra o Papa na língua do ódio)

  15. É incrível como tem gente que não se envergonha de falar de coisas das quais não tem o menor conhecimento!

  16. Estão querendo ressuscitar a novela “Roma x FSSPX”. “Os Brutos Também Amam” na direção do Papa Francisco (risos!).

    Inclusão é só para os inimigos.

    Isso parece o Clodovil: Dó para os inimigos (marxistas, ateus, islâmicos e outros fariseus), Vil para os amigos (católicos tradicionais) e Cló para qualquer um.

  17. É evidente que para o bem da Igreja e também da FSSPX é desejável que haja unidade. É isso que Jesus quer. Agora a realidade mostra que há lobos nos dois lados que trabalham para que essa reconciliação não aconteça. Não há só lobos no Vaticano, também os há na FSSPX que não admitem nem por nada a reconciliação. A FSSPX corre assim o risco de cisma precisamente porque os seus lobos partirão a FSSPX se esta reconciliar-se com o Vaticano e este com a FSSPX. Os lobos da FSSPX pretendem uma igreja paralela, e os lobos do Vaticano II pretendem a manutenção da apostasia. É evidente que a reconciliação da FSSPX com o Vaticano e vice-versa, seria o inicio da cura da apostasia que hoje varre a Igreja. TODOS TÊM OBRIGAÇÃO DE REZAR PARA QUE A FSSPX REGRESSE A IGREJA E ESTA REGRESSE A TRADIÇÃO.

  18. A Monfort fala deste rápido encontro de Dom Fellay e o Papa fraancisco, abrindo a matéria com esta frase abaixo: Acredito que nem o prof. Orlando acreditaria que a Monfort TINHA APOSENTADO A ESPADA!

    “Com uma boca, a Fraternidade condena qualquer contato com a Hierarquia e a “Roma modernista”. Com outra, ela ajoelhada, pede a benção ao Papa… Esperemos que Deus conduza a Fraternidade à submissão à hierarquia da Igreja – sem orgulho e sem concessões doutrinárias”.

  19. Justamente, é isso! Muitos abandonaram o ensinamento da Santa Igreja Romana e parecem ser intocáveis depois do concílio, e ninguém em “plena Comunhão” pode falar alguma coisa.

    Espalhar pelo mundo a Verdade divinamente revelada, atestada por todos os Papas (até o concílio que prescindiu da clareza habitual da propagação da fé, contribuindo assim para a confusão generalizada em que o mundo está mergulhado hoje), é estar em comunhão com a Roma dos apóstolos, onde os dois recebendo a honra do martírio não se curvaram à autoridade imperial que era contra a Doutrina de Cristo.

    Porém se estar em plena Comunhão significa abrir mão da Verdade e se calar vendo um abuso de poder e um golpe contra a Doutrina, como os métodos incentivados pelo cardeal Kasper e aplaudidos por Francisco, e não ter que contestar, respeitosa e racionalmente, nenhuma atitude contra a Doutrina Católica, me desculpe mas isso não é plena Comunhão com a Igreja Católica de sempre, mas com a “evolução” do mundo, o que seria heresia já condenada pelos Sumos Pontífices antes do concílio.

    Não sou sedevacantista nem sou partidário de uma mentalidade paralela à Igreja, apenas concordo com a posição de Dom Lefevre de não cair em acordos que cerceiam a Liberdade, em sentido verdadeiro, da Igreja e a faz ter que se calar e se curvar à corrupção do mundo, isto é, ao príncipe deste mundo. A Comunhão com o Papa é imprescindível, como também eu disse, mas antes a Comunhão com o Cristo e a Doutrina do Cristo, a qual nem mesmo o Papa pode desprezar sem incorrer em heresia.

