Secretário geral da CNBB diz que uniões entre pessoas do mesmo sexo precisam de amparo legal.

O Globo – Desde que assumiu a liderança da Igreja Católica, o Papa Francisco vem tocando no assunto com cautela, mas tem assinalado uma disposição da instituição em aceitar os fiéis gays. Em um movimento inédito de abertura, o Pontífice disse, logo após sua passagem pelo Brasil, em julho do ano passado, que os homossexuais não devem ser marginalizados: “Se uma pessoa é gay e busca a Deus, quem sou eu para julgá-la?”. Em entrevista ao GLOBO, o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, reitera a afirmação do Papa: “pessoas do mesmo sexo que decidiram viver juntas necessitam de um amparo legal na sociedade”.

Vice-ministro para Assuntos Religiosos da China, Jiang Jianyong, é sorridentemente recebido secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner.

Julho de 2011 – Vice-ministro para Assuntos Religiosos da China, Jiang Jianyong, é sorridentemente recebido secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner.

A declaração pode ser interpretada como uma mudança de tom da CNBB. Há cerca de um ano, quando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou uma resolução determinando que os cartórios brasileiros deveriam celebrar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, a CNBB se posicionou contra a medida, que vinha a reboque de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2011.

O GLOBO: Recentemente, o Papa Francisco disse: “Quem sou eu para julgar um homossexual que procura Deus?”. Hoje, a Igreja Católica está aberta a aceitar seus fiéis homossexuais?

Dom Leonardo Steiner: Pode-se dizer que o Papa faz eco ao que o Catecismo da Igreja Católica diz a respeito das pessoas homossexuais: “Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta”. Entende-se que acolher com respeito, compaixão e delicadeza significa caminhar e estar junto da pessoa homossexual e ajudá-la a compreender, aprofundar e orientar a sua condição de filho, filha de Deus.

É importante que a Igreja Católica não marginalize os homossexuais?

A acolhida e o caminhar juntos são necessários, para se refletir sobre o que condiz ou não com a realidade vivida pelas pessoas homossexuais, e o que, de fato, lhes é de direito, para o seu próprio bem e o da sociedade.

O Papa também quer estudar as uniões homossexuais para entender por que alguns países optaram por sua legalização. Isso representa o início de um diálogo sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo?

É importante compreender as uniões de pessoas do mesmo sexo. Não é um interesse qualquer quando se trata de pessoas. É necessário dialogar sobre os direitos da vida comum entre pessoas do mesmo sexo, que decidiram viver juntas. Elas necessitam de um amparo legal na sociedade.

A CNBB, porém, se declarou contra a resolução do Conselho Nacional de Justiça que determinou que os cartórios devem celebrar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Por quê?

Ao dar reconhecimento legal às uniões estáveis como casamento civil entre pessoas do mesmo sexo em nosso país, a Resolução do CNJ interpreta a decisão do Supremo Tribunal Federal de 2011. Certos direitos são garantidos às pessoas comprometidas por tais uniões, como já é previsto no caso da união civil. A dificuldade está em decidir que as uniões de pessoas do mesmo sexo sejam equiparadas ao casamento ou à família. A afirmação mais forte em relação à decisão do Conselho nacional de Justiça foi de que tal decisão não diz respeito ao Poder Judiciário, mas, sim, ao conjunto da sociedade brasileira, representada democraticamente pelo Congresso Nacional, a quem compete propor e votar leis, após aprofundado debate; o que não existiu.

A Igreja deve passar por mudanças para se adaptar aos novos tempos?

A Igreja muda sempre; está em mudança. Ela não é a mesma através dos tempos. Tendo como força iluminadora de sua ação o Evangelho, a Igreja busca respostas para o tempo presente. Assim como todas as pessoas, a Igreja sempre procura ler os sinais dos tempos, para ver o que se deve ou não mudar. A verdades da fé não mudam.

 

* * *

Aproveitamos a oportunidade para recordar alguns princípios, que deveriam ser seguidos por todos os católicos, enunciados pelo então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o Cardeal Joseph Ratzinger, em considerações aprovadas por João Paulo II (cuja canonização a CNBB comemorou, mas de quem diverge sobre a matéria):

“Onde o Estado assume uma política de tolerância de facto, sem implicar a existência de uma lei que explicitamente conceda um reconhecimento legal de tais formas de vida, há que discernir bem os diversos aspectos do problema. É imperativo da consciência moral dar, em todas as ocasiões, testemunho da verdade moral integral, contra a qual se opõem tanto a aprovação das relações homossexuais como a injusta discriminação para com as pessoas homossexuais. São úteis, portanto, intervenções discretas e prudentes, cujo conteúdo poderia ser, por exemplo, o seguinte: desmascarar o uso instrumental ou ideológico que se possa fazer de dita tolerânciaafirmar com clareza o carácter imoral desse tipo de união; advertir o Estado para a necessidade de conter o fenómeno dentro de limites que não ponham em perigo o tecido da moral pública e que, sobretudo, não exponham as jovens gerações a uma visão errada da sexualidade e do matrimónio, que os privaria das defesas necessárias e, ao mesmo tempo, contribuiria para difundir o próprio fenómeno. Àqueles que, em nome dessa tolerância, entendessem chegar à legitimação de específicos direitos para as pessoas homossexuais conviventes, há que lembrar que a tolerância do mal é muito diferente da aprovação ou legalização do mal.

Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimónio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo. Há que abster-se de qualquer forma de cooperação formal na promulgação ou aplicação de leis tão gravemente injustas e, na medida do possível, abster-se também da cooperação material no plano da aplicação. Nesta matéria, cada qual pode reivindicar o direito à objecção de consciência.

25 Comentários to “Secretário geral da CNBB diz que uniões entre pessoas do mesmo sexo precisam de amparo legal.”

  1. Uma pastoral apóia a parada gay,outra defende os bandidos do mensalão agora isso…
    Algum Bispo,algum ,peloamordedeus ,algum Bispo catolico vai se pronunciar contra isso ????

  2. “Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus.”Mateus 18:3

    Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.

    Portanto no paraíso não existe CNBB. Mas no inferno sim. E no dia do Juizo final os que tiverem a esquerda de Deus Pai irão para o fogo eterno onde haverá fogo, ranger de dentes e CNBB.

    Acho que isto é motivo suficiente para redobrar as orações do rosário e pedir a graça da perseverança final.

  3. Nenhum Bispo católico se pronunciará publicamente contra essas declarações? São todos covardes ou apóstatas? É isso mesmo?!

    Desculpem-me o tom, mas é revoltante ver isso…

  4. “Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimônio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo. Há que abster-se de qualquer forma de cooperação formal na promulgação ou aplicação de leis tão gravemente injustas e, na medida do possível, abster-se também da cooperação material no plano da aplicação. Nesta matéria, cada qual pode reivindicar o direito à objecção de consciência.”…

    Vemos pegar esse parágrafo e enviar para o ex Bispo de S. Félix do Aragauia, quase Arcebispo de Poto Alegre, agora já o dizem candidato cogitadissimo à Arquidiocese militar….cruz credo 3 vezes….Os militares não merecem essa bomba…mas…depois do “quem sou eu para julgar”…tudo é possível……”
    Mandemos a entrevista completa para o Núncio e para todos os endereços já conhecidos…às vezes…às vezes…faz efeito….

    Algum Bispo,algum ,pelo amor de deus ,algum Bispo católico vai se pronunciar contra isso ???? ( II )

    Por favor, por favor…………………. Conferência Episcopal……………………………………

  5. corrigindo: “Vamos pegar”…

  6. Infelizmente grande parte da Igreja pensa assim. Para ela o errado somos nós. Os intolerantes.
    Esta geração está perdida. Que Deus conceda daqui há 20, 50 anos, após muito castigo, bons bispos e padres que consigam colocar a nave de Pedro novamente no rumo certo.

  7. O bispo dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB, diz: “É necessário dialogar sobre os direitos da vida comum entre pessoas do mesmo sexo, que decidiram viver juntas. Elas necessitam de um amparo legal na sociedade. (…) A dificuldade está em decidir que as uniões de pessoas do mesmo sexo sejam equiparadas ao casamento ou à família.”

    O problema, segundo o bispo secretário geral da CNBB, é dizer que as uniões homossexuais são como casamentos ou famílias; mas para o mesmo bispo, as uniões homossexuais precisam da proteção da lei, como as famílias. Portanto, na lei civil, a sodomia deve ser protegida e garantida, tanto quanto o Matrimônio, na prática apoiada pelo bispo secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, tirando liberdade do que diz e faz o papa Francisco, obviamente em total oposição ao que a Igreja sempre disse, em oposição até ao que os Papas do pós-Vaticano II até Bento XVI defenderam!

    É o mesmo que fez o Vaticano II sobre a liberdade religiosa e o que propõe o cardeal Karper sobre Comunhão a adúlteros: Tudo proibido pela Igreja, mas, em nome de uma falsa misericórdia, lobos defendem a prática do é crime para Deus, a fim de comerem as ovelhas desgarradas do rebanho do Senhor que caírem nas armadilhas deles!

    Para completar, ainda diz dom Steiner, secretário geral da conferência episcopal brasileira, esta que deve, como outras conferências episcopais, ter mais autonomia, conforme defende o papa Francisco: “A Igreja muda sempre; está em mudança. Ela não é a mesma através dos tempos. Tendo como força iluminadora de sua ação o Evangelho, a Igreja busca respostas para o tempo presente.”

