Arquidiocese do Rio de Janeiro: diálogo com as culturas, concessão ao PT… E a Fé, onde fica?

Por Catarina Maria B. de Almeida | Fratres in Unum.com – Ainda na sequência da lamentável reversão da medida tomada pela Arquidiocese do Rio de Janeiro de proibir o uso da Imagem do Cristo Redentor para um filme secular que incluía conteúdo desrespeitoso à Fé Católica, várias notícias conflitantes têm circulado na imprensa e nas redes sociais nos últimos dias.

o-padre-omar-raposo-reitor-do-santuario-do-cristo-redentor-informou-nesta-sexta-feira-17-que-a-mao-direita-da-estatua-simbolo-do-rio-de-janeiro-foi-danificada-por-raios-o-negocio-foi-feio-ontem-la-1389986406957_956x500Recentemente, publicamos a matéria do jornalista Merval Pereira, do jornal O Globo, sobre a ameaça que a Ministra de Cultura Marta Suplicy teria feito de retirar da Igreja Católica a tutela sobre a imagem do Cristo Redentor. Mais tarde, o mesmo articulista escreveria que tanto a Ministra quanto o Cardeal do Rio de Janeiro Dom Orani Tempesta o teriam contatado cordialmente para dizer que não era bem assim, e que não havia qualquer ameaça nesse sentido.

Por outro lado, em seu perfil de Facebook, a própria Ministra da Cultura publicou a seguinte Nota de Esclarecimento:

Não procedem e nem são verdadeiros os fatos relatados na coluna do jornalista Merval Pereira no jornal O Globo de hoje. Jamais existiu nenhum tipo de ação ou pressão que tenha envolvido o governo brasileiro seja através do Ministério da Cultura ou de qualquer outra instância governamental, frente à questão da imagem do Cristo Redentor.

O único contato que mantive com o Cardeal Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, foi há três semanas quando lhe telefonei para saber como estava a situação sobre o uso da imagem do Cristo em filme do cineasta José Padilha. O Cardeal disse que já estava tudo resolvido, e toda conversa foi de forma amistosa. Marta Suplicy

Que conclusões poderíamos tirar de todas essas informações e contrainformações?

A primeira delas é que se essa nota no perfil de Facebook da ministra data de 1º de agosto e ela afirma que seu único contato com o Cardeal Orani Tempesta havia se dado há três semanas, temos um problema matemático sério e relativamente simples: a liberação do uso de imagem para o filme ocorreu no dia 21 de julho, conforme o comunicado da assessoria de imprensa da Conspiração Filmes. Três semanas equivaleria a apenas 1 ou 2 dias após a veemente proibição do uso da imagem, publicada no dia 9 de julho no site da Arquidiocese e atualizada no dia 10 de julho. Teria a Arquidiocese mudado da água para o vinho em apenas dois dias? Ou algo, digamos, muito convincente…, teria feito a Cúria mudar de ideia?

Em segundo lugar, assim como o jornalista Merval Pereira do O Globo checou suas fontes em Brasília, Fratres in Unum.com está em condições de afirmar que:

Algo entendido como uma ameaça vinda da Ministra Marta Suplicy teria efetivamente circulado pelo edifício João Paulo II, sede da Cúria Arquidiocesana. Podemos inclusive confirmar a ocorrência de uma reunião, convocada em caráter de emergência, na parte da tarde daquele dia 1º, dia da publicação da matéria de Merval Pereira. Dela teriam participado o Cardeal Dom Orani João Tempesta, grande parte de seus Bispos auxiliares, a assessoria de imprensa da Mitra e quatro padres que assessoram o alto clero do Rio. Um dos itens da agenda teria sido a investigação sobre a origem do vazamento de informações, ou seja, se ela tinha ocorrido nas dependências da Cúria ou em Brasília.

