Ele está de volta! A nova bizarrice do Arcediago do Cabido de Campinas.

Cônego Luiz Carlos da Fonseca Magalhães, Arcediago do Cabido Metropolitano da Arquidiocese de Campinas, SP, em sua mais nova invencione litúrgica. Ele já passou pelo hall de Fratres in Unum em 2012, com sua Missa Palhaçada das crianças.

Estou convencido de que a crise na Igreja, pela qual passamos hoje, é causada em grande parte pela decadência da liturgia, que às vezes é concebida de uma maneira como se Deus não existisseisto é, que nela não importa mais se Deus existe e se Ele nos fala e nos escuta. Quando, porém, na liturgia não aparece mais a comunhão da fé, a unidade mundial da Igreja, o mistério de Cristo vivo, onde, então, ainda aparece Igreja, em sua essência espiritual? Aí a comunidade ainda celebra somente a si mesma, sem que valha a pena.

Cardeal Joseph Ratzinger

* * *

Correio Popular – Campinas, 5 de junho de 2014: Se depender de oração e fé, a Copa do Mundo é nossa. Em Campinas, um padre da paróquia Cristo Rei, no Jardim Chapadão, chama a atenção e tem arrancado sorrisos de fiéis e crianças que frequentam suas missas aos fins de semana. Ele costuma finalizar suas celebrações com uma batina diferente da habitual. Nos minutos finais da missa, ele troca a roupa eclesiástica, de cores protocolares, por uma adaptada com bandeiras do Brasil nas cores verde e amarelo. Impossível não se surpreender.

O padre Luiz Carlos Magalhães, da paróquia Cristo Rei, no Chapadão:

O padre Luiz Carlos Magalhães, da paróquia Cristo Rei, no Chapadão: “Todo mundo sabe que Deus é brasileiro”

“Essa é a intenção. Lembrar que as pessoas precisam viver também, além do espírito de comunhão a Deus, essa celebração da sociedade, que não é só brasileira, mas de todo o mundo. É hora de todos se divertirem e torcerem, apesar de tantos problemas que ocorreram pelo Brasil ter sido sede do mundial. Não adianta só ficar lamentando, é hora do espírito da alegria e da civilidade. Tento passar isso aos fiéis e às crianças, que podem mudar o futuro”, afirmou o padre Luiz Carlos Magalhães.

É a terceira Copa em que o paróco utiliza a batina durante as celebrações. “Em uma o Brasil levou o caneco (2002). Já na última (2010) foi feia a nossa participação”, lembrou. Agora o padre não arrisca adivinhar quem ganhará o Mundial, apenas se dispõe a torcer muito pela nossa seleção. “Temos um concorrente forte, já que o papa é argentino. Mas todo mundo fala que Deus é brasileiro, então acredito que levamos vantagem. Ainda mais com tantos fiéis torcendo”, brincou.

A ideia de criação da roupa é do próprio sarcedote. “Vi os dois tecidos e gostei. Imaginei que poderia usar em determinadas celebrações. Levei para uma costureira que a produziu”, disse. Entre as crianças a roupa é um sucesso. A intenção do padre era usar somente na missa infantil, aos sábados pela manhã, mas ele acabou colocando também nas celebrações normais. “No começo, principalmente os fiéis mais antigos torceram um pouco o nariz. Ao contrário dos mais jovens, hoje todos aceitam e vibram com o padre torcedor”, brincou. Na missa das crianças o paróco até improvisa o uso de cartões — como no futebol — para dar ensinamentos aos pequenos.

O padre Luiz afirmou que já jogou bola durante o período em que foi estudante, e hoje, aos 67 anos, se arrisca pouco entre os mais jovens. “Sempre adorei futebol e torço para o Guarani. Acredito que vamos passar por um momento único em nosso País, em que muitas pessoas de todo o mundo estarão nos prestigiando, é o momento de mostrarmos quem somos.”

Nos corredores e no entorno da paróquia os fiéis fazem fila para abraçar o padre torcedor. “Ele é único, tem um espírito muito alegre e que nos faz enxergar as coisas da melhor forma. Essa ideia da batina só nos faz sentir mais orgulho”, afirmou a dona de casa Franca Caruso, de 67 anos. “Quando ele aparece no final da celebração todo mundo cai na risada e até bate palma. Isso cria uma raiz de patriotismo em nossos corações”, afirmou a também dona de casa Rosa Luiza Fernandez, de 54 anos.

