Fidelidade partidária: “A Pastoral Carcerária está onde sempre esteve, ao lado dos condenados do mensalão”.

Para Pastoral Carcerária, impedir trabalho externo a presos do mensalão é equívoco

UOL - A Pastoral Carcerária afirmou que a decisão do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Joaquim Barbosa, de negar trabalho externo aos presos do processo do mensalão petista é uma interpretação “equivocada” da lei penal.  A entidade divulgou nota e classificou a medida como “constitucionalmente duvidosa”.

Nas últimas duas semanas, Barbosa tem determinado que alguns dos condenados do mensalão, que estão no regime semiaberto, não podem trabalhar fora da cadeia durante o dia porque ainda não cumpriram um sexto da pena, conforme estabelece a Lei de Execução Penal. A decisão negou o benefício a José Dirceu, Delúbio Soares, Romeu Queiroz e Rogério Tolentino.

“Não é novidade na literatura jurídica ou na jurisprudência o posicionamento do ministro Joaquim Barbosa [...] em nossa opinião, essa é uma interpretação descontextualizada e equivocada do art. 37 da Lei de Execução Penal, que não condiz com os objetivos legalmente declarados da pena e é, no mínimo, constitucionalmente duvidosa”, diz trecho da nota. [Nota do Fratres: Nossa! Grandiosíssima opinião! Fala a suma autoridade no assunto, a Pastoral Carcerária!]

Para a pastoral, a decisão não surpreende os demais presos e seus familiares. De acordo com a entidade, eles estão “desgraçadamente” habituados com condenações sem provas, decisões judiciais que não respeitam a lei e interpretações jurídicas “absurdas” dos juízes. [!!!]

Também afirma que há uma carga ideológica nas decisões da Justiça comum, mas que ela é mascarada sem a sofisticação e “empenho intelectual” que houve no julgamento do mensalão. [Nota do Fratres 2:  Uma verdadeira piada! Um órgão da CNBB, entidade mais do que ideologicamente corrompida e tendente à esquerda, fala com um ar afetado de neutralidade. Ora, vá se olhar no espelho, Pastoral Carcerária!]

A pastoral afirma ainda que repudia a decisão, mas reitera que rejeita decisões que desrespeitem às leis.

“Repudiamos o conteúdo das referidas decisões do presidente do STF, assim como repudiamos tantas outras decisões absurdas que diariamente são produzidas em nossos fóruns”, defende a pastoral.

A entidade, no entanto, defende que a decisão não terá reflexos na população carcerária que, segundo a pastoral, já vive essa realidade. “Nos recusamos terminantemente a fazer coro com vozes que agora se levantam para falar dos possíveis reflexos do ‘mensalão’ para o restante da população carcerária, como se a barbárie e o desmando já não fossem a tônica da Justiça Criminal.”

Para a pastoral, a denúncia de casos em que o preso está cumprindo um regime diverso a que foi condenado não pode ser individualizada como ocorre com os presos do mensalão.

“Não é possível atacar publicamente a ausência de tratamento médico especializado para determinado indivíduo preso e, ao mesmo tempo, ignorar que as pessoas no sistema penitenciário são privadas dos cuidados de saúde e higiene mais básicos, ainda convivendo com surtos de sarna e mortes por tuberculose em pleno século 21″, declara a entidade em referência ao tratamento dado ao ex-presidente do PT José Genoino, que cumpriu pena domiciliar e recentemente foi enviado ao Complexo Penitenciário da Papuda.

A entidade também critica a ausência de políticas públicas de reinserção na sociedade que não garantem à população carcerária em geral a obtenção de empregos. “Não é possível enfrentar as restrições ao trabalho externo para um determinado grupo de presos sem cerrar fileiras com a massa de encarcerados, que sequer conseguirão um emprego ao cumprirem suas penas.”

“A Pastoral Carcerária está onde sempre esteve, ao lado de todos os presos e presas, inclusive dos condenados na Ação Penal 470 [julgamento do mensalão], e especialmente junto daqueles mais fragilizados e violentados em seus direitos, lembrando sempre que a prisão não é lugar de gente, é local de dor e morte, e fonte de sofrimento físico e espiritual” [Nota do Fratres 3: Ótimo, reúna todos os vigaristas do país e leve para a sede da CNBB. A única coisa boa que resultaria do fim dos presídios seria o fim da Pastoral Carcerária], conclui a nota.

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20 Comentários to “Fidelidade partidária: “A Pastoral Carcerária está onde sempre esteve, ao lado dos condenados do mensalão”.”

  1. Hoje em dia se confundem em parceria a CNBB/PT/TL/MST/MTST/CBJP/CIMI/CEB/CPT/PC do B/PSTU/PSOL/BLACK BLOCS/PSUV da Venezuela/Cuba/ Pastoral Carceraria e muito mais “cumpanheros”!

  2. A CNBB é o palanque eleitoreiro do PT , ea Pastoral Carcerária é o órgão de “defensoria pública” dos irmãos PTRALHAS !!!!!!!

  3. Bom Dia,

    Diante de tanta “aberração escrita” nos últimos dias que, e esta da Pastoral Carcerária foi um inicio do fim.

    Defender mensaleiros apenas pelo fato desses Senhores agora estarem do outro lado, é inusitadamente espantoso pois, nunca eu disse NUNCA li algo sobre alguma defesa dessa Pastoral a respeito dos mencionados “Para a pastoral, a decisão não surpreende os demais presos e seus familiares. De acordo com a entidade, eles estão “desgraçadamente” habituados com condenações sem provas, decisões judiciais que não respeitam a lei e interpretações jurídicas “absurdas” dos juízes” ou seja, agora os hospedes importantes na Penitenciária estão sofrendo….. que hipocrisia meus senhores, Jesus Cristo nunca compactuou com os sorrateiros e Amigos do alheiro, ele defendeu sim a Justiça aos bem aventurados.

    Sofrendo estão as Famílias das vítimas, que esses podres senhores usurparam da possibilidade de terem uma vida digna, aos demais vamos sim apoiá-los mas no cumprimento de suas penas, mais que justas pois, ninguém foi à casa de sua vítima e perguntou-lhes se precisam de algo, aliás o salário reclusão deveria ser pago às famílias das Vítimas e não ao presos, assim seria mais uma forma de obrigar-lhes a pensar na besteira que fizeram, do contrário, com visita toda semana, visita íntima, 5 refeições por dia, direito a banho de Sol, etc… tem muita gente aqui fora pensando em praticar algum delito para poder usufruir dessa regalia, sem falar nas festinhas e churrasco que estamos cansados de ver pelos noticiários dos Jornais.

    Essa é a finalidade de uma Pastoral Carcerária? Acho que não assim como os senhores Políticos desvirtuaram seus mandatos essa Pastoral está equivocada, deveria sim acolher o “preso” mas com muito maior afeto, acolher as vítimas desses humanos “desumanos” que no ato de sua barbárie desfizeram Lares, desfizeram Sonhos, interromperam trajetória de Famílias enfim, não quero me tornar mais um julgador pois, com a medida que julgar serás julgado.

    A Pastoral Carcerária deveria tornar mais justa e humana o tempo que se cumpri as penas, mas nunca julga-las se estão corretas ou não, caso contrário deveria essa Pastoral se especializar em Direito Penal e deixar esta posição de “pastoral” para as pessoas que desejam realmente acolher o dia-dia e não julgar o mérito das Sentenças. Essas são feitas e aplicadas por Homens e Mulheres assim como são feitos os Padres, Freiras, Missionárias e Religioso(a)s. . . . .

    Façamos o que nos prega no “Pedro” Papa Francisco, levemos a Fé Católica, o Cristianismo aos mais extremos pontos dessa Planeta, deixe o julgamento para os Homens da Léi, pois a eles estão os Homens que na sua livre arbitrariedade resolver praticar crimes e atentados aos seus semelhantes.

    Um grande abraço fraterno a todos que comigo compartilham desse sentimento.

  4. Não permitir trabalho externo a preso no regime semiaberto é uma aberração jurídica, uma atitude temerária e dissonante da jurisprudência pátria, que inviabiliza o processo de ressocialização, que obriga o preso ao cumprimento de um regime mais gravoso ao que foi condenado, podendo ocasionar, inclusive, uma ação de indenização por danos morais contra o Estado Brasileiro. E é isso que vai acabar acontecendo. O tempo dirá!

  5. Sr. Carlos,

    Acho que você simplesmente, contextualizou o sentimento de milhares de Brasileiros, você colocou o “nó” que esta na garganta de todos nós.

    Que sirva de reflexão a essa Pastoral e seus responsáveis, que revejam suas ações e realmente ajam como ” Pastoral ” onde sua finalidade e acolher e trazer conforto nos momentos de aflição. Que eles também se voltem para as famílias das Vitimas, que tanto sofrem e não tem 5 refeições por dia, não tem onde dormir muitas vezes despejadas pela ignorância e ganância dos Poderes que deveriam protege-las, não tem direito a Banho de Sol, direito a visita de Advogados que se valem da condição dos presos.

    Concordo com o Sr. onde preso deveria ser tratado como PRESO, senão veja as penitenciárias modelo dos USA, há vocês vão dizer mas lá o preso e bem tratado, realmente muito bem tratado porém, não tem direito a “saidinha no Dia das Mamães, Na Pascoa, Natal, Ano Novo, e o mais incrível eles trabalham, se por vontade ou não eles produzem no mínimo sua alimentação, e outra coisa importantíssima, eles recebem uma JÓIA ao adentrarem nos Presídios, ou é uma TORNOZELEIRA ( na qual existe uma pela lembrança de sua ação criminal – UM PINGENTE DE 50 Kg que eles arrastam para onde é que vá, ou uma GARGANTILHA com um BRILHANTE digital, que identifica e localiza seus passos onde quer que se dirijam.

    Olha que esses presos não morrem, não ficam loucos, cumprem a pena e depois o setor de Condicional ajuda-lhes a recolocarem em seus ofícios. Simples Assim.

    Agora vocês acham que nosso Políticos tem coragem se aprovarem uma Lei dessas aqui no Brasil, afinal eles não são burros pois, a maioria acabariam hospedes dessas Entidades.

    Voltando a questão Carcerária, infelizmente aqui em nosso País, presos são tratados como ANIMAIS, porém muito mais ANIMAIS, são considerados as VÍTIMAS desses presos que não tem direito algum, não existe PASTORAL DOS VITIMADOS, e o Poder Publico simplesmente os ignoram.

  6. E para mim, só o fato de existir a Pastoral Carcerária é um grande equívoco.

  7. Serve para quê essa pastoral carcerária nos moldes em que ela se desenvolve, com raríssimas excessões?
    A Pastoral Carcerária, como todas essas pastorais de orientação da “teologia da libertação” compra o discurso da esquerda e o repete como suprasumo da justiça.
    Fossem os ideólogos de esquerda preocupados com os presos, teriam feito algo em relação às condições de vida deles, aproveitando tantos anos que estão no poder.
    A verdade é que no Brasil o regime prisional representa o pior dos mundos: para a população porque mantêm os presos pouco tempo em reclusão (quando mantêm), pela impunidade de grande parte dos criminosos, por mil e uma facilidades que permitem aos presos escaparem (liberação de Natal, de dia das mães, de Páscoa – onde eles saem e não voltam), por criar um amiente onde o preso se “prepara” para quando sair da cadeia (em breve) estar muito pior do que entrou; e para os que são presos, pois se o tempo de reclusão deles é pouco quando observamos pelo interesse da sociedade, vira uma eternidade para o indivíduo, considerando que vivem em masmorras, em verdadeiras jaulas com superlotação e entregues aos requintes dos piores entre eles.
    Fossem os esquerdistas – e mesmo a Pastoral carcerária – interessados no bem comum, ao invés de lutarem “pelo fim dos presídios” (existirá ideia mais cretina e imbecil?) e por facilidades para que os presos fujam e continuem cometendo crimes, lutariam por melhores condições dentro dos presídios, inclusive dando ao preso a oportunidade de trabalhar para custear essas melhorias (ex.: cela individual, mesmo que só coubesse uma cama, banheiros, separação dos presos em alas conforme a gravidade do crime, etc) – o que daria mais dignidade aos presos – e pelo aumento das penas em casos de crimes graves – o que traria mais segurança à sociedade.

