Ser Católico é um crime contra a humanidade.

A história da Igreja é com efeito, nada mais que a amplificação da jornada terrena do Salvador: é como se ele vivesse o seu ministério no mundo como um longo processo pelo qual, sem motivo algum,  foi colocado no banco dos réus e, no final, injustamente condenado. Da mesma forma é com a Igreja consciente de exercer seu próprio ministério no mundo vivendo em seu interior a mesmíssima contradição. Andrea Torquato Giovanoli assim nos explica de modo surreal.  

Por Andrea Torquato Giovanoli – Papalepapale | Tradução: Gercione Lima – Fratres in Unum.comFazem filhos demais. E isto é anti-ecológico além do mais prejudicam a economia: a população mundial já cresceu em um número que extrapolou e continua em ritmo de crescimento, portanto é necessário reduzi-la ao invés de aumentá-la. Para manter todos esses filhos, frequentemente é necessário que a mulher trabalhe, mas porque ela terá que passar a maior parte de sua vida grávida, consequentemente deverá passar todo esse tempo em casa recebendo do Estado e tomando indevidamente o que poderia ser pago a mulheres disponíveis para uma carreira brilhante e que possuem muito mais mérito, mas que são forçadas a viver no desemprego por culpa de outros.

E não para por aqui…

São anti-democráticos e anti-liberais. Se opõem aos direitos fundamentais do homem pois são contra o aborto, a eutanásia e o divórcio. São contrários à emancipação da mulher, propõem a submissão, pois frequentemente mantém suas mulheres sob o jugo da reclusão ao lar, escravas destinadas à reprodução e a educação da prole.

E são sexófobos : praticam uma monogamia rigorosa e se opõem à liberdade sexual entre todos os gêneros e espécies. Além do mais, se opõem à contracepção e por isso favorecem à difusão de doenças e a proliferação de pessoas inválidas e portadoras de deficiências. De fato sustentam indivíduos inválidos enquanto ignoram ou se opõem abertamente ao diagnóstico prenatal para se selecionar os fetos problemáticos. E com isso impedem a construção de uma sociedade sadia e geneticamente controlada que não se tornará um grave ônus para a saúde pública.

As outras culpas…

A família festejada no Family Day de 2007

A família festejada no Family Day de 2007

Se poderia afirmar sem medo de errar que favorecem diretamente a geração de epidemias ao se reunirem todo final de semana em comunidades espalhadas de modo capilar sobre todo o território, reagrupando-se em procissões sem fim e pré ordenadas, amalgamando-se até mesmo em manifestações internacionais para responder à convocação de seu líder, expondo-se assim uns aos outros a uma grande possibilidade de contágio.

E de pensar que alguns deles pertencem à ordens religiosas que chegam ao absurdo de ir para países estrangeiros para entrar em contato direto com pessoas que sofrem de doenças gravíssimas como o ebola ou a lepra. Chamam isso de “assistência aos necessitados”. Mas o que poderia se esperar de gente que joga seus próprios inválidos em trens reservados para conduzi-los a lugares particulares de culto, em excursões organizadas que não servem pra outra coisa senão misturar doentes de toda espécie e nacionalidade!

Sempre doutrinados…

Madre Teresa com um doente - inimiga do gênero humano também ela?

Madre Teresa com um doente – inimiga do gênero humano também ela?

São subversivos. Se agarram a dogmas obtusos e anti-humanos construídos sob medida para subtrair todo e qualquer prazer da vida. Porque, se você for ver aqueles que afirmam a obedecer rigorosamente aqueles mandamentos emerge claro como o dia que eles são masoquistas dedicados à negação da liberdade mais básica da carne e do espírito. Se reúnem em “movimentos” de doutrinação cega das gerações mais jovens enquanto escondem seus princípios medievais.

Alguns desses movimentos chegam a se ocupar da política buscando infiltrar seus membros no governo das nações. Pretendem se referir à leis que consideram superiores às do Estado chamando-as de “direito natural”, mas que não passa de um pretexto para se oporem àquela regra santa da evolução que está em contraste com os seus supostos valores. É tanto assim que quando as normas de um bom governo não seguem a linha de seu pensamento, eles se revoltam, organizam manifestações que fingem ser pacíficas e fazem recurso à uma perniciosa desobediência que eles propagam sob o nome de “objeção de consciência”!

Por uma sociedade “sadia”.

Por esse e tantos outros motivos que não estamos aqui apenas para expô-los. Essa gente precisa ser reduzida a um estado inofensivo completo. Se faz necessária uma tomada de posição forte pra dobrar esses indivíduos socialmente perigosos à suprema idéia do pensamento moderno. Esses assim ditos “cristãos” são uma seita deletéria que há muito tempo empestam imperturbados a sociedade ocidental. Devemos acabar de uma vez por todas com a sua proliferação; precisam ser identificados e marginalizados, se não quiserem sucumbir às leis da oligarquia dominante, eliminá-los por qualquer meio!

Isso é urgente para o bem estar da sociedade de hoje e do futuro: colocar um fim nesta arcaica comunidade de revolucionários para que nunca mais perturbem a evolução de uma sociedade sadia, próspera e iluminada. O mundo contemporâneo deve se unir e se encarregar desta pesada responsabilidade em defesa dos povos e da Mãe Terra: extirpar definitivamente tal comunidade de indivíduos que são um verdadeiro câncer de todas as épocas. Devem ser erradicados do mundo porque não são do mundo. E porque fedem.

 

 

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9 Comentários to “Ser Católico é um crime contra a humanidade.”

  1. Prezado senhor Ferretti, peço ao senhor ou a outra cristão que por caridade, faça o levantamento da ficha do Mons. Bernardito C. Auza, o novo Observador Permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas sucedendo a Mons. Francis Chullikatt, que até onde sei, este último foi uma pedra de tropeço para a máquina progressista, gayzista e abortista da ONU. Desde já agradeço pela caridade.

  2. Com o Edito de Milão, proclamado pelo imperador Constantino em 313, a Igreja saiu das catacumbas para cumprir sua missão evangelizadora. Por um paradoxo, com a liberdade veio a época das grandes HERESIAS: Pelagianismo, arianismo, monofisismo – refutadas e combatidas pelos grandes doutores da Igreja, tais como: Santo Agostinho, São Jerônimo, Santo Atanásio, dentre outros.
    As “dores do parto” estão apenas começando, antes que a Igreja renasça para uma nova fase de santidade, terá que passar por etapas dolorosas e difíceis. Deus mostrou, antes de tudo, a crise da Igreja: “Minha casa está em ruínas, mas o pior está por vir”, disse, a “apostasia” (2Tes 2,3) atual (135.000 sacerdotes abandonaram o ministério nos últimos anos, mais 300.000 religiosas que, depois do Concílio, também saíram – Ap 13,7); obscurecimento da Igreja (1Tm 4,1 e 2Tm 3,1), da fé e da claridade; “Nos últimos dias virão momentos difíceis… tu, porém, persevera no que aprendeste e no que acreditaste” (2Tm 3, 1-14). “Virá um tempo em que os homens não suportarão a sã doutrina, mas arrastados por suas próprias paixões, rodear-se-ão de uma porção de mestres, pelo prurido de ouvir novidades; apartarão seu ouvido da verdade e se voltarão para as fábulas” (2Tm 4, 3-4). Deus deu a entender que os sofrimentos apenas começaram (Mt 24, 11-21); que virão dias de obscuridade (Mt 24, 29; Ap 6,12; 8,12 e 16,10); que em alguns países a Igreja está morrendo, perto da putrefação (Ap 3,10); que assim como em outros tempos, os “mercadores do Templo” a transformaram em covil de bandidos. Refere-se ao racionalismo de alguns teólogos (Ap 3,2 e 1Tm 4,1), que destroem a fé, negam a Divindade de Cristo, Sua Ressurreição e, em consequência, a Presença Real do Corpo de Cristo na Eucaristia, posto que, segundo eles, o Corpo de Cristo não ressuscitou, a ressurreição seria apenas simbólica, representaria apenas a eterna vida espiritual, não a converteram-na em “negócio humano”, são os “traficantes” do Templo, que trocam a verdade pela mentira, “negociam” a verdade… Nosso Senhor lhe fala da maçonaria mundial e da maçonaria eclesiástica (Ap 13); da “filosofia medíocre” dos eruditos de hoje, intelectuais influenciados pelo racionalismo ateu (1Cor 1,19), que negarão as manifestações atuais de orientais, seitas, espiritismo, ocultismo, satanismo etc (Ap 9,13 e 16,12); do “relativismo” e relaxamento da moral (Ap 17,1), da violência (patrocinada, por exemplo, por algumas teologias da libertação – Ap 6,3). Com muita ênfase, Deus mostra a ela a gravidade da atual negação dos carismas, da recusa dos “profetas” (Ap 11,7) e das “Obras Providenciais” que Ele está realizando no mundo como um extremo esforço para salvá-lo. Aqueles que não entram no Reino nem deixam que os outros entrem, pela incredulidade que os leva a perseguir todos os mensageiros de Deus; negam as Aparições e se opõem a elas, negam a profecia, os milagres… Vassula (da Verdadeira Vida em Deus) diz, citando Santa Teresa de Ávila, que essas pessoas “veem somente o diabo por toda a parte”, em vez de ver a Deus… Como nos tempos de Cristo, atribuem ao demônio as obras de Deus e pecam contra o Espírito Santo, ao qual se opõem destruindo os carismas e graças providenciais para a hora atual.
    Se Deus é por nós, quem será contra nós?”

  3. Pode postar a fonte primária?

  4. Sobre a introdução – sempre encarei que o Evangelho é tanto a narrativa da Salvação em Cristo Jesus como uma profecia sobre o destino da Igreja – a saber, o destino da Cruz! Afinal, sendo a mesma Igreja a Esposa do Cordeiro, como poderia ela ter outro destino que não o mesmo que o de seu Divino Esposo?

    A contradição dos inimigos da Igreja, tão bem evidenciada pelo autor citado, é mesmo psicopática e delirante. É doentia. Invocamos os mesmíssimos direitos proclamados na maçônica Declaração Universal dos Direitos Humanos, tais como:

    a) Direito a ter uma família e defendê-la;
    Bem, até agora quem tem mais filhos, os muçulmanos, de 6 a 7 por mulher, não soube terem sido muito incomodados com isso. Há países anticatólicos na Europa até favorecendo a imigração de muçulmanos.

    b) Liberdade de associação e direito de ir e vir;
    Dogmas obtusos? Um muçulmanos casar-se com crianças não é medieval? Um judeu louvar a Deus por poder cagar (vide Talmud) não é coisa de retardado?

    c) Proteção ao culto religioso;
    Muçulmanos e judeus podem se reunir, macumbeiros podem ter seus rituais com animais mortos, crus e com ingestão de sangue. Aí não há proliferação de doenças?

    d) Liberdade de pensamento e expressão (usando, para isso, da representação política);
    Quer dizer: príncipes sauditas podem comprar redes de TV americana e vender seus serviços aos candidatos de lá; podemos ter uma “Liga Anti-difamação” (ADL, em inglês) para fazer chantagem contra os “antissemitas” que perseguem judeus para embolsarem bilionárias indenizações dos governos, e nós não podemos ter representantes que advoguem nossos ideais?

    e) Liberdade de consciência (de apoiar ou se opor a quaisquer postulados).
    Direito básico, a não ser que os “goyim” (nós) sejamos declarados fora-da-lei e termos nossos direitos políticos cassados de vez. Afinal, segundo o Talmud, nem somos humanos, somos bestas nascidas para servir aos judeus e ao seu Messias (Anticristo) e quando um gentio é assassinado, isso muito agrada a “deus”.

  5. Falou Julian Felsenburgh… A despeito da ironia do texto, não devemos nos espantar se começarem a falar assim a sério. O tempo dirá.

  6. Para mim é uma honra ser ofendido em nome de Cristo: honra que sequer mereço… post muito interessante, principalmente para aqueles que acham que ser Católico é pura e simplesmente ‘paz e amor’ ( slogan que, de fato, é anticristão! ).

    Salve Maria.

  7. Desculpas, mas não entendi. Achei que fosse o texto de algum inimigo da Igreja, mas ao que parece é um texto de um católico com sua percepção o atual entendimento do mundo contra a Igreja. E de acordo no o título, isto estaria em sintonia com o que sempre foi o entendimento do mundo contra a Igreja.
    Sendo assim, acho que o autor poderia ter explicado no texto sua intenção, pois as imagens parecem contestar o texto que ele mesmo escreveu.
    Portanto, se a intenção do autor era mostrar o contraste entre o pensamento do mundo sobre a Igreja e o que realmente a Igreja faz, acho que ele não foi feliz.
    Se o texto fosse de um inimigo da Igreja, as imagem seriam interessantes, mas mereceriam comentários com maior enfase.
    Sendo um texto católico, o autor deveria ter esclarecido quem sua intenção e informado que apesar do pensamento do mundo ser um o trabalho da Igreja é outro. Não deveria de traduzido o pensamento do mundo em um texto que parece ser de um inimigo da Igreja, mas é de um católico.

  8. Os maus, tem esta característica. Não suportam o convivência com os bons. Uma das coisas mais misteriosas, é ver como os inimigos da cruz, suportam tudo que é erros absurdos na sociedade. Mas os católicos praticantes é um espinho cruciantes para eles. Nos primórdios do cristianismo, ficou muito patente estas afirmações. Os cristãos eram os únicos que não tinham direito a existência. A começar com o Divino Mestre. Aquele que foi; e é perfeito em tudo. Foi caluniado, perseguido, odiado… Como “premio” de tanto bem que fez aqui na terra. Teve uma morte tão angustiosa. A Sua doutrina, incomodava e incomoda os erros do mundo. O cristianismo, semeou naqueles “pântanos” putrefatos do Império Romano. O “lírio alvejante da pureza”. O mundo desconhecia, esta virtude angélica. Os maus não souberam aproveitar este momento da graça. Hoje na Santa Igreja. Vemos de uma maneira muito clara; esta perseguição estampada em todos os lugares. Como que a verdadeira missa é perseguida e dificultada para ser celebrada. Onde tem um padre que celebra esta missa. Ele é pressionado também para celebrar a missa nova. Existe uma verdadeira batalha, para conservarmos fieis a lei de Deus e da Santa Igreja. Será por que? Dizia Santo Tomas de Aquino: “Os demônios, e os seus seguidores, querem que todos sejam como eles”. Não suportam, que ninguém vá para o céu viver eternamente feliz. O leitor pode perceber, que hoje é celebrada todos os tipos de missas: missa do vaqueiro, missa show, missa dançante… Ninguém fala um “a”. Mas a verdadeira missa, quantos obstáculos, para ser celebrada.
    Joelson Ribeiro Ramos.