Tags:

19 Comentários to “Ele está de volta! A nova bizarrice do Arcediago do Cabido de Campinas.”

  1. Vejam a cruz, onde está o Crucificado? Na Igreja modernista atual o crucifixo não é mais aceito, e a missa virou a festa da comunidade onde todos se divertem em um momento de descontração e o padre se torna um animador de auditório onde “todo mundo cai na risada e até bate palma”, ao invés de ser a atualização do Sacrifício de Cristo na Cruz, alguém consegue imaginar a Virgem Maria e São João caindo na risada e batendo palma enquanto Jesus morria na Cruz? Pois esse é o resultado da ignorância da maioria das pessoas que não sabem mais o que é e para que serve a Missa.

    • Vocês precisam ver as missas celebradas em Manaus…Lementável! Ficamos a pensar o que fazer com a nossa Fé e com nossas crianças. Aceito conselhos.

    • A igreja de Cristo Rei no Chapadão tem também um crucifixo muito grande na entrada/saída.
      Veja também que, na foto, o Cristo Ressuscitado tem as marcas da paixão, logo é o Cristo que passou pela Cruz. Ninguém está negando a Cruz. É a igreja de Cristo Rei, do Rei que venceu a morte e que fala para nós de pouca fé: “Põe teu dedo aqui e vê minhas mãos! Estende tua mão e põe-na no meu lado e não sejas incrédulo, mas crê!”.

  2. Creiam. Há padres muito piores em Campinas.

  3. Tomo como minhas as palavras do meu gde amigo Paul, de Belo Horizonte-MG (vide link abaixo):
    “Perdoem-me o excesso de franqueza ou de pessimismo, mas não há quem, olhando para a situação da fé católica no Brasil, não depare com um desolador cenário de guerra. São miríades e miríades de cadáveres insepultos, de aleijados, de amputados, de inválidos, de queimados, de deformados espirituais que pululam aqui e ali, julgando-se ainda pertencentes às fileiras da Igreja Militante. São almas assassinadas, destroçadas, corrompidas, embotadas e amputadas por toneladas de lixo teológico. A bomba de Hiroshima destruiu corpos e vidas; mas a hecatombe da teologia da libertação arrasou almas, matando nelas a graça santificante, ridicularizou dogmas, menoscabou sacramentos, devastou dioceses, esvaziou paróquias, desesperou pobres, difamou ricos e, de quebra, lotou as igrejas protestantes.

    Certa vez um sacerdote muito instruído e piedoso disse-me: “qualquer irreverência para com Jesus Eucarístico é mais grave do que uma guerra, em razão da dignidade da pessoa ofendida. Na guerra, ofendem-se homens; no desrespeito à Hóstia Consagrada, ofende-se a Deus diretamente”. Basta refletirmos nessas palavras, muito sábias, muito justas, para percebermos que o flagelo, a hecatombe nuclear ainda persiste. É claro que há muitos sacerdotes e bispos santos, mas, por outro lado, há também dioceses em que a falta de respeito, o achincalhe, diria quase a zombaria, para com Jesus Eucarístico parece ter virado norma obrigatória, regra de conduta. Abrindo um parêntese, gostaria de fazer notar que a página mais dura do Evangelho é justamente aquela em que Jesus Cristo pegou do chicote com inflamada ira para fazer cessar imediatamente a profanação do templo.