Afinal, o que haveria por trás dessa bizarra manobra para reverter decisões tomadas há tão pouco tempo e, em seguida, desmentir rumores de pressões por parte de um governo de comprovada inimizade com os interesses da Igreja Católica, sobretudo, na figura de uma ministra que sempre foi defensora ardorosa do aborto, do “casamento gay” e de toda sorte de perversões morais? Como pode a inteligência média entender que aquilo que no dia 9 de julho era um “atentado contra a Fé Católica e caracterizava crime de vilipêndio” deixa de sê-lo em cerca de apenas dez dias? Seria preciso um enorme malabarismo mental para compreender tamanha contradição, o que está fora do alcance de nossas pobres mentes. Ainda mais quando a Arquidiocese não faz questão alguma de explicar as razões de sua mudança.

E em meio a tanto caos, nos deparamos com um esdrúxulo editorial do jornal arquidiocesano Testemunho de Fé, de autoria do bispo auxiliar Dom Edson de Castro Homem, que transcrevemos abaixo integralmente:

“A polêmica, o diálogo, a balela

Não só o diálogo é frutuoso para o conhecimento e a existência. Também a polêmica. Inclusive para o debate cultural, filosófico e até religioso. Há quem viva dele e para ele.

Parece fácil definir a polêmica. Ao grosso modo, é o debate oral e escrito. Portanto, discursivo. Supõe e até exige controvérsia e questionamento. O mínimo de inteligência. Muitas vezes, réplica e tréplica, e por aí vai. Há quem polemize a vida toda até morrer. Com a morte, o silêncio.

É possível definir o diálogo, mesmo sem o recurso ao dicionário, enquanto fala ou escrita entre dois. É também discursivo. Sempre em conversação ou forma teatral. Difícil é o diálogo que coresponda à verdade em si, ou dos fatos, ou das intenções. Na filosofia parece que, desde o posicionamento dialogal platônico, se quer alcançar à presunção da verdade, seja ela qual for, através da polêmica. Dialogar não passaria de método dialético de expressão. Na conversação, até os sofistas são postos.

O século 20 foi marcado por duas grandes guerras e outras menores, inclusive a guerra fria. A primeira a cem anos atrás. Convivemos com duas ideologias que se opuseram e até influenciaram a Igreja Católica pós-conciliar, gerando sofrimentos. A do conflito a qualquer preço, baseada nas diversas formas de pensamento hegeliano e marxista e a do diálogo a todo custo, movida pelo ideal cooperativista. “A Igreja no Concílio Vaticano II optou pelo diálogo, motivada pelo Evangelho e o chamado “sinal dos tempos”. O problema é que o próprio amor é gerador de conflitos. Que o diga Jesus, profeta da paz, considerado “sinal de contradição” (Lc 2, 34), cuja mensagem é cheia de paradoxos linguísticos, nem sempre dialogantes, Ele disse: “Penais que vim para estabelecer a paz sobre a Terra? Não, eu vos digo, mas a divisão” (Lc 12, 49). Também suas atitudes foram polêmicas ou provocadoras. Geraram conflitos de interpretações. Em parte, conduziram-no à morte de cruz.

Tais reflexões ocorrem diante da polêmica, mais uma vez envolvendo a arquidiocese, o Cristo Redentor do Corcovado e a liberdade de expressão artística e cultural. Não precisamos entrar em detalhes conhecidos. Necessitamos, sim, ilustrar o que para muitos é ainda desconhecido. A Igreja, de fato, decidiu escolher o diálogo como atitude pastoral. Entretanto, só possui cerca de 50 anos de prática dialogante. Engatinha. O próprio diálogo, dentro e fora da Igreja, enquanto conteúdo teórico e prático ainda está se construindo. É pouco para uma instituição de dois mil anos. Isso explica, mas não justifica. Erros e acertos, idas e vindas, no ato de dialogar e até no modo de polemizar, quando precisa.

Verdade seja dita: antes do Concílio, a Igreja oficial polemizava contra os erros do mundo moderno. Sua posição era de ataque e de defesa. Apologética. Por usa vez, o mundo moderno inaugurara a polêmica contra ela, em todas as frentes de combate, desde o século das Luzes.

