Cardeal Dolan: Não basta exilar padre pró-tradição, é preciso se calar diante da imoralidade dentro da Arquidiocese.

Eis a “maneira de atuação” de uma Paróquia em Nova York:

“Inspirados por nossa fé em Jesus Cristo e enraizados no carisma de São Francisco de Assis, acolhemos ativamente a todas as pessoas.”

pride

Esta é o primeiro comunicado em nossa declaração de missão paroquial. Essa é maneira de atuação da nossa comunidade de São Francisco.

Estamos novamente celebrando essas boas-vindas de maneira radical a todos em nossa

Missa Pré-Orgulho, em 28 de junho de 2014, às 17:15h.

Esta é uma oportunidade para que toda a nossa comunidade paroquial se lembre de que o Senhor convidou a todas as pessoas a segui-Lo, independentemente de raça, etnia, situação econômica, gênero ou orientação sexual.

Ela também é uma oportunidade para que todos nós convidemos para a Missa qualquer um de nossos amigos que talvez não se sinta bem-vindo à mesa do Senhor por qualquer motivo, mas, especialmente, se eles forem gays ou lésbicas. Aproveite a oportunidade para testemunhar o amor incondicional de Deus estendendo a mão e convidando um irmão ou irmã que não tem estado em casa por um bom tempo.

Para saber mais sobre o nosso apostolado LGBT clique AQUI.

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Enquanto isso, na mesma arquidiocese…

Cardeal Dolan.

Cardeal Dolan, Arcebispo de Nova York.

Notícia de Rorate Caeli – Um padre sul africano que atua como oficial da Missão de Observador Permanente das Nações Unidas da Santa Sé foi destituído de suas funções regulares na Arquidiocese de Nova York após um sermão sobre a necessidade urgente da Arquidiocese enviar pastores verdadeiros e solidários para atender (e guiar) aqueles que frequentam a Forma Extraordinária da Missa [Romana] na Arquidiocese.

Agora podemos acrescentar que um correspondente do blog falou pessoalmente com o Monsenhor Edward Weber, diretor de pessoal para sacerdotes da Arquidiocese de Nova York, relativamente à destituição surpreendente, inaudita e violenta (com cartas enviadas até mesmo ao seu empregador, a missão de Observador Permanente das Nações Unidas da Santa Sé, bem como sua diocese de origem). O monsenhor disse a esse correspondente que a destituição do Padre Wylie não partiu de seu gabinete (cuja finalidade é a administração de assuntos de pessoal dos sacerdotes), mas veio “diretamente do gabinete do Cardeal “.

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O contraste entre a maneira como o padre Wylie foi tratado e a questão envolvendo outro padre visitante, da Diocese de Oakland, Califórnia, não poderia ser maior. Alguns anos atrás, esse padre visitante de Oakland havia sido preso por ato obsceno em público naquela cidade (relatório policial – conteúdo muito explícito).

Ainda assim, no último outono, ele era o celebrante regular aos domingos e dias de semana na Igreja de Nosso Salvador, em Manhattan. A Igreja postou este aprazível adeus no Facebook quando ele partiu:

Ela estava em residência na paróquia próxima de Nossa Senhora do Escapulário e Santo Estevão, onde ministrou uma oficina de Advento. Quando os paroquianos souberam de seu histórico e reclamaram com a Arquidiocese, ouviram a resposta de que ele estava em situação regular perante seu bispo em Oakland e, portanto, era aceitável na Arquidiocese.

O padre visitante de Oakland não celebrava a Missa Tradicional.

12 Comentários to “Cardeal Dolan: Não basta exilar padre pró-tradição, é preciso se calar diante da imoralidade dentro da Arquidiocese.”

  1. “Enraizados no carisma de São Francisco”. Não sabia que o carisma de São Francisco era promover o pecado. Mas dado que o que eles seguem é uma caricatura de Nosso Senhor, não é surpresa que eles também façam uma caricatura de São Francisco.
    Sobre as atitudes do cardeal: eu penso, penso, e não consigo, por mais que eu tente, encontrar uma outra maneira de entender essas ações que não seja uma má intenção e deliberada vontade de destruir a Igreja por dentro. É sempre assim, ataque à tradição e nenhuma vontade em tirar as pessoas do pecado ou evitar que que se entre nele.

  2. O carisma de São Francisco é a pederastia?

  3. Jesus Cristo sempre nos ensinou: “Ame o pecador e odeie o pecado”. Acho que neste caso está havendo alguma confusão. Devemos acolher e amar essas pessoas. As pessoas, que vivem em pecado devem arrepender-se e não pecar mais. Um homossexual não é necessariamente um pecador, pois ele pode viver em castidade e lutando diariamente para não pecar. Em compensação o gayzismo virou moda. Esse sim não deve, de forma alguma, ser tolerado. Ao que me parece, nessa matéria, isso está bem claro, a famosa “inclusão”. Isso deve ser repudiado totalmente, pois a Igreja não pode levantar essa bandeira. Sua regra existe para quem aceitar. Se não aceita, não seja Católico, Apostólico, Romano. Paradoxo nesse fim dos tempos é abominável!!