    Se Nosso Senhor me permitir hoje, eu gostaria de pegar emprestado o Seu chicote e beber do cálice da Sua ira. Porque muitos de nossos templos têm sido diuturnamente profanados, e com tal desfaçatez, que não é possível que a coisa continue dessa forma. Na Igreja Nossa Senhora do Carmo do Sion, em Belo Horizonte, Minas Gerais, permite-se que um herege zombe de Jesus Cristo, do culto à Virgem Maria e brinque de celebrar Missa. Ora, o templo é sagrado. Não há razões diplomáticas que justifiquem a profanação do templo por um ex padre que zomba da Eucaristia e encena, na presença Dela, uma afrontosa peça de teatro. Em outras paróquias da mesma diocese (não digo que sejam todas; há exceções!), é comum verem-se pessoas adultas assistindo às Missas com roupas de fazer caminhada, shorts ou calças tão apertadas que mostram quase os contornos da alma. É tal a ideia que as pessoas têm da liturgia, que a Missa vira um anexo da caminhada, uma “escapadinha” do exercício físico. Elas não têm a compreensão de que estão realmente diante do Calvário, da Paixão do Senhor, que se atualiza, que se realiza de forma incruenta, diante de seus olhos. Não entendem que só há uma Missa: a do Calvário, que não é repetida ou relembrada, mas simplesmente atualizada, tornada presente. Nem são disso esclarecidas. Não sei quantas vezes já tive de pedir a pessoas que nem conheço que não mascassem chicletes dentro da Igreja e, sobretudo, durante as Missas. Duas ou três vezes impedi, pela força da argumentação, que indivíduos recebessem a comunhão mantendo ainda a goma de mascar na boca. Em outra ocasião, reparei que a pessoa não ousou comungar com o chiclete, mas poucos instantes antes da comunhão, colou-o na parte inferior do banco.

    Ora, a boa educação já exigiria que, por respeito aos outros, aos demais fiéis, se honrasse um lugar, um ambiente, uma celebração que para eles são sagrados. Um comportamento condizente com o lugar seria o mínimo que o bom tom e a boa educação exigiriam. Mas, o caso é mais grave, há profanação do templo, violação de direitos divinos.

    O cenário é apavorante; é devastador. É a própria abominação da desolação, de que nos fala o Evangelho, que tomou o templo. Não se explica aos fiéis que também as vestes e o comportamento devem corresponder à dignidade da pessoa com quem se encontra. Ninguém vai dirigir-se a um monarca ou chefe de estado trajando short de caminhada, agitando uma goma de mascar na boca e calçado de sandálias havaianas… Há pessoas que se assentam numa Igreja como se estivessem num banco de praça; ficam escornadas, de pernas cruzadas, falando alto e gargalhando. Muitas vezes, conversando no celular. É um calamitoso cenário de guerra.

    Há paróquias em que os livros litúrgicos, os lecionários, não se encontram em boa ordem, em situação digna. Às vezes, andam sujos, engordurados, mal cuidados. Dão até nojo de serem tocados.

    Isso sem falar nessas fábricas de comunhões sacrílegas que são as confissões comunitárias, realizadas com evidente abuso e que dão a falsa impressão aos participantes de que podem ficar anos sem confessar individualmente os seus pecados graves.

    Há sacerdotes que proíbem os fiéis de ajoelharem-se no momento da consagração, institucionalizando uma espécie de anarquia litúrgica, pois não estão revestidos de autoridade para tal. Outros, impedem os fiéis de exercerem o seu legítimo direito de receber a comunhão na boca, ou ajoelhados. Outros ainda, institucionalizam a comunhão ‘self service’: o próprio fiel toma a Hóstia e a molha no vinho, sendo que, na verdade, é Cristo que Se doa, é Cristo que Se entrega a nós. Se é Cristo que se doa, é o sacerdote ou o ministro que devem entregar a Hóstia ao fiel. Há um profundo significado teológico nas normas litúrgicas.

    Não, meus amigos! Não é possível continuar assim!

    De que adianta, por exemplo, construir uma nova catedral se as pessoas não são ensinadas a se comportar dignamente dentro dela? Desejam-se novas profanações, novos vilipêndios? De que adianta construir uma igreja de pedra se não se constrói ao mesmo tempo uma bela igreja espiritual, de pessoas vivas, verdadeiros adoradores, que são os que o Pai deseja?

    O povo é bom, e aqui retomo a ideia inicial, o povo é espiritual por natureza. Ele sente o rastro, sente o cheiro de Deus. O povo só não tem sido formado, só não tem sido instruído. Os teólogos da libertação quiseram colocar o povo no lugar de Deus, como se ele, o povo, fosse um bezerro de ouro, o destinatário da liturgia, da celebração eucarística. Não! A liturgia é obra de Deus, para Deus. É Cristo quem celebra a Eucaristia, oferecendo-Se a Deus Pai por nós. O povo é bom e reconhece que não pode tomar o lugar de Deus.

