Foto da semana.

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Jerusalém, domingo, 25 de maio de 2014 – Basílica do Santo Sepulcro: Papa Francisco e o Patriarca cismático Bartolomeu beijam a “Pedra da Unção”, onde repousou o Santo Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Antes, ambos participaram de uma celebração ecumênica juntamente com os Ordinários Católicos da Terra Santa, os Arcebispos copta, siríaco, etiópico e os Bispos anglicano e luterano. 

Afirmou o Papa que as divergências não devem nos assustar e paralisar o nosso caminho. Devemos acreditar que, como a pedra do sepulcro foi removida, assim também poderão ser removidos os obstáculos que ainda impedem a nossa plena Comunhão. Esta será uma graça de ressurreição, que, desde já, podemos experimentar. Todas as vezes que temos a coragem de dar e receber o perdão, uns aos outros, fazemos experiência da ressurreição! Todas as vezes que superamos os antigos preconceitos e promovemos novas relações fraternas, recordou o Bispo de Roma, confessamos que Cristo ressuscitou verdadeiramente! Todas as vezes que desejamos a unidade da Igreja, brilha a luz da manhã da Páscoa! E o Papa exortou:

Desejo renovar o desejo, expresso pelos meus Predecessores, de manter diálogo com todos os irmãos em Cristo, para encontrar uma forma de exercer o ministério próprio do Bispo de Roma, que, em conformidade com a sua missão, possa se abrir a uma nova situação e ser, no contexto atual, um serviço de amor e de comunhão reconhecido por todos”.

O Papa Francisco concluiu seu pronunciamento admoestando a colocar de lado as hesitações que herdamos do passado e abrir o nosso coração à ação do Espírito Santo, Espírito de Amor e de Verdade, para juntos caminhar rumo ao dia abençoado da tão desejada plena Comunhão.

Informações: News.va

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20 Comentários to “Foto da semana.”

  1. “[…] para ENCONTRAR uma forma de exercer o ministério próprio do Bispo de Roma, que, em conformidade com a sua missão, possa se abrir a uma NOVA situação […]”

  2. A Santa Imaculada Igreja católica proibi essas ações ecumênicas com os hereges e cismáticos!!

    A Santa Imaculada Igreja católica foi eclipsada por essa “igreja” conciliar que engana milhões e milhões de católicos.

    • Assim a mesma Santíssima e Imaculada Madre Igreja professa:
      “Ora, esta autoridade, mesmo se dada a um homem e exercida por meio de um homem, não é humana, mas antes, um poder divino, dado pela boca divina a Pedro, a ele e aos seus sucessores, no próprio Cristo, que ele, como rocha firme, professara, na ocasião que o Senhor disse ao mesmo Pedro: “Tudo o que ligares” etc. [Mt. 16, 19]. Portanto, quem resiste a este poder assim ordenada por Deus, “resiste à ordenação de Deus” [Rm. 13, 2], a menos que imagine, qual um maniqueu, que haja dois princípios, coisa que julgamos falsa e herética, dado que, segundo o testemunho de Moisés, não nos princípios, mas “no princípio Deus criou o céu e a terra” [Gn 1, 1]. E declaramos, enunciamos, definimos que, para toda humana criatura, é necessário para a salvação submeter-se ao Romano Pontífice. (S.S. Bonifácio VIII: Bula “Unam Sanctam”. De 18 de novembro de 1302.)

      “Igualmente definimos que a Santa Sé Apostólica e o Romano Pontífice têm o Primado sobre todo o universo e que o mesmo Romano Pontífice é o sucessor do bem-aventurado Pedro, príncipe dos Apóstolos, é verdadeiro Vigário de Cristo, cabeça de toda a Igreja, pai e doutor de todos os cristãos; e que Nosso Senhor Jesus Cristo transmitiu a ele, na pessoa do bem-aventurado Pedro, o pleno poder de apascentar, reger, e governar a Igreja universal, como é atestado também nas atas dos concílios ecumênicos e nos sagrados cânones. Renovamos, além disso, a disposição transmitida nos cânones a observar entre os outros veneráveis patriarcas: que o Patriarca de Constantinopla seja o segundo depois do Santíssimo Pontífice Romano, o Patriarca de Alexandria o terceiro, o de Antioquia o quarto, o de Jerusalém o quinto, salvaguardados, evidentemente, todos os seus privilégios e direitos.”
      (S.S. EUGÊNIO IV: CONCÍLIO DE FLORENÇA: BULA SOBRE A UNIÃO COM OS GREGOS “LÆTENTUR CÆLI”. De 06 de julho de 1439)