Houve quem estivesse determinado em destruí-la. A rejeição se tornara sistemática e implacável. Portanto, o estranhamento se fizera recíproco. Entende-se por que, quando hoje se discorda de ensinamentos da Igreja ou de atitudes de alguns de seus líderes, logo há quem se volte aos fatos de intolerância reprováveis de sua história, sem considerar o quanto a ela se deve de civilizatório e de humanitário.

Em muitos setores, no mundo contemporâneo retornam as suspeitas contra a Igreja, que se comprovam quando há discordâncias.  Abrem-se as feridas. O diálogo que ela propõe parece, então, ser mais estratégico do que verdadeiro. No entanto, a pastoral eclesial não vive de estratégias, mas de verdade de intenções e de ações, ainda que dependam do preparo, despreparo e limitação das pessoas. Quanto à polêmica, é claro que para o artista e o homem contemporâneo, a arte não pode ser censurada. É fina a sensibilidade do criador diante da obra. O belo toca e é tocado pelo sublime. Exige reverência, mais que aplauso. Também o religioso toca e é tocado pelo belo, sem o qual a mediação do Sagrado, que é inefável, ofusca-se. Pior, emudece. A beleza do Cristo resplandece também na arte sacra e litúrgica e devocional. Em Maria, nos anjos e santos. Na sagrada liturgia. Pela sutil diferença entre o artista e o religioso, é possível o reencontro no diálogo do mútuo reconhecimento desejável. Além da polêmica e a tempo. O resto é pura discussão e balela.” (Edição 856 do jornal Testemunho de Fé de 27/07/14 – os grifos são nossos)”

Caro leitor, você entendeu o que a Arquidiocese do Rio de Janeiro quer nos dizer com essas linhas? Que “fatos de intolerância reprováveis de sua história” seriam esses que o senhor bispo menciona? Seriam acaso os esforços missionários de incansáveis padres, religiosos e leigos que gastaram suas vidas na evangelização durante vinte séculos? Teria a Santa Igreja Católica errado ao condenar os erros do mundo moderno antes do Concílio? Será que a Igreja Dialogante dos últimos cinquenta anos é a única que conta? Não somos mais a Igreja Militante, que luta pela instauração do Reinado de Cristo em todos os âmbitos, defendendo nossa fé, nossos símbolos e valores religiosos em uma sociedade cada vez mais secularizada e materialista?

Questionamos ainda: a Arquidiocese do Rio, quando proibiu o uso da imagem do Cristo, promoveu a polêmica? Pouquíssimo tempo depois, converteu-se ao diálogo? Ou tudo isso é pura balela de gente que se move conforme interesses mesquinhos e mundanos, antepondo privilégios a Cristo e escondendo debaixo da bandeira do “diálogo” a sua própria pusilanimidade?

Roguemos ao Bom Deus, por intercessão de São João Maria Vianney e São Domingos de Gusmão, cujas festas celebramos neste mês, que nos dê pastores santos, corajosos e coerentes, que não tenham medo de denunciar os lobos e chamá-los pelo que realmente são, conduzindo-nos pelas veredas da fé e da verdade. Que o monumento do Cristo Redentor não seja reduzido a um mero ponto de encontro para o “diálogo entre culturas, religiões e diversidades”, mas continue sendo um belo e imponente símbolo de nossa fé, digno de respeito e proteção.

 

13 Comentários to “Arquidiocese do Rio de Janeiro: diálogo com as culturas, concessão ao PT… E a Fé, onde fica?”

  1. O trágico é que nos parágrafos iniciais o bom bispo diz que o diálogo é incapaz de chegar à verdade.

    Para que dialogar então? É o diálogo pelo diálogo, não mais o diálogo maiêutico e pedagógico de Sócrates, mas o diálogo pelo diálogo.

