É o que anuncia Dom Javier Martinez, bispo de Granada, em uma carta pastoral: « O Papa Francisco, por ocasião do Ano da Fé, convocou toda a Igreja para um gesto único: que na tarde de domingo, 2 de junho, dia em que a maior parte da Igreja Católica celebra a solenidade de Corpus Christi [ndr: transferida para o domingo seguinte nos países em que o dia da festa, quinta-feira, não é feriado], na mesma hora, todos os católicos do mundo nos unamos em um gesto unânime de comunhão com o Senhor, e também de comunhão com o Vigário de Cristo, com todo o Colégio Episcopal e com toda a Igreja espalhada por toda a terra, em uma hora de adoração ao Santíssimo Sacramento » . O Papa conduzirá, às 17 horas de Roma [meio-dia no horário de Brasília], uma hora de adoração ao Santíssimo na Basílica de São Pedro.
Papa Francisco convoca toda a Igreja a adorar Jesus Sacramentado no domingo, 2 de junho.
Ecumenismo: como Bartolomeu I interpreta os atos de Francisco.

« Estamos muito contentes pela ênfase que ele colocou sobre ser, sobretudo, “o bispo de Roma”.
E também estamos contentes por sua decisão de nomear oito cardeais encarregados de aconselhá-lo: uma decisão em direção à sinodalidade, característica de nossa Igreja ›› .
Palavras de Bartolomeu I, Patriarca Ecumênico de Constantinopla, ao Vatican Insider.
O tempo passa, o tempo voa.

Reunião da CNBB, supomos nós pelo fato de haver alguns já de clergyman, entre as décadas de 60 e 70.

Comissão Nacional de Presbíteros (CNP), órgão vinculado à CNBB, se reuniu entre os dias 22 a 26 de abril de 2013, em Goiânia (GO). O encontro teve como objetivo principal a preparação do 15º Encontro Nacional de Presbíteros do Brasil, que acontecerá de 05 a 11 de fevereiro de 2014, em Aparecida (SP), e cujo tema será “Concílio Vaticano II e os presbíteros no Brasil – Testemunhos de fé, esperança e caridade”.
Ouvidos moucos.
Interessante matéria de Zenit (em francês - até a edição deste post a sessão brasileira da agência não havia publicado uma tradução do artigo) a respeito do estudo do sociológo italiano Massimo Introvigne em que 500 católicos “engajados” em comunidades, grupos ou movimentos católicos, responderam à questão: “Bento XVI produziu muitos textos de grande riqueza teológica, mas eles são lidos?”
E estes são os resultados:
O texto mais lido do Papa Ratzinger — por 71,4% dos entrevistados – foi justamente sua primeira encíclica, Deus caritas est (2005). A seguir vem a encíclica social de 2009 Caritas in veritate (por 64,8%) e a encíclica Spe Salvi (61,8%).
Entre os mais ignorados estão nada mais nada menos que o motu proprio Summorum Pontificum e o discurso de Natal de 2005, sobre a “hermenêutica da reforma na continuidade”, respectivamente lidos por 44,6% e 35,2% dos questionados. Sintomático, não?
Nova evangelização: navegando com o “cruzeiro católico”.
Em janeiro de 2014 será a sexta edição de uma iniciativa que nasceu com o objetivo de entreter e evangelizar
Por Mauro Pianta – Vatican Insider | Tradução: Fratres in Unum.com - Esqueça o “Love Boat”. Se você está buscando férias como as da célebre série de televisão americana, nas quais as aventuras românticas dos passageiros e da tripulação se entrelaçavam, esta viagem não é adequada. O que parte do Brasil, em janeiro de 2014, será a sexta edição do “Cruzeiro Católico”, que conta com o apoio do departamento [da CNBB] pastoral para o turismo do Brasil e com a benção episcopal (que pode ser vista Youtube).