      Cân. 1369 – Quem, em público espetáculo ou reunião, ou em escrito publicamente divulgado, ou usando por outro modo dos meios de comunicação social, profere blasfêmia ou ofende gravemente os bons costumes, ou, contra a religião ou a Igreja, profere injúrias ou excita o ódio ou o desprezo, seja punido com justa pena.
      Cân. 1371 – Seja punido com justa pena:
      1º quem, fora do caso previsto no cân. 1364, § 1, ensinar uma doutrina condenada pelo Romano Pontífice ou pelo Concilio Ecumênico, ou rejeitar com pertinácia a doutrina referida no cân. 750, § 2, ou no cân. 752, e, admoestado pela Sé Apostólica ou pelo Ordinário, não se retratar;
      2º quem, por outra forma, não obedecer à Sé Apostólica, ao Ordinário ou ao Superior quando legitimamente mandam ou proíbem alguma coisa, e, depois de avisado, persistir na desobediência.
      Cân. 1372 – Quem recorre ao Concílio Ecumênico ou ao Colégio dos Bispos contra algum ato do Romano Pontífice seja punido com justa pena.*
      Cân. 1373 – Quem excita publicamente aversão ou ódio dos súditos contra a Sé Apostólica ou contra o Ordinário, em razão de algum ato de poder ou ministério eclesiástico, ou incita os súditos à desobediência a eles, seja punido com interdito ou com outras justas penas.

    • Permita-me também complementar meu caro pe.Ednei outros ensinamentos da Santa Imaculada Igreja católica.Mas lembrando que esses ensinamentos que o senhor citou deve ser obedecido por TODOS OS CRISTÃOS, e esses que vou citar também deve ser obedecidos por TODOS OS CRISTÃOS.

      Vejamos o parecer abalizado de renomados teólogos com relação ao hipotético procedimento de um mal Papa e que se ajusta perfeitamente à conduta dos últimos pontífices.
      • FRANCISCO SUÁREZ (1548-1617) considerado o maior teólogo pós-tridentino: – “O Papa poderia ser cismático se quisesse… subverter todas as cerimônias eclesiásticas fundadas em tradição apostólica” (não foi isso que Paulo VI fez?). Diz ainda: “Se o Papa baixar uma ordem contrária aos bons costumes, não se deve obedecer-lhe. Se tentar fazer algo manifestamente contrário à justiça e ao bem comum, será lícito resistir-lhe”.
      • FRANCISCO DE VITORIA, grande teólogo espanhol do séc. XVI escreveu: “Se o Papa, com suas ordens e seus atos destrói a Igreja, deve-se resistir e impedir a execução de suas ordens”.
      • O ilustre CARDEAL CAETANO, também do sec. XVI, sustentava que “deve-se resistir em face ao Papa que publicamente destrói a Igreja”.
      • O CARDEAL JOURNET, citando Caetano, diz que “quanto ao axioma onde está o Papa está a Igreja, vale quando o Papa se comporta como Papa e Chefe da Igreja, caso contrário, nem a Igreja está nele nem ele está na Igreja”.
      • S. IVO DE CHARTRES, bispo e notável canonista5 (sec. XIII) asseverou: “Não queremos privar as chaves principais da Igreja (o Papa) do seu poder… a menos que se afaste manifestamente da verdade Evangélica”.
      • S. ROBERTO BELARMINO, já citado, também ensinou que assim como é lícito resistir ao Papa que agride o corpo, também se deve resistir ao papa que agride as almas, ou que perturba a ordem civil e, sobretudo, aquele que tentasse destruir a Igreja. É lícito resistir-lhe não fazendo o que ele manda e impedindo a execução da sua vontade”.
      • D. PRÓSPERO GUÉRANGER. eminente liturgista do século XIX afirma que: “Quando o pastor se transforma em lobo é ao rebanho que, em primeiro lugar, cabe defender-se”.
      Conclui-se que a DESOBEDIÊNCIA passa a ser uma virtude quando OBEDECER se torna pecado.