    A Igreja Dialogante substituiu a Igreja Militante.

  2. Se eles quiserem dialogar lá no Iraque e deixar de serem bispos de araque eu pago a passagem aérea.

    O fato verdadeiro é que os católicos dialogantes estão sob a proteção dos poucos católicos militantes pois do contrário já teriam perdido a cabeça num dialogo ecumênico.

    Mas chegará o dia em que suas cabeças irão dialogar com a guilhotina – os políticos estão trabalhando para isto não é?, e o pior é que tem gente que dirão que eles morreram martirizados…

  3. http://www.jb.com.br/cardeal-orani-tempesta/noticias/2014/07/31/pluralismo-e-etica-na-politica/

    aqui o arcebispo do Rio engole um texto de Dom Estevão Bettencourt contra o comunismo

  4. Eu entendi mais ou menos o seguinte: o mundo moderno fica sempre com um pé atras sempre que a Igreja lhe diz não justamente porque a Igreja sempre disse NÃO ao mundo moderno até o Concílio.

    Depois do Concílio, como a Igreja passou a dizer sim (ou “talvez”, ou “quem sabe?”, ou “não, mas provavelmente sim”, ou “sim, mas com certeza não”, enfim…) ao mesmo mundo moderno, este, ao receber qualquer nãozinho que seja, se arrepia todo e se lembra daquela Igreja intolerante do pré-concílio.

    Assim, a Igreja pré-conciliar é culpada do porquê do mundo moderno não gostar da Igreja pós-Conciliar. Sabe como é: depois de séculos condenando as heresias e os erros, ficou uma certa magoazinha nos inimigos, digo, nos interlocutores deste diálogo.

    Em suma, se o “artista” (com sua bela “arte”) se arrepiou com a proibição do uso da imagem do Cristo, é porque ele ainda não percebeu que a Igreja não é mais AQUELA Igreja de Sempre.

    Infelizmente, nós, católicos, já percebemos isto.

    E choramos amargamente aguardando que o Imaculado Coração de Maria finalmente triunfe….

  5. E pensar que o Rio já teve Dom Eugênio Sales. Estes eventos explicam o porque a Igreja Católica está perdendo fiéis. No Brasil, se considerarmos os fiéis da cnbb, o que realmente são, o percentual de verdadeiros Católicos deve estar entre 2 a 5% da população. Eu, sou Católico, mas cnbbista não sou.

  6. Está rolando à boca pequena que o governo ameaçou retirar a administração do Cristo Redentor da Diocese do Rio de Janeiro, portanto, esse foi o motivo para uma mudança de opinião tão brusca e rápida que nos deixou sem entender. Não posso afirmar que isso é verdade, mas esse boato já está correndo. Temos que investigar isso.

  7. Eis um retórico modernoso. Segundo se lê nas solertes entrelinhas, no caso, a culpada é a Igreja que só viveu do combate ao erro e, de tanto combater, se tornou intrinsecamente intolerante. Essa suposta intolerância católica é que está sendo trocada agora pelo diálogo servil com os radicais intolerantes das artes, da academia e da política partidária. A atitude recorda a famosa crítica de Churchill aos diplomatas de Inglaterra e França, no Tratado de Munique de 1938: ‘entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra, e terão a guerra’. E a tiveram! Os cristãos devemos ser pacíficos; jamais pacifistas.

  8. “Assim pois, na doutrina dos modernistas, chegamos a um dos pontos mais importantes, que é a origem e mesmo a natureza do dogma. A origem do dogma põem-na eles, pois, naquelas primitivas fórmulas simples que, debaixo de certo aspecto, devem considerar-se como essenciais à fé, pois que a revelação, para ser verdadeiramente tal, requer uma clara aparição de Deus na consciência. O mesmo dogma porém, ao que parece, é propriamente constituído pelas fórmulas secundárias. Mas, para bem se conhecer a natureza do dogma, é preciso primeiro indagar que relações há entre as fórmulas religiosas e o sentimento religioso.

    Não haverá dificuldade em o compreender para quem já tiver como certo que estas fórmulas não têm outro fim, senão o de facilitarem ao crente um modo de dar razão da própria fé. De sorte que essas fórmulas são como que umas intermediárias entre o crente e a sua fé; com relação à fé, são expressões inadequadas do seu objeto e pelos modernistas se denominam símbolos; com relação ao crente, reduzem-se a meros instrumentos.

    Não é portanto de nenhum modo lícito afirmar que elas exprimem uma verdade absoluta; portanto, como símbolos, são meras imagens de verdade, e portanto devem adaptar-se ao sentimento religioso, enquanto este se refere ao homem; como instrumentos, são veículos de verdade e assim, por sua vez, devem adaptar-se ao homem, enquanto se refere ao sentimento religioso. E, pois que este sentimento, tem por objeto o absoluto, apresenta infinitos aspectos, dos quais pode aparecer, hoje um, amanhã outro e da mesma sorte como aquele que crê pode passar por essas e aquelas condições, segue-se que também as fórmulas, que chamamos dogmas, devem estar sujeitas a iguais vicissitudes, e por isso também a variarem.
    (…)
    Pouco resta-nos finalmente dizer a respeito das pretensões do modernista como reformador. Já pelo que está exposto fica mais que patente a mania de inovação que move estes homens; mania esta que não poupa absolutamente nada ao catolicismo. Querem a inovação da filosofia, particularmente nos seminários; de tal sorte que, desterrada a filosofia dos escolásticos para a história da filosofia, entre os sistemas já obsoletos, seja ensinada aos moços a moderna filosofia, que é a única verdadeira correspondente aos nossos tempos. Para a reforma da teologia, querem que aquela teologia que chamamos racional, seja fundamentada na filosofia moderna. Desejam, além disto, que a teologia positiva se baseie na história dos dogmas. Querem também que a história seja escrita e ensinada pelos seus métodos e com preceitos novos. Dizem que os dogmas e a sua evolução devem entrar em acordo com a ciência e a história. Para o catecismo, exigem que nos livros de catequese se introduzam só aqueles dogmas, que tiverem sido reformados e estiverem ao alcance da inteligência do vulgo. Acerca do culto, clamam que se devem diminuir as devoções externas e proibir que aumentem, embora, a bem da verdade, outros mais favoráveis ao simbolismo, se mostrem nisto mais indulgentes.”

    São Pio X in Encíclica “Pascendi Dominici Gregis”

  9. O CV2 só pode ser entendido e assumido dentro da ótica ensinada por Bento XVI, a assim chamada” hermenêutica da continuidade”, pois fora disso. se renega vergonhosamente a Cristo presente na Tradição de Sua Igreja, pois parece que ainda temos a Tradição, o Magistério dos Papas, junto com as Escrituras e os Sacramentos, não somos protestantes nem pentecostais. Desgraçadamente, assim não entenderam “pastoralmente” muitos prelados, para infortúnio da Igreja e desconcerto generalizado dos fiéis. A Igreja sempre soube valorizar o que de bom pudesse haver nas culturas e na arte, mas digo verdadeira Arte, verdadeira expressão cultural, não linguagem chula ou medíocre, não vilipêndio, agressões e sarcasmos às imagens sacras . Nada há de belo no sacrilégio, nada de edificante na grosseria ,apesar dos entendimentos contrários de altas cúpulas partidárias. Este episódio do Cristo Redentor foi muito triste! Não faz jus à Igreja do Rio de Janeiro que já teve um D. Eugenio Sales à frente. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus!

  10. Fico imaginando como este caso se desenrolaria se, no lugar do Cristo, a ofensa tivesse sido contra um templo do pastor Silas Malafaia. Como a população evangélica do país reagiria?
    Por outro lado, observo o conflito atual na Palestina, vejo o apoio maciço dos artistas de esquerda ao Hamas e penso: Wagner Moura e Padilha se prestariam a fazer uma cena parecida ofendendo Alá pelo sofrimento dos palestinos?

  11. “Entende-se por que, quando hoje se discorda de ensinamentos da Igreja ou de atitudes de alguns de seus líderes, logo há quem se volte aos fatos de intolerância reprováveis de sua história, sem considerar o quanto a ela se deve de civilizatório e de humanitário.”…A Igreja então fez coisas reprováveis? Já não é mais santa então? A arquidiocese do RJ deve pedir a Roma que mude o credo. Para esse clero de araque a Igreja a obra da Igreja embora cheia de vícios vale ser lembrada pelo poder de humanização. Esses homens já perderam a fé faz tempo. O foco deles é o homem, suas liberdades e cia. A arquidiocese do RJ é uma vergonha e seu arcebispo um herege público que até carnaval abençoa. Não me admira se derem o Cristo redentor para fazer um mea culpa pelas supostas culpas da Igreja no passado. Nosso consolo é saber que toda essa malta de hereges queimará no Hades.

  12. E o Ministério Público- RN abrindo processo contra a editora católica devido matéria sobre homossexuais, isso é perseguição religiosa ao estilo gayzismo [1], ao invés de ajudar o MPT em investigar e processar o governo federal sobre a contratação criminosa dos escravos cubanos na área da saúde, vem com postura de uma ditadura militante.
    Estão querendo criar uma casta intocável? Já que refutar dados [2] é impossível porque são fatos documentados!

    “- Tentativa de calar a Comunidade Shalom;
    – Tentativa de tomar o Cristo Redentor da Cúria do Rio de Janeiro;
    – Agora, processo contra editora católica por falar a verdade sobre a relação intrínseca do homossexualismo com a propagação da epidemia de Aids no mundo.

    Tudo isso em menos de 15 dias! Se isto não é perseguição, o que é?”

    http://fratresinunum.com/2014/08/02/artigo-sobre-homossexualismo-e-aids-faz-mp-abrir-investigacao-no-rn/

    Eis matéria de fevereiro de 2012 que enfureceu a patrulha gayzista, essa perseguição que (coincidiu) com assunto da matéria de capa do mesmo nº da revista católica, CRISTIANOFOBIA, a escalada de ódio ao cristianismo*:

    http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/86E947C0-E669-F5C1-DEB6E38DD6060F26/mes/Fevereiro2012

    * http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/81A33C9A-B3A9-3271-3BCED70FDE700A33/mes/Fevereiro2012

    [1] Gayzismo: referência ao líder nazista e homossexual Ernst Röhm da Sturmabteilung (SA), primeira milícia do partido nazista. Obs.: assim como executaram o Röhm e eliminaram a SA, todas as militâncias socialistas são eliminadas no totalitarismo quando não mais convém aos seus mestres que conquistaram o poder , último exemplo é Rússia do psicopata Vladimir Putin contra a militância LGBT.

    http://www.escribacafe.com/hoje-mas-em-1934-acontece-a-noite-das-facas-longas/

    [2] Aids aumenta entre os gays, 12/07/2014,O Povo on line:

    http://www.opovo.com.br/app/opovo/mundo/2014/07/12/noticiasjornalmundo,3280708/aids-aumenta-entre-os-gays.shtml

  13. Diálogo é uma coisa. Conversinha é outra muito diferente. Diálogo até os santos e santas tiveram com hereges e traidores de toda ordem. Mas sem jamais virar cúmplice desses hereges e traidores. O diálogo era pontuado por grandes e memoráveis denúncias contra as falsas doutrinas defendidas por hereges e por traidores da fé, denúncias às vezes ditas frente a frente.

    O que o clero CNBBista e a TL mais fazem na vida é conversinha. E conversinha só leva à ruína. No mundo material e mais ainda no mundo espiritual. Agora mesmo tem infiéis católicos cogitando votar no “bispo” Crivella para governador…