    A Igreja é o Corpo Místico de Cristo, não pode mudar em sua essência. A Beata Jacinta disse, como Nossa Senhora de Fátima a revelou:

    “Hão de vir umas modas que hão de ofender muito a Nosso Senhor.

    As pessoas que servem a Deus não devem andar com a moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo [não muda].

    Os pecados do mundo são muito grandes. Se os homens soubessem o que é a eternidade, faziam tudo para mudar de vida.

    Os homens perdem-se porque não pensam na morte de Nosso Senhor e não fazem penitência.

    Muitos matrimônios não são bons, não agradam a Nosso Senhor e não são de Deus.”

  8. Eu fico muito triste em ver os católicos mornos limitando-se a comentar textos da internet enquanto os inimigos da Igreja fazem a festa. Tentei mais de uma vez organizar uma CONFERENCIA NACIONAL DOS LEIGOS DO BRASIL para defender os interesses dos leigos que não se sujeitam a esta bacanal ideológica da CNBB, ora abençoando a reforma agrária, ora benzendo a fornicação dos promíscuos. Por que os leigos não se organizam? Por que ninguém quer se reunir para combater? Por que todo mundo só quer assistir? É muito difícil.

    • Eu ficaria muito contente de participar de um grupo desses. Ainda tens essa ideia?

    • Alcleir e demais amigos, também eu gostaria de participar de algo que fosse criado nesse sentido. E algo que fosse independente de qualquer Instituição já existente, seja “tradicionalista” ou mesmo “moderna” (FSSPX, Montfort, IPCO, Shalom, etc.) mas que pudesse congregar católicos de todas essas e outras instituições, assim como católicos que não façam parte de qualquer movimento ou grupo. Digo isso porque muitas vezes vemos iniciativas louváveis por parte de ditas associações, mas que, quando realizadas por uma delas especificamente, católicos pertencentes a outras não participam – e vice versa. Sendo assim, para fazer parte dessa “Conferência de Leigos” bastaria ser católico e querer esclarecer a essa apóstata instituição chamada CNBB que há católicos que querem permanecer fiéis à Religião Católica.

  9. Não me assusto com nada desse naipe e similares provenientes da CNBB, pois se antes conflitava com os tradicionais, então depois do apoio ao PLC 03/2013 – apenas a mulher preencher um simples formulário e poder efetuar o aborto sem protocolo algum – a CNBB concordou com o veto parcial, do jeito como queriam os comunistas do PT, o restante será fichinha, bastando lembrar a carta clamorosa que o grande bispo D Manuel Pestana enviou a D Luciano Mendes, á época presidente da CNBB.
    “A sociedade dos homens está em vésperas dos mais terríveis flagelos e dos mais graves acontecimentos. A humanidade deve esperar ser governada com uma barra de ferro e beber do cálice da ira de Deus”.
    ”Naqueles dias, o espírito de impureza como um dilúvio de imundície vai inundar as ruas, praças e locais públicos. A licenciosidade será tal que não haverá mais almas virgens no mundo.
    (Nossa Senhora em La Salette).
    … Assim, vocações sacerdotais serão perdidas, será um verdadeiro desastre. Padres irão abandonar seus deveres sagrados e afastar-se do caminho traçado para eles por Deus.” (Quito, Equador, 02 de fevereiro de 1634).
    As recomendações são recitação do S Rosario, frequentar as confissões e a recepção da S comunhão para passar ileso ao que vem por aí.

  10. Fico pensando o que fazer com Rm 1, 24-32 nesse mundo pró-gay. Do jeito que as coisas estão, os bispos da CNBB serão os primeiros a censurarem a Palavra de Deus. Em nome de Deus calarão os homens de Deus. Miserere nobis.

    “Por isso, Deus os entregou aos desejos dos seus corações, à imundície, de modo que desonraram entre si os próprios corpos. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém! Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario. Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Deus entregou-os aos sentimentos depravados, e daí o seu procedimento indigno. São repletos de toda espécie de malícia, perversidade, cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade. São difamadores, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, soberbos, altivos, inventores de maldades, rebeldes contra os pais. São insensatos, desleais, sem coração, sem misericórdia. Apesar de conhecerem o justo decreto de Deus que considera dignos de morte aqueles que fazem tais coisas, não somente as praticam, como também aplaudem os que as cometem.” (Rm 1, 24-32)

  11. Outras notícias correm pelo mundo católico:

    Na ALEMANHA, o Cardeal Schonborn elogia travesti e evento gay como celebração da “diversidade de Deus”:

    http://rorate-caeli.blogspot.com/2014/05/for-record-cardinal-schonborns.html

    Na INGLATERRA, o Arcebispo Smith, em nome da conferência de bispos ingleses, defende as uniões homossexuais:

    http://spuc-director.blogspot.com.br/2014/05/archbishop-smithcbcew-defends.html

    Seria interessante o FratresInUnum fazer umas postagens contendo “dossiês”, para que os leitores tenham uma noção das DIMENSÕES do que está acontecendo na Igreja. As notícias isoladamente podem não ser suficientes.