  3. “ENCONTRAR uma forma de exercer o ministério próprio do Bispo de Roma, que, em conformidade com a sua missão, possa se abrir a uma NOVA situação […]”…

    A forma já está encontrada há saecula saeculorum…

    Que os cismáticos, guardando suas tradições litúrgicas legítimas, voltem ao seio da UNA SANTA CATÓLICA E APOSTÓLICA IGREJA ROMANA…

    Declarações…reuniões…encontros…oba… oba…até agora só levou a que???
    A eclipsar a verdade dogmática da UNICIDADE da única IGREJA DE CRISTO que É, não “subsiste”, como usaram no Concílio para causar confusão e mais divisão ainda…

    Dizer idilicamente, que “o que nos une é maior que o que nos separa” é no mínimo querer tapar o sol com a peneira…

    Um padre conhecido esteve em Moscou com uma peregrinação, e estava como sempre fazem quando querem aparecer, de clarygman e, chegando a uma catedral ortodoxa, se comunicou, através do guia, com um padre ortodoxo. Este último, quando soube que ele era Católico romano respondeu-lhe que a Igreja de Roma é traidora por tentar converter os ortodoxos ao Catolicismo, virou-lhe as costas, entrou na Sacristia, e, ecumenicameeeeeeente, bateu a porta na cara do padre e do grupo em peregrinação…
    Todos sabem que João Paulo II não visitou Moscou, que era seu sonho, por negativa peremptória do Patriarca de Moscou.

    Continuamos com a verdade, que não pode ser mudada, por ser DOGMÁTICA, que a IGREJA DE CRISTO É A IGREJA CATÓLICA, sem imposições, mas também sem enganações com trocentos de milhões de declarações e encontros, para se chegar a lugar nenhum…

    Veio o Vaticano II… Venha o III, o IV, o V,… o que é DOGMA DE FÉ, nunca mudará…

  4. É um escândalo a divisão entre católicos romanos e ortodoxos!

  5. A maior ofensa, que alguém poderá fazer a Santa Igreja. É colocar em par de igualdade com as falsas religiões. O Papa Leão XIII. Disse isto. É lógico que é mais do que natural. Nosso Senhor, colocar a Sua Igreja no mesmo nível das falsas. Seria um contra senso. Quem de nós teríamos coragem, de colocar a nossa verdadeira esposa. Na competição com as falsas esposas. Só um louco, seria capaz de tamanho absurdo. Nosso Senhor que tem a Sua Esposa, pura e imaculada. Não poderia aceitar tamanha profanação?
    Joelson Ribeiro Ramos.

  6. Finalmente entendi o que o Papa quis dizer como sendo Bispo de Roma.

  7. Cismático e legítimo sucessor de Santo André Apóstolo… Aí está: Pedro e André encontram-se, outra vez e rezam juntos a Deus por suas aspirações em comum na terra do Mestre, como em relação à violência contra os cristãos no Oriente Médio e as principais mazelas que afetam a humanidade. Quando conheceram-nO, pescavam juntos, Pedro e André, no mar da Galiléia…

    OBS: Desconsiderando o discurso capcioso de Francisco.

    A propósito, comecei a ler o livro “Teologia dos Reformadores”, de Timothy George. Em um parágrafo sobre o conciliarismo, George explica “que na lei canônica já se apresentara” [no início do séc. XV] “um escape à doutrina de que o Papa estava acima do julgamento humano, na oração nisi deprehendatur a fide devius, isto é, a menos que se desvie da fé. Esse desvio era interpretado”, complementa George, “não apenas como heresia manifesta, mas também como atos que ameaçassem a integridade da Igreja.” (pág. 30).