    Dom Fallay, pelo que vi, também não se curvou à heresia, ou melhor, àquilo que promove a heresia, o concílio. Se tal coisa ocorresse, Dom Fallay teria que se calar e não contestar mais nada que venha errado de Roma, como a Administração Apostólica São João Maria Vianney faz hoje. Se tivesse acontecido, se…

  20. Não há nada de errado ir ao encontro do Sumo Pontífice, pois até onde se sabe, a Catedra de Pedro não está vacante, o que temos é “erros” que são ditos daqueles que a ocupam. Acusam a FSSPX de cisma, de excomunhão, rebeldes, etc; sobre pelo CDC( Código de Direito Canônico) há toda uma formalidade válida para tal. Quando se analisa o fato concreto, há divergências entre própria hierarquia da Igreja. Uma meia verdade é uma total mentira, logo ao aceitarmos um paliativo em questão de Fé, de Salvaçãe Eterna, corremos o grave perigo de condenarmos, e ainda levarmos os outros a condenação. Sobre tudo, os que têm a missão de conduzir a salvação( os sacerdotes em todos os graus de ordem e jurisdição) é míster que não criem subjetivismos, pois isso não cabe, afinal Deus é o objeto da nossa razão de ser, da nossa salvação. Para nós leigos, é tranquilo ficarmos no “deixa, isso Deus perdoa, isso pode, etc”; enquanto que os sacerdotes não deveriam conviver com isso, pois possuem a grave obrigação de oferecer a Deus o Sacrifíco Santo, Imaculado. Temo pelos padres que, bem, se acomodaram a um reconhecimento, o qual o próprio Cristo desprezou e por isso, foi imolado; é complicado, depois de anos e anos, pregar que tal modo de se vestir, tal modo de falar, tal modo de se comporta, é ofencivo a Deus, e hoje é obrigado a calar-se. Servir a dois senhores é totalmente impossível. Reconhecemos o Sumo Pontífice, a ele prestamos a devida reverência como príncipe dos Apóstolos, contudo ele é antes de tudo o Vigário de Cristo, aquele que faz as vezes, deve assim como todo e qualquer cristão respeito, obediência ao Senhor da Igreja: Cristo. Em tudo que não for contra a Santa Madre Igreja, a única guardadora do tesouro da Salvação, devemos sim, respeito a Sé de Pedro. Sobre as canonizações, bem, quando se canoniza um santo ou seja, precisa ter salvado para ser santo, e por conseguinte merecer a honra dos altares; é porque esse canditado deu exemplo de uma vida santificadora. E assim morreu. Pode ser, como ocorreu com grande parte dos Santos, que antes de se converterem cometaram atos contra Deus. No último momento da vida, estavam ARREPENDIDOS, e se inclinram ante a mão misericoridosa de Deus Nosso Senhor. Mais um motivo para repudiarmos as seitas, as falsa religiões, os atos pecaminosos, o relativismo religiosos que muitos Santos um dia confessaram.

  21. Bernardo,

    Como pode um site tão combativo como o da Monfort de uma hora para outra silenciar? Desde o falecimento do Prof. Orlando que site ficou uma lástima. Tenho a impressão de que os demais membros não comungavam as idéias de seu fundador. O FRATRES CHEGOU EM BOA HORA PARA MIM!!

  22. Na minha opinião algumas pessoas esperavam que o “encontro” entre Francisco e Fellay vazasse naturalmente, mas como isso não aconteceu, trataram de vazar a informação para o site tradicionalista mais acessado da net (depois do Fratres é claro!) o Rorate Coeli, com retoques de uma submissão de Dom Fellay ao Papa Francisco insinuando submissão doutrinária como no caso, que não ocorreu, em que ele e os abades Niklaus Pfluger e Alain -Marc Nely terem assistido uma missa nova celebrada por Francisco em Santa Marta.
    O intuito é claramente de provocar a FSSPX a uma reação, e o Rorate e sua fonte “segura” serviram de leva e trás, provavelmente sem perceber.
    Isso é claro, mostra o quanto a Tradição incomoda!
    Dom Fellay tem razão, é melhor ficar como está.

    Enquanto isso o Papa Francisco continua mostrando quem verdadeiramente é, e para que realmente veio!
    Concelebrou uma missa em Santa Marta e ouviu a pregação de Dom Michele de Paolis, sacerdote e famoso defensor do movimento homossexual dentro da Igreja, da ordenação de mulheres e do fim do celibato. E Francisco ainda beijou as mãos dele!
    Vejam no site Blogonicus:

    http://blogonicus.blogspot.com.br/2014/05/papa-francisco-beija-mao-de-sacerdote.html

    Gostaria de ouvir as opiniões dos papólatras que andaram comentando por aqui sobre esse último desenvolvimento.