18 abril, 2014

Hic accéssit ad Pilátum, et pétiit corpus Jesu.

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Erant autem ibi mulíeres multæ a longe, quæ secútæ erant Jesurn a Galilæa, ministrantes ei: inter quas erat María Magdaléne, et María Jacóbi, et Joseph mater, et mater filiórum Zebedæi. Cum autem sero factum esset, venit quidam homo dives ab Arimathæa, nómine Joseph, qui et ipse discípulus erat Jesu. Hic  accéssit ad Pilátum, et pétiit corpus Jesu. Tunc Pilátus jussit reddi corpus”. [Passio Domini Nostri Jesu Christi secundum Matthæum.]

“Achavam-se também ali, vindas de longe, muitas mulheres, que tinham seguido a Jesus desde a Galileia, subministrando-Lhe o necessário. Entre elas, estava Maria Madalena, Maria mãe de Tiago, a mãe de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu. Ao fim da tarde, chegou um homem rico, de Arimateia, chamado José, que também era discípulo de Jesus. Foi ter com Pilatos, e pediu-lhe o corpo de Jesus”. [Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Mateus]

Imagens: Via Crucis de Lourdes, França.

18 abril, 2014

Jesus autem íterum clamans voce magna, emisit spíritum.

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Jesus autem íterum clamans voce magna, emisit spíritum [Passio Domini Nostri Jesu Christi secundum Matthæum]

[Jesus, então, soltando de novo um alto brado, expirou". - Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Mateus]

Imagem: Via Crucis de Lourdes, França

18 abril, 2014

Adorámus te, Christe, et benedicimus tibi, quia per Crucem tuam redemísti mundum.

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“Nós Vos adoramos, ó Cristo, e bendizemos, porque pela Vossa Cruz remistes o mundo”.

Imagens: Via Crucis de Lourdes, França.

18 abril, 2014

Et duxérunt eum ut crucifígerent.

TERCERA ESTACIÓN

Ave, Rex Judæórum. Et exspuéntes in eum, accepérunt arúndinem, et percutiébant caput ejus. Et postquam illusérunt ei, exuérunt eum chlámyde, et induérunt eum vestiméntis ejus, et duxérunt eum ut crucifígerent”. [Passio Domini Nostri Jesu Christi secundum Matthæum]

“Deus Te salve, rei dos Judeus.” E, cuspindo-Lhe, pegavam na cana e batiam-Lhe com ela na cabeça. Depois de assim terem escarnecido, tiraram-Lhe o manto, e puseram-Lhe novamente os seus vestidos, e levaram-No para o crucificarem”. [Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Mateus]

Imagem: Via Crucis de Lourdes, França

18 abril, 2014

Ubi crucifixérunt eum.

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Suscepérunt autem Jesum, et eduxérunt. Et bájulans sibi crucem, exívitin eum, qui dícetur Calváriae, locum, hebráice autem Gólgotha: ubi crucifixérunt eum. - Pássio Dómini nostri Jesu Christi secúndum Joánnem.

["Pegaram, pois, em Jesus, conduziram-No para fora. E Ele, com a cruz aos ombros, lá foi para o lugar chamado Calvário, Gólgota, em hebraico. Ali o Crucificaram." - Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo João]

Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei?

Eu flagelei por ti o Egito e os primogênitos: E tu, flagelado, me entregaste. Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei? Responde-me!

Eu te tirei do Egito, afogando o Faraó no Mar Vermelho: E tu me entregaste aos príncipes dos sacerdotes. Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei? Responde-me!

Eu abri o mar diante de ti: E tu me abriste o lado com uma lança. Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei? Responde-me!

Eu te guiei na coluna de fogo: E tu me conduziste ao pretório de Pilatos. Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei?

Responde-me!

Eu te alimentei com o maná no deserto: E tu me alquebraste de tapas e de açoites. Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei? Responde-me!

Eu te dei a beber a boa água da pedra: E tu me deste a beber fel e vinagre. Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei? Responde-me!

Eu bati por ti os reis de Canaan: E tu me bateste a cabeça com uma cana. Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei? Responde-me!

Eu te dei o cetro da realeza: E tu me deste uma coroa de espinhos.Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei? Responde-me!

Eu te exaltei com grande poder: E tu me suspendeste no patíbulo da Cruz.

Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei? Responde-me!

Imagem: Via Crucis em Lourdes, França.

17 abril, 2014

Tu autem, Domine, ne elogáveris auxílium tuum a me.

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Ad defensiónem meam cónscipe.

["Vós, porém, Senhor, não Vos afasteis de mim: Vós, meu auxílio, apressai-Vos em me socorrer". - Salmo 21, Desnudação do Altar]

17 abril, 2014

Hora Santa: Quinta-Feira Santa e a prisão do Sacrário.

Accipite, et manducate ex hoc omnes...

Temos a honra de publicar esta belíssima Hora Santa composta especialmente para o dia de hoje pelo Padre Mateo Crawley-Boevey, membro da Congregação dos Sagrados Corações de Jesus e Maria. Tendo sido curado milagrosamente no Santuário das aparições do Sagrado Coração a Santa Margarida Maria em Paray-le-Monial, França, Pe. Mateo decidiu então conquistar os lares, sociedades e nações para o Sagrado Coração. Com ordens de São Pio X, iniciou sua cruzada pela Entronização do Sagrado Coração nos lares. Por quarenta anos percorreu o mundo promovendo suas famosas Horas Santas, implorando às famílias cujos lares já eram consagrados ao Sagrado Coração que não deixassem Nosso Senhor solitário, especialmente nas quintas-feiras que antecediam a primeira sexta-feira do mês, dedicada ao Sagrado Coração. Até sua morte em 1960, Padre Mateo, o grande Apóstolo do Sagrado Coração, lançava em suas publicações apelos pela Comunhão reparadora, freqüente e diária, a devoção ao Santo Rosário e até mesmo o reconhecimento pela ONU dos direitos de Cristo Rei.

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17 abril, 2014

Deus, Deus meus, réspice in me: quare me dereliquísti?

O Salmo 21, que ouvimos da boca de Nosso Senhor na liturgia de hoje, Quinta-feira Santa, durante a comovente desnudação do altar, pode ser ouvido, também em nossos dias, no clamor de nossos irmãos sírios. 

Maalula, Síria: igrejas devastadas e ícones profanados

Rádio Vaticano – Após a reconquista do povoado cristão de Maalula – 55 quilômetros a nordeste de Damasco – pelo exército sírio, as imagens e as descrições divulgadas por fontes governamentais e também por agências de notícias internacionais, mostram os danos sofridos pelos lugares de culto cristão, durante os quatro meses em que a cidade esteve sob a ocupação das milícias rebeldes.

Em particular, foram infringidos graves danos ao Santuário Greco-melquita de Mar Sarkis, onde a Igreja aparece devastada, o chão coberto por objetos religiosos, imagens e livros sagrados danificados. Além disto, desapareceram ícones conservados na sacristia, os sinos, e a cruz que estava colocada sobre a cúpula do convento Greco-melquita. Antes da guerra civil, viviam em Maalula cerca de 5 mil sírios, a grande maioria cristãos Greco-católicos e Greco-ortodoxos.

O Santuário, fundado no final do século V, é dedicado aos Santos Sergio e Bacco, militares romanos martirizados pela sua fé, sob o Imperador Galerio (250-311 d.C.).

Maalula é um dos poucos locais onde ainda se fala o aramaico, a língua de Jesus.

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17 abril, 2014

Summorum Pontificum no Brasil: Tríduo Pascal no Rio de Janeiro.

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17 de Abril de 2014

QUINTA-FEIRA SANTA

17h:00 – Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé – Centro
End :Rua Primeiro de Março – Centro – RJ

* Santa Missa Vespertina (Lava-pés, Trasladação do Santíssimo e Desnudação dos Altares).

* Imediatamente após a Desnudação dos Altares, todos os fiéis estão convidados a fazer uma hora de adoração ao Santíssimo Sacramento.

18 de Abril de 2014

SEXTA-FEIRA SANTA

15h:00 – Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé – Centro
End :Rua Primeiro de Março – Centro – RJ

* Solene Ação Litúrgica (Leituras, Orações Solenes, Adoração da Cruz, Comunhão).

19 de Abril de 2014

SÁBADO SANTO

17h:00 – Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé – Centro
End :Rua Primeiro de Março – Centro – RJ

* Solene Vigília Pascal e Santa Missa.

A Solene Vigília Pascal consta de: Bênção do fogo e do Círio Pascal; Profecias, Ladainha de Todos os Santos e renovação das Promessas do Batismo.

20 de Abril de 2014

DOMINGO DA PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DE NOSSO SENHOR.

09h:00 – Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé – Centro
End :Rua Primeiro de Março – Centro – RJ

* Canto do Vidi Acquam e Santa Missa da Páscoa.

10h:00 – Paroquia de Nossa Senhora de Fátima – Olaria
End: Av. Darcy Bittencourt Costa, 150 – Olaria – Rio de Janeiro – RJ

17h:00 – Igreja de São Pedro – Santíssimo
End: Av. Santa Cruz, 11664 – Santíssimo – Rio de Janeiro – RJ

* Haverá sacerdotes, sempre, antes das cerimonias, no atendimento dos fieis que desejarem o sacramento da confissão

Nosso agradecimento ao leitor Francisco Ferreira pela informação.