    Pesquisando sobre a expressão citada, localizei algumas referências digitalizadas e disponíveis na internet, ora em obras católicas, ora em “reformadas”:

    Segundo o livro “História da Igreja”, de Giacomo Martina, “Humberto di Silva Cândida que vivera em meados do séc. XI, tinha dado forma definitiva a uma tese que já aparecera no séc. VII, ou seja, que um Papara herético podia ser submetido a julgamento. A ideia fora retomada por canonistas e, por meio de Ivo de Chartres, um dos canonistas do tempo da luta contra as investiduras, tinha chegado ao Decretum Gratiani: (…) cunctos ipse iudicaturus a nemine est iudicanus, nisi deprehendatur a fide devius. A autoridade suprema da Igreja pertence ao Papa, mas este pode sucumbir à heresia ou ao cisma e pode então ser deposto por um concilio” […] A teoria conciliar, entendida nestes termos, está na base dos apelos ao concílio na luta contra Bonifácio VIII e contra João XXII, e foi aceita pela tradição posterior, de Suárez a Belarmino e ao recente tratado dos canonistas Wernz e Vidal, que analisam expressamente o caso de um Papa louco, herético ou cismático.” (pág. 69).

    Já no livro “De Abelardo a Lutero” de Luis Alberto de Boni, lemos: “Defrontando-se com a afirmação, proveniente do século V, de que a prima sedes a nemine indicatur (a Santa Sé não é julgada por ninguém), introduziram eles uma exceção, assumida no Decreto de Graciano (cerca de 1142), que diz: (Papa) a nemine est iudicandus, nisi deprehendatur a fide devius […] Esse texto foi trabalhado por canonistas célebres, como Huguccio, João Teutônico e Henrique de Segusa. Inocêncio III, antigo aluno de Huguccio, fez sua a sentença e em um sermão famoso comentou a importância da fé para o Papa, pois o abandono dela seria a única situação a permitir que a Igreja viesse a julgá-lo e depô-lo.” (pág. 190).

    Pergunto: Alguém conhece alguma obra segura e traduzida, na doutrina canônica e teológica, que desenvolva a tese apresentada nas referências acima e expressa na fórmula “nisi deprehendatur a fide devius”? Peço sugestões.

  8. Que infelicidade…é de dá tristeza.

  9. Com a salada de frutas do vaticano II, como se dará a união com os cismáticos? A gente passa pro lado de lá e se converte ou eles passam pro lado de cá e se pervertem?

  10. A estória da “plena comunhão” voltou com todo “gás”. Novos tempos e velho “bla bla bla”.

  11. […] Todas as vezes que superamos os antigos preconceitos e promovemos novas relações fraternas, recordou o Bispo de Roma, confessamos que Cristo ressuscitou verdadeiramente! […]

    Que lindo hem? Então aqueles crentes que sofreram martírios e perseguições foi só por causa de “antigos preconceitos”!
    Se isso não ofende os Católicos que de tão mornos em matéria de defesa da Doutrina se tornaram gelados e anestesiados, pode ter certeza que declarações tão levianas ofendem e muito àqueles cismáticos a quem se tenta enganar com essa conversa mole.
    Vejamos o que os cismáticos Ortodoxos não cansam de repetir:

    “Algumas diferenças importante entre a Doutrina Católica Romana e Doutrina Ortodoxa
    Ontem à noite, em nosso grupo de discussão ecumênica , eu mais uma vez ouvi um Católico dizendo que depois de tudo, não temos diferenças teológicas significativas . A muitos católicos, se não for a maioria , estão ensinando isso. É falso , e eu achei que seria útil mostrar, de forma muito resumida o porque. Então, aqui estão apenas algumas das principais diferenças .
    Nós Ortodoxos negamos a alegação de supremacia papal, a não ser num sentido honorário. ( Nossos patriarcas em nenhum sentido tem a intenção de agir como papas rivais e nem foram ensinados a agir assim). Vocês Católicos não considerariam isso como uma diferença insignificante , não é?

    (PS: Quem sabe seja por isso que Bergoglio está tentando “encontrar uma forma de exercer o ministério próprio do Bispo de Roma, que, em conformidade com a sua missão, possa se abrir a uma nova situação”?)