  8. É necessário recuperar a autêntica “Pastoral Carcerária” para que se cumpra o mandato de Cristo: “Estive preso e foste me visitar”.
    E a Igreja está cheia de santos que nos deram o exemplo. SantaTerezinha rezava e fazia qualquer sacrifício pela salvação desses pecadores. O amor de Jesus e por Jesus a levavam a assumir essa missão Um dia, soube que um tal de Pranzini, um criminoso não arrependido, estava para ser executado. Terezinha, junto com sua irmã Celina, rezou pela sua conversão e mandou celebrar uma Missa nesta intenção. Santa Terezinha ousou pedir um sinal a Deus e obteve. Antes de ser guilhotinado, o homem tomou o crucifixo e o beijou três vezes.
    Também o assassino de Santa Maria Goreth foi preso logo depois do crime, julgado e condenado a 30 anos de prisão. Três anos mais tarde ele recebeu a visita do Bispo local e se arrependeu, dizendo que teve um sonho com Santa Maria Goretti, no qual ela lhe entregava flores e estas pegaram fogo assim que ele as segurou. Depois escreveu para o bispo agradecendo a visita e pedindo que ele o incluísse em suas orações.
    Quando acabou de cumprir sua pena, Alessandro Serenelli foi à casa da mãe de Santa Maria Goretti, implorar seu perdão. A mãe da Santa disse: Se minha filha, em seu leito de morte te perdoou, eu também te dou meu perdão. Depois disso, os dois foram participar juntos da Santa Missa.
    Profundamente arrependido e tocado por Deus e pelo perdão de Maria Goretti e de sua mãe, Alessandro entrou para o Mosteiro da ordem menor dos frades Capuchinos. Lá, ele trabalhou como porteiro e jardineiro. Ele considerava Santa Maria Goretti, sua pequena Santa. Alessando viveu ali até o fim de sua vida e teve a graça de participar da Canonização de Santa Maria Goretti.
    Certamente, que não é esse tipo de “pastoral” que a CNBB defende, já que oração e sacrifício não é o forte dos comunistas! Em matéria de recuperação de presos, seitas protestantes estão tomando a frente onde a Igreja comandada por esses impostores deixa tudo a desejar.

  9. Caros contra-revolucionários,
    A pastoral Carcerária não deveria ser suprimida, antes disso, reformulada para que seja o que deve ser…a visita e o conforto espiritual a aqueles que estão pagando penas (merecidas na grande maioria).
    Como diz nosso senhor “Estava encarcerado e me visitates” (St.Mt XXV,26-46) …Levar o Cristo, sua Santa e majestosa majestosa mãe e os ensinamentos perenes da Santa Igreja.

    Nada mais…suprimir é um erro, substituir e/ou aprimorar é o melhor.
    Como?
    Quem sabe algum bom padre ou bispo a frente disto…são poucos? Sim, mas devem existir.
    Existiu Jeremias,
    Existiram os profetas,
    Existiram e existem santos,

    É rogar ao senhor da messe que mande mais operários.
    Christo Nihil Praeponere!

    P.S. por favor, ao moderador, não exclua aqueles que criticam o blog, por caridade e justiça.

  10. “Uma verdadeira piada! Um órgão da CNBB, entidade mais do que ideologicamente corrompida e tendente à esquerda, fala com um ar afetado de neutralidade. Ora, vá se olhar no espelho, Pastoral Carcerária!]… ( III )

    Só não mandaria a dona Pastoral Carcerária se olhar no espelho antes da dona CNBB, se bem que se olhar no espelho…bom…é melhor assim…senão vão me chamar de revoltado, de sem fundamento, de mau educado… etc.

    Como seria bom se a corja da engrenagem da CNBB que vive de plantão produzindo análises, documentos, subsídios, infernídios, etc… para tornar a entidade mais politiqueira e mundana que já é, tivesse de enfrentar o que os pobres, que esses salafrários tanto “defendem”, tem de enfrentar todos os dias, as filas intermináveis da saúde pública, o caos do trabalho do cotidiano, os roubos nos salários, a insegurança avassaladora que devasta o País…

    Cada vez mais a CNBB vai perdendo o respeito que deveria ter…

  11. Hilariante! Nunca nesse Brasil houve tanta mobilização em favor de certos criminosos (leia-se: PTtralhas), conhecidos como a Esquerda de Caviar. Até tu, Pastoral Carcerária, defende o INDEFENSÁVEL: trabalho externo de condenados. Senão, vejamos:
    A Lei de Execução Penal – LEP dispõe que para obter o benefício de trabalho externo, faz necessário que o condenado cumpra – pelo menos – um sexto da pena. Em virtude disso, o corajoso e brilhante presidente do Supremo Tribunal Federal -STF, ministro Joaquim Barbosa, agiu corretamente. Aliás, essa quadrilha do mensalão é altamente perigosa.

    Vergonhosa e DIABÓLICA essa Pastoral Carcerária, que se cala diante da ameaça de morte sofrida pela presidente do STF Joaquim Barbosa (por membros da comissão de “ética” do PT) e vem a público defender o INDEFENSÁVEL.

    Nota DEZ para Joaquim Barbosa (STF) e ZERO para a Pastoral Carcerária e CNBdoB!

    Chega de mentiras! Chega de corrupção! Chega de hipocrisia!

    Vem, Senhor Jesus, há tantos sinais de sua volta (apostasia na Igreja…).

  12. Como advogado e conhecendo alguns dos “meninos” da pastoral carcerária que vão presos, a minha maior preocupação é que a exemplo do MST que foi criada e dirigida pela pastoral da terra, assim como o PT foi cria da esquerda católica e por isso eles estão defendendo o zé dirceu & Cia ltda, reitero minha preocupação, quem está por trás do PCC não seria a pastoral carcerária.

    • Não seria estranho. “A Rússia espalhará seus erros pelo mundo” (foi o que disse Nossa Senhora, em Fátima).
      Pior que comunista só comunista travestido de católico.

  13. INSTRUMENTALIZARAM a fé católica, deturpando a mensagem profética de Jesus!
    INSTRUMENTALIZARAM os Órgãos da CNBB que recebe ordens diretamente da Loja-mãe da Sinagoga de Satanás (Apocalipse 3, 9)!
    Que fidelidade partidária própria de regimes totalitários!
    Que DESSERVIÇO ao Reino de Deus e ao povo brasileiro, honesto, trabalhador e cristão.
    “Mas ai de vós, Pastorais da CNBB, hipócritas! pois que fechais aos homens o reino dos céus; e nem vós entrais nem deixais entrar aos que estão entrando.
    Ai de vós, Pastorais da CNBB, hipócritas! pois que devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações; por isso sofrereis mais rigoroso juízo.
    Ai de vós, Pastorais da CNBB, hipócritas! pois que percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o fazeis filho do inferno duas vezes mais do que vós.
    Ai de vós, condutores cegos! pois que dizeis: Qualquer que jurar pelo templo, isso nada é; mas o que jurar pelo ouro do templo, esse é devedor.
    Ai de vós, Pastorais da CNBB, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas.
    Condutores cegos! que coais um mosquito e engulis um camelo.
    Ai de vós, Pastorais da CNBB, hipócritas! pois que limpais o exterior do copo e do prato, mas o interior está cheio de rapina e de intemperança.
    Fariseu cego! limpa primeiro o interior do copo e do prato, para que também o exterior fique limpo.
    Ai de vós, Pastorais da CNBB, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia.
    Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade.
    Ai de vós, Pastorais da CNBB, hipócritas! pois que edificais os sepulcros dos profetas e adornais os monumentos dos justos” (Mateus 23:13-29).

  14. Que quiser fazer o seu protesto, basta ligar para a Pastoral Carcerária Nacional – CNBB Tel/fax (11) 3101-9419 ou acessar o link abaixo:

    http://carceraria.org.br/fale-conosco