A bordo do transatlântico “Esplendor dos Mares”, com a colaboração da Mundial Turismo e com um custo de 239 dólares por pessoa a semana, o cruzeiro tem um único e inequívoco objetivo: evangelizar. “As melhores opções de entretenimento — se lê na página cruzeirocatolico.com.br — para você e sua família: e ainda o melhor, poder aliar tudo isso com a espiritualidade”. Mais claro que a água. Por isso haverá a bordo grupos de oração, bençãos, missas e, sobretudo, muitos espetáculos com as estrelas da música católica brasileira: de Brais Oss a Pe. Chrystian Shankar, passando pelo grupo Anjos de Resgate.
Por outro lado, se lê no mesmo site, o mar, no contexto do Evangelho, ocupa um lugar privilegiado. “Jesus — escrevem os organizadores — pregou em uma região de mares”. E acrescentam: “Queremos evangelizar em águas mais profundas”.
A pobreza como ideologia.
Cidade do Vaticano (RV) – Precisamos de um “coração grande”, que seja capaz de amar: palavras do Papa Francisco na homilia da missa pronunciada esta manhã na Capela da Casa Santa Marta.
Da Missa, concelebrada pelo Arcebispo de Medellín, Dom Ricardo Antonio Tobón Restrepo, participaram funcionários dos Museus Vaticanos e alunos do Pontifício Colégio Português.
O Papa advertiu para a atitude de egoísmo que, como acontece com Judas, leva ao isolamento da própria consciência e, por fim, à traição.
“Pensemos naquele momento quando Madalena lava os pés de Jesus com o nardo, tão caro: é um momento religioso, um momento de gratidão, um momento de amor. E ele se afasta e critica amargamente: ‘Mas … isso poderia ser usado para os pobres!’. Esta é a primeira referência que eu encontrei no Evangelho da pobreza como ideologia. O ideólogo não sabe o que é o amor, porque não sabe doar-se”.
Quem ama, acrescentou, “dá a vida como dom”; o egoísta, ao invés, “cuida da sua vida, cresce neste egoísmo e se torna um traidor, mas sempre só”. Quem, ao invés, “dá a vida por amor, jamais está só: está sempre em comunidade, em família”. Quem “isola a sua consciência no egoísmo”, no final “a perde”. Foi o que aconteceu com Judas, disse o Papa, que “era um idolatra, afeiçoado ao dinheiro”:
“E essa idolatria o levou a isolar-se da comunidade: este é o drama. Quando um cristão começa a isolar-se, também isola a sua consciência do sentido comunitário, do sentido da Igreja, daquele amor que Jesus nos dá. Ao invés, o cristão que doa a sua vida, que a perde, como Jesus diz, a encontra, reencontra-a plenamente. João nos diz que “Satanás entrou no coração de Judas’. E Satanás sempre nos engana: sempre!”
Jesus, pelo contrário, ama sempre e sempre se doa. E este seu dom de amor, disse o Papa, nos leva a amar “para dar fruto. E o fruto permanece”. O Pontífice concluiu sua homilia com uma invocação ao Espírito Santo:
“Nesses dias em que aguardamos a festa do Espírito Santo, peçamos: Vem, Espírito Santo, vem e dê-me este coração grande, este coração que seja capaz de amar com humildade. E que nos liberte sempre do outro caminho, do caminho do egoísmo, que não tem bom fim. Peçamos esta graça”.
Magoando a vovó no dia das mães.
Santa Missa para as primeiras canonizações do Pontificado do Papa Francisco, Praça de São Pedro, 12 de maio de 2013: Aos 1:30:31 do vídeo acima, senhora fica brava com padre que se nega a administrar a Sagrada Comunhão em sua mão. Temos uma ligeira impressão de que se trata de uma daquelas que deveriam ser mães, e não “solteironas”, referidas pelo Papa na última semana.
Norma oficializa direito de casais gays a fertilização in vitro.
Embora seja permitido, médicos não são obrigados a ofertar a técnica para todos os casais do mesmo sexo
O Estado de São Paulo, 9 de maio de 2013 – A nova resolução do CFM [Conselho Federal de Medicina] deixa clara uma regra que o texto anterior apenas sugeria: a permissão de que casais homoafetivos recorram à fertilização assistida para ter filhos.