  12. Aos poucos os membros do “lobby gay” infiltrado na Igreja vão dando as caras. E assim vamos conhecendo por nome e sobrenome quem são esses apóstolos do demônio e quais são seus planos pra introduzir a abominação nos lugares santos. É assim que vai sendo confirmada em nossos tempos aquelas palavras de Jesus que nos diz : “não há nada escondido que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a se tornar conhecido” (Mateus 10.16b; cf. Marcos 4.22; Lucas 8.17, 12.2)
    Qual será a próxima “Campanha da Fraternidade”? A “Fraternidade e os Gays”? Ou a “Fraternidade dos Gays”?

  13. O que o D. Leonardo quer é, por enquanto não quer dizer por ser inoportuno, o casamento mesmo de homossexuais. Veja que na entrevista infeliz não fala nenhuma vez em conversão, mudança de vida, pecado etc.
    Se é proteção legal que ele quer já existe: No código civil, há toda uma parte dedicado ao “contrato” que ele pode perfeitamente fazer com o sujeito e ter o direito patrimonial etc. assegurado.
    O que a CNBB quer é aprovar para enxovalhar com a Santa Igreja.

    • Isso mesmo sr. Eduardo, alguém precisa dizer isso a essa turma da CNBB. Desde 1916 que o Código Civil dá amparo legal a qualquer sociedade civil de fato, ainda que seja uma banca de verdura no mercado da cidade. Se uma das partes investiu capital e quer desfazer é só se dirigir a uma vara cível do Judiciário e requerer a devolução de sua parte com os acréscimos ou os descontos de direito. E isso se aplica as chamadas uniões homossexuais, mas o que esse movimento gay quer é ter o suposto direito de se dirigir a uma vara de família como se família legítima fosse. Estão esquecendo inclusive dos problemas previdenciários e sucessórios (de herança) que acarretará a legalização dessas uniões contra a natureza. Nem duvido nada se em poucos anos o INSS for obrigado a pagar/ratear pensões por morte para a legítima esposa, os filhos e o suposto companheiro ou mais!!! E quem vai pagar a conta?! Todos NÓS…

  14. Muita gente “rasgando as vestes e se vestindo em saco e cinzas”. Tem bispos ajudando a Igreja sim.
    Eles já se manifestaram e continuam publicamente se manifestando contra isso. Já ouviram falar na Fraternidade Sacerdotal São Pio X ??? Seus Bispos são Católicos Apostólicos Romanos. Não sejam injustos com todos os Bispos Católicos. Alguns se manifestam publicamente sobre esse assunto, poucos, mas se manifestam. ôh!!!

    • Precisamos expor mais opiniões e criar força contra essa decisão, já não somos mais tão leigos sabemos bem da verdade pela palavra.

  15. Isso para mim é falta de fé. Se esse senhor (e os demais membros da Igreja que, infelizmente, andam soltando essas besteiras pela boca) realmente acreditasse no que ensina a Santa Igreja ele teria, por amor aos homossexuais e pelo consequente desejo da conversão e salvação deles, apenas repetido a imoralidade dos atos homossexuais.

  16. A Igreja muda sempre; está em mudança. Ela não é a mesma através dos tempos. Esta frase para mim diz tudo. Já não são mais católicos, apostaram a Fé Perene, Eterna e Imutável em Nosso Senhor Jesus Cristo e seu Evangelho.

  17. É impressionante a atualidade das palavras proféticas da beata Jacinta, relatadas acima no comentário de José Carneiro. (23-05-14). Com que precisão ela falou! Até parece que antevia todas as atuais novidades demoníacas que hoje, de forma sutil e até escancarada (como no caso presente) , os modernistas estão a implantar na Nova igreja.

  18. VADE RETRO, Leonardo Steiner.

  19. Lembremos as verdades do CATECISMO DA DOUTRINA CATÓLICA, pura e imutável:
    Os pecados que bradam ao Céu e pedem a Deus por vingança são quatro:

    1o – Homicídio voluntário
    2o – Pecado sensual contra a natureza (Homossexualismo)
    3o – Oprimir os pobres
    4o – Não pagar o salário a quem trabalha
    Diz-se desses pecados que bradam ao Céu e clamam a Deus por vingança porque o diz o Espírito Santo; e porque a sua iniqüidade é tão grave e manifesta, que provoca Deus a puni-los com os mais severos castigos.

    Traduzido do Catechismo Maggiore promul­ga­to da San Pio X, Roma, Tipografia Vaticana, 1905, Edizione Ares, Milano, pp. 215-217.

    SALVE JESUS E MARIA !