    Negamos a alegação de infalibilidade papal. Estas duas negações não são meras objeções isoladas. Como se tais negações não fossem algo em si mesmo grande, elas também refletem toda uma eclesiologia diferente ( doutrina da Igreja ) . Nós diferimos sobre o que é a Igreja , como ela opera, como ela é governada e o papel que ela desempenha em nossas vidas. Isso é pouca diferença?

    (PS: Mas não são apenas os cismáticos que pensam dessa forma! Os impostores no Vaticano também diferem do conceito tradicional sobre o que é a Igreja , como ela opera, como ela é governada e o papel que ela desempenha em nossas vidas.)

    Opomo-nos à doutrina do Filioque . Normalmente, este item parece coisa de pessoas obtusas , arcaicas, ligadas a picuinhas doutrinárias , mas suas conseqüências são reais , profundas e de longo alcance . O Filioque é construído sobre toda uma triadology diferente ( doutrina da Santíssima Trindade) da Ortodoxa. Isso significa que temos dois entendimentos diferentes de quem Deus é , o que não é pouca coisa em si, mas que por sua vez resulta em dois diferentes e conflitantes em alguns pontos na vida devocional. A doutrina do Filioque provoca também , do ponto de vista Ortodoxo, as implicações eclesiológicas erradas .
    ” Palamism “, para usar o termo pejorativo dos Católicos, também nos divide. O que São Gregório Palamas estava defendendo tão vigorosamente, era o fato de que um Católico pode e tem uma experiência direta e pessoal de Deus, um ponto claramente negado pelo Escolasticismo. Obviamente que esse não é um assunto trivial, mas é apenas mais uma das implicações do que São Gregório Palamas defendeu . Uma vez eu fiz uma lista de razões que era importante , e se bem me lembro , havia 13 itens nele .

    ( PS: Não se preocupem porque pra quem teve coragem de mexer até na doutrina da transubstanciação, do Sacrifício e da Presença Real, o Filioque é o de menos!)

    Espero que isto seja o suficiente para mostrar que o sistema inteiro está em desacordo e em jogo no nosso diálogo católico-ortodoxo . Mas há mais, muito mais . Esta manhã eu peguei o Catecismo da Igreja Católica e cinco vezes abri uma página aleatória para achar ali pelo menos cinco vezes alguma divergência do ensino ortodoxo . O Novo Catecismo da Igreja Católica está totalmente errado quando afirma : “Com as Igrejas ortodoxas , esta comunhão [ com os católicos ] é tão profunda ” que falta muito pouco para atingir a plenitude que permitiria uma celebração comum da Eucaristia do Senhor. ” ( 838 )
    Isto está muito longe de ser verdade e o que realmente me incomoda (e a outros cristãos ortodoxos , você pode ter certeza ) é que apesar de estar cheia de estudiosos, acadêmicos informados , inteligentes e sofisticados , Roma insiste em espalhar essa falsidade. Como é que vamos ter qualquer diálogo real diante disso ?
    POSTADO POR ANASTASIA THEODORIDIS

    (PS: Roma pode estar cheia de estudiosos, acadêmicos informados, inteligentes e sofisticados, mas são impostores desonestos que insistem em espalhar uma versão de Catolicismo que não passa de falsidade. O “deus” que eles pregam é “total flex”: para os Católicos é Uno e Trino, para os muçulmanos é só UNO, para os Judeus é o mesmíssimo da Antiga Aliança, excluindo aí Jesus Cristo pra não atrapalhar o “diálogo” e para os Ortodoxos Cismáticos tanto faz! O importante é todos se darem as mãos, “colocar de lado as hesitações que herdamos do passado” e abrir o nosso coração à ação do espírito da mentira para juntos caminhar rumo à porta larga da perdição.)

  12. De fato, o trecho destacado pelo Guilherme soa um pouco estranho. O Papa estaria propondo que o “diálogo ecumênico” é necessário para encontrar uma forma nova, e supostamente essa sim correta, de exercer o ministério do bispo de Roma? Dois problemas: a forma correta já é exercida, e hereges e cismáticos não devem opinar na doutrina da Santa Igreja.

  13. Gulherme, o poder do Sagrado Magistério ainda existe , não se findou, só para lembra-lo. A Igreja não proíbe ações ecumênicas, principalmente quando se trata de irmãos separados e ligados pela sucessão apostólica, como os ortodoxos.

    “hypocrita eice primum trabem de oculo tuo et tunc videbis eicere festucam de oculo fratris tui”( Mt 7,5)

  14. A frase mais hipócrita que já conheci:

    “irmãos separados”

  15. Esperava um pouco mais desse encontro.

  16. Vejam o que nós perdemos:

    http://accionliturgica.blogspot.com.br/2014/05/rito-carmelita-en-paraguay.html

    Novena en Honor de Santa Rita. Parroquia Santa Rita, diocesis de Ciudad del Este, Paraguay. La Misa, en Rito Carmelita, fue celebrada por Fray Tiago de San José, Superior de los Carmelitanos del Monte Carmelo.

    As fotos são magnificas.

  17. Nenhum teólogo, por mais preciso que seja, poderá desacreditar a autoridade petrina que provem de Cristo. E todo o verdadeiro teólogo serve a Igreja do Senhor que esta sob a autoridade do Romano Pontífice. Creio que os teólogos supra citados nunca tiveram a pertinência dese crime. Onde está o Papa está Pedro, onde está Pedro está Cristo. O poder temporal concedido a Pedro é a segurança da ortodoxia, Se me faço juiz de algo é sinal que estou acima daquilo que me faço juiz, se não real mas ao menos um juiz imaginário. É claro que é justo expressarmos nossas opiniões, mesmo se elas sejam contrarias as do Sumo Pontífice, desde que essas posições não seja contra o “Ex-catedra” da qual é necessário perfeita união de fé para a salvação. No entanto as divergências devem ser feitas em respeito e sobriedade, características da virtude cristã. Nos recorda o 4. mandamento do decálogo que todos devemos respeito e veneração aos nossos pais, tal mandamento se prolonga a toda autoridade, com mais urgência as autoridades religiosas, pois nos recorda o Apostolo “toda a autoridade vem de Deus”, disso também se torna prolongação do primeiro mandamento e em certas questões ao segundo mandamento. Portanto podemos sim questionar o pontífice, mas desrespeita-lo torna-se matéria grave para apresentar-se ao confessionário. Do mesmo modo quando nos expressamos aos nossos pais as nossas divergências, mas se torna muito distante da atitude cristã se ao elevar a expressão o inclinamos aos golpes de humilhação verbal. Podemos sim viver um período de escuridão doutrinal, mas necessitamos da graça divina para que nos ilumine e sejamos luz. Perdoe-me se minhas palavras soam com certo peso, não foi esta a intenção.

  18. OBRIGADO, DEUS! Por que está cumprindo Sua Promessa! Por que a partir da Uniao dos Cristãos e de todos os Seus filhos e filhas irá realizar maravilhas no meio de nós, porque vai vir com força e poder para recobrar a vistas aos cegos e converter o mundo!
    Isso é ser igreja. Isso é história. Isso é VIDA! Há cinquenta anos atrás, o Papa Paulo VI abraçava o Patriarca Atenágoras de Constantinopla, chefe da Igreja Ortodoxa e neste abraço ficava para trás quase mil anos de divisão! Os dois chefes, do Oriente e do Ocidente abraçaram-se! Um abraço que selou um novo tempo de reconciliação! Nestes dias o Papa Francisco está em Israel para se encontrar com o atual Patriarca Ortodoxo Bartolomeu I, e também celebrar os 50 anos deste encontro tão especial! Isto confirma que a unidade é uma prioridade na Igreja! Que possamos orar por esta viagem do nosso Papa, unir nossos corações ao dele e relembrar as palavras do Papa Paulo VI na ocasião do primeiro encontro: “Este é um verdadeiro momento de Deus, devemos vivê-lo com toda a intensidade, toda a retidão e todo o desejo de fazer avançar os caminhos de Deus!” e como bem disse o Patriarca Atenágoras …” Possa este encontro, no alvorecer de um dia luminoso e bendito, em que as gerações futuras, comungando do mesmo cálice do Santo Corpo e do precioso Sangue do Senhor, louvarão e glorificarão, na caridade, na paz e na unidade, o único Senhor e Salvador do mundo”