“Sexualidade e desejo reprodutivo não andam juntos. O texto nomina uma prática corrente e dá tranquilidade para os profissionais”, afirma a professora de Bioética a Universidade de Brasília, Débora Diniz. As técnicas de fertilização já vinham sendo usadas por alguns casais.
O presidente da câmara temática do CFM, Hiran Gallo, no entanto, observa que alguns conselhos regionais ainda tinham dúvidas sobre a possibilidade do uso desse recurso entre casais do mesmo sexo. “Agora fica claro que profissionais não estão suscetíveis a uma punição ética nesses caso. Um grande avanço”, avalia Débora.
Embora permitido, os médicos não são obrigados a ofertar a técnica para todos os casais do mesmo sexo. A regra do CFM permite que profissionais aleguem objeção de consciência e se recusem a ofertar o tratamento. O presidente em exercício do CFM, Carlos Vital Correa Lima, afirma que esse recurso é usado também para outros procedimentos. Como o aborto nos casos previstos em lei. “A objeção de consciência somente não pode ser usada nos casos em que coloque em risco a vida do paciente. Algo que não se aplica neste caso.”
* * *
Carta do leitor Sidney Gozzani ao Estado de São Paulo
“Sexualidade e desejo reprodutivo não andam juntos”.
Com essa frase, uma professora da Universidade de Brasília, vejam bem, de Brasília, “dá tranquilidade aos profissionais” de oferecer filhos aos “casais” homossexuais.
Por certo, a tal Professora, passa por cima de toda Moral, da natureza, da educação,e por fim da Verdade, pois ela professa a Bioética.
As contradições são tantas, que nos deixam tontos.
Vamos começar pela Natureza. Isto, a Natureza com N maiúsculo que tem Ministério próprio em Brasília e em outros lugares (sérios) do mundo.
A Natureza que tem de ser preservada para o bem do Planeta, tem também de ser respeitada.
Portanto, se não se respeita a Natureza, o Planeta é prejudicado.
Esse raciocínio é moralmente aplicável.
Apliquemos ao comportamento humano.
Se a Natureza não for respeitada, o ser humano é prejudicado.
Isto é, se comermos pregos, a Natureza humana se manifesta expondo-nos à morte.
Se tentarmos voar, caímos. Se tentarmos mergulhar, afogamos.
Se fornicarmos decaímos, adoecemos, não herdamos nem legamos,.. extinguimos.
Opa! Pode haver até o contrário, fornicação pode levar a procriação. Vejam os outros animais.
É verdade. Mas como animais, e não como humanos.
Mas agora que estamos vendo a sutil fornicação que não reproduz, que é o homossexualismo, o mais anti-natural dos atos humanos depois do homicídio (no qual se inclui o aborto), há quem procure “corrigir” essa consequência natural desse ato repulsivo que é a extinção da espécie humana.
Mas nem todo mundo é homossexual, os héteros vão mantendo a espécie.
Então devemos criar um conjunto de regras para facilitar e sustentar os atos anti-naturais repulsivos dentro da sociedade com a finalidade de evitar a consequência natural deles: casamento gay, preservativos gratuitos, leis contra a “homofobia”, e agora a procriação gay.
Então vamos contra a Natureza Humana no seu principal ponto: o pensamento, que é para poder sustentar filosoficamente essa aberração. E aí vem essa verdadeira pérola da filosofia moderna e da ciência do “só vale o que eu quero”: ”Sexualidade e desejo reprodutivo não andam juntos”.
Nem todo ato sexual gera reprodução, mas é a sua finalidade. É a Natureza que é assim. Afirmar a desconexão entre o ato sexual e a reprodução é mesma coisa de afirmar que o estomago não tem nada a ver com a digestão.
E dois indivíduos do mesmo sexo não reproduzem, porque a Natureza é assim. E o ato sexual desses indivíduos do mesmo sexo é tão natural quanto comer pregos. E isso é muito evidente.
Vivemos em Sociedade, mas não somos obrigados a conviver e financiar loucuras anti-naturais como a procriação gay. Logo haverá esse serviço atendimento no SUS: fertilização para casais gays, enquanto os casais de verdade procuram evitar filhos, os homossexuais os querem. Isso que é maldição.
Consagração a Nossa Senhora de Fátima do ministério do Papa Francisco.

Virgem Santíssima,
1. Estamos a Vossos pés, os Bispos de Portugal e esta multidão de peregrinos, no 96.° aniversário da Vossa Aparição aos Pastorinhos, nesta Cova da Iria, para dar cumprimento ao desejo do Papa Francisco, claramente expresso, de Vos consagrar a Vós, Virgem de Fátima, o seu Ministério de Bispo de Roma e de Pastor Universal. Assim Vos consagramos Senhora, Vós que sois Mãe da Igreja, o Ministério do novo Papa: enchei o seu coração da ternura de Deus, que Vós experimentastes como ninguém, para que ele possa abraçar todos os homens e mulheres deste tempo com o amor do Vosso Filho Jesus Cristo. A humanidade contemporânea precisa de sentir-se amada, por Deus e pela Igreja. Só sentindo-se amada vencerá a tentação da violência, do materialismo, do esquecimento de Deus, da perda do rumo que a conduzirá a um mundo novo, onde o amor reinará. Dai-lhe o dom do discernimento para saber identificar os caminhos da renovação da Igreja; dai-lhe coragem para não hesitar em seguir os caminhos sugeridos pelo Espírito Santo; amparai-o nas horas duras de sofrimento, a vencer, na caridade, as provações que a renovação da Igreja lhe trará. Estai sempre a seu lado, pronunciando com ele aquelas palavras que bem conheceis: “Eu sou a Serva do Senhor, cumpra-se em Mim a Tua Palavra”.
2. Os caminhos de renovação da Igreja levam-nos a redescobrir a atualidade da Mensagem que deixastes aos Pastorinhos: a exigência da conversão a Deus que tem sido tão ofendido, porque tão esquecido. A conversão e sempre um regresso ao amor de Deus. Deus perdoa porque nos ama. É por isso que o Seu amor se chama misericórdia. A Igreja, protegida pela Vossa solicitude maternal e guiada por este Pastor, tem de se afirmar, sempre mais, como Lugar da conversão e do perdão, porque nela a verdade exprime-se sempre na caridade.
Vós indicastes a oração como o caminho decisivo da conversão. Ensinai a Igreja, de que Sois membro e modelo, a ser, cada vez mais, um povo orante, em comunhão com o Santo Padre, o primeiro orante deste povo e também em comunhão silenciosa com o anterior Papa, Sua Santidade Bento XVI, que escolheu o caminho do orante silencioso, desafiando a Igreja para os caminhos da oração.
3. Na Vossa Mensagem aos Pastorinhos, aqui na Cova da Iria, pusestes em relevo o Ministério do Papa, “o Homem vestido de branco”. Três dos últimos Papas fizeram-se peregrinos do Vosso Santuário. Só Vós, Senhora, no Vosso amor maternal a toda a Igreja, podeis pôr no coração do Papa Francisco o desejo de ser peregrino deste Santuário. Não é algo que se lhe possa pedir por outras razões; só a cumplicidade silenciosa entre Vós e Ele o levara a sentir-se atraído por esta peregrinação na certeza de que será acompanhado por milhões de crentes, dispostos a ouvir de novo a Vossa Mensagem.
Aqui, neste Altar do mundo, ele poderá abençoar a humanidade, fazer sentir ao mundo de hoje que Deus ama todos os homens e mulheres do nosso tempo, que a Igreja os ama e que Vós, Mãe do Redentor, os conduzis com ternura aos caminhos da salvação.
Fátima, 13 de Maio de 2013
D. José Policarpo, cardeal-patriarca de Lisboa e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa
Fonte: Agência Ecclesia








"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey