O Papa e os “cardeais pedófilos”: outro indício de que Francisco está em guerra com o Vaticano.

Por Damian Thompson – The Spectator | Tradução: Fratres in Unum.com – A bomba de hoje no The Catholic Herald diz: ‘Vaticano em polvorosa enquanto o Papa Francisco concede uma nova entrevista explosiva’. A entrevista, com La Repubblica, citava Francisco dizendo que seus conselheiros lhe teriam dito que dois por cento do clero eram pedófilos — incluindo ‘bispos e cardeais’. The Independent correu com a manchete: ‘Papa Francisco: ‹‹ um em 50 ›› padres, bispos e cardeais católicos é pedófilo’.

O que me fascina é a reação da Sala de Imprensa do Vaticano, que mergulhou totalmente no modo “Não entre em pânico”. Pe. Federico Lombardi, o desafortunado porta-voz, observou que o entrevistador de La Repubblica, Eugenio Scalfari, (a) não usou um gravador, (b) não tomou notas, mas confiou em sua memória e (c) tem 90 anos de idade.

O que é tudo a verdade. Mas também é verdade que no último mês de setembro, Francisco deu uma primeira entrevista a Scalfari — um ateu, diga-se de passagem –, nas mesmíssimas condições. O que produziu manchetes sensacionalistas: Francisco supostamente chamou a corte do Vaticano de ‘a lepra do papado’, e o pobre Lombardi teve que correr dizendo, espere aí!, não havia notas, Scalfari é velho, etc.

Então, por que Francisco recorreu de novo a Scalfari? Eu estimo que a impossibilidade de se checar as citações lhe cai bem. Ele pode expressar suas opiniões de que o Vaticano está se arrastando com bajuladores de duas caras e que os pervertidos sexuais são tão numerosos no clero a ponto de alcançar o nível de um cardeal — embora reserve para si espaço de manobra ao permitir a possibilidade de que foi citado erroneamente. Ele é um jesuíta, no fim das contas. Assim como Lombardi, mas é óbvio quem está sendo mais jesuítico aqui.

O pano de fundo para isso é a guerra do Papa ao Vaticano. Eu acho que ele odeia aquele lugar. E é interessante que ele tenha colocado enorme poder nas mãos do Cardeal George Pell, que também é cheio de desprezo pelos gananciosos carreiristas de lá. Minha aposta é que as reformas, quando vierem, serão brutais.

21 Comentários to “O Papa e os “cardeais pedófilos”: outro indício de que Francisco está em guerra com o Vaticano.”

  1. onde está a verdade?

  2. E estamos falando apenas de pedofilia.
    O que se dirá então dos que tem relação heterossexual ou homo? 50% do clero? Ou seria mais?
    Não é de se estranhar que o mais assíduos participantes da igreja conciliar tendem a desenvolver um jeito afeminado.
    Porque D Fellay insiste em se aproximar dessa corja?

  3. “Pe. Federico Lombardi, o desafortunado porta-voz, observou que o entrevistador de La Repubblica, Eugenio Scalfari, (a) não usou um gravador, (b) não tomou notas, mas confiou em sua memória e (c) tem 90 anos de idade.” mas se esse homem, é um velho incapaz de fazer uma entrevista porque é que o papa anda a fazer entrevistas com esse tipo? Não há gente mais nova e capaz? Se esse senhor é um incapaz então existe uma grade dose de irresponsabilidade por parte do Papa que anda a comunicar com a cristandade através de um incompetente. Este tipo de desculpas podem valer para a primeira vez mas depois já não dão, estas atitudes irresponsáveis por parte de todos deste Vaticano senil já cheira mal, tratam as pessoas como umas crianças ignorantes desprovidas de espírito critico, não têm qualquer respeito pelos católicos, o Papa utiliza qualquer um para transmitir as suas mensagens sabendo que vai gerar confusão. Os Católicos merecem mais respeito por parte deste Papa e por esses senhores do Vaticano

  4. É bem simples a estratégia de Francisco, no meu entendimento. Ele fala sobre assuntos importantes em privado, para que as pessoas com as quais ele tem conversa digam o que ele disse do modo delas, para aí agradar a todos, pois ele possui a liberdade de falar tanto com conservadores quanto com progressistas, e nessas falas privadas pode dizer tanto coisas ortodoxas como coisas totalmente heréticas. Assim, os conservadores, quando ouvem alguém dizer falas heréticas de Bergoglio, como a de não querer converter os protestantes, podem dizer: O papa não disse isso, foi invenção do malvado pastor de quem ele é amigo. Os progressistas, por seu lado, quando ouvem falas católicos, como por exemplo a de que a ideologia de gênero é demoníaca, podem dizer isto: É invenção do bispo conservador que conversou com Francisco, o papa não disse nada contra a ideologia de gênero.

  5. Para falar em de um clero 50% homossexual, é preciso conhecer 100% – o que acho bem pouco provável. Mas não apenas conhecer: é preciso provar.

    Abaixo a calúnia.

  6. “Eu estimo que a impossibilidade de se checar as citações lhe cai bem. Ele pode expressar suas opiniões de que o Vaticano está se arrastando com bajuladores de duas caras e que os pervertidos sexuais são tão numerosos no clero a ponto de alcançar o nível de um cardeal — embora reserve para si espaço de manobra ao permitir a possibilidade de que foi citado erroneamente.”

    O argumento não faz sentido: para quê afirmar uma coisa que depois não se confirma como fala efetiva do Papa? É apenas areia jogada ao vento…

  7. Brincadeira… É sempre assim. Mais uma vez podemos testemunhar aquilo que eu tinha dito no artigo do papa Francisco falando da ideologia de gênero.

  8. O cardeal Pell, lembremos, foi limado nos corredores do Vaticano por uma fortíssima campanha de difamação quando quase fora indicado à Congregação para os Bispos em 2010. Ele, muito mais do que o Papa Francisco, tem razões para “entrar de sola” no clube italiano que dominava (e de certo modo ainda domina) a Cúria. Penso até que ele tenha sido vítima do lobby gay que ainda circula em Roma. Portanto, razões pessoais para que Pell comande esse processo de reforma, e o modo como ele tem assumido o protagonismo dentro das questões vaticanas, cada vez mais sombreando a triste figura do cardeal Maradiaga, sobretudo por sua presença de um dicastério que já nasceu poderoso demonstra isto de alguma forma. Se não fosse sua idade relativa avançada (73 anos), seria um nome fortíssimo em um eventual conclave. E quanto a esta possibilidade – de Pell se tornar o novo Papa daqui a uns anos – eu muito me contentaria, pois se há alguém naquele grupo de oito cardeais de quem não se pode desconfiar da ortodoxia é o prelado australiano. A sua própria interpretação do Vaticano II, como um concílio pastoral não vinculante, inclusive exposta pessoalmente a mons. Fellay e noticiada aqui no Fratres, é um passo que nem Bento XVI ousou dar. Seria um bálsamo tê-lo no Trono de Pedro

    Quanto a esses embaraços e desencontros das falas do Papa Francisco, sinceramente, eu já desisti e rigorosamente finjo que nem li para não me afobar para além da conta. É tanto desmentido em cima de desmentido que mal se sabe onde anda a verdade. O que é especialmente mal para um Papa, que, mais do que qualquer outro, deve se exprimir com clareza até para aquilo que não fala. A impressão que se tem é a de que o Papa é um usuário desastrado da técnica retórica da reserva mental: falar aquilo que o auditório a que ele se dirige esteja propenso a ouvir, sem se contradizer com aquilo que de fato pensa e, no entanto, omite, seja por razões apologéticas ou por mera questão de cortesia.

    O problema é que Bergoglio parece-se contradizer a cada fala, um dia parece um bastião de ortodoxia, outro dia flerta de muito perto com as piores heterodoxias. Se este estado de estupor e confusão é proposital, o Papa o faz com primazia, pois nunca – ou pelo menos há tanto tempo – não se diverge tanto quanto ao sentido real as palavras do pontífice. Estupor este, diga-se de passagem, que também já se achega aos meios progressistas, cada vez mais desconfiados com as “reformas” que pareciam anunciadas, mas não se veem nem também. Porém, se esta for a intenção do Papa, sinto-me no dever de confessar a minha angústia e discordância, pois se a linguagem do Papa deve ser conciliadora, para unir ao redor da cátedra toda a cristandade, conforme a vontade de Deus, o deve ser igualmente clara na exposição da verdade, por mais que isto custe a “popularidade” do pontífice. A confusão nunca foi amiga da fé, pois ela cria falsas expectativas e turva as verdades que se inscrevem na Revelação.

    Não duvido que Francisco tenha dito que a ideologia de gênero era demoníaca àquele bispo austríaco. O próprio Bergoglio, ainda como arcebispo de Buenos Aires, denunciou publicamente que o “casamento” gay era um artifício do diabo para destruir as famílias. Bergoglio sempre teve horror à normalização da pederastia, basta consultar o seu histórico em Buenos Aires. Entretanto, se ontem ele diz com relação aos gays “quem sou eu para julga-los?”, cria-se um ambiente de dúvida que põe em questão se o Papa realmente tem uma posição fechada e objetiva contra a normalização social das uniões entre homossexuais. É disto que falo, deste estado permanente de dúvida quanto ao que realmente pensa o pontífice. E a impressão que tenho é que talvez este pontificado se encerre e Francisco pouco nos terá esclarecido quanto ao seu pensamento sobre vários temas cruciais, sobretudo os morais.

  9. A evidência de que a “igreja” conciliar se tornou um hospício é a confusão em que os conciliares, dessa mesma “igreja”, se encontram.

    Aos conciliares deixo registrado o ensinamento de Nosso Senhor Jesus Cristo (O Católico centro de tudo e não o homem):

    “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. (João, VIII,32)

    In Corde,Jesu,semper,
    Leonardo Santana de Oliveira,o sedevacantista inquisidor.

  10. O pano de fundo para isso é a guerra do Papa à Igreja “Carisma e Poder” que sempre foi odiada por todo TL. Eu não acho que ele odeia aquele lugar, pois ao ser eleito Pontífice teve toda a liberdade pra não aceitar o ofício e as obrigações inerentes ao cargo.
    Por outro lado, dizer que o Cardeal George Pell é cheio de desprezo pelos gananciosos carreiristas do Vaticano, mas aceitou se tornar um deles e com um enorme poder nas mãos é o mesmo que o sujo falando do mal lavado.
    Minha aposta é que seja lá qual for a reforma que vier desse Pontificado será brutal sim, mas no sentido de enfraquecer ainda mais a Igreja e sua influência no mundo.

  11. Meu Deus! Quantos vão para o Inferno por transgredir o oitavo mandamento.

    – Não levantar falso testemunho.

    Se uma coisa é dita e depois, estrategicamente, desdita, para haver espaço de manobra, alguém está faltando com a verdade. E talvez sendo uma estratégia de todos os envolvidos, todos estejam transgredindo o oitavo mandamento.

    Leve isso ao caso dos FI, da intervenção da diocese paraguaia, de todas as proibições do uso do missal romano de sempre pelas mais variadas desculpas.

    As pessoas parecem que se esqueceram desse mandamento.

    Isso também vale para os tradicionalistas, que se utilizam de todos os meios para difamar o CV II. Não que esse não merecesse censuras teológicas. Mas a coisa em si deve ser feita com o máximo de veracidade possível. Por exemplo, Pio XII, na Humanis Generi, diz que devemos fugir de todas asquelas expressões, que ainda verdadeiras, se afastam de exprimir o dogma católico com verdade.

    Por isso rejeitamos os subiste e sempre negaremos, para sermos fieis a Pio XII.

    O que se deve nesse caso, em relação a nós, é, no meio eclesiástico, fazer um estudo sério das passagens do CV II que se afastam da tradição, seja por meio de uma linguagem ambígua, seja por passagens que não correspondem ao depósito da fé, embora tais passagens não envolvam nem a fé nem a moral.

    Tudo que disse, na minha opinião, serve para os dois lados e nós temos maior obrigação. Eles agem como progressistas. Se o são, Nosso Senhor já sabe.

  12. Então, Jesus lhes propôs também uma parábola: “É possível um cego guiar outro cego? Não acontecerá que ambos venham a cair em algum buraco?
    Eu diria, e quantos vão para o Inferno por ignorância culpável ou por deliberadamente escolherem cegos como guias? Se é verdade que as autoridades da “Igreja da Ambiguidade” caminham a passos largos para o inferno, também é verdade que com elas arrastam uma multidão de néscios que se deixam guiar por puro espírito de manada.
    O profeta Isaías é bem claro:

    Aqueles que guiam este povo são os mesmos que o desorientam, e aqueles que são guiados deixam-se seduzir e ser conduzidos ao erro. ( Isaías 9:16)

    Pelos frutos os conhecereis!! E os frutos do Conciliábulo Vaticano II estão aí! Tem que ser muito cego pra não ver que a Igreja primeiramente caiu em declínio e agora está enfrentando perseguição aberta de seus piores inimigos externos porque internamente ela se enfraqueceu.
    O povo perece por falta de conhecimento. Estão como ovelhas sem pastor, sem uma visão clara da fé e da doutrina. Sem uma visão clara, não há objetivos nem metas claras. Ficam às voltas no deserto nunca chegando nem indo a lado nenhum. O mesmo castigo pela desobediência do povo de Israel que ficou andando em círculos pelo deserto e poucos entraram na Terra Prometida.
    A Igreja vive hoje uma crise de liderança: dois Papas ( um ativo e outro emérito) e nenhum deles obedece o mandato de Cristo que é confirmar os irmãos na fé.
    Eu acredito que essa crise vai perdurar enquanto persistir essa situação monstruosa de um Corpo com duas cabeças. Não é por um mero acaso que Bergoglio não diz coisa com coisa e mais confunde do que esclarece. Quando um líder perde a assistência do Espírito Santo, até suas orações produzem efeito contrário, como foi o caso daquela oração pela paz com líderes judeus e muçulmanos nos jardins do Vaticano!
    Enquanto isso tem Católico que ao invés de partir para o combate aberto, na defesa do que ainda resiste de pé, vem com essa conversinha mole, com essa síndrome de “bom moço” atacando por pura covardia aqueles que ainda travam o bom combate e soam o alarme ao verem o lobo no redil.
    A esses tais se aplica com muita propriedade as palavras do Profeta Isaías:

    “Isaías 56:10
    As sentinelas de Israel estão cegas e não tem conhecimento, todas elas são como cães mudos, incapazes de latir. Deitam-se e sonham; só querem dormir”.

  13. O Papa errou ao falar de um cardeal pedófilo? E aquele cardeal de Los Angeles que vive lá em Santa Maria Maior?

  14. Meus caros,

    Em meados do anos 90 a revista Veja, fez uma reportagem sobre o clero gay e os que tinham casos com mulheres. Não me recordo de nenhuma constestação na época sobre tal reportagem, então pra que a surpresa?

  15. Para Bergoglio dizer que existe até “Cardeal Pedófilo”, ele só pode estar se referindo ao caso público do Cardeal Keith O’Brien, ex-líder da Igreja Católica na Escócia, acusado de PEDERASTIA por três sacerdotes e um ex-padre, uma semana antes da renúncia de Bento XVI, em 11 de fevereiro, e proibido de participar do Conclave.
    Ao renunciar, O’Brien pediu perdão, admitindo que a sua “conduta sexual” ficou “por vezes” aquém do que se esperaria dele “como sacerdote, arcebispo e cardeal”.
    Uma das acusações públicas contra o cardeal partiu de um homem hoje com 50 anos, casado e com filhos, alegadamente vítima de abusos sexuais por parte de O’Brien quando tinha 19 anos e frequentava um seminário. O ex-seminarista declarou a um jornal inglês que abandonou sua vocação sacerdotal meses depois de Keith O’Brien o ter “apalpado e beijado” numa noite em que o convidou para beber nos seus aposentos.
    Até aqui nada de novo sob o sol. É de conhecimento publico a existência de uma máfia de sodomitas purpurados dentro da Igreja que se protegem e se promovem mutualmente, que perseguem os fiéis à Tradição da Igreja e que trabalham para minar a doutrina e a disciplina da Igreja desde suas fundações.
    Alguns desses sodomitas, como o famigerado Monsenhor Rica, não só foi defendido como promovido pelo próprio Bergoglio, que ao ser indagado sobre ele em entrevista, se saiu com o famoso “quem sou eu pra julgar”!
    Escândalo para mim é o próprio Pontífice se aliar ao “Lobby Gay” adotando a mesma linguagem acusatória e caluniosa de associar a Igreja à perversão da “pedofilia”.
    Se existe mesmo a verdadeira pedofilia, (aquela que envolve o abuso sexual de adultos contra bebês e crianças que ainda não atingiram a puberdade), sendo praticada por padres contra crianças dentro da Igreja, tal delito só poderia estar ocorrendo dentro do confessionário ou na pia batismal diante dos olhos de todas as testemunhas, porque até onde foi investigado e noticiado, o que está sendo alardeado aos quatro ventos como a perversão da pedofilia, trata-se na verdade de atos de pederastia praticado entre sodomitas do clero com apetite insaciável por garotões, abusando sexualmente de seminaristas, acólitos ou jovens sacerdotes.
    Obviamente que um delito não é menos grave que o outro, pois ambos ofendem a Deus e ao próximo e constituem um abuso de poder por parte daqueles que foram instituídos pra apascentar as ovelhas e não devorá-las de forma tão vil.
    Portanto, ao associar a Igreja à perversão da pedofilia, o lobby Gay evita atirar no próprio pé e por tabela protege seus agentes infiltrados dentro da Igreja. No mecanismo de controle da cultura permissivista e hedonista dos nossos tempos, a pedofilia passou a ser classificada como o pecado sexual que isenta de culpa todos os demais pecados sexuais “consentidos”.
    “Eu posso ser ruim -diz o ativista homossexual – em seu coração, mas eu não sou um pedófilo que abusa de crianças com os padres Católicos. ” A mulher que fez um aborto é impelida por essa cultura a dizer a mesma coisa: “quem é a Igreja pra me dizer o que fazer do meu corpo se não passam de um bando de velhos abusando de “criancinhas”.
    A gravidade da pedofilia deriva do fato de que envolve crianças. Aqueles que tem profundos sentimentos de culpa em relação aos filhos, porque os têm negligenciado ou porque os assassinou através do aborto e aqueles que sofrem de um profundo sentimento de culpa por causa de seus vícios sexuais, experimentam um grande alívio por não se encontrarem entre aqueles que a sociedade moderna resolveu rotular como a pior categoria de pervertidos sexuais.
    Quando a única instituição no mundo que ainda mantém um conjunto completo de normas e doutrina moral se vê acusada deste pecado, isso provoca uma catarse coletiva, isso faz com que essas mesmas pessoas se sintam melhor e de certa forma, até vingadas.
    Os piores casos de traição à sua doutrina moral passam então a ser expostos e alardeados como flagrante hipocrisia. Passam então a desenvolver uma campanha sórdida no sentido de criar um estereótipo dos padres da Igreja Católica como pervertidos: “ quem são eles pra nos julgar? Eles não são melhores do que nós”. Em outras palavras, “já me sinto melhor”.
    Essa é a base psicológica do assalto da mídia à Igreja e a histeria gerada pelos casos de abuso sexual em todo o mundo. Após a campanha de demonização segue-se a reivindicação por reformas da parte dos mesmos acusadores da Igreja.
    Todos eles, sem excessão, reinvindicam medidas que equivalem a apagar o fogo com gasolina.
    Em outras palavras, eles exigem que a Igreja relaxe ainda mais em sua doutrina moral.
    Quando Bento XVI em resposta à crise de pederastia no clero divulgou um documento proibindo a ordenação de homossexuais (visto que todos os casos envolviam padres pederastas) a mesma mídia que acusa a Igreja de acobertar pervertidos foi a primeira a acusar as autoridades da Igreja de serem “homofóbicos e intolerantes.”
    “Pessoas com essas inclinações simplesmente não podem ser ordenadas”, foi o que disse Dom Joaquin Navarro- Valls em uma entrevista ao The New York Times. Tal declaração desencadeou uma tempestade de protestos e expôs toda a agenda escondida por trás da indignação contra a pedofilia homossexual.
    Em outras palavras, não há problema algum no fato de padres se envolverem em relacionamentos homossexuais se o objeto de sua perversão estiver dentro da idade legal de consentimento. Nesse caso, se o sujeito é “gay” e tem “bom coração”, se ele só pratica a perversão com alguém que é maior de idade, quem somos nós pra julgar!!
    Se tal relacionamento acontecer com um jovem nas vésperas dele completer 18 anos, torna-se então a ofensa capital de pedofilia.
    Alguém poderia levar a sério essa moral dupla? A resposta é sim. Exatamente aqueles que estão orquestrando essa campanha de desmoralização contra a Igreja Católica.
    Novamente, escândalo pra mim é o Pontífice mais uma vez dar munição aos que disparam contra a Igreja com toda sorte de mentiras, calúnias e acusações infundadas.
    Satanás conseguiu através do lobby Gay disseminar no inconsciente coletivo a idéia de que padres Católicos, os dispensadores dos mistérios sagrados, são na verdade pedófilos estupradores de criancinhas. E agora vem o próprio Pontífice e confirma o inimigo em sua mentira!! Miserere nobis!!
    Bento XVI, mesmo sob bombardeio cerrado por parte dos inimigos da Igreja nunca deu munição ao inimigo. Mandou investigar e sem fazer alarde expulsou do ministério sacerdotal pelo menos 400 padres no espaço de apenas dois anos. Roupa suja se lava em casa.

  16. Gercione,

    Vc é demais!!!!

  17. Acho que Francisco está fazendo é um ditado muito Conhecido. “Quer Conhecer um Caráter de um Homem, Dê poder á ele.” Por isso o caso dele apostar nesse tal “Cardeal”. A pesar que o site já resumiu tudo no último trecho, ” Quando as Reformas Vierem, serão Brutais”. #Oremos