  4. Acho que o comportamento paroquial acima se enquadra perfeitamente nas ações da “Ditadura do Relativismo” dos globalistas com seus laboratórios de engenharia social e seus experts, ex religiosos ou infiltrados formados na Igreja, sabem muito bem desinformarem sob forma de informação correta, e a TL, como ela, com seu cristianismo socializado, tem sabido muito bem manipular termos como “fraternidade, respeito, acolhimento, misericórdia etc.”, em outras palavras, estão dando corda ao pecado e o pecador se sentido aliviado de suas culpas, já acreditando que anteriormente a Igreja era mesmo discriminadora, intransigente e opressora, sendo esses procedimentos inadequados ao nosso tempo, de “condescendência, respeito ás diversidades e compreensão”…
    Enquanto isso, ela aproveita para repletá-los de suas ideologias niilistas, sendo o objetivo final extinguir a Cristo como Deus, Salvador e Senhor e anunciar o aparecimento do novo homem, um deusinho, “liberto das amarras” que o prendiam no catolicismo opressor.
    Pena que esses nem desconfiariam que cairam nas malhas de Satanás!

  5. Estamos numa época que os lobos nem tosquiam mais as ovelhas…

  6. Uiiiiiiiiiiii
    Enfim, “Deus é dez!”

  7. E depois, quando pergunto se essa igreja conciliar é séria, tem gente que faz beicinho, choraminga e até me xinga.
    Hummm…
    Mas que frescura!
    Ah, desculpe-me, eles estão todos inculturados…
    Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…

  8. Rafael, eu realmente não tenho mais dvidas de que essa gente(clero moderno)estão possuídos, a serviço do demônio, para destruírem a Igreja por dentro e, portanto, bloquear o próspero crescimento das vocações tradicionais.

    Ocorre que o resultado dessas perseguições aumenta afortunadamente a fidelidade à fé autêntica.

    Mas até quando – pergunta minha alma, tomada de dores; à SS Maria -, as mentes diabólicas dessas pessoas vão atinar disso e começarem a atacar por dentro as vocações tradionais. Invadindo seus seminários e provocando escândalos dos mais pervertidos.

    Pois demônio que tenta lá, tenta aqui.

    Não façamos outra coisa, senão por amor a Deus. Pois que o mundo jaz do maligno e sempre vai odiar os verdadeiros filhos de Deus e da Sua Igreja.

    Rezemos à Mater Dolorosa sua poderosa proteção.

  9. TCandreva,
    Eu já ouvi muito se dizer que Deus ama o pecador e aborrece o pacado. Se você pudesse me dizer onde está dito isso nos evangelhos eu ficaria muito agradecido. Há uma passagem no antigo testamento que diz: “Deus aborrece, igualmente, o pecador e a sua iniquidade” e São Tomás de Aquino dizia: “Deus ama os pecadores enquanto são seres; sob este aspecto, de fato, eles existem e dEle recebem o seu ser. Enquanto pecadores porem, não existem, mas têm uma subtração no ser: e isto não vem de Deus. Portanto, sob este aspecto, Deus os odeia”. Que nós devemos amar os pecadores, (da maneira que ensina São tomás) não se deve ter dúvidas. Amar não é conviver com o pecador e sim desejar-lhe a conversão. Veja o que diz São Paulo: “por carta vos escrevi que não tivesseis comunicação com os pecadores, não certamente com os pecadors deste mundo, mas vos escrevi, simplesmente, que não tenhais comunicação com aqueles que se dizendo vosso irmão são pecadores. Com tais não devesis nem comer.

  10. Longe de mim querer ser anunciador de desgraças, mas é o que me deixa muito desconfiado no momento.
    Sinto-me, ás vezes, como profeta de fatos passados.