16 abril, 2014

Os três Cedros do Líbano.

Uma piedosa estória contada para crianças e relembrada pelos mais velhos libaneses. Nesta Semana Santa, rezemos por esse povo sofrido e fiel.

Por George-François Sassine | Fratres in Unum.com – “No começo dos tempos, no Líbano, Deus criou os três primeiros e grandes cedros do Líbano, dos quais todos os outros descenderam. Ao primeiro, ele o fez o mais sábio. Ao segundo, ele o fez o mais forte. Ao terceiro, ele o fez o mais belo.

Por milhares de anos as árvores cresceram em estatura, sabedoria e beleza, tendo assistido a uma expedição enviada pelo rei Salomão contra os assírios, conhecido ao profeta Elias e assistido à invenção do alfabeto pelos fenícios.

O Cedro do Líbano

O Cedro do Líbano

Até que um lenhador viesse, e maravilhado com a imponência daquelas árvores, as cortasse. Os cedros, sussurando em meio às suas folhas, compartilhavam seus desejos do que seria o destino de cada um.

O primeiro disse “… quero viajar pelo mundo afora, e, quando encontrá-lo, ser transformado no trono do rei mais poderoso da Terra…”.

O segundo cedro disse “… eu quero ficar nesta terra, como sinal de força e estabilidade. Assim, serei parte da lembrança da vitória do bem sobre o mal…”

O terceiro cedro finalizou “… seja aqui ou seja onde for, eu quero trazer às pessoas esperança e assim ser lembrança de Deus aos olhos dos homens …”

Porém concordaram “De Deus somos criaturas, por causa de Sua Bondade infinita existimos, então confiemos na Sua Providência”.

E assim Deus ouviu aos desejos dos 3 cedros, e assim Deus os concedeu.

Ao primeiro cedro que se tornasse abrigo de animais, e, que de suas sobras fosse feito um cocho para feno.

Ao segundo, que se tornasse uma mesa grande e robusta, mas muito simples e rústica.

Ao terceiro, que fosse apenas cortado e armazenado, quase abandonado.

Muitos anos depois, talvez séculos, numa noite gelada e cheia de estrelas, um casal peregrino que não encontrava refúgio resolveu passar a noite naquele estábulo, construído com a madeira do primeiro cedro. A mulher, em trabalho de parto, deu à luz ali mesmo. Ela envolveu seu filhinho em panos e colocou-o sobre o feno e a madeira. Naquele momento a primeira árvore entendeu que seu sonho tinha sido cumprido: sobre ele, o mais sábio dos cedros, era deitado o Rei dos reis da Terra.

Poucas décadas mais tarde, à noite e numa casa modesta, vários homens sentaram-se em refeição ao redor daquela mesa grande e robusta, simples e rústica. Um deles, após a ceia, tomou para si pão e vinho. Antes que os distribuísse, fez aos seus convidados ouvir palavras nunca ditas antes. O mais forte dos cedros entendeu então que pão e vinho já não eram mais a mesma coisa, senão a eterna aliança renovada entre os homens e o Criador Todo Poderoso.

Passadas poucas horas, o terceiro cedro que havia sido quase largado em um depósito, teve dois de seus lenhos tomados. O maior foi carregado para o alto de um monte e deitado na terra. O segundo, menor, foi entregue a um homem dilacerado e humilhado, que o carregou por horas até que chegar ao alto daquele monte. Os lenhos foram unidos e a eles foi cravado o homem, que a eles molhou com seu sangue.

Horrorizado, o terceiro e o mais belo dos cedros lamentou a herança bárbara que a vida lhe deixara, ao ter que assistir à agonia e morte de homem tão manso. Não suficiente, assistiu à terrível dor de uma jovem mãe que morria em vida assistindo ao seu filho cravado naquela cruz.

Porém, antes que três dias decorressem, entendeu seu destino: o homem que ali estivera pregado ressurgia vivo em glória e poder, demonstrando definitivamente que é a Luz do mundo, o Filho de Davi, o Cordeiro de Deus.

A cruz feita com sua madeira já não mais era símbolo de tortura, mas transformara-se em sinal concreto e visível da vitória do Amor sobre o ódio, da Humildade sobre a soberba, da Obediência sobre a revolta, do Bem sobre o mal, da Vida sobre a morte”.

Os três cedros do Líbano então glorificaram a Deus, por ter-lhes concedido, mesmo privados da imaginação de cada um deles, cumprir ao destino que cada um aspirara. Não segundo suas vontades, mas segundo a vontade de Deus.

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