    O Espírito Santo, conhecendo os tempos difíceis por que passaria a Igreja, conferiu maior importância aos leigos. Muitos leigos têm feito uma heroica ação benfazeja, estudando e ensinando aos demais a doutrina e as normas da Igreja, coisa que competiria primariamente ao clero. São esses leigos, que exigem a comunhão na boca, que se ajoelham na hora da consagração, que são ciosos dos seus direitos e dos direitos de Jesus Cristo, que estão fazendo a diferença.”

    Saiba mais:

    http://paulmedeiroskrause.blogspot.com.br/2014/06/a-verdadeira-bomba-de-hiroshima.html

  4. Como se não bastasse ser anti-litúrgica, a veste é de extremo mau gosto. Mas, que fazer? É o espírito futebolístico patriota aplicado à liturgia. Mas, nada que cause pânico. Só outra péssima notícia nos tempos ruins que vivemos. Isso até já virou rotina. Afinal é mais uma criatividade “linda”, sob o olhar complacente do Bispo diocesano. O pior é o povo (abandonado por seus Pastores, e sem doutrina nem formação litúrgica alguma) se acostumar e achar tudo normal. São como ovelhas sem pastor, conforme disse Nosso Senhor Jesus Cristo. Só falta agora cantar o hino nacional no início da Missa, oferecer uma bola de futebol durante o ofertório, chamar algumas pessoas usando o uniforme da seleção brasileira para fazer uma coreografia diante do altar e o padre fazer o sermão como se narrasse um jogo de futebol. Não nos surpreenderemos se isso, de fato, acontecer.

  5. Seria muito dizer que me senti mal, com calafrios, ao ler que “lembrar que as pessoas precisam viver também, além do espírito de comunhão a Deus, essa celebração da sociedade, que não é só brasileira, mas de todo o mundo.”? Além da Comunhão com Deus?! Oi?! Virgem Santíssima, livrai-nos da desgraça dos sacerdotes que desonram seu ministério…Adveniat Regnun tuum!

  6. Cada um nos seus esquemas particulares, principalmente após aparecerem os grupos RCCs “auês” e sacerdotes aceitando suas inserções mirabolantes nas celebrações, os invencionistas litúrgicos proliferam – as missas sincréticas, como as afro-espíritas, de torcidas etc. – invés de seguir as normas eclesiais que deveriam vigorar uniformemente em toda a Igreja.
    Evidente que tais celebrações ofuscam a Cristo, fica para um plano inferior, mais se parecendo com auto celebrações da comunidade, nas quais ela é centro máximo de todas as atenções, ficando a gloria e o respeito a Deus em segundo plano, sendo esse o método da Teologia da Libertação, pregadora do Marxismo Cultural sob forma de doutrina católica.

  7. Dom Henrique Soares em uma entrevista, afirmou que é muito difícil reverter essa situação porque a mentalidade do clero está corrompida. A liturgia continuará sendo um evento onde a comunidade “se celebra a si mesma” no lugar de Deus.

    Como você muda a mentalidade e a formação de 80% dos padres? Porque agora, é muito fácil – e tentador! -, chamar esse sacerdote acima de “modernista”, “louco”, “palahço”, etc…mas se a formação dele permitiu isso, ele mesmo vai culpar a quem?

  8. Hoje é o primeiro sábado do mês. Ainda está em tempo de fazer reparação por esse e outros sacrilégios que são cometidos contra Jesus Eucarístico no mundo inteiro:
    1- Confissão
    2-Comunhão reparadora
    3- Meditação
    4- Adoração.
    Alguém se habilita?

  9. Parece que o canto final dessa “missa” foi o descrito abaixo. Quem esteve presente confirme (ou não):

    Alô criançada o Bozo chegou!
    Trazendo alegria pra você e o vovô!
    Estamos trazendo muito amor!
    Um, dois, tres, e.. Vamos nós!

    Sou o palhaço, meu nome é Bozo!
    Bozo! Bozo! Vamos brincar!

    Sempre rindo, eu e você!
    Eu sou o Bozo, o palhaço de todos vocês!
    Vamos amigos, vamos cantar!
    Lálálálalálálálála lalá!

    Cantar é alegria! Cantamos também!
    Cantem! Cantem! Como Nós!
    Estamos prontos, vamos nós!
    Cantem comigo, brinquem também!

    Fiquem rindo, isso é bom!
    Suas risadas são tão legais!
    Fiquem rindo, igual a mim!
    Eu sou o Bozo o palhaço de todos vocês!

  10. R I D Í C U L O

  11. Como já lembrado, me espanta ver numa igreja que Cristo crucificado agora é escândalo até para os cristãos.

  12. Esse daí está tão fora da realidade que até os seus próceres comunistas do clero – como a CNBB, viram que promover futebol é contraproducente para a causa revolucionária que já abandonaram a ideia de copa do mundo de futebol.

    Cada um tem seu deus, o dele é o futebol, de uns são a marca x de automóvel, outros é jogo de tenis, e por aí vai.

  13. O padre Bozo é tão bonzinho! Missa é isto: celebração, libertação de amarras, orgia, festejo, palmas.
    Por pior que seja o estado de deterioração mental dos ” padres” e ‘ fieis” que realizam ” celebrações eucarísticas” tipo ” show missa”, tenho certeza que eles não percebem, claramente, que nascemos, crescemos, morremos. E também que tudo quanto fazemos repercute sobre o presente e o futuro, sendo origem de vitórias, belezas, desesperos,doenças, desastres e hecatombes. Tudo: beber água colorida com venenos e gases, chamadas refrigerantes, assistir programas de auditório, tomar ” energizantes”, psicotrópicos, alucinar-se diariamente com ruídos chamando-os de música,embrutecer-se ” assassinando” a ” Liturgia Cheia”,não se preocupar veramente em resolver o ” Magno Problema” [ qual é o Sentido da Vida?Que faço aqui, agora?]. Creio que não conscientizam as questões:houve de fato um início das coisas? Há inteligência no funcionamento dos micro músculos que controlam o cristalino dos olhos e a cadeia de ossinhos do ouvido[ martelo, bigorna, estribo]?Há inteligência, lógica e finalidade nos inúmeros ” feed backs” que compõem a homeostase nos seres vivos?Os seres vivos se auto regulam e se auto reproduzem? Viva o embrutecimento! Viva a anestesia existencial! Quem pensa não casa.
    Desagregação?De que, ou de quem?Deste texto?Dos povos, dissolvendo-se em massas informes?
    Da Civilização Ocidental Cristã?Do que resta de liberdade pública?

  14. Concordo perfeitamente com o leitor Renato Assis; “O tempora! O mores!”, como diria Cícero. Se o padre usasse vestes litúrgicas tradicionais e celebrasse a Missa Tridentina, provavelmente já teria sido advertido pelo bispo ou, pelo menos, seria alvo de comentários jocosos; quanto à sua “missa palhaçada”, tudo bem. Lutero ficaria contente, mas Santo Atanásio e São Roberto Belarmino gemeriam de dor! A Fraternidade São Pio X é, de fato, nossa única esperança.

  15. Um novo Padre Pinto ????? Bem como foi citado antes, adianta alguém mandar e-mail,carta ou falar pessoalmente com esse referido padre da foto e falar que ele esta equivocado no uso de tal vestimenta? ?????A resposta é : NÃO. Se brincar ele vai dizer :”quem manda aqui sou eu e uso o que quero e como quero”.

    A formação dele não foi conservadora , como é hoje em muitos seminários arquidiocesanos e nos LEGIONÁRIOS DE CRISTO. A dita geração BENTO XVI. Noto que quase a grande maioria de padres com mais de 50..60 anos de idade foram “formados” sem muito zelo litúrgico e o entendimento de liturgia é deturpado. Seguir o que diz o Missal pra eles é puro “legalismo”.

    Noto até em algumas congregações religiosas que tradicionalmente não celebram de modo solene e ortodoxa a Santa Missa, que seus novos clérigos dão mais importância a Liturgia OFICIAL.

  16. Eu posso afirmar que na minha diocese a coisa é mais séria, e que não existem manifestações dessa natureza! Isso é falta de zelo com o sagrado! É de entristecer o coração! Que Deus tenha misericórdia dele e de nós todos!