  11. Quem ama a Deus ama ao próximo. Deus não PRECISA do nosso amor. Isto só pode ser dito de modo analógico, piedoso ou poético mas, formalmente, Deus não precisa de nada. Nós PRECISAMOS ama-Lo.
    Ele tem o DIREITO ABSOLUTO disto.Nós, a NECESSIDADE ABSOLUTA disto. Com total honestidade, vejo em todo circunlóquio em torno dos homossexuais uma manifestação de desrespeito ao Primeiro Mandamento. Por que insistir no óbvio?É óbvio que, quando se fala em consentir, livremente, dentro de si mesmo,em emoções, planos e fantasias contra a Castidade, se está pecando.Se os desejos impuros – na medida em que consentidos.Desejo é apenas desejo, puro ou impuro apenas conforme as circunstâncias e o consentimento- são de acordo com a natureza ou contra a natureza, isto é um problema ADICIONAL.Em tal caso, além do pecado contra a castidade, se expressa e se cultiva uma doença mental psicogênica, adquirida e curável, além de se estar cultivando mau gosto, hábitos contra a moral e o amor a Deus e subserviência a interesses internacionais de dominação financeira, política, administrativa, ideológica e cosmovisional. Ficar insistindo que não peca aquele que sofre da doença e do mau gosto homossexual, sem consentir e, portanto, sem praticar, é colaborar, de algum modo, para confundir as coisas, e para ajudar o movimento mundial de desconstrução da Civilização Ocidental Cristã, e, especialmente, a Igreja Católica. O que se tem que ser violentamente contra é ao incentivo à aceitação condescendente desta perversão, e mesmo à sua glamorizarão e prática, é o seu uso organizado para criar massas informes de ” zumbis” que votam conforme consignas da mídia,que odeiam tudo quanto possa ser ordenado, sadio, santo, piedoso, que compram o que a TV e os jornais mandam comprar. O mal chamado gayzismo( gay, sendo expressão posta em circulação pelos adversários de Deus, sendo estrangeirismo, é um ” cavalo de troia”, e seu uso, assim como o da palavra ” homofobia”, JÁ É uma submissão aos comandos do adversário) é um dos nossos principais adversários. Ele não é um fenômeno espontâneo de massa, mas algo criado pela grande mídia, pelos grupos ocultos que governam os EUA, a França, o Reino Unido, as Nações Unidas, e outros países e instituições. Todos bem coordenados a nível da Trilateral, do Grupo de Bilderberg, da fundação Rockfeller e da Ford, do Skull and Bones, etc.
    O processo de alienação já avançou tanto que é praticamente proibido, na mídia, NAS UNIVERSIDADES CATÓLICAS, em certas dioceses, falar que as práticas homossexuais, além de serem doentias em si, criam doenças físicas graves, como o ” intestino gay”, frequentemente mortal, câncer retal, endocardite bacteriana, disfunções imunológicas graves, câncer de próstata, etc, etc, etc. Caso algum médico fale disto, inclusive no Facebook, tem seus textos e sua palavra cerceados, e é objeto de pressões que chegam a ameaças de morte, e mesmo assassinatos, demissões, mutilações, retaliações sobre familiares, etc.

  12. Eu não considero uma pessoa que vive na castidade como homossexual, da mesma forma que não posso considerar como ladrão o indivíduo que sofre de cleptomania mas se esforça para evitar este comportamento.
    Roubar continua sendo um dos crimes mais inaceitáveis socialmente. Em países islâmicos não querem nem saber se trata de cleptomania, necessidade ou safadeza, o furto é punido com penas que vão desde o açoitamento até a morte em casos mais graves.
    Há casos de cleptomaníacos famosos que andaram cometendo o delito do roubo sem a menor necessidade, como por exemplo a atriz americana Winona Ryder que em 2006 roubou roupas na loja Saks Fifth Avenue, o rabino brasileiro Henry Sobel que roubou gravatas, o estilista brasileiro Ronaldo Ésper que roubou vasos num cemitério em São Paulo.
    Que eu saiba nenhuma dessas pessoas se orgulha de ser cleptomaníaca, não glamourizam o ato de roubar e nem podem ou aceitam ser classificados como ladrões.
    No caso do homossexualismo, o problema é que a sodomia e o tribadismo estão se tornando desvios sexuais cada vez mais aceitos socialmente. E essa aceitação em nível tão amplo se dá pelo fato de que tais práticas sexuais se tornaram comuns até entre pessoas heterossexuais.
    Quando eu vejo um Católico defendendo homossexualismo, seja ele casado ou solteiro, eu tenho certeza absoluta de que aquela pessoa não vive as virtudes da castidade e da pureza.
    João Paulo II quando visitou o Brasil, em sua homilia no Aterro do Flamengo defendeu o casamento indissolúvel, a fidelidade conjugal, o amor e a compreensão entre os cônjuges para a preservação das famílias. Ele pediu a cada um dos presentes que soubessem “conjugar sempre fidelidade com felicidade porque não pode haver uma sem a outra”. Ele exortou os católicos a não deixarem que “a mentalidade hedonista, a ambição e o egoísmo entrem em vossos lares”. O papa deixou clara a importância da família para a manutenção da própria Igreja: “Famílias do Brasil, da América Latina e do mundo inteiro, o papa, a Igreja apóiam-se em vós”.
    Bento XVI também condenava com frequência a superficialidade, o consumismo e o hedonismo que ameaçam a vida dos jovens e das famílias. Mas agora a Igreja está sob novo Pontificado e com a cúpula totalmente dominada pelo lobby dos sodomitas já era de se esperar que os incendiários iriam assumir também a direção do Corpo